História Brothers? - Larry Stylinson - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Drama, Larry, Romance
Visualizações 360
Palavras 2.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chegay pessoas :)
Olha, não se irritem com esse cap, ok? Lembrem como Harry é super bipolar :')
Boa leitura ♥

Capítulo 8 - Change


Fanfic / Fanfiction Brothers? - Larry Stylinson - Capítulo 8 - Change

“- Isso baby. – Harry gemeu enquanto me estocava fundo. – Rebola.

- Oh Daddy. – Gemi agarrando o lençol com força. Eu não consegui raciocinar nada, a não ser o barulho da sua pele batendo contra a minha e alçando minha próstata.

- Vem para mim, vem para seu Daddy... – Ele gemeu, e dava estocadas cada vez mais fortes naquele ponto especifico. – Oh Lou... Eu estou tão perto...

A cada estocada forte que ele dava em mim gemíamos sem parar, até que alcançamos nosso limite e gozamos...”.

Sentei na cama em um pulo, suado respiração ofegante e extremamente duro. Como eu poderia ter um sonho desses?

Quando consegui controlar minha respiração, fui direto para o banheiro, onde me livrei daquilo, pela primeira vez. Sim, essa foi minha primeira masturbação, e tenho que admitir que foi bem estranho. Depois tomei um banho, me vesti e sentei na cama. Esse foi o sonho mais estranho que eu já tive, agora como vou fazer para estar na presença de Harry sem pensar nesse sonho e não ficar constrangido?

Relaxa Louis, pensei. Respirei fundo peguei meus óculos e sai do quarto, torcendo para que Harry não esteja em casa, só assim eu posso fazer meu café e correr para o quarto. Mas mais uma vez eu sou muito azarado (ou nem tanto assim), e quando chego à cozinha, vejo Harry de costas apenas com um samba-canção, e comendo uma banana. 

- Você pode colocar uma roupa, por favor? – Perguntei sentando a mesa e ouvindo Harry rir.

- Ué, eu não sou tão atraente assim? – Ergueu uma sobrancelha quando virou para me olhar, e com muito esforço, muito esforço mesmo, eu consegui desviar meus olhos do seu corpo. Foi muito difícil olhar para ele e não pensar no sonho, com seu peitoral suado, e seus gemidos... Chega Louis, você não é gay!

- A que horas você voltou? – Mudei de assunto e encarei qualquer coisa que não fosse ele.

- Não demorei muito, meia hora depois que você saiu. – Harry falou sentando também, bem na minha frente.

- A Taylor veio? – Lembrei do que ele disse ontem, “Taylor, quem sabe mais tarde. Na minha casa”. Será que ela está aqui? Não posso negar que não fui com a cara dela, ela parece ser uma daquelas garotas filhinhas de papai, mimada.

- Não, por incrível que pareça, eu não estava a fim de ficar com ela. – Harry deu de ombros. Isso com certeza me deixou aliviado, não que eu esteja gostando de Harry, eu só não queria ouvir a voz enjoada daquela garota.

Ficamos em silencio, e eu não conseguia olhar para Harry sem lembrar daquele maldito sonho. Cada parte do corpo dele que eu olhava, era impossível não lembrar, por isso tive que focar em outra coisa.

- O que aconteceu? – Harry perguntou.

- N-nada. – Gaguejo.

- Não é o que está parecendo, eu te fiz alguma coisa?

- N-não, por quê? – Falo ainda sem olha-lo nos olhos.

- Você está estranho, não me olha, eu te fiz alguma coisa não foi? – Insistiu.

- Já disse que não, só tive um sonho estranho. – Dei de ombros.

- Entendi. – Falou Harry e assentiu. Ainda bem que ele não insistiu muito, seria muito estranho eu dizer para ele que sonhei com nós dois... – Des ligou. – Levantei a cabeça e olhei para ele.

- E como eles estão? Minha mãe está bem? Eles vão voltar quando? O que ele disse? – Joguei tudo de uma vez.

- Ei calma, ele só ligou para saber como estavamos. – Harry revirou os olhos.

- Eu vou ligar para eles. – Falei me levantando e caminhando até a sala.

Peguei o telefone ao lado do sofá e disquei o número da minha mãe. Eu estava morrendo de saudade, nunca ficamos tanto tempo longe um do outro. No segundo toque ela atendeu.

- Mãe. – Falei quase num sussurro, sorrindo.

- Louis! – Exclamou. – Oh meu amor, estou com tanta saudade.

- Também estou mãe, como está sendo tudo por aí? Des te trata bem? Como estão? Voltam quando? – A enchi de perguntas.

- Calma querido, aqui está maravilhoso, Des me trata como uma rainha, estamos ótimos e voltaremos no domingo. – Respondeu ela em sequência. – Des quer falar com você... – Assenti mesmo sabendo que ela não está vendo.

- Louis? – Ouço a voz de Des. – Como estão as coisas?

