História Brothers with benefits - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Effie Trinket, Haymitch Abernathy, Katniss Everdeen, Peeta Mellark
Tags Irmãos, Meio-irmão, Peetniss, Romance
Exibições 494
Palavras 3.728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Só pro meu prazer.



- Não eu não quero mais - Disse e se enrolou na toalha e voltou em direção as pedras.

A agarrei pela cintura e a puxei para mim, não deixando ela mover um músculo.

- Você queria tanto! Fala sério Katniss! São cinco da manhã e eu te trouxe aqui.

- Eu não quero mais - Disse e tentou se soltar.

Ela ta muito gostosa nesse biquíni.
Tenho que ver ela toda molhada.

- Vamos Katniss!

- Não sério, Peeta.

Ta.
Dezessete anos e tem medo de entrar no mar.
Isso é normal?

- Katniss eu tô com você ta!? Não confia em mim?

Porque fui dizer isso?
Ela não deveria.

Seus músculos relaxaram nos meus braços, ela apertou os dedos nos meus ombros e me olhou nos olhos.

E inacreditável oque ela está fazendo comigo.
Antes eu conseguia mentir olhando bem fundo nos olhos dela, mas agora toda vez que ela me olha o cinza de seus olhos se intensifica. Me fazendo sentir mais culpa e mais peso, e, também me lembra que cada segundo que passa eu desvalorizo seus carinhos com as minhas mentiras.

- Claro que eu confio! Deus. Peeta! Óbvio que eu confio - Disse firme

Ela me abraçou, a apertei com força.
Senti ela esconder o rosto no meu pescoço, logo depois ela se afastou.

- Se você me soltar por um segundo eu vou arrancar suas bolas! - Disse séria.

Ri para quebrar o gelo mas nado eu certo, ela continuou a me olhar séria.

Passei meus braços por trás de seus joelhos e levantei, quando nos aproximamos do mar ela apertou os braços a minha volta.

Fomos até a água bater um pouco a cima da minha cintura, como ela é mais baixa ficou um pouco mais fundo.

Mesmo que seus pés ainda tocassem o chão, ela permanecia se segurando com força. Segurei sua cintura com a tentativa a acalmar, mas não deu certo.

- Ta. Katniss. Calma.

- Olha eu sei que você está sem paciência, mas veja bem, eu tentei ir.

- Eu não estou sem paciência Katniss. Mas a e você quiser ir vamos.

Ta talvez um pouco.

- Não! Peeta!! Agora você me ensina a nadar.

- Katniss, você aprender a nadar não vai mudar o seu medo ta!? Deixa de ser idiota! Você vai apreender a nadar e por acaso você vai conseguir nadar com medo. Katniss você tem medo de mar, não de não saber nadar.

Ela me olhou de novo, da aquele jeito que ela sempre lentilha quando me da as costas e vai embora.

Dessa vez ela não foi embora porque esta com medo.

- Quer ir embora? Vamos embora!

Só faço merda.
Segura a língua Peeta!
Sua oportunidade de merecer essas pelo menos por algumas horas.

Segurei com firmeza e toquei seus lábios com os meus, fiquei surpreso que ela não recuou, só me respondeu, nos separou e logo me abraçou.

- Peeta por favor, não aguento mais ficar irritada com você - Disse com a voz tremula.

- Vai chorar?

Ela se afastou com os olhos vermelhos cheios de lágrimas.

- Claro! Só isso que você faz né? Me faz chorar. Meu Deus Peeta. Eu gosto de você, gosto de você com muita muita força só que.... Sabe, não é de hoje que você me irritada atoa que me faz chorar.

Eu ainda vou fazer mais.
Eu vou embora e vou continuar mentindo para você. Eu vou magoar você. E sinceramente estou esperando que eu não me condene por isso pelo resto da minha vida.

