História BroTHer Z - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Josh Devine, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Josh Devine, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Harry Styles, Josh Devine, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Losh, Louis Tomlinson, Niall, Niall Horan, One Direction, Zayn, Zayn Malik, Ziall, Ziall Horlik
Exibições 158
Palavras 2.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


fubasadaaaaaaaaaaaaaa i'm back, by popular demand auhauahauhauha
espero que curtam o cap e tals auahuahauhaa

-------- BOA LEITURA ---------

Capítulo 5 - AWakEn



[***]


    A porta do banheiro rangeu. Em poucos segundos se abrira e um homem cruzou por ela. Seus cabelos estavam bagunçados e caídos sobe a testa. A barba estava por fazer. Ele trajava o avental hospitalar de pacientes. Era uma espécie de camiseta até os joelhos de tecido branco e quase transparente. A mesma não cobria as costas alheia. O homem encarou o detetive estático a poucos centímetros da cama do quarto. Ele sorrira abertamente. O outro permaneceu paralisado no lugar. Uma ou outra lágrima correu por suas bochechas. Então, Josh se moveu. Passos lentos. Pesados. E cheios de sentimentos mistos que explodiam em si. Em poucos segundos, os dois estavam frente a frente. O menor levantou sua mão. Ela estava tremula. Ele fez menção em tocar a face do outro. Queria checar se não estava imaginando coisas, mas no entanto,  o rapaz acertou um tapa no rosto alheio. 


 
-Aí! Quanto amor, baixinho. -Liam sorriu de leve e esfregou o local atingido com as costas da mão. 


 
-Como você pode fazer isso? -disparou o mais novo furioso. -Você se enfiou na frente da bala. Eu tive que te carregar no colo. Depois precisei ameaçar esse hospital todo quando disseram que só parentes poderiam ficar no quarto. Você ficou em coma por duas semanas. Eu passei todas as drogas desses dias te encarando inconsciente na cama. -ele encarou o móvel bagunçado e com alguns dos fios de soro e aparelhos de monitoramento que estavam anteriormente no empresário. -Olha para a minha cara. Estou acabado de preocupação. Porque... -Devine quase se engasgou com suas palavras que as lágrimas que voltaram a escorrer. -Porque... porque eu pensei que ia ter perder. Seu imbecil. -esbravejou. E logo em seguida, as lágrimas tomaram controle e o rapaz que se fizera de forte por todo aquele tempo, se permitira finalmente chorar. Um choro alto e dolorido. Seu rosto estava vermelho e ficando cada vez mais molhado. 


 
-Vem cá. -pediu o moreno abrindo os braços. O menor o abraçou apressado. Ele se agarrou ao peitoral alheio como se sua vida dependesse disso. Josh chorava cada vez mais. Mas naquele momento, era de alivio. Porque passara semanas sofrendo por não ver o outro de pé. Ele achou que não estaria nos braços alheios nunca mais. -Eu nunca vou deixar nada te acontecer. -sussurrou Payne acariciando os cabelos do detetive. -Nem que para isso eu precise levar outro tiro. -completou. 


 
-Eu devia te dar outro tapa agora, mas não consigo. -resmungou entre o choro. -Eu senti tanto a sua falta. -o menor se agarrou mais ao outro. Talvez com mais força do que deveria. 
 


-Gostaria de poder dizer o mesmo. -comentou e isso fez o rapaz encara-lo. -Porque não me lembro de nada. Somente da bala queimando dentro de mim. Depois abri os olhos e estava no hospital. -disse ele. 
 


-Você foi operado e ficou em coma por duas semanas. -informou o outro. -Sorte sua não lembrar de nada. -ele fechou os olhos brevemente e depois respirou fundo voltando a abri-los. -Quando você acordou? -soltou Devine. 


 
-Agora pouco. Talvez dez minutos. Senti vontade de ir ao banheiro. Abri os olhos e estava aqui cheio de fios. Tirei tudo e me levantei. -o mais velho encarou a cama brevemente e franziu o cenho. -Acho que quebrei a torneira do banheiro. -comentou. O detetive gargalhou abafado. 


 
-Porra, eu senti falta até dessa sua idiotice. -soltou ele encarando o outro. 


 
-Bom, eu senti falta disso. -o moreno levou suas mãos para o rosto alheio e tomou seus lábios. 


