História Brothers - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Papyrus, Sans
Tags Fontcest, Humantale, Lemon, Papyrus X Sans, Sans X Papyrus, Undertale, Yaoi
Exibições 201
Palavras 1.835
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não me taquem pedras, eu também tenho que shippar o Sans com mais alguém. ;-;

OneShot de Fontcest da AU (isso é AU?) Humantale, onde todos os personagens são humanos.

Vamos lá! :3

(Me desculpa por causa do lemon...)

Capítulo 1 - Único


Papyrus estava preocupado com Sans, ele até agora não voltou para casa, Sans tem um costume de sair cedo e voltar tarde - No caso, sair 10:00 da manhã e voltar 00:00 -, mas sempre quando volta, Papyrus vê algumas feridas e marcas roxas nele, e Sans sempre fala que está bem. Papyrus já pensou em que Sans esteja namorando, até porque, o mesmo tem ciúmes. Mas porque ciúmes? Ora, a resposta é fácil.

Papyrus ama Sans, mas não um amor de irmão, é mais do que isso, como se ele queria abraçar Sans, beijar Sans, fazer "coisas sujas" com Sans e dormir em seu lado. Mas quem disse que ele tem coragem de falar a verdade?

Alguém abriu a porta, Papyrus olhou quem é, Sans, ele estava machucado, tinha algumas marcas roxas em seu rosto, feridas no braço e nas pernas, Sans gemia de dor, Papyrus foi até ele.

- Sans! O que houve? - Perguntou Papyrus, Sans não respondeu, ele estava verificando cada canto de seu corpo, algumas feridas sangravaz mas parece que amanhã todas somem, Papyrus olha nos olhos de Sans. - Fala o que houve, eu já estou ficando assustado.

- Heh, não foi nada. - Sans mentiu, Papyrus ficou mais preocupado ainda.

- Por favor, eu apenas quero ajudar, irmão. - Papyrus estava lacrimejando.

- Paps, se acalme, eu já te disse, não foi nada.

- Se não foi nada, amanhã eu vou junto com você. - Sans se assustou com aquela frase.

- E-er... T-tudo bem. Agora vai dormir.

- Promete que eu vou mesmo?

- Papyrus, eu odeio-

- ISSO NÃO IMPORTA! Você promete mesmo? - Lágrimas caiam no rosto de Papyrus, aquilo fazia o coração de Sans doer, ele já viu seus amigos chorando, mas quando é com a pessoa que ele mais ama, a dor è insuportável.

- Eu prometo, agora, shh! - Sans fez Papyrus deitar em seu peito, acariciando os cabelos do mesmo, mas aquilo fez Papyrus chorar mais ainda, e começou a abraçar.

- E-eu tenho medo de te perder... - Ele ainda chorava, fazendo que a blusa branca de Sans molha-se.

- Você não vai... - Sans pensou em um jeito de falar que ele irá viver por mais tempo sem falar baby-brother, sweetheart, amor ou "meu Papyrus". - Eu ficarei aqui por mais tempo... I-irmão. - É tão difícil falar eu te amo? Pensou Sans. - Agora... - Ele beijou a testa de Paps. - Vá dormir.

- Okay! - Papyrus ficou otimista. - Boa noite, a... *ahem* Sans. - Papyrus subiu as escadas e entrou em seu quarto.

Sans se sentou no sofá, tudo o que tá acontecendo... Várias pessoas começaram a atacar Sans, não só com as mãos, também com facas, canivetes, e entre outros, por que motivo? Homofobia, depois que Sans revelou que é homossexual para Aaron, ele começou a fofocar, e todos desse bairro é homofóbico, antes Sans não aguentava a tortura de 14 horas, e ate agora não aguenta ser brinquedo deles, ele apenas quer ser o brinquedo de seu irmão, um brinquedo sujo e sexual. Então porque ele sai de casa? Simples, Aaron ameaçou de que se ele for o brinquedo deles, ele não tocaria no Papyrus, por que ele pode fazer tudo.

- Como eu vou contar pra ele que várias pessoas andam me atacando?... Sans, você prometeu, não pode quebrar a promessa... Não é? - Disse consigo mesmo. Parece que as únicas pessoas que ele podia confiar é Frisk, Alphys, Undyne e Mettaton, mas agora, eles estão tirando férias... Droga!

