História BROTHERs - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Stranger Things, Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Jonathan Byers, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Tom Kaulitz
Tags Aliens, Billtch Club 2016, Stonathan, Stranger Things, Tokio Hotel, Yaoi
Exibições 46
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dando continuação a história, acredito que esse capítulo sera um pouco mais esclarecedor que o primeiro. Leiam as notas finais. É isso.
Boa Leitura (:

Capítulo 2 - Uma filosofia sombria


“Liberté, Egalité, Fraternité”

Você quer saber como a humanidade sucumbiu à completa destruição e desgraça?

Houve uma época em que todos acreditavam na revolução. A revolução era a porta para um futuro justo e digno para todos.  As pessoas acreditavam que quanto mais elas expressarem seu total desagrado contra a maneira sórdida e corrupta com que a maioria da sociedade e seus políticos se impunham sobre as outras classes, estariam ajudando-os, libertando-os.  Mas a verdade é que os pobres se tornaram miseráveis, até que lhes foram tirado tudo. As pessoas continuavam morrendo de fome, as mulheres a serem mortas, oprimidas e violentadas. As crianças abandonas, e os mais fracos foram os primeiros a morrerem. Por que assim como os inconformados se uniram contras a injustiças, os poderosos que a praticavam se uniram e não pararam até que os revoltosos fossem esmagados como insetos asquerosos que perturbavam a paz dos “conservadores”.

Porém entre eles outros poderosos surgiram. Talvez aquele tenha sido o único motivo que salvou alguns da forca, ou fogueira, pela escolha de gênero ou, por sua raça. E os que não estavam satisfeitos, vendo seu tão querido e estimado tradicionalismo ruir, eram pagos na mesma moeda. A morte. Mas houve muitas guerras antes disso e o número de soldados disponíveis para o campo de batalha caia consideravelmente. Os países menores foram os primeiros a se aliar, não tinham chance alguma de sobreviver.  Não foi o suficiente para salvar os países da América Latina.  Com um ano e meio da terceira guerra mundial varreu esse países do mapa e os poucos sobreviventes foram levados presos. Os mais velhos eram resignados para o campo de batalha e as crianças para os laboratórios.

A guerra potencializou a destruição global. Enquanto matavam uns aos outros devastavam a flora e fauna ao derredor.  E quando os homens e mulheres nos campos de batalha começaram a falhar, os russos abriram as portas de seus laboratórios e seus protótipos foram espalhados pelo mundo. Perfeitos. Entorpecendo a área cerebral responsável pelos sentimentos, elas eram consideradas o exercito perfeito. Matavam sem remorso e morriam sem consciência da dor. E o problema das crianças modificadas geneticamente era apenas esse. Sem a consciência do certo e errado, bom e ruim, elas cresciam e continuavam o propósito para o qual foram criados, Matar.

Alguém precisava parar essa nova onda de caos. Os humanos eram a mais nova espécie na lista de “animais em extinção”. Foi quando as três potências que se mantiveram forte após a guerra se uniram. Estados Unidos, Rússia e China. Robôs era uma alternativa já descartada. A chacina que dizimou o Japão ainda dava calafrios nos governantes, para que eles não esquecessem que maquinas não eram uma boa opção. Também não havia recursos suficientes para produção em massa. Eles precisavam de uma solução lógica, prática, que durasse á longo prazo e pudesse ser feita de imediato. Foi da busca por essa solução que surgiu a espécie no topo da cadeia alimentar atual, os alfas.

Antes de tudo eles precisavam de humanos para testes, quando os testes nos animais mantidos nos laboratórios se mostraram positivos. O problema era que os humanos que restavam não eram saudáveis o suficiente e aqueles que ainda tinham todos os membros do corpo traziam medo aos governantes. Os lideres se ofereceram para os testes, com receio de que da população se tornasse mais forte tomasse o poder. Os testes deram resultados positivos, mas as falhas não puderam ser evitadas, e apareceram anos mais tarde.