 
    O beijo começara suave. Sem língua. Apenas os lábios se tocavam com carinho. Para o maior era só mais um beijo naquela criatura pequena que ele amava a ponto de dar sua vida para protegê-la. Porém, para Josh, era um selar carregado de memórias. Todos os dias que passou dormindo na poltrona desconfortável daquele quarto, todas as lágrimas que derramou, todo o medo, culpa, raiva, e falta de esperança brotavam em sua mente e eram rapidamente explodidos. Nada mais daquilo lhe importava. Liam estava de volta. Estava bem. E o beijando. Alguns segundos depois, suas línguas fizeram o primeiro contado. E tudo ganhou uma nova intensidade. Nem mesmo a falta de ar pareceu lhes incomodar. Queriam, necessitavam um do outro naquele instante. 


 
-Bom saber... que o coma... -o detetive puxou ar para seus pulmões apressadamente. -Não acabou com a sua animação. -ambos sorriram. 


 
-Nunca, baixinho. -retrucou o homem. -Ainda mais depois de ficar duas semanas sem fazer nada. -ele piscou. -Assim que sair desse hospital, você não me escapa. -Payne beijou os lábios alheios novamente, contudo, fora mais rápido que o primeiro. 
 


-Falando em sair, precisamos chamar seu médico. Ele me disse que pacientes pós coma precisam passar por uma bateria de exames para checar se está tudo bem e se não terá sequelas. -informou. 


 
-Mas isso pode esperar. -o empresário puxou o outro para mais perto. Os dois ainda não haviam se desgrudado desde que passaram a se abraçar. E ele queria garantir que permaneceriam assim. -O que eu perdi durante minha ausência? -perguntou Payne. O rapaz respirou fundo e acabou deixando um bocejo escapar. 


 
-Zenno foi baleado, mas o filho da puta sobreviveu. Tem dois investigadores do governo trabalhando no caso do KiLLer Z. Eles provavelmente já sabem de alguma coisa, porque não param de jogar verde com Niall e eu. E falando no loiro, ele e Zayn estão curtindo uma espécie de lua de mel. -soltou Josh apressado.  
 


-Wow! -o maior engoliu em seco. Naquele momento ele começava a sentir que realmente havia ficado fora de cena por um longo tempo. Sua fixa estava caindo aos poucos. -Que bom que não ficarei uma terceira semana desacordado. Do contrário teria mais merda para me surpreender. -concluiu. 


 
-Ah, e Zenno também deu um empurrãozinho para um novo seria killer que matou quatro pessoas, mas Niall e eu conseguimos prende-lo antes que fizesse mais duas vítimas. -sua voz soara levemente vitoriosa. 


 
-Chega. -o maior gargalhou. -São problemas demais para a minha cabeça. Preciso absorver isso tudo. -disse. 


 
-Tudo bem. E acho melhor chamar o médico aqui. Quanto antes você fizer os exames melhor. Não aguento mais ficar nesse hospital. -bufou Devine. 


 
-Eu tenho uma ideia melhor. -o moreno se afastou do outro e rapidamente deixou seu avental cair. Ele ficou completamente despido. 


 
-O médico esperou duas semanas. Acho que mais alguns minutos não vai fazer mal. -o menor sorriu malicioso. 


 
-Rapidinha no hospital? -soltou Payne lambendo o lábio inferior. 


 
O detetive não respondera. Ao invés disso, correu até a porca do quarto e a trancou.


[***]


-É sério? -soltou o loiro surpreso no telefone. Ele chegara a delegacia e ligara para o parceiro, logo que, o mesmo não dera as caras e o capitão queria saber seu paradeiro. -Eu sei que você não brincaria com isso. -retrucou o rapaz. Josh havia lhe dito que Liam saíra do coma na noite anterior. O menor estava tão eufórico que Niall mal compreendia o que ele falava. -E como ele está? -questionou. -Que bom que o susto passou. Ah, não se preocupe com a delegacia. Eu te dou cobertura e se o capitão encher o saco eu invento alguma coisa. -informou. 


 
-Está falando com Josh? -uma voz soara atrás de si. O rapaz apertou o celular com força e engolira me seco por conta do susto. Ele olhara para o reflexo do espelho – o rapaz estava em um dos banheiros da delegacia. Logo que, lá era o único lugar para fazer ligações pessoais sem que o capitão fizesse escândalo - e Louis estava atrás de si. 


 
-Nos falamos depois. Preciso ir. -comentou ao telefone encarando o outro pelo espelho. -Depois do expediente faço uma visita a ele. -e em seguida desligou. 