- Oi Des, está tudo tranquilo. – Eu não iria falar sobre a festa que Harry deu aqui, e nem a que a gente foi ontem.

- Como Harry está te tratando?

Não muito bem, ele só sabe me deixar envergonhado falando sobre assuntos inapropriados, e é um chato irritante, além disso, deu uma festa sem sua permissão, pensei.

- É... Ele é legal. – Falei coçando a nuca, eu não queria dedurar Harry, se não era capaz de ele me decapitar.

- Fico feliz por isso, olha, Harry às vezes pode chegar a ser violento, mas fique tranquilo ele não te fará nada. – Harry é violento? Agora fiquei com medo.

- T-tudo bem. – Gaguejei.

- Vou passar para sua mãe, que está ficando louca sem você. – Ri e ouvi-o passando o celular para ela.

Mamãe e eu conversando bastante, ela ficou me falando o quanto Los Angeles é incrível. Ela disse que estava vivendo a vida de uma rainha, eles saem bastante e que pensa que tudo isso é um sonho. Isso só me deixou ainda mais feliz, vê-la assim me deixa feliz. Minha mãe merece ser tratada como uma rainha, não só no quesito de dinheiro, mas de carinho também. Fiquei preocupado com o fato de que Des não a trate bem, mas vejo que isso não é necessário, ele ama minha mãe, e ela está feliz com ele.

Depois de quase uma hora conversando, ela resolveu desligar. Coloco o telefone no lugar e volto para a cozinha, e Harry não está mais lá, (in)felizmente. Como qualquer coisa e subo para meu quarto, para ler um livro. Mas não consigo me concentrar, sem tirar aquelas imagens do sonho da cabeça. Eu não sou gay, mas mesmo Harry sendo desagradável, eu quero ficar na presença dele, quero conhece-lo mais, ouvir sua risada.

Fecho o livro e saio do quarto. Harry deve ter saído, então vou para o quintal, onde tem as arvores, e a casinha. Caminho por ali, pisando nas folhas secas, e sentindo o vento bagunçar meus cabelos. Logo encontro a casinha, mas parece que ela não está vazia. Ouço um grito e logo em seguida um barulho de algo de vidro se quebrar. Me assustei, mas não deve ser nada. Depois dos gritos, ouço soluços. Tem alguém chorando. Depressa subo pelas escadas, e finalmente entro na casinha.

Ajeito meus óculos, e vejo que quem estava chorando era Harry. Ele levanta a cabeça e me encara.

- O que está fazendo aqui? – Pergunta limpando as lágrimas e sem se levantar do chão. – Sai daqui Louis! – Harry não pode me obrigar a fazer nada, e ele me ajudou ontem, também quero ajudá-lo.

- Não. – Respondo.

- Como é que é?! – Me encarou incrédulo. – Sai daqui!

- Não.

- Sai!

- Não. – Balancei a cabeça e me aproximei dele.

- O que está fazendo? – Ele perguntou quando eu estava me sentando ao seu lado.

- Estou me sentando, não está vendo? – Me encostei na parede assim como ele e olhei para o teto.

Ficamos em silencio, só ouvindo vento espalhar as folhas lá fora. É um som tão relaxante. Mas não subi aqui para isso, e dessa vez quem quebra o silencio sou eu.

- O que aconteceu? – Perguntei olhando para ele, mas ele estava encarando um copo quebrado. Agora são dois aqui dentro.

- Nada.

- Não é o que está parecendo. – Repeti o que ele disse quando estávamos na cozinha. – Pode falar para mim.

- Não foi nada Louis.

- Um dia alguém me disse que desabafar ajuda, e que não é bom ficar guardando tudo para si. – Foi o que ele me disse ontem, quando eu estava mal pelo meu pai, aquele desabafo ajudou muito.

- Esse alguém é um idiota. – Falou e limpou as lágrimas.

- É mesmo, um idiota, chato, irritante, desagradável...

- Ei, eu estou ouvindo sabia? – Ele me interrompeu rindo, e isso me fez sorrir também.

- Você nem me deixou completar.

- Acho melhor nem terminar. – Harry falou e nós rimos. – Talvez algum dia eu te conte. – Assenti, eu estava mesmo querendo saber qual o motivo que o deixou assim, mas vou respeitar o tempo dele.

- Essa casinha é sua? – Perguntei olhando em volta.

- Sim, eu e Des a construímos.

- Legal. – Eu queria perguntar por que ele não chama Desmond de pai, mas talvez não seja apropriado. – Deve ter sido divertido.

- E foi, nós saíamos todos os dias para comprar madeira, às vezes não dava muito certo e ficava a maior bagunça, depois largávamos tudo e íamos brincar.

- Então você brincava.

- Ué, eu tive infância, tá legal? – Nós rimos. – Não sou um bebezão que só ficava em casa estudando. – Ele me cutucou.

- Ei! Eu também tive infância.

- Tá, acredito. – Ele riu. – Aposto que nunca caiu e se ralou.