Promessa é promessa.

[...]

Papyrus acordou, é 10:55... Promessa quebrada. Papyrus correu até a sala e viu uma cena que não pode ser desvista. Aaron estava apontando facas para Sans, que estava encostado na parede.

- Papyrus nem sequer ligou pra você mesmo, então te matando não vai senti falta. - Disse Aaron rindo que nem louco. - Ele nunca te amou, você apenas serviu de brinquedo de dor apenas para proteger alguém que não retribui o seu amor.

Aí já chega.

- SOLTE ESSA FACA! - Gritou Papyrus, Aaron e Sans olharam para Papyrus, Aaron ia atacar ele, mas Papyrus segurou seus pulsos, e bateu na barriga dele. - Isso é por causa do meu irmão. - Ele derrubou Aaron, e colocou seus pés em cima da barriga dele, fazendo ainda o mesmo se machucar. - Isso por provável marcas roxas e feridas deles. - Papyrus chutou ele. - E ISSO POR QUERER MACHUCAR MEU IRMÃO, AGORA VÁ EMBORA ANTES QUE CHAME A POLÍCIA. - Aaron se levantou e fugiu.

Sans e Papyrus ficaram se olhando, Sans correu para seu quarto e trancou a porta.

- SANS! - Papyrus tentou abrir, mas nada deu certo. - Por favor, eu quero falar com você...

- ... Já trouxe problemas demais, eu preso aqui é melhor pra sua vida. - Disse Sans.

- Não, por favor... - Papyrus chorava. - E-eu te amo... Mais do que irmão... Eu quero você do meu la-

Ele escutou um som de tiro no quarto do Sans.

- SANS! - Papyrus ficou desesperado, batia na porta várias vezes, ele não aguentou. - N-não pode ser... N-não... S-Sans... Por que... Sans... Eu te amo... Mais do que pensa... Por favor, não me abandone... - Papyrus começou a chorar, a única coisa que se ouvia nessa casa era seus soluços.

...

Ele morreu

Ou...?

- Você quer brincar na neve? - Disse... Sans? Papyrus se assustou.

- S-s-sans? - Papyrus colocou seu ouvido.

- Vai, continua! - Sans riu.

- Um boneco quer fazer...? Você podia me ouvir, a porta abrir, eu quero só te ver.

Sans abriu a porta, ficando de cara com Papyrus.

- Nós eramos amigos, de coração, mas isso... Não acabou!  Você quer brincar na neve? - Sans pulou em cima dele. - Não precisa ser um boneco. - Sans em seguida o beijou.

Papyrus se sentiu nas nuvens... Sans o havia beijado, sem mais sem menos, Papyrus beijou Sans de volta, ele não queria parar, Sans pediu passagem e Paps assentiu, suas línguas começaram a fazer uma batalha, onde os dois lados iam ser vencedores [N/A: Referências?], os mesmos pararam pela falta de ar.

- NÃO ME ASSUSTA! - Gritou Papyrus.

- Eu apenas atirei em uma certa pessoa "musculosa". - Sans sorriu.

- Eu te amo, meu idiota.

- Eu também te amo, meu Papyrus. - Os dois se beijaram de novo, um beijo apaixonante e quente, Sans se levantou junto com Papyrus sem interromper o beijo, Sans colocou sua mãos na cintura de Papyrus, e Paps colocou suas mãos na nuca de Sans, os dois pararam e Paps começou a distribuir beijos no pescoço de Sans, que depois virou mordidas e lambidas, que fazia Sans gemer, finalmente o tempo bom deles chegaram. Papyrus joga Sans na cam do mesmo, se posiciona entre as pernas de Sans, e voltou a dar mordidas e lambidas, mas depois de alguns minutos parou.

- Sans, tem certeza que quer fazer isso? Se não tiver preparado... - Disse Papyrus.

- Eu já estou preparado, agora, me faça seu, me fode logo, Paps. - Disse Sans, com suas palavras sujas, Papyrus sorriu, e tirou o moletom azul de Sans, e Sans fez o mesmo com seu cachecol, e em apenas alguns segundos, Papyrus já tirou as blusas dos dois, Papyrus foi até o mamilo de Sans e começa a chupar.