 
-Pelo visto realmente era seu parceiro. -o homem sorriu de canto e levou as mãos aos bolsos da calça social que usava. O rapaz se virou para observa-lo. 
 


-A quanto tempo está na policia? -perguntou Horan. O moreno a sua frente franziu o cenho. Parecia surpreso com aquilo. 


 
-A quase onze anos. Porque? -retrucou. 


 
-Porque a essa altura do campeonato, você já deveria saber que invasão de privacidade é crime. -bufou o detetive guardado o celular no bolso. Tomlinson arregalou os olhos com a resposta alheia. 


 
-Por que ficou nervoso? -soltou ele. -Estão escondendo algo? -sua frase soara mais como uma afirmação do que uma pergunta. A mente de Niall ferveu. Aquele homem não cansava de lhe dar indiretas de que sabia de algo, ou era coisa de sua cabeça. Talvez um pouco de ambas. 


 
-Por que acha que eu tenho algo para esconder? -devolveu o loiro. 


 
-Porque geralmente você me responde com outras perguntas ou frases curtas. E isso é típico de quem esconde algo. -o maior deu alguns passos para frente. O outro recuou até que se encostou na pia do local e ficou praticamente entre ela e o homem. 


 
-Mesmo se eu estivesse escondendo algo, isso não seria da sua conta. -disse o mais novo encarando o outro fixamente. -Ou você acha que eu estou envolvido em algum crime? -dois podiam jogar verde. Louis já estava o encurralando no banheiro e se metendo em sua vida com aquele tom calmo, porém, analítico. Então ele se viu no direito de fazer o mesmo. 


 
-Não estou te acusando de nada, Niall. Relaxe. -comentou. -É novo demais para ficar tenso por qualquer coisa. -ele sorriu e o encarou brevemente. Em seguida esticou as duas mãos na direção do rapaz. O moreno se aproximou mais. Naquele momento estava com seu corpo colado ao do detetive. Os olhos do loiro estavam focados no seu. Era óbvia a sua confusão. Ele agarrou a gravata alheia e passou a arrumar o nó apressado que Horan fizera de manhã. Ao terminar, piscou para o outro e se afastou. -Uma gravata mal arrumada diz muita coisa sobre um homem. -ele deixou mais um sorriso curto no ar e pouco depois, o mais velho se afastou e saiu do banheiro. 


 
-Que porra foi essa? -questionou a si mesmo. 


 
O menor se virou de volta para o espelho, ligou a torneira e passou um pouco de água no rosto.


[***]


     Niall estava caminhando na rua. Josh sempre o buscava e o deixava em casa. Mas como o moreno não fora para o trabalho e não avisara, seu parceiro se viu sem carona. Ele poderia ter chamado um táxi, entretanto, preferiu caminhar. Fazia alguns dias que ele não corria de manhã e já estava se sentindo fora de forma. Então, julgou que um pouco de exercício faria bem para si. As ruas estavam relativamente claras. Os postes de luz estavam todos acesos. Poucos carros passavam pelas estradas. Porque Horan estava pegando um atalho para chegar mais rápido em casa. Haviam algumas lojas pelo caminho, mas pelo horário, tudo já estava fechado. Por segurança, seus paços estavam longos e rápidos e ele mantinha uma das mãos segurando usa arma no cinto.  


 
    Ele virou um esquina. Mais alguns minutos e já avistaria seu prédio. Seu maior desejo naquele momento era retirar os sapatos sociais que usava e tomar um bom banho. Fora que ele também queria ver Zayn. O maior não tinha dormido em sua casa na noite anterior. Ele precisara viajar para resolver negócios de sua empresa e só voltaria a tarde. Provavelmente o homem ainda não deveria saber que Liam saíra do coma. Ou talvez soubesse, porque aparentemente, os Maliks sempre sabiam de tudo. O loiro estava feliz com as novas. Primeiro porque não aguentava mais ver seu parceiro fingindo que estava bem. Segundo porque precisavam de Payne para finalmente pensarem no que fazer em relação as investigações. Querendo ou não, os quatro eram uma equipe e estavam juntos naquela confusão toda. 


 
Horan passou por uma rua. A mesma estava completamente escura. Aquilo não lhe pareceu normal. 


 
    O rapaz sacou sua arma rapidamente. Ele enfiou a mão no bolso para pegar seu celular. Iria usar o aplicativo de lanterna para checar a sua volta. No entanto, antes que pegasse o aparelho, o mais novo sentira mãos agarrarem seu braço e o puxarem para trás. Pouco depois ele fora soltou. O detetive não conseguia ver nada. Aquela área era cercada por prédios, então, nem mesmo a lua seria o suficiente para trazer alguma claridade ao local. Ele enfiou a mão no bolso e alcançou o que queria. Deu alguns passos para trás até que esbarrou em algo sólido. Uma parede também. Rapidamente o menor passou a procurar a lanterna. Pisadas foram ouvidas por si. Alguém se aproximava. E parecia correr. Niall sacou sua arma e a deixou preparada para atirar. 


 
-Boo! -berrou Zenno ao seu lado. O homem tinha uma lanterna apontada para o seu rosto. O mais novo deu um pulo para frente e agradeceu mentalmente por não ter apertado o gatilho por reflexo. Ele encarou o outro que ainda tinha a lanterna no rosto e ativou a do seu celular. -Eu adorei isso. Você precisava ver a sua cara, Barbie. -disse o maior entre risos. 


 
-Quantos anos você tem, seu idiota? -ralhou o detetive. -Espera... você me chamou de que? -bufou. 


 
-Barbie. -Horan apontou sua lanterna para o outro a tempo de velho dar de ombros. -Meu irmão te chama de princesa, então resolvi ser um pouco mais original. -ele sorriu sínico. Pouco depois abaixou a lanterna do rosto, logo que, a do rapaz a sua frente já o iluminava e retirou o capuz de seu agasalho. O loiro notou que Zenno estava diferente. Ele havia cortado seu cabelo no estilo militar. Bem curto. Talvez no número um e estava de volta ao moreno. 


 
-Se já se divertiu me assustando, eu vou embora. -disse. 


 
-Não te segui para te assustar. -retrucou o mais velho e apontou sua lanterna para o rosto alheio para que pudesse o ver melhor. -Preciso de uma informação sua. -comentou. 
 


-Eu não vou te ajudar. -o detetive guardou sua arma de volta no coldre. 


 
-Vai sim. Eu te ajudei com seu último caso. Então você me deve uma, Barbie. -ele sorriu ao ver a cara irritada do outro. -A menos que queira me pagar de outro jeito. -ele piscou.  


 
-Que informação você quer? -perguntou. 


 
-Uma pena você ter escolhido isso. -Malik fez bico e sorriu debochado em seguida. -Mas voltando ao assunto, por acaso os investigadores que assumiram o meu caso são Harry Styles e Louis Tomlinson? -soltou. O menor assentiu positivamente com a cabeça. -Vou te dar um conselho e aproveite que estou de bom humor. Fique longe do radar desses dois. Ou você vai se encrencar. -completou. 


 
-Tarde demais para isso. Eles já estão na nossa cola. -informou. 


 
-Não por muito tempo. Já os coloquei na minha lista de problemas para serem resolvidos. -o homem sorriu e Niall notou uma chama em seus olhos. Talvez fosse por conta da luz apontada diretamente para sua face. 


 
-Você não pode mata-los. Não quando eles estão te investigando. -soltou. 


 
-Eu não sou tão burro assim, Barbie. -ralhou. -Eu sei o que faço. -dito isso, Zenno  piscou para o rapaz. -Enfim, cuidado com o escuro. Vai que encontre algum fantasma. -ele gargalhou e pouco depois simplesmente sumiu do beco. 


 
    Horan ficou parado no beco confuso. O outro aparecera, dissera uma coisa ou outra e depois sumira. Aquilo fora completamente estranho. Era óbvio que o moreno estava aprontando. E os alvos dessa vez aparentemente seriam Harry e Louis. Uma sensação ruim cresceu em seu estômago. Os dois investigadores eram irritantes, porém, só estavam fazendo seu trabalho. O mesmo trabalho que ele deveria ter feito enumeras vezes. E não mereciam pagar por isso. Ele se viu em um dilema. Se se metesse, estaria ainda mais encrencando. E se não, inocentes estariam em perigo.  


 
O detetive engoliu em seco e voltou a andar.

 


- CONTINUA -
 


Notas Finais


aeeeeeeeeeeeeeee mais um cap nessa bagaça auhauahauhauha
Liam acordou puts puts puts uahuaha
Será que pintou clima Nouis?
Será que Zenno conhece os dois investigadores?
E o novo apelido do Niall? auhauahauhauhauaha
Nos próximos caps vcs descobrem auahauhauahuahaa

beijos de morango com creme para todos auhauahuaha
semana que vem tem mais


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