História Brotherhood (One-Shot) - Capítulo 1


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Categorias Cameron Dallas, Justin Bieber
Personagens Cameron Dallas, Justin Bieber
Tags Cameron, Gay, Justin, Yaoi
Exibições 503
Palavras 3.277
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galera. Espero que gostem!

Capítulo 1 - Capítulo Único - Take Me Home.


Fanfic / Fanfiction Brotherhood (One-Shot) - Capítulo 1 - Capítulo Único - Take Me Home.

— Cameron, eu preciso de ajuda. — Justin estava parado à sua porta: seu cabelo castanho-claro estava completamente encharcado de água, juntamente com o resto de sua roupa antes branca.

Chovia muito naquele dia, eram quase duas horas da manhã, e o garoto do outro lado; Cameron, tinha acabado de acordar de sua cama morrendo de sono para atender a porta.

Ele jurou para si mesmo que iria acabar com a pessoa do outro lado que ousou atrapalhar seu sono, mas logo revirou seus conceitos de ponta-cabeça quando enxergou a imagem totalmente deplorável de seu melhor amigo, Justin.

Seus olhos estavam totalmente vermelhos, as lágrimas que escorriam, se juntavam com as outras gotas de água espalhado por todo seu corpo. Sua camisa branca estava toda ensopada, deixando assim todo o seu tronco exposto pelo efeito da água grudada em seu corpo. Sua calça também estava no mesmo estado, mas era preta, o que não fazia muita diferença.

Porém o que mais preocupou Cameron foi o olhar de Justin sobre si e sua euforia perceptiva, pois seu peito subia e descia rapidamente, além de suas mãos estarem tremendo um pouco.

A primeira coisa que Cameron pensou foi que seu amigo tinha acabado de passar por um ataque de asma, já que não era raro, pois o mesmo tinha a doença desde pequeno. Mas não era isso que parecia ser, e sim o contrário.

— O que aconteceu? — Cameron se apoiou na porta com a mão esquerda, enquanto coçava os olhos com a segunda, tentando deixar sua visão um pouco menos embaçada do ser a sua frente.

— É aquela garota. — Abraçou-se com os braços, com a voz fina saindo levemente de seus lábios congelados pelo frio. — Ela fodeu com minha vida!

Ah. Então essa era a explicação por tudo isso. Cameron coçou a cabeça e se afastou da porta, dando espaço para o outro.

— Entra. — Falou simplesmente.

Ele estava morrendo de sono. Na verdade, havia passado o dia de ontem inteiro agarrado aos livros, era hoje que teria a prova mais importante do bimestre para definir se passaria de ano ou não.

Isso também se aplicava a Justin. Mas pelo visto ele não estava preocupado. Pois ontem Cameron soube de uma festa que teve no campus. E Justin certamente estava lá, com a garota que tanto amava.

 

O garoto de cabelos castanhos claros entrou pela porta, trazendo consigo uma poça de água que escorria de seu corpo como um tobogã, molhando todo o chão atrás de si.

— Eu te avisei. — Cameron fechou a porta da frente, virando-se para seu amigo novamente. — Eu falei para não confiar na-

— Não fale o nome dela. — Justin interferiu, encarando-lhe bem nos olhos. — Se eu ouvir eu juro que não vou conseguir me controlar.

Sua voz saiu mais grossa que o normal e aquilo de alguma forma afetou o cérebro de Cameron, pois sentiu todos os pelos de seu braço arrepiarem, juntando-se com a saliva que desceu por sua garganta juntamente com o resto das palavras que iriam sair de sua boca.

Então o ar se manteve parado e um breve silêncio tomou conta do local, deixando as coisas mais pesadas. Justin soltou-se de seu corpo e olhou em volta, vendo a poça de água que havia trazido para dentro da sala. Cameron percebeu sua preocupação e tentou acalmá-lo.

— Não precisa se preocupar. — Falou. — Eu limpo isso amanhã.

Justin encarou seu amigo, enquanto limpava com os dedos algumas gotas de água que insistiam em ficar na frente de seus olhos.

— Desculpe-me. — Acalmou-se por um instante. Então ele puxou sua camisa branca encharcada para cima, tirando-a completamente.

