História Brothers? - Larry Stylinson - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Drama, Larry, Romance
Visualizações 308
Palavras 2.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi gente!
Cheguei com mais uma att, espero que gostem! ♥
Boa leitura♥

Capítulo 2 - Unpleasant


Fanfic / Fanfiction Brothers? - Larry Stylinson - Capítulo 2 - Unpleasant

Acordei com o a claridade do sol entrando pela janela do quarto e batendo em meu rosto, ótimo despertador, rosno e me sento na cama e olho em volta do meu quarto. Todas as minhas coisas já estão na casa do Des, desde semana passada, ele diz que meu quarto é um dos maiores da sua casa. Às vezes me pergunto quantos quartos tem em sua mansão. Já fui lá várias vezes, mas agora vai ser diferente, eu vou morar lá, e vou ter que chamar de lar.

Hoje é o casamento, me lembro e passo minhas mãos pelo rosto antes de pegar meus óculos no criado mudo. Desço e vou para a cozinha, e me deparo com um café caprichado na mesa, onde comerei pela última vez...

Provavelmente já vieram buscar minha mãe para seu dia de rainha. Sorrio com isso e me sento numa das cadeiras dali, vejo que tem um bilhete escrito à mão em uma bandeja. O pego e abro, vejo a caligrafia perfeita da minha mãe escrita, me desejando um bom dia e dizendo que me ama. Não consigo controlar uma lágrima que deixo sair.

Considero-me uma pessoa muito frágil depois do meu pai ter falecido. Qualquer coisa que me deixe magoado eu choro, as pessoas normalmente engolem o choro e conseguem lidar melhor com qualquer situação, mas eu simplesmente não consigo fazer isso, é difícil para mim.

Às vezes eu fico pensando em como é esse filho do Des, e me pergunto se iremos nos dar bem, mas quando lembro que ele tem tatuagens e piercings me deixa nervoso. Já vi vários caras assim na minha antiga escola, e eles costumavam transar com uma garota, ou garoto, diferente a cada noite. Isso deve ser horrível, e se eles pegarem alguma doença? É por isso que gosto de ser mais reservado. Acho que sou reservado até demais, pois nunca beijei ninguém, mas eu gosto assim. Sinto-me uma garotinha por pensar desse jeito, mas eu só estou esperando o momento certo, e a pessoa certa. Tem dias que fico envergonhado por ter quase dezoito anos e ainda não ter beijado ninguém, mas não me preocupo em esperar.

Quando termino de tomar café e vou tomar um banho, para esperar Des me buscar, ele disse que seria legal passar um dia comigo e com seu filho, para nos conhecermos mais. Ele me disse um dia que não é muito próximo do filho, me incomodei com isso, mas dá para acostumar.

Finalizo meu banho e escolho uma roupa qualquer, já que não tem muitas aqui. Coloco uma calça jeans um pouco folgada e uma camisa branca lisa, não sou muito vaidoso e não gosto de arrancar olhares de ninguém, gosto do jeito como me visto, e minha mãe nunca reclamou.

Limpo meus óculos e desço. Odeio usar óculos, eles não incomodam, mas são bem irritantes, tenho que sair com eles todos os dias, por causa de alguma irritação nos olhos. Não entendo nada disso, mas eu enxergo muito bem sem eles. No primeiro dia em que o usei, fiquei me achando um nerd de verdade, mas minha mãe falou que era só um óculos e que não falam nada sobre mim. Nunca fui de me meter em brigas na escola, mas se algum dia vierem me bater, não poderão bater em alguém de óculos, acho que essa é uma vantagem.

Ouço buzinas de um carro do lado de fora, e lembro de que é o Desmond e seu filho. Não tenho nada pra levar, meu celular não tem nada de interessante e ninguém irá me ligar, como sempre. Saio de casa e vejo uma Ferrari Califórnia vermelha, engulo seco e tento respirar normal. Claro que ele teria um carro desse, claro.

- Louis! – O homem de meia idade exclama dentro do carro. Dou o meu melhor sorriso ao olha-lo, e vejo que ele está sozinho.

- Olá Des. – O cumprimento quando me aproximo do carro. Fico um pouco nervoso, não quero tropeçar e acabar fazendo alguma coisa em seu carro, que deve ser bastante caro.

- Desculpa, eu disse que viria com Harry. – Ele diz e faz um sinal para eu entrar no carro.

- Harry? – Pergunto, entrando no carro.