No ano bissexto a espécie se mostrou incontrolável, alimentando-se apenas de carne. Os poucos animais que foram recuperados como vacas, galinhas, galos e peixes foram extintos em questão de dias. Sem eles, só restava à carne humana. Eles não atacavam entre si, e não se alimentavam das crianças, principalmente as que podiam gerar outras vidas. Era instinto, sem erro algum eles podiam detectar através do cheiro ou sangue a fertilidade na criança. Eles agiam com a razão, mas tinham plena consciência da emoção e muitas vezes ela sobrepunha a tudo. Muitos líderes não só salvavam as então crescidas crianças, que lutaram na guerra, como se reproduziam com elas. Deste cruzamento surgiram mais três espécies. Na terceira geração dessas novas espécies as “crianças do laboratório” foram aniquiladas, servindo de alimento.

  Minha espécie foi batizada de Blear. Éramos os terceiros na cadeia alimentar. Tão desprezados quanto foram às crianças dos laboratórios russos.  Acima de nós os Alfas e Ômegas. Abaixo de nós, só os que regrediam geneticamente. Nós éramos o chão que eles pisavam, a espécie abaixo de nós era a poeira desse chão, os betas.

- Você não concorda? – gritou a jovem ômega chamando minha atenção.

- Concordar com o que?- disse, virando-me para o espelho da bela penteadeira clara. A música clássica ressoava sublime pelo quarto de paredes rosa. Mary estava recostada na cabeceira da cama, enquanto Nancy tentava a todo custo ter sua atenção.

- Mary passa tempo demais planejando esses golpes contra o próprio pai, não acha? – olhei ambas pelo reflexo, Mary parando de digitar na tela de seu computador portátil, tinha sido atingida pelas palavras de Nancy. A garota ajoelhada sobre a cama cruzou os braços encarando a alfa.

- Isso faz parte algo maior Nancy – a ruiva respondeu friamente, deixando a ômega ainda mais agitada. Nancy levantou e voltou a pular no colchão. A saia plissada, uniforme do IO, revelando a calcinha preta entre as nádegas pálidas e magras. 

- Me dar uma pouco de sexo e atenção também! – retrucou.

 Sentado na banqueta olhei meu rosto no espelho, parecia um pouco mais abatido naquela tarde. Coloquei as mãos no bolso procurando pelo batom vermelho. Era um tom bonito, me lembrava sangue. Retoquei a cor nos lábios e voltei a observá-las. A morena ainda tentava a todo custo chamar a atenção de Mary.

Eu comentei o fato de nossa raça não criar vínculos? Pois bem, nós não o fazíamos. Ainda que Nacy insistisse em me chamar de melhor amigo. Ela era uma jovem culta, alegre e divertida demais para a situação atual do mundo. Sorridente e sexy também. Apesar de não ter o físico ideal para alfas, pouca carne e estrutura óssea frágil. Os “quadris finos” eram motivo de desagrado entre os alfas, o que não impediu Mary de reivindicá-la em seu primeiro cio.

Como as conheci? É história para outra ocasião.

Mary tornou a encara Nancy, que por instinto parou de pular na cama e ajoelhou-se em frente à alfa. A ruiva sorriu ladino deixando o computador de lado, enquanto  a menor subia em seu colo. Ainda achava “peculiar” a forma como as coisas se acendiam entre elas. Era silencioso e eficaz. Tanto que nada a sua volta importava naqueles momentos, mas eu ainda não estava pronto para vê-las transando.

Peguei o cigarro que trazia em minha orelha, e acendi enquanto saia do quarto. Abri a porta a tempo de ver as mãos Mary escorregarem pelas nádegas da garota, puxando sua calcinha. Novamente olhei para o espelho. Nancy tirou a camisa e o sutiã, logo a ruiva se inclinou, os lábios roçando sobre os mamilos fazendo-a gemer.

Sorri fechando a porta. Nancy devia mudar aquela penteadeira de lugar. 


Notas Finais


TEMA: Uma fanfic Yuri;

Olár gent. Bem como quem leu/ esta lendo sabe, essa história é para um concurso que esta rolando e tal. And outras pessoas também estão participando. Se vocês puderem dar uma lida as histórias são estas.
Just Feel it All: https://spiritfanfics.com/historia/just-feel-it-all-6658969
Dream Machine: https://spiritfanfics.com/historia/dream-machine-6614898
Deep Inside: https://spiritfanfics.com/historia/deep-inside-6618160

é isso, leiam, favoritem, comentem, nos gostaríamos mesmo de saber o que vocês estão achando.
xoxo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...