Katniss é incrível. Gostou de mim, entregou seus sentimentos a mim sem pensar duas vezes, como se tivesse certeza de que eu sou a pessoa dela. A pessoa da vida dela.

Se somos meio-irmãos?
Foda-se.
Se eu não presto?
Foda-se.
Se nossos pais vão gostar?
Foda-se.

- Me desculpa - Era simples, direto e totalmente sincero. E a única coisa que eu poderia falar.

- Não peça desculpas - Ela sorriu, mas seus olhos continuaram tristes - Eu sei que você é assim. Eu sei que atração não se controla, mas se eu realmente não quisesse sofrer por você, nunca teria ido tanto atrás.

- Então eu só faço você sofrer?

Apertei meus braços a volta dela.

Não vou mentir para mim mesmo e dizer que isso não me afetou. Essas palavras saindo dela foi como uma facada direto no peito.

Mas fiz oque pude para não demonstrar nada.
Mas o jeito que ela me olhou, obviamente percebeu.

Ela segurou meu rosto e sorriu, dessa vez de verdade comemos olhinhos alegres.

Que coisinha bipolar.

- Não, não é só isso! A maioria das vezes você me irrita, mas sabe, quando a gente momentos bons apaga tudo.

Essas palavras aliviaram a facada. Pois eu sei que ela não mente.

Segurei o nó na garganta.

- Ok.

- Fala sério, eu sei que eu te irrito muito.

- Verdade, muito mesmo.

Ela apagou meu sorriso com seus beijos, a beijei forte, afogando tudo oque sinto nela. Como se fosse a última vez que fosse provar de sua boca.

Ela sorriu com nariz encostado no meu.

- Você tem noção do que eu sinto quando esta perto de mim garoto!? - Disse divertida

- Não faço ideia, mas se for bom, quero deixar melhor.

- Acho que não tem como melhorar.

Encostei meus lábios nos dela novamente, a puxei para debaixo da água comigo. De olhos bem apertados ela enrolou as penas na minha cintura e apertou os braços nos meus ombros e em volta do meu pescoço.

Quando voltamos a superfície ela ainda estava completamente apertada contra mim. Novamente causando ereções.

Ela me olhou assustada por alguns segundos, mas aos poucos os olhos dela ficaram alegres e ela sorriu.

- Isso foi muito legal! Me senti em um filme! Faz de novo!

Eu fiz mais duas vezes pra ela, até que ela mandou parar porque se não ia perder a graça e ela não queria isso.

- Quer que eu te ensine a boiar? - Perguntei observando ela morder os lábios.

- Save que eu confio em você, e você sabe que pode não dar certo.

- Só diz sim ou não.

- Só se você não for pra longe, mentira, só se você não me soltar.

- Tudo bem.

- Ok.

Ela resmingou alguma coisa sozinha, provavelmente preparando seu psicólogico.

Segurei firme sua cintura em quanto ela deitava sobre a água. Seus dedos apertavam meu braço.

- Fecha os olhos - Disse a ela, sem hesitar ela fechou.

Essa confiança dela né faz sentir bem.
Como se fosse uma vacina que alivia a minha culpa.
- Peeta...

- Eu to aqui. Relaxa o corpo.

Ela relaxou o corpo,não o suficiente mas estava tentando. Ela estava boiando, mas ainda com o apoio de minhas mãos em sua cintura.

Tão sexy, tão macia, tão limpa, tão cheirosa, tão linda.

Somos absurdamente opostos. Sou grosso e resmungão, e ela é sensível e pura.

Talvez faça parte dessa nossa incrível atração.
Essas linhas invisíveis que nos embolão e nos puxão um para o outro.

E aquele outro imã maluco que a bunda dela tem que faz magicamente minha calça subir.

Quando ela estava totalmente relaxada, afroxei um pouco a firmeza das minhas mãos com a intenção de solta lá

- Eu sei oque você está pensando, não ouse!

Ri da perfeita previsão dela.

Levantei ela para mim com pouco mais de brutalidade, ela enrolou as pernas na minha cintura e me beijou.

A deitei sobre água e a girei, logo resolvi a tirar da água, ela já estava ficando agoiada.

Carreguei ela até a areia, quando chegamos a nossas coisas, a enrolei na única toalha que trouxemos.

- Vamos? - Perguntou se alinhando a meus braços.

Olhei para o hotel que ficavando outro lado da rua, deve ser enorme e caro, mas eu posso gastar um pouco das minhas economias com ela.

- Não está nos meus planos - Apontei para o hotel - Aquilo está.

Ela me olhou animada e deu dois pulinhos.

- Sério!?

//Katniss

Eu só penso em uma coisa agora. Eu adoro o Peeta, temos num quarto de hotel inteiro para nós. É isso que eu quero, eu quero ele.

Eu estou pronta.

Peeta saiu do banheiro secandono cabelo com a toalha e me olhando.

- Oque foi? - Perguntou se aproximando

Por uns segundos Peeta me olhou estranho.
Se apriloximou de mim, segurou meu rosto com a anais frias e me deu um beijo casto.

- Katniss, oque houve?

Olhei para ele, bem fundo em seus olhos preocupados.

- Faz amor comigo?

No primeiro instante ele não disse nada, só levantou a sombrancelhas em resposta.

- Quero que seja você.

- Katniss...

- Sim Peeta. Eu tenho certeza.

Ele ficou em silêncio por uns instantes olhando pro meu rosto, como se pensasse em tudo e em nada ao mesmo tempo.

Ele vai negar, e eu vou insistir porque é ele.

Ele suspirou.

- Tudo bem.

No mesmo instante segurei o rosto dele e o beijei, ele riu e nos afastou um pouco.

- Calma - Disse com um sorriso meigo. Um legítimo sorriso - Olha nos meus olhos, preciso ter certeza de que você não vai se arrepender disso - Sussurrou

- Não se preocupa com isso - Disse a ele - Não quero que hesite, quero que me mostre tudo. Eu quero experimentar tudo que aquelas garotas que você ficou experimentaram. Não me trate diferente delas.

- Não vou te dar exatamente a mesma coisa, vou te dar mais. Vou fazer de todo jeito melhor. Você merece mais que todas elas, você é mais que elas!

Esta mesmo acontecendo.
Quando meus nervos tomaram conta, ele me colocou em seu colo.

Seus olhos indicava hesitação, segurei seu rosto e beijei dinheiro mais profundo de toda a noite. Dando certeza a ele que é isso que eu quero. Que eu estou pronta.

Olhei em seus olhos por uns instantes antes de afirmar novamente.

- Eu quero.

Ele estudou meus olhos por muitos segundos antes de me tirar de cima dele e levantar-se.esgtehandi as pontas dos dedos no meu rosto devagar, ele os move devagar.

Seus dedos desceram para meu pescoço com a massagem continua. Senti que já estava fica ando molhada com a fome frenética que estava sendo exibida em seus olhos.

- Adoro sua boca - Disse a olhando - Foi a primeira coisa que eu vi quando passei pela porta de entrada.
Fechei meus olhos e incluindo minha cabeça para trás. Ele ainda não estava me beijando, apenas acariciando meu pescoço gentilmende.

Finalmente, ele no eu suas mãos e lembrou a minha blusa revelando minha pele nua. Seus olhos pareciam de vídeo ao olhar meus seios.

Em um estúpido momento de insegurança disse besteira :

- Não são tão grandes.

Ele sussurrou:

- Oque? Mal cabem em minha boca.

Então suas mãos apertarm a lateral do meu corpo e abaixaram meu short.

- Merda - Ele disse, e olhou para mim com um sorriso do próprio diabo quando percebeu que eu não estava usando nenhuma calcinha. Chutei meu short para longe e fiquei de pé, de frente para ele. Me sentindo vulnerável. Mais que o normal.

Ele apenas me olhou por uns instantes, essa breve distância está me matando.

Em quanto seu olhar viajava pelo meu corpo, dos pés a cabeça, cada movimento de seus olhos eu sentia calor.

Ele me puxou para perto segurando minhas mãos, e disse baixo :

- Quer que eu te ensine algo antes?

Eu já estava tremula por antecipação.
Eu quero tudo.
Tudo dele.

- Não, quero que me faça descobri com o tempo.

Ele segurou o meu rosto e beijou com firmeza.

- Oque você quer?

- Você podia tirar a roupa.

- Quer que eu tire minhas roupas?

- Normalmente é assim que funciona né?

Ele balançou a cabeça e tocou meu nariz.

- Não?

- Não!

- Katniss, você tira minha roupa. Mas não antes. Da gente brincar um pouco.

- Brincar?

- É, você é virgem. Eu não posso chegar e tirar as roupas e te foder, você tem que estar preparada pra mim. O mais molhada possivel, vai doer de qualquer jeito! Mas quanto mais molhada você estiver, mas estara preparada para mim.

Guiou me até a cama e se deitou encostado na cabeceira da cama. E me colocou sentada sobre ele. E ele estáva totalmente duro embaixo de mim.

- Você está pronto - Brinquei

- Deis que te vi subindo as escadas com essa bunda aí.

Ele puxou mais ainda ao encontro de sua ereção de seu short. Que parecia que estava a ponto de rasgar o tecido.

O vão entre minar pernas estava latejando enquanto eu esfregava minhas mãos na camisa preta em seu peito.

O brilho doce de seus olhos desapareceram. Indicando o que provavelmente as coisas vão começar. Ele levou as mãos ao meu pescoço, as desceu segurando meus seios os massageando com firmeza. Esfreguei me em seu pênis para tentar satisfazer a excitação que os movimentos de suas mãos criavam.

Ele deixou uma das mãos nos meus seios e a outra se arrastou devagar para minha boca, colocando um dedo dentro dela.

- Chupe - Ordenou

Sua pele tinha gosto salgado. Eu apertei os músculos entre minhas pernas. Muito estímulada por seu olhar em quando ele observava seus dedos saírem e entrarem da minha bocam

Quando ele tirou o dedo úmido de lá, o esfregou no meu mamilo direito. Lambi sua outra mais antes que ele esfregasse no esquerdo.

- Eles são perfeitos- Ele deslizou ambas mais para baixo do meu corpo e as colocou ao meu redor, apertando minha bunda - Eu quero fazer coisas com ela.

Ele ainda não percebeu que ele pode fazer oque quiser comigo?

Ele a apertava com mais força.

Eu queria que ele colocasse a boca em mim de alguma forma em quanto me tocava, mas ele só contínuo a olhar pra mim, massageando minha bunda. Continuei a me esfregar em seu pênis.

Tirei sua camisa sobre a cabeça, fazer do que seu cabelo molhado ficasse ainda mais sexy e bagunçado. O toquei com toda vontade, eu já vi ele sem camisa antes, mas não com toda essa calma, com todo esse tempo para analisar as tatuagens.

Corri meus dedos por sua cintura, por suas tatuagens, meus dedos tocaram até o caminho de seu short. Ele inrijeceu o abdômen por causa do meu toque, eu senti seu pênis de contorcer.

- Ponto sensível?

Ele sorriu safado e assentiu.

Me incluindo e beijei seu peito gentilmrnte, e aquele gesto íntimo que mostro de imediato o efeito sobre ele. Quando recuei, ele me pegou de surpress, me puxando para baixo dele e me segurando ali put um tempo. Meu peito nu estava espalhando sobre seu coração, que batia com violência.

- Porque esta batendo tão rápido?

- Porque é você. Não quero te machucar.

Porque eu senti que ele estava falando de algo além do sexo?

- Não vai. Só... Não se segura.

Pela primeira vez desde de que tomei minha decisão, ele me beijou da mesma forma nervosa e violenta que eu desejava, me prendendo com a sua língua, gemendo dentro da minha boca. Me virou de costas de se ajoelhou sobre mim, fazendo de mim prisioneira de seus braços. Seus olhos correram por mim mais uma vez antes de enfiar mais dois dedos na minha boca.

Segurei sua mão e chupei seu dedo com força, fazendo os chegarem a minha garganta. Seus olhos estavam semicerrados em quanto lambida os lábios, em quanto seus olhos estavam presos aos movimentos dos meus lábios. Então, ele alisou minhas pernas e as abriu.

- Gostosa - uma onde de prazer correu por minha espinha ao ouvir as palavras. Seus dedos deslizou para de mim, trazendo vinte ondas seguintes - Você está tão molhada - Ele tirou e trocou os dedos os colocando o mais fundo.

Eu perdi o fôlego.

- Está bom?

- Deus! Sim!

Ele começou a mover os dedos para dentro e pra fora com mais força e mais rápidez. Eu chegava a ouvir o quão molhad eu estava. Unindo os seios e os apertando, me inclinei para trás, e meu corpo estremeceu. Comecei a perder o controle, movendo meus quadris para que encontrassem sua mão. Ele sentiu isso e os tirou de dentro de mim.

- Não goze ainda.

Eu não ousaria.

Ele me girou até que eu estivesse por cima dele novamente, e me no eu para frente e para trás em cima de seu pênis, seu short já éguas a encharcado de mim. Em momento, eu teria gozado, se ele deixasse.

Ele conseguia adivinhar quando eu estava perto do meu máximo.

Ele parou e recuou.

- Está pronta, agora?

- Sim, já estou.

Ele ignorou e ordenou :

- Quero que se toque.

Toda vez que ele manda em mim, uma pontada de prazer sobe pela porta dos meus dedos até o meu pescoço.

Eu estava sentada sobre ele em quando meus dedos esfregavam meus clitóris. Suas pulpilas cresceram ao me ver, ele afastou mais as minhas perna para me ver em contato com meu sexo.

Meus joelhos começaram a tremer. Então ele me olhou.

- Oque vc quer Katniss?

- Te quero nu.

- Então pegue oque você quer.

Abri seu short com minha mão livre, ele me ajudou a tirar-lo, em quanto seu pênis saltou para fora da cueca.

Um piercing?
Quando ele pôs isso?
Ele sorriu sabendo da minha surpresa.

- Algo errado?

- Quando?

- Faz tempo.

- Pode rasgar a camisinha? - Perguntei ele negou

- Uso extragrande por causa disso, bem, e outras coisas também - Disse e piscou.

Vou bater nele!

Ri de nervoso, na verdade com a preocupação dele não caber dentro de mim.
Peeta é um homem grande em todos os sentidos da palavra e eu sou mediana puxado para o lado pequeno.

- Machuca?

- Ficou dolorido por uns dias, mas passou rápido.

- Vai me machucar?

- Não.

- Mais alguma coisa?

Inclinei- me e pressionei meus lábios contra os dele, e nos dois rimos entre o beijo.

Senti o metal do piercing em quanto seu pênis desliza a pela minha barriga. Encolheu os músculos entre minhas pernas com uma nova necessidade de prazer.

Ele colocou minha mão e seu pênis.
Me deu água na boca.

- Toque em mim em quanto toca a si mesma, e pare quando eu mandar.

Com uma mão em meu sexo e a outra nele, fiz oque Peeta mandou. Nada nunca me deixou tão excitada só ponte de me levar a ter contorções. Sentir seu membro quente e escorregadio, ficando ainda maior que antes me fazia salivar.

Adoro apreciar sua respiração gota de controle.

- Pare.

- Quero você dentro de mim agora! - Disse sem ar

- Vai ter, sontenhomque fazer uma coisa antes.

Antes que eu pudesse responder, ele deslocou para debaixo de mim, me fez subir na cama. Eu ainda não tinha certeza do que ele estava fazendo, mas ficou claro que el estava posicionado seu rosto debaixo da minha virilha. Gemi quando senti a melhor coisa da minha vida. Eu nunca pensei o quão maravilhoso seria ter sua boca em meu sexo. Ele esfregava a língua de forma lenta e firme. Quando ele gemeu foi como se tivesse atingindo o centro meu corpo e eu deixei escapar um som não muito bonito.

- Calma - Disse

- Você precisa parar.

- Não quero, você tem um gosto inacreditável - Ele disse em quantu sua língua continuava a me lamber. Então ele precinho a mesma em meus clitóris.

- Vou gozar se não parar! - Disse quase em desespero.

Ele chupei meus clitóris pela última vez, e bem de vaga, me libertou da pressão da sua boca. Sentia uma pulsaçao entre minhas pernas me fazendo tremer em quanto meus olhos lacrimejavam de prazer.

Ele sorriu malvado e segurou o meu rosto.

- Agora... Você está pronta!

Ele abriu gaveta do nosso lado e tinha uma camisinha lá, hotel esperto.

Rasgou o pacote com seus e a expressão de seus olhos me preencheu por antecipação. Peeta desenrolou a borracha sobre seu pênis e apertou a ponta.

Me arrumei de baixo dele, ele me beijava profundamente em quanto esfregava o pênis contra meu sexo. Eu não podia mais aguentar segurei e o posicinei a minha fenda.

- Vai com calma- Ele avisou - Vai doer.

- Eu não me importo.

- Mas vai.

Nunca senti tanta agonia.

Ele abriu meus joelhos o máximo que pode.

- Pode se segurar em minhas costas, me bata, me morda, faça oque tiver use fazer ao sentir dor. Mas só confia em mim.

Como ele ainda diz isso?
Eu confio nele do mais do que em qualquer pessoa do mundo.

Por mais molhada que eu estivesse, senti queimar como o inferno na primeira vez que ele tentou entrar em mim. Afundei as unhas em duas cordas ata conter o desconforto, respirei bem fundo. Não demorou muito para a dor de tonar toleravel. Nunca vou me esquecer da forma que me senti de quando ele estava totalmente dentro de mim pela primeira vez, nem o sol que ele demitiu.

Ele manteve controle no momento quando gemeu.

- Katniss...isso...você. Oh porra!

Cada movimento de doloridas estocadas se tornou um doloroso prazer incrível.

Ele ainda estava pegando leve, mas sinceramente pela expressão em seu rosto, isso não duraria muito tempo.

Ele respirou fundo, tirou devagar, e então, colocou bem mais devagar.

- Está mais difícil me controlar, não pensei que vive seria tão apertada. E tão bom, indescritível. Preciso gozar mas o prazer tem que ser seu.

Ele não ordenou, mas foi como se fosse.
Imediato do funde suas palavras meus músculos começaram a se contrair.

- EU VOU! AGORA! OH DEUS! PEETA! -Gritei alto de mais, e ele adorou posso ver pelo seu mais novo brilho nos olhos.

- Porra Katniss! - Ele sussurrou em quanto gozava, com seu pênis pulsando dentro de mim. Eu podia sentir o calo de seu gozo na camisinha é seu coração pulando junto com o meu.

- Isso foi a coisa mais incrível da minha vida - Disse dando mais motivos para seus sorrisos convencidos.

- Pois é - Disse e beijou linha testa - Olha que eu nem te peguei de verdade.


Notas Finais


Heyy.
Vou falar nada, só agradecer pelo carinho por eu estar doente e pedir comentário kkk
Então ta aí.
Bjs


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