- Sim, Harry, o meu... Meu filho. – Vejo um pouco de dor quando ele fala isso. Acho que esse tal Harry não dá valor ao pai que tem. Não ouço o nome dele com frequência, pois Desmond não gosta de falar muito dele. Apenas assinto com a cabeça e ele começa a andar com um carro. Me sinto como se estivesse flutuando, é incrível! Eu já andei em outros carros dele, mas nunca numa Ferrari, mas posso me acostumar com isso.

Desmond conta que seu filho, irresponsável, não pôde vir por motivos que nem ele mesmo entende, pobre Des. Se Harry for do jeito como Desmond fala, eu não quero conhece-lo, nem mesmo conviver com ele no mesmo teto. Acho que tenho medo de pessoas assim.

Des e eu conversamos bastante, fiquei sabendo coisas dele que nunca desconfiaria. Tipo, ele gosta de andar descalço pela casa, e adora cantar no chuveiro, além de comer bastante fritas enquanto assiste algum romance. Contei algumas coisas sobre mim também, mas não muito detalhado. Disse a ele que adoro ler, e ele me disse que algum dia pode me levar a alguma livraria para comprar livros pra mim, não deixei de sorrir por isso, agradeci muito a ele.

Ele me disse que queria que seu filho fosse igual a mim, aberto, e sorridente. Harry não costuma ficar muito em casa, mas vai ter que ficar esses dias por conta do casamento, Desmond diz. Acho que não estou preparado para conhecer o filho rebelde dele, talvez seja demais para mim. Ele diz também que Harry não gostou muito quando falou sobre o casamento, ele meio que não aprova o pai se casando de novo, com sua mãe ainda viva.

A manhã foi bem agradável, e passou num piscar de olhos, e acho que me sinto mais próximo de Des, mas ainda não posso o chamar de pai, e ele entende isso muito bem. Almoçamos em um restaurante que eu nunca tinha visto, Londres é realmente muito grande.

***

- Está tudo bem? – Desmond pergunta enquanto eu ajeito minha gravata azul claro. A única vez em que usei um terno foi na minha formatura, e acho que depois desse casamento, vai demorar bastante tempo para eu voltar a usar um.

Quando terminados de almoçar viemos para a casa dele, para nos arrumarmos para o casamento. Irá acontecer as 16:00, numa igreja que eu não prestei muita atenção onde é, apesar de eu ter ido para ensaiar a entrada e tudo mais.

- Oh, sim. – Digo olhando meu reflexo no espelho. Bom, aparentemente eu estou bonito, mas não me importo muito com minha aparência.

- Você está... – Ele começa. – Adorável.

- Obrigado, e você... – Olho para o homem ao meu lado e meu queixo cai. – Oh.

Ele está usando um smoking preto, seus cabelos grisalhos estão para um lado. Acho que está ideal para um cara que vai se casar. Fico olhando ele, e desejando mentalmente, que ele faça minha mãe feliz.

- Está... Bonito. – Falo e ele abre um sorriso, um sorriso bem adorável e me puxa para um abraço inesperado.

- Obrigado por tudo o que você fez Louis, de verdade, muito obrigado. – Ele agradece e me aperta em seus braços. Na verdade eu nem sei pelo o que está agradecendo, sendo que sou eu quem deve agradecer, mas ainda assim assinto e retribuo o abraço. Talvez em algum dia do futuro eu possa o chamar de pai.

Ouço um barulho enorme do lado de fora do quarto, foi uma porta batendo com força. O barulho foi tão alto que me fez pular dos braços do Des. Olho para ele um pouco assustado, mas ele apenas dá de ombros.

- Harry. – Ele comenta e eu assinto.

Desmond sai do quarto em que estou, que é o de visitas, ele disse que só irá mostrar meu quarto depois do casamento. Eu fico me admirando no espelho e pensando, será que algum dia do futuro eu vou estar assim, vestindo um terno e olhando meu reflexo, esperando a hora do meu casamento? Nunca havia pensado nisso antes, mas não pretendo me casar tão cedo.

Depois de algum tempo, ouço Des conversando, ou melhor, gritando com alguém.

- Você tem que saber que isso é muito importante para mim! – Grita Des.

- Eu sei que isso é muito importante caralho! Mas eu já disse que me recuso a ir! – Grita alguém, provavelmente é o filho rebelde do Des. Agora mais do que nunca eu não quero conhece-lo. – Minha mãe está por aí em algum lugar e você vai se casar com outra mulher?!