- A-ahn!~ - Gemeu Sans quando sentiu a boca de Papyrus em seu mamilo, enquanto o outro estava sendo massageado pela uma de suas mãos, Sans sempre pensou ele fazendo essas coisas sujas com seu irmão, mas não ele sendo o "uke", como diz Alphys. Sans gemia baixo, mas bem alto para Papyrus o escutar, ele parou, é o próximo passo dele. Papyrus começou a massagear o membro de Sans em cima de seu short -Que já estava duro -, Sans gemeu um pouco mais alto.

- Animado, uh? Talvez se você implorar, eu atendo seu pedido. - Disse Papyrus, que apertou o membro e fez Sans delirar.

- P-Paps, m-mais! M-me use. - Disse Sans entre os gemidos.

- Talvez... Implore mais. - Papyrus tirou o short de Sans.

- Me fode logo, porra. - As palavras sujas de Sans fez Papyrus ficar com um sorriso malicioso, ele tirou a boxe de Sans, foi até sua extensão e começou a lamber, sem faltar nenhuma parte. - Oh!~

Papyrus então começou a chupar o membro de Sans, enquanto masturbava a parte em que não conseguiu colocar na boca [N/A: Eu sou tão ruim nos lemons mesmo? :c], e em seguida começou a fazer movimentos de vai e vem.

- Ah~ Paps!~ - Gemeu Sans, que sentia nas nuvens, e colocou sua mão nos cabelos de Papyrus, fazendo que seu membro todo fique na boca de seu amado. - M-mais!~

É errado dois irmãos fazerem amor? E ainda do mesmo sexo? Para alguns sim, pra eles não.

Sans sujou a boca de Papyrus com sua esperma, Sans e Papyrus estavam completamente corados, como se fosse dois tomates.

- Você é delicioso. - Disse Papyrus, com uma voz sexy, lambendo as partes que tinha gozo no membro de Sans.

- N-não diga isso! - Disse Sans, que estava mais corado, e colocou o travesseiro em sua cara, ele sentiu Papyrus chegando perto dele, Paps tirou o travesseiro da cara de Sans e o beijou, um beijo apaixonante e cheio de luxúria, suas línguas dançavam, essa sensação, os dois adoravam. [N/A: Sabe porque? O Sans é uma SANSação... Essa piada já está velha.]

Os dois pararam pela falta de ar, Papyrus tirou sua calça junto com a boxe, e separou as pernas de Sans, dando uma visão de sua entrada.

- Preparado? - Perguntou Papyrus, Sans assentiu com a cabeça e Paps o penetrou, Sans gemeu de dor alto, Papyrus ficou parado para Sans se acostumar com a invasão, Sans sentia dor, mas em cada segundo, a dor diminuía.

- P-pode ir. - Disse Sans, Papyrus então começou a fazer movimentos lentos, de vai e vem, Sans gemia de dor, mas uma dor prazerosa. - M-Mais!~ Ah!~ - Papyrus começou a fazer estocadas rápidas, Sans abraçou Papyrus, fazendo arranhões em suas costa, aquilo apenas deu prazer a Papyrus, e começou a mastubar Sans, que fez o mesmo gemer alto.

Aquela dança estava em uma sincronia perfeita para os dois, a única coisa que podia ouvir agora nessa casa era os gemidos altos de Sans e Papyrus.

- S-sans!~ Ah!~ - Gemeu Papyrus, ele sentiu que estava quase pra gozar, então começou a dar estocadas mais rápidas, e começou a masturbar rápido o bastante para ele.

- Paps!~ Paps!~ Paps!~ Ah!~ - Sans gozou junto com Papyrus, ele deitou no lado de Sans, os mesmos estavam sem fôlego, e cansados. Em apenas alguns minutos, Sans já tinha dormido, Papyrus vestiu suas roupas - E vestiu as roupas de Sans no mesmo -, e beijou a testa de Sans.

- Eu te amo, irmão.


Notas Finais


Demorou? Sim
Valeu a pena? Talvez
Foi meio estranho? Sim


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