- Ah não? Olha isso. – Amostrei uma cicatriz no cotovelo. – Essa foi quando eu estava brincando em um playground, eu estava correndo, daí acabei caindo quando tentei voar por cima de um degrau da escadinha do escorregador, foi uma queda feia. – Harry gargalhou alto. – E você?

- Eu tenho essas. – Amostrou umas cicatrizes no seu braço não muito grandes. – Foi quando Des e eu fomos tentar pegar algumas frutas de uma fazenda, pra isso tínhamos que pular uma cerca com arames, na primeira tentativa deu certo, mas na segunda meu braço prendeu no arame, daí veio o dono da fazenda correndo em nossa direção, a adrenalina foi tanta que eu puxei meu braço de vez e saímos correndo. – Gargalhei, só imaginando aquela cena de Harry desesperado com o braço preso. Harry apenas riu e ficou me observando.

- Você deve ter se divertido muito. – Comentei.

- Foi uma época boa, mas a vida nem sempre é um mar de rosas. – Assenti, pois eu entendi o que ele quis dizer, passei a mesma coisa com meu pai.

Harry virou o rosto para me olhar, e vi que ele tinha um sorriso tímido nos lábios, e isso me fez sorrir também. Seus olhos não estavam mais marejados, e não tinha mais nenhum traço de tristeza em seu rosto, e isso me deixou feliz. Os olhos dele parecem duas esmeraldas, são lindos. Acho que se eu pudesse passava minha vida toda o olhando...

- Eu... Eu posso tirar seus óculos? – Perguntou Harry acanhado. Assenti e Harry foi se aproximando mais de mim, até que suas mãos tiraram meus óculos devagar. Ele fitou meus olhos de uma forma diferente. – Você é tão lindo, Louis.

Eu não sabia o que dizer, apenas fiquei imóvel, sentindo sua respiração bater contra a minha e olhando para seus olhos, que estavam tão verdes. Harry é lindo, mesmo com tantas tatuagens e piercings, e seu jeito cínico, ele é lindo. Ele levou uma mão e acariciou a pele da minha bochecha, e seus olhos desceram para meus lábios que estavam entreabertos. Logo depois ele foi se aproximando, acabando cada vez mais com o espaço entre a gente, fazendo nossos hálitos se misturarem, nossos olhos foram se fechando quase automaticamente. E foi quando o espaço acabou.

Harry selou nossos lábios, e foi como se uma corrente elétrica corresse por meu corpo. Quando algumas pessoas dizem que num momento como esse, sentem borboletas no estomago, eu pensei que era besteira, e que isso é coisa de garotinha apaixonada, mas eu estava engado, pois agora eu sinto as borboletas em meu estomago. Nunca pensei em como seria meu primeiro beijo, mas queria que fosse algo especial com a pessoa certa.

Harry e eu ficamos só no selar de lábios, até ele começar a movimenta-los. Enquanto nossos lábios se movimentaram em sincronia, consigo sentir o gosto de metal do piercing de Harry, então o puxo com os dentes, isso faz Harry soltar alguns gemidos, e isso foi o bastante para voltar a beija-lo. Harry entrelaça nossas línguas e ouço gemidos escapando no meio do beijo, não consigo distinguir se são meus ou de Harry, mas acho que são de nós dois.

Harry coloca uma de suas mãos na minha cintura e a aperta com força, meus dedos se fixam em seus ombros e cravo minhas unhas ali. Até que sinto meu pulmão pedir por ar, e nos afastamos minimamente, com respirações ofegantes, Harry ainda olha para meus lábios e eu faço o mesmo, até que nos beijamos de novo. Dessa vez os gemidos são mais altos, suas mãos exploram todo o meu corpo, enquanto as minhas puxam alguns fios de cabelo da sua nuca.

- Não, espera. – Harry falou e se afastou de mim. Não entendi porque ele se afastou, por isso fiquei esperando ele falar alguma coisa. – Desculpa, não queria que seu primeiro beijo fosse um desastre.

- Tudo bem... Não foi. – Falei agora envergonhado. Harry fechou os olhos e passou tempo em silencio.

- Louis, sai daqui. – Falou sem me olhar, calmo.

- Como é que é? – Perguntei incrédulo.

- Sai daqui! Nada disso teria acontecido se você não tivesse aparecido! – Ele me olhou e esse não era mais o mesmo Harry que há poucos minutos estava rindo comigo.

- Foi você quem me beijou! – Retruquei.

- Vai embora daqui porra!

- Você é um idiota! – Me levantei e sai dali.

Como ele pode ser assim, tão... Tão... Argh!


Notas Finais


Harry é um tremendo bipolar? É
Harry é um idiota? É
Harry vai nos irritar mais? Com certeza
Mas tenham paciência com ele :')
Enfim, espero que tenham gostado, e eu não estou com coragem de postar o próximo...
Qualquer erro me desculpe, é isso pessoinhas, até daqui a uma semana, xeru ♥


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