- Harry, estamos separados a anos! Por que não entende isso?!

- Não estou nem aí! – O tal Harry grita de volta, parecem nervosos. – Quer saber?! Foda-se! Casa lá com ela! Só não se mete na porra minha vida! – Uma porta bate.

Agora entendo quando minha mãe disse que ele era arrogante. Entro em pânico, eu não quero conviver com esse cara, espero mesmo que Desmond esteja certo sobre ele não ficar muito em casa. Só a ideia de que farei parte da família dele me dá arrepios.

O tempo passou rápido depois dessa briga de Des com seu filho. Agora já estamos na igreja e Des está a ponto de enlouquecer, mas acho que isso acontece com todos os noivos.

A igreja que minha mãe escolheu não é muito grande, pois ela não gosta de chamar atenção, e Desmond adora fazer o gosto dela. Já fizeram toda a abertura, e estamos esperando minha mãe entrar por aquele portão grande, da frente da igreja. Não vieram muitas pessoas, minha mãe quis fazer um casamento só com as pessoas mais próximas.

Todos estão em pé, esperando a noiva entrar, e eu mal posso esperar para ver minha mãe vestida de noiva. Acho que vai rolar uma lagrimazinha. Quando ouvimos a marcha nupcial, todos se viram para a porta, onde entra uma menininha pequena jogando pétalas de rosas e minha mãe logo em seguida.

Ela está deslumbrante, seu vestido é maravilhoso, mas não é isso que chama minha atenção, e sim seu enorme sorriso. Ela está feliz, e é isso que me importa. Quando ela anda perto de mim, para e me dá um beijo na testa, sorrio com o gesto e sinto meus olhos marejando. Olho para Des que está a ponto de chorar e dou meu maior sorriso para ele, ele retribui o sorriso, e sinto que minha mãe fez a escolha certa.

Todos se sentam e começam a fazer aqueles votos de casamento. Isso demora em volta de 10 minutos, menos do que eu esperava. Agora estamos na parte das alianças. Des coloca a dela primeira com gentileza e dá um beijo na aliança, minha mãe faz a mesma coisa, e agora Desmond Styles, é oficialmente meu padrasto.

O padre pede para dar um beijo na noiva, e eu estava super ansioso por essa parte. Quando eles caminham de volta para sair da igreja, agora sendo marido e mulher, minha mãe e Des param na minha frente.

- Faça ela feliz. – Digo, um pouco tremulo, para Des.

- Eu farei não se preocupe. – Ele responde e sorri largo.

Dou um abraço nos dois e desejo felicidades, e eles saem da igreja para cumprimentar os outros convidados e logo depois ir para a festa.

Não gosto de muitas pessoas a minha volta e muito menos ficar abraçando pessoas o tempo inteiro, por isso saio da igreja pela porta dos fundos. Respiro fundo quando sinto o vento entrar, mas junto com ele, um pouco de fumaça, alguém está fumando. Olho para o lado e tem um cara fumando, cheio de tatuagens, cabelo comprido, ele está usando uma camisa de botões florida e uma calça skinny preta apertada.

- Ei, não pode fumar aqui. – Falo em pé ao seu lado. Ele levanta o rosto e vejo que tem dois piercings, um em seu lábio inferior e outra na sobrancelha direita. Um arrepio corre meu corpo.

- Oi? – Ele fala com indiferença.

- Eu disse que...

- Eu ouvi muito bem o que você disse. – Ele me corta e se levanta ainda segurando o cigarro. Ele é maior que eu, e sua camisa florida dá para ver algumas de suas tatuagens no peito, e seus olhos verdes não desviam dos meus. – Não preciso de ordens vindas de um nerd.

- Eu não sou nerd. – Falo e tento acalmar meu coração, que está acelerado por algum motivo.

- Vou fingir que acredito, agora me deixa em paz, antes que eu faça algo com você. – Grosseiro. Bufo e saio de perto dele.

Quem ele pensa que é para me chamar de nerd? Ele nem me conhece, e eu também não quero conhece-lo. Acho que uma parte de mim odeia pessoas desse tipo, só espero que o filho do Des não seja tão grosseiro como esse, se não teremos problemas.


Notas Finais


Hey! O que acharam?
Odeio pedir para que comentem, mas só vou poder atualizar se eu souber que estão gostando :)
Então, fiquem a vontade para comentar, ok?
Se tiver algum errinho me perdem♥
Sempre estarei postando na segunda, e provavelmente só a tarde (:
Beijinhos ♥


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