Aquela ação foi como um impacto no corpo de Cameron, pois ele deu um passo para trás e se encostou na porta. Então seus olhos teimosos foram exatamente para o tronco definido do outro, começando pelo seu peitoral, depois abdômen, até chegar na borda de sua cueca branca que ficava para o lado de fora de sua calça preta, seguindo pelos pequenos pelos de baixo de seu umbigo, com algumas veias saltadas para fora.

Cameron engoliu em seco e voltou a encarar os olhos de Justin, enquanto sentia uma pontada pequena de excitação e desejo invadir o seu corpo.

— Aconteceu alguma coisa? — Justin o perguntou, lhe encarando fixamente nos olhos.

— Não. — Cameron respondeu prontamente. Ele então abaixou a cabeça envergonhado e deu a volta em Justin, seguindo para perto da escada que ficava do outro lado da sala.

De algum jeito, ele sentiu um pouco de desejo ao enxergar aquele corpo totalmente escultural em sua frente. Sentiu vontade de tocar em seus músculos e de poder senti-lo. Talvez em até enxugar seu corpo da água e depois acaricia-lo.

 

Mas tratou logo de esquecer aquilo. Talvez seu cérebro esteja um pouco confuso. Afinal, acabara de acordar de um longo dia de estudos. Estava extremamente exausto e pensamentos ruins não irão ajudá-lo a se recuperar.

— Você vai querer dormir no meu quarto, ou no quarto dos meus pais? — Cameron perguntou. Mas quando se virou para encará-lo, sentiu suas bochechas queimarem no mesmo instante.

Justin estava apenas com sua cueca branca da Calvin Klein. E de algum jeito inexplicável, também estava molhada pela água da chuva. Os olhos de Cameron foram para sua cintura na mesma hora.

Um filete de água escorria do pano de sua cueca e pingava no chão em seguida. Justin chutou sua calça para o lado e puxou o elástico de sua cueca para frente, enquanto apertava e esfregava o pano para que o resto da água pingasse no chão.

Enquanto isso seu membro se contorcia em sua mão, ficando completamente exposto no pano branco para os olhos esfomeados de Cameron.

— Sua cama é de casal, Cameron. — Afirmou Justin. — Eu sempre dormi com você desde criança!

Cameron voltou a encarar os olhos do outro, sentindo aquele mesmo sentimento estranho invadir seu corpo novamente, como uma droga injetada em suas veias, bombeando rapidamente o seu coração.

— É-é mesmo. — Engoliu em seco. Dessa vez estava quase impossível de conversar com o outro com uma visão tão linda na sua frente. — Me desculpa. Eu estudei muito ontem. Estou um pouco confuso.

— Sem problemas. — Respondeu o outro na mesma hora.

Justin não era tolo, Cameron sabia disso. Se agisse um pouco estranho ou então desse algum sinal de seu comportamento fora do normal ele provavelmente ficaria nervoso consigo.

Cameron o conhece desde criança — odeia quando ele fica nervoso. Coisas se quebram e dor invade o seu corpo. Por isso não gosta de estressá-lo. Sabe que coisas boas não podem vir.

Afinal, Cameron não o culpa. Justin possui um pequeno defeito em sua personalidade, enfrenta psicólogos por isso: não consegue controlar a raiva. Faz coisas ruins, e quando se lembra depois, se arrepende.

Uma das coisas que lhe fez ficar assim foi pela perda de seu pai, aos quatorze anos. Aquilo o afetou profundamente e o mudou para sempre. Cameron percebeu várias mudanças, como o fato de se isolar do resto do mundo, ficar com raiva à toa, e principalmente, mudanças de personalidade que sofre de um segundo para o outro.

Ora pode estar feliz e ora pode mudar radicalmente para triste. Nunca se sabe. Ele se tornou um livro fechado, um mistério indecifrável.

E por mais que Cameron tenta ajuda-lo, não consegue, pois Justin ficará assim para sempre.

E era isso que Cameron queria falar de Effy, a garota da qual ele tem se apaixonado por três meses. Cameron o avisou sobre a seu respeito e da fama que tinha com os garotos. Mas Justin não o escutou. Ele simplesmente ficava cego quando gostava de alguém, tornando-se muito mais ignorante e insuportável.

