História Brothers with benefits - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Effie Trinket, Haymitch Abernathy, Katniss Everdeen, Peeta Mellark
Tags Irmãos, Meio-irmão, Peetniss, Romance
Exibições 309
Palavras 1.722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 35 - Isolados


//Katniss

Joguei toda a papelada em cima da mesa, ela se misturou com os papéis dos outros meseses ou anos.

Estou adiando essa limpeza a um ano. Literalmente. Me formei ano passado e nos meus quatro anos na faculdade eu não joguei nenhum papel fora, desde um simples bilhete a uma prova.

Já que hoje infelizmente vou viajar, tenho que deixar a casa limpa então resolvi fazer uma geral no lugar. Se me arrependi dessa decisão? Talvez um pouco.

De qualquer jeito teria que arrumar a casa, pois se não arrumasse Nick iria reclamar e a ultima coisa que eu preciso é dele brigando comigo.

Depois que joguei a papelada no lixo, limpei a cozinha e por sorte ele chegou assim que terminei o serviço.

- Katniss! - Escutei ele me chamar, joguei o pano de prato sobre o balcão e fui a seu encontro.

Ele estava sentado no sofá coçando o cabelo, ele me olhou entediado. Me sentei do seu lado.

- Pega uma cerveja pra mim?

Merda! Esqueci de comprar!

- Acabou - Disse temendo a resposta como sempre. Pensei que ele ia fazer o de sempre, mas ele só ignorou.

- Arrumou nossas coisas? - Perguntou

- Arrumei.

- Então vamos! Agora! - Disse e se levantou - Pega as malas eu estou indo pro carro.

Tudo bem, ocorreu tudo bem até agora.

Ele pegou as chaves do carro em cima da mesa de centro e saiu.

Corri até o nosso quarto e peguei nossas malas. Parei um pouco na frente do espelho para dar jeitinho no meu cabelo, fiz oque pude em menos de quatro minutos.

Nick não gosta de esperar.

Levei as duas malas com um pouco de dificuldade até o elevador, apertei o botão da garagem e catarolei a música do One Direction que tocava.

Chegando lá logo avistei o carro ligado. Nick me encarava ainda com tédio pela janela, coloquei minha bolsa e as malas no porta malas. Entrei no meu lugar ao seu lado, feliz por ele querer ir comigo.

Nos vamos comemorar os cinco anos de casados do meu pai em uma ilha ( mas antes temos que passar na casa do meu pai), eles alugaram uma casa enorme para a família. Nunca imaginei que Nick iria me deixar ir, ou até que eu iria o convencer de ir.

- Já me arrependi - Disse em quanto movia o carro - Nunca mais vou fazer nada com você, só espero que seu pai não esteja tão chato quanto ano passado. Velho asqueroso - Disse com sua típica arrogância.

Não gostava quando ele falava assim do meu pai, mas eu não posso fazer nada. Se não as coisas pesam pra mim depois. Isso é um dos defeitos dele, e quando a gente ama, amamos até os defeitos mais chatos.

- Tudo bem, não vai precisar ficar com ele. O lugar é grande vai ter lugar só para nós dois.

- Espero! Sua família é nojenta.

- Calma, vou fazer tudo do jeito que gosta- Disse e beijei sua bochecha, ele fez uma careta e passou a mão onde beijei.

Nick é complicado, quando eu o conheci não era tão chato assim. Agora ele é mais estressado, talvez por causa do trabalho pesado.

Continuamos em silêncio até o carro começar a apitar por falta de gasolina e ele parar em um posto.

- Vai compra na cerveja pra mim! - Disse e destravou a porta.

Evitei o meu suspiro, fui até a lojinha de conveniência e peguei uma cerveja, e um doce pra mim. Moça simpática foi rápida em passar tudo, e ela tinha que ser vi que Nick já me esperava.

Entrei no carro e abri a cerveja para ele. Ele deu um pequeno gole e fez careta.

- Que merda é essa?

- Sua cerveja amor.

- Eu não gosto dessa marca Katniss!

- Eu já vi essa marca na geladeira.

- Eu não quero essa - Disse e jogou a garrafa ainda aberta em cima de mim, molhando um pouco os nossos bancos e minha roupa - Vai comprar outra.

- Só tem essa lá - Respondi, ele revirou os olhos e olhou a sujeira que ele mesmo fez.

- Meu carro Katniss!

Usei um pouco da minha coragem e torci para que ele não tivesse uma reação muito violenta.

- Foi você Nick- Hesitei na resposta.

Ele ficou me encarando, provavelmente contendo a surpresa por eu ter o respondido.

- Limpa isso!

- Não... - Eu ia negar, mas o olhar dele me lembrou das consequências que eu sofreria mais tarde - Limpo em um minuto.

Abri seu porta luvas em quando ele dava a partida, peguei uns lenços e me coloquei a limpar o carro. Fiz tudo que pude para não ficar bem o cheiro oque era meio difícil com cerveja.

No avião ficamos em silêncio durante todo o percurso, ele ficou mexendo no celular, talvez trabalho e eu fiquei olhando a janela.

Depois do voo Nick alugou um carro por umas semanas. Logo no meio do caminho, paramos para lanchar.

Pedi o sanduíche que ele gosta, um suco, a mesma coisa para mim, logo voltava a nossa mesa. Ele continuava de cara feia e estressado.

- Pronto amor - Disse colocando a bandeja em sua frente, logo me sentei do seu lado.

Ele olhou para o sanduíche e depois para mim.

- Tem algo errado? - Perguntei

- Esse não é o que eu gosto.

- Hora Nick. É sim! Você nem provou.

- Vai pedir outro.

Ele gosta desse! Qual é o problema agora!?

- Deixa de ser fresco! - Respondi, e logo me arrependi.

Ele estava me olhando da aquele jeito. Antes que eu pudesse pedir desculpas, ele deu um tapa estalando e dolorido no meu rosto. Tenho certeza de que ficará vermelho.

Segurei minhas lágrimas nos olhos, já que esse tapa já tinha atraído atenção o suficiente. O antes com conversas baixas agora estava em absoluto silêncio.

- Vou pegar outro - Disse baixo

- Não quero mais nenhuma dessas porras! Vamos embora logo! - Ele se levantou e saiu na frente.

Quando eu me levantei, tentando esconder o constrangimento uma moça que sentara a nosso lado veio até mim.

- Você está bem querida? - Perguntou com os olhos transbordando preocupação.

Eu sequei os meus olhos antes que as lágrimas caissem.

- Está tudo bem - Forcei meu melhor sorriso. E agradeci a a preocupação com os olhos.

Será que a ela acreditaria se eu dissesse que já estou acostumada?

// Peeta

- Então se ela não é importante porque você repetiu tanto o nome dela de madrugada? Você gemeu, gritou e arfou o nome dela milhões de vezes.

Ela não sai desse assunto Deus que saímos de casa. Fica me lembrando constantemente a Katniss nem sei como vai ser quando eu a encontrar.

Não consigo nem imaginar.

- Ela é a linha irmã amor, a gente era muito próximo um do outro e quando eu fui embora eu e ela estávamos brigados e eu sonhei com a nossa briga só isso.

- Acha que ela ainda pode estar chateada com você.

- Não, Katniss não é assim.

Com certeza ela está. Eu não sei se ata de sentindo agora,se ela está feliz ou sei lá. Não sei como ela pode se sentir quando me ver.

Nem sei como eu estou com a certeza que vou rever ela, eu nunca achei que a encontraria de novo ou que seu nome ainda tivesse o poder de me deixar não aflito.

Não faço ideia de como vai ser quando eu olhar no seu rosto.

Depois de vinte minutos de silêncio a gente chegou.

Observei a entrada da casa, dolorosas lembranças invadiram minha cabeça. Olhei para cima e vi a janela do quarto dela.

Queria ter a opção de esquecer tudo isso, jogