História Brotheragem com o Ídolo - Capítulo 1


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Categorias Gustavo Henrique
Personagens Gustavo Henrique, Personagens Originais
Tags Gustavo Henrique, Jogador, Masturbação, Santos
Visualizações 85
Palavras 1.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi. Sou um puta fã do jogador Gustavo Henrique. Impossível não imaginar coisas profanas com esse cara. Sorry Guga. Aproveitem leitorxs!

Capítulo 1 - Carona com Gustavo Henrique


Fanfic / Fanfiction Brotheragem com o Ídolo - Capítulo 1 - Carona com Gustavo Henrique

Eu estava realmente decidido a conhecer Gustavo Henrique. Tanto tempo sendo fã à distância e temendo o encontro. Mas sempre que assistia as partidas de futebol do Santos, não conseguia parar de observar aquele zagueiro alto, jovem, magrinho e com um rosto perfeito. Impossível não ter ideias e planos loucos com ele, sonhar coisas pouco profundas, mas extremamente perniciosas.

Eu o acompanhava nas redes socias e curtia todas as suas fotos com um desejo sedento. Ele havia feito uma cirurgia depois de ter se machucado jogando, mas finalmente estava voltando ao time. Decidido, fui ao CT Rei Pelé então para poder acompanhar seu treinamento. A euforia era grande, mas eu não conseguia transformar em palavras. Via-o caminhando e trocando passes em campo, mas não sabia o que gritar. Talvez um “eu te amo zagueirão da porra?”. Enfim... Não saiu nada e, ao final do treino, esperei até que ele foi pegar o carro e então pedi para tirar uma foto com ele:

- Oi Gustavo. Meu nome é Nicolas. Sou muito seu fã, não tenho palavras para descrever. Não quero te incomodar com as minhas chatices, mas você poderia tirar uma foto comigo?

Ele sorriu capcioso e respondeu:

Claro. Será um prazer Nicolas!

Aproximei-me dele com os sentidos alterados e o Guga então passou a mão sob meu ombro. A sensação de euforia foi imediata, curiosamente meu pau ficou duro imediatamente. Afinal, que homem! Não acho que seja gay admitir o óbvio. Meu pulso tremia e eu não conseguia focalizar a câmera do celular. Ele percebeu meu nervosismo e carinhosamente disse:

- Deixa que eu faço isso para você!

Retirou o celular da minha mão, posicionou o melhor ângulo e a selfie estava pronta. Eu agradeci e expliquei novamente o quanto era fã dele, pedi que autografasse minha camisa ao que ele atendeu imediatamente. Antes de me despedir, lembrei para ele de seus grandes jogos seus e disse que torcia muito para ele não apenas no futebol.

Guga me agradeceu e me abraçou forte. Eu não estava esperando aquilo, mas foi incrível. Ele falou com sinceridade:

- Foi muito complicado esses últimos meses. Ficar fora dos gramados por muito tempo é doído, mas palavras como as suas nos dão força para continuar. Obrigado pelo carinho.

- Imagina Gustavo. Você é um cara incrível, merece o melhor sempre. Estarei na torcida em todos os momentos rapaz!

Ele sorriu e nos despedimos.

Fui para a parada de ônibus complemente extasiado com o que aconteceu, pois tudo tinha valido a pena. Mas quando olhei para o horário, percebi que havia ficado muito tempo dentro do CT. Meu ônibus já havia passado e teria que esperar mais de uma hora até o próximo. Não me estressei, estava feliz demais para isso. Sentei e comecei a rememorar tudo que havia acontecido.

De repende a buzina de um caro me despertou, o espelho abaixou e então surgiu de dentro do carro o sorriso perfeito do Gustavo Henrque.

- Ainda não conseguiu transporte, cara?

Respondi que não. Ele perguntou onde eu morava e após minha resposta... Surpresa! Ele se ofereceu para me deixar ao menos próximo de casa.

- “Não quero te atrapalhar. Sério mesmo! Tá tranquilo”, eu disse.

- “Entra logo boy! Vai rejeitar a carona do seu ídolo?”, ele replicou.

Realmente seria uma imbecilidade! Pulei para dentro do caro e seguimos viagem. O papo foi se desenvolvendo incrivelmente bem. Comentei com Guga as loucuras que já tinha feito pelo Santos, como viajar de carro para Argentina. Disse também que eu já tinha pensado em procurá-lo várias vezes, mas a vergonha de fazer feio era gigante. Os nossos olhares se cruzavam a cada instante que o trânsito acalmava.

- “Minha namorada tem ciúmes de você”, comentei para ver sua reação.

- “Por que”, ele perguntou.

Eu falo muito de ti e do Santos. Vocês são meus temas principais. Digo que você é perfeito como jogador e também como pessoa. Enfim, aquela quantidade infinita de elogios e tal.

Guga sorriu e disse: “não sou tudo isso”.

- Claro que é! Você joga pra caramba, e mesmo que não, poderia ganhar a vida como modelo ou qualquer outra profissão. Se ser bonito, atlético e inteligente não é perfeição, eu desconheço o que seria.

Ele gargalhou. Falou então que já havia sido fotografado por uma revista. Disse isso com orgulho. O Gustavo é preocupado com aparência do corpo. Novinho, tem o cabelo bem cortado, barba bem feita. Estava com uma roupa cheia de estilo e uma bela camisa do Santos, era possível ver os contornos de seu corpo perfeito inclusive.

Eu também estava com uma camisa do Santos, havia me preparado para vê-lo e deixar uma boa impressão. Olhava pra ele e sentia tesão inevitavelmente. Para falar a verdade, meu membro latejava em minha calça.

Ele comentou então comentou que seus colegas de clube zoavam muito ele por causa da sua preocupação com as roupas. “As pessoas em geral dizem que eu sou bonito, mas não sei”, disse ele.

- “Você é muito bonito”, eu disse firme. – “Isso é um fato que qualquer homem, hetero ou não, tem que admitir”.

Ele riu alto. Eu voltei a ficar nervoso por ter sido tão direto. O carro estava parado no farol. Ele olhou para mim e disse. Um cara hetero também fica excitado por outro?

Engoli seco. Não sabia o que falar. Mas essa pergunta significava que ele tinha olhado para o meu pau. Isso era muito louco, deliciosamente louco! Já sonhei com o Guga pelado muitas vezes, imaginar que algo poderia se tornar realidade já era indescritível.

Eu disse, respondendo a pergunta: “Na brotheragem, vale tudo!”

Ele olhou com tesão. Puxou o carro para uma rua fora da estrada que seguíamos. Parou o carro, fechou os vidros pretos, olhou para mim firme e disse:

- Então seja meu brother!

Eu estava atônico, mas não pensei muito. Pus a maã sob sua roupa e comecei a afagar seu pau. Ele tava ficando duro. Enfiei minha mão dentro da cueca do Gustavo Henrique e passei a punhetá-lo gostoso. Ele jogou a cabeça para trás e começou a respirar fundo. Retirou a camisa, pude ver seu tórax lindo, sua pele lisinha e saborosa. Deslizei minha outra mão sob aquele corpo excitante. Ele baixou as calças também e seu pau estava ali inteiro, duríssimo. Era um belo músculo, lindamente formado. Ele sorria e gemia, enquanto eu seguia movimentando com mão e pensando pouco na beleza que era aquilo. Perguntei:

- Está agradável?

Ele apenas se contorcia. Pensei algumas vezes em abocanhar seu pênis santástico, mas me controlei. Aumentei a velocidade dos movimentos, Guga gemeu mais alto e três estocadas poderosas de gala inundaram minha mão e tórax de dele. Estava feito o trabalho e que delícia de trabalho! Quando eu poderia imaginar que tocaria uma punheta para o meu ídolo?!

Gustavo retirou papel higiênico do porta-luvas do carro e limpou-nos. Olhou para mim sorrindo e disse:

- Sempre que dá, toco umas punhetas aqui!

Achei incrível sua sinceridade. Ele estava confortável com tudo. Havia criado uma intimidade inexplicável.

Ele olhou para mim e disse:

- Agora é sua vez!

- “Tem certeza?”, perguntei.

- Claro que sim. Agora somos brothers! E um brother não deixa o outro não mão, certo?

Eu sorri com ar despojado. Retirei minha camisa e ele olhou pausadamente para meu corpo moreno e magrinho. Foi monossilábico:

- Gostei.

Baixei as calças e ali estava meu pau. Assim como o dele, bem depilado e ereto. Desejoso de ser tocado. Fechei os olhos para sentir melhor o prazer.

Guga pôs a mão no meu pau e começou a masturbá-lo. Que delícia ter meu ídolo batendo uma punheta para mim. Isso era não era só um sonho. Sentia sua mão deslizar por toda a extensão do meu pau, ele apertada, tocava minhas bolas e eu me contorcia no carro. Gemia de tesão e prazer. Nunca imaginei que o Guga podia ser tão putinho!

De repente, sentiu sua mão se afastar e algo deliciosamente novo ocorreu. Os lábios lindos e molhados do Gustavo pousaram sob meu pau e ele começou a me chupar! Urrei de prazer. Era inacreditável, era delicioso.

Seus lábios sedentos tocavam na glande e depois abocanhavam o corpo do meu pau num movimento ininterrupto. Delicioso. Era a perfeição. Aquilo me esquentava e aumentava meu desejo, por isso – ousadamente – pus a mão na cabeça de Gustavo, acompanhava sua cabeça e acariciava seus cabelos. Minha nossa!

Estava prestes a gozar, apertava meus lábios quando Guga retirou sua boca deliciosa e voltou a me masturbar forte, eu gozei imediatamente em estocadas que espalharam goza por todo o meu corpo.

Estava entregue! Meus sonhos mais subterrâneos estavam na planície. O telefone tocou e Gustavo me entregou o papel higiênico enquanto religava o carro.

Ele disse sorrindo:

- Você nos atrasou.

- Desculpe.

- Tudo bem. Valeu a pena seu safado.

Guga disse isso enquanto punha uma bala de menta na boca. O carro parou e eu nem sabia mais como descer. Ele abriu a porta e disse:

- Chegamos!

- “Obrigado pela surpreendente carona”, respondi sarcástico.

Ele me entregou um papel com seu número e disse:

- Nos vemos em breve?

- Claro. Devo-te algumas chupadas brother!

Ele sorriu e avançou com o carro. Brotheragem é bom, com o ídolo então...


Notas Finais


Gostaram? Qual o ídolo de vocês e que tipo de brotheragem sonham praticar com ele?


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