Cameron odiava tudo isso, mas era o que tinha de sofrer para ser amigo dele.

 

Esses pensamentos passaram como um raio na sua cabeça enquanto subia as escadas em direção a seu quarto. Justin estava logo atrás de si, calado como a noite.

Quando Cameron chegou finalmente a seu quarto, ele abriu a porta e deixou que Justin entrasse, fechando-a por trás segundos depois.

— Me desculpa pela bagunça. — Cameron falou, enquanto olhava em volta. Livros, cadernos, folhas, tudo jogado no chão. — Eu estava estudando para a prova que-

— Vai ter amanhã. — Completou Justin. — É, eu sei, você ficou falando disso a semana inteira.

Ele então caminhou até a cama e se sentou na borda, de frente para Cameron. O mesmo por sua vez apenas observava e tentava de tudo para não olhar para as partes de baixo do outro, mas estava sendo quase impossível, pois parecia ser um imã puxando seus olhos.

A bunda de Justin era grande e com a cueca quase invisível o apertando parecia ficar ainda maior. A cada passo que ele dava, dava a impressão que sua cueca iria rasgar de tão apertada que estava.

E quando se sentou na cama e se virou para Cameron, suas pernas se abriram mais que o normal, seu pau pulou para fora de sua cueca e ficou completamente visível para os olhos do outro.

— Eu posso tomar um banho antes de dormir? — Justin o perguntou. — Eu estou começando a me sentir um pouco doente.

Cameron recompôs-se, respirando o ar fundo até os seus pulmões. Caminhou até seu armário e tirou de lá uma toalha qualquer, grande o suficiente para cobrir todo o corpo de Justin.

— Por quê veio até aqui? — Perguntou Cameron. — Você não dorme na minha casa desde aquilo...

O encarou nos olhos, recebendo o mesmo olhar de criança de volta. Justin não dormia na casa de Cameron desde os quatorze anos, quando seu pai morreu.

E exatamente num dia qualquer, aparece a porta no meio da noite, pedindo por ajuda. 

Justin não era um tolo, mas Cameron também não. Ele sabia que tinha alguma coisa a mais acontecendo. Justin não apareceria em sua casa à toa. Algo muito grave estava acontecendo.

— Não precisa me lembrar das coisas ruins da minha vida. — Justin fechou a cara, levantando-se da cama no mesmo instante, lançando lhe um olhar mortal de raiva. — Eu só quero dormir em paz.

Ele caminhou até o banheiro atrás de Cameron, passando ao seu lado e puxando assim a toalha de suas mãos. Cameron se virou para trás, mas Justin já havia entrado no banheiro e fechado a porta na sua cara, o proibindo de fazer qualquer outra pergunta.

O menor respirou fundo e passou as mãos pelos cabelos. Então caminhou até o lado de sua cama e deitou-se do lado esquerdo. Tinha acordado tão cansado que nem percebeu que estava apenas com sua cueca favorita para dormir.

Aquilo acordou sua consciência na mesma hora, seu rosto ficou completamente envermelhado pela vergonha. Mas era tarde demais, Justin já tinha o visto assim, e agora, estava por baixo de cobertas, pronto para dormir. Não faria mais diferença.

 

E assim o fez, sua cabeça parecia um liquidificador com várias emoções misturadas juntas. Estava confuso, e morrendo de sono. Não passou cinco minutos e caiu na escuridão, virado para cima, com a coberta cobrindo até o seu peito.

 

Quinze minutos depois Justin saiu do banho, com a toalha enrolada até sua cintura. Ele já iria perguntar para Cameron o que iria vestir, mas logo calou-se quando viu o mesmo dormindo.

Ele encarou a imagem de Cameron seminu na cama e sem querer mordeu a língua e caminhou até o seu lado, sendo guiado pela curiosidade.

A coberta fina o cobria até em seu peitoral, deixando para fora seu rosto e seu pescoço, com a pele macia exposta para fora.

Seus olhos estavam fechados, sua barriga subia e descia lentamente com a respiração calma. Seus lábios rosados permaneciam encostados um no outro, dando um aspecto angelical aos olhos de Justin.

O meio loiro não se conteve, logo suas mãos estavam agarradas na coberta de Cameron. Ele a levantou levemente, e a puxou lentamente para baixo:

A primeira coisa que viu foi o resto de seu peitoral sendo exposto, logo seu abdômen definido pelos gnomos de tanquinho e então a melhor parte, sua cueca preta que continha um volume considerável apontado para a direção de seu umbigo.

Depois suas coxas apareceram, canelas e pés. Justin deixou a coberta repousada a poucos centímetros abaixo de seus dedos. Seu olhar se levantou novamente para o corpo de Cameron e não demorou muito para que sentisse seu pau ficar duro.

Os olhos de Cameron estavam fechados levemente. Sua cueca boxer marcava completamente o seu pênis. Justin não conseguia parar de olhar para ele desde que chegou em sua casa.

Ele levou sua mão para o peitoral de Cameron; seus dedos se deslizaram pelos seus peitos até chegar em seu mamilo, onde Justin apertou levemente.

Cameron se remexeu na cama e pareceu que seu pênis ficou mais rígido ainda, pois sua cueca subiu de volume na mesma hora.

Justin engoliu em seco ao olhar para aquela parte preciosa de seu corpo. Ele voltou a encarar a face de Cameron, mas deu sorte por saber que o mesmo tinha sonos extremamente pesados, principalmente quando estava com sono. Era assim desde criança.

 

Justin arrastou sua mão para baixo, passando entre os músculos de seu abdômen e de suas veias saltadas que o levavam para dentro de sua boxer. Justin mordeu seus lábios fortemente e abaixou ainda mais sua mão, parando em cima da cueca preta de Cameron.

O loiro soltou o ar quente preso em sua boca ao sentir o pênis rígido do outro envolver em seus dedos. Seu pau ficou mais duro ainda, apontando para o teto e empurrando assim o pano da toalha para frente, quase a desprendendo de seu corpo.

Ele arfou ao sentir a cabecinha de seu pau encostar no pano da toalha. Logo tirou o nó da toalha e a fez descer até os dedos de seu pé, permanecendo completamente nu diante dos olhos fechados de Cameron.

Seu pau pulou para fora na mesma hora. Justin o agarrou com a mão direita e deixou a outra pousada sobre a cueca de Cameron.

Ele encarou o corpo escultural do outro à sua frente. Olhou para seus lábios e pensou em eles estarem envolvendo a cabeça de seu pau. Chupando e enfiando tão fundo em sua boca, que lhe fazia engasgar.

Então abaixou a visão até os músculos de sua barriga, onde passou as mãos e acariciou levemente, apertando e sentindo-os envolverem levemente em seus dedos.

Sua outra mão fazia o trabalho de masturbar o seu pênis, causando a fricção para cima e para baixo, puxando a pele e deixando seu pau cada vez mais excitado e vermelho, com as veias saltadas para fora como se quisesse gozar logo.

Ele então não perdeu tempo e voltou ao corpo de Cameron, puxou o elástico de sua cueca preta para baixo com as duas mãos, fazendo-a descer rapidamente até estar em suas coxas.

Seu pênis pulou para fora no mesmo instante. Sua cabecinha estava molhada de pré gozo, suas veias estavam saltadas para fora, além de estar vermelho e pulsando como um coração cheio de vida.

Justin lambeu os lábios de desejo, voltou a se masturbar com uma das mãos, enquanto a outra fazia o trabalho incrível de masturbar o pau de Cameron.

Ele começou a se remexer na cama, seus lábios rosados abriram levemente, enquanto seu pênis pulsava cada vez mais na mão de Justin. Estava prestes a gozar e o loiro podia sentir isso.

— Sabia que não aguentaria muito. — Sussurrou para si mesmo. Então mordeu os lábios com força e começou a masturbar cada vez mais rápido o pau de Cameron, enquanto se próprio masturbava cada vez mais rápido.

Justin começou a ter espasmos de prazer em volta de seu corpo. Também estava aperto de gozar. Então se agachou no chão, ficando com a cabeça a altura do corpo de Cameron. Inclinou sua cabeça para frente e começou a chupá-lo rapidamente, como se fosse um pirulito apetitoso.

Sua mão permanecia por baixo da cama, se masturbando cada vez mais forte e mais rápido. O pré gozo do pênis de Cameron invadiu toda a sua boca como se fosse água. Justin engoliu tudo aquilo, sentindo o incrível doce de goza descer por sua garganta.

Seus lábios trabalhavam perfeitamente em volta do pênis de Cameron, que lhe atingia fortemente em sua garganta.

Não demorou muito para que Cameron gozasse em sua boca. Justin sentiu todo aquele líquido branco invadir a sua boca, foi tão inesperado que se engasgou, sendo obrigado a engolir a maioria, lhe causando uma tosse seca, com a outra parte da goza caindo por cima do abdômen do outro, sujando-o completamente.

Justin sentiu aquele doce incrível de sua goza invadindo o seu corpo. Seus olhos fecharam levemente, enquanto o gosto incrível do pênis de Cameron lhe invadia em todo o corpo.

Pensar em estar provando o leite de Cameron lhe fez gozar na mesma hora. Seu líquido branco voou por toda a parte de baixo da cama, inclusive em sua mão direita que usava para se masturbar.

Ele abriu a boca levemente e fechou os olhos com mais força ainda fazendo com que os gemidos baixos escaparam de sua boca. Seu corpo estava em completo êxtase, como se uma onda enorme de prazer lhe atingisse em cheio.

Ele tirou o pau de Cameron de sua boca e se inclinou para trás. Seu ápice foi tão forte que arrancou junto todas as forças de seu corpo, quase lhe fazendo cair para trás.

Mas ele se equilibrou com a mão direita no chão, a que estava cheio de sua própria goza, acabou sujando todo o chão com o líquido branco.

Porém ele se levantou, respirando fundo. Seus olhos foram direto para o corpo dormente de Cameron, seu pau estava se amolecendo e seu abdômen estava sujo de saliva de Justin e de seu próprio leite.

O loiro engoliu em seco e se curvou para o corpo de Cameron, levantando sua cueca novamente para o lugar em que pertencia.

— Eu estou pouco me fudendo para Effy, Cam. — Sussurrou para o outro, mesmo sabendo que não podia escutar. — Ela nunca vai me fazer chorar.

Ele então encarou seu abdômen, não podia o deixar sujo assim. Voltou ao banheiro e trouxe de lá um pedaço de papel higiênico. Limpou o chão primeiro, e depois, o abdômen de seu amigo. Voltou ao banheiro e jogou no lixo.

 

Para falar a verdade tudo aquilo era mentira. Ele não tinha ido para festa, não tinha encontrado Effy, nem era apaixonado realmente por ela.

Um pouco, talvez, mas aquilo era de meses atrás. Já tinha se superado. Não voltaria a dormir na casa de seu melhor amigo por causa de uma garota, não se rebaixaria a esse nível.

Ele estava ali pois sua mãe estava no hospital. A única pessoa que restou de sua vida inteira estava quase no leito de morte. Por isso precisava de ajuda. Pela primeira vez em toda sua vida se sentiu sozinho.

Precisava de alguma coisa para se apoiar e para lhe fazer companhia. Não era gay. Não gostava de garotos. Hoje, foi a primeira vez sequer que teve desejo do corpo de um. Pois estava confuso. Inteiramente confuso.

Ele vestiu sua cueca branca novamente e se deitou ao lado de Cameron. Virou-se para o mesmo lado em que ele estava e o abraçou pelas costas. Lágrimas começaram a escapar de seus olhos e soluços de sua garganta.

Planejava ao acordar, contar toda a verdade para o amigo, inclusive da parte em que se aproveitou de seu corpo. Esperava que o outro entendesse. Ele precisa entender, pois se não o fizer, não restará mais ninguém em sua vida.

E um homem sozinho não é nada, apenas uma formiga entre milhares. Por isso precisa de uma casa para viver. Precisa de motivos para viver. Ficar sem ninguém lhe torna ninguém.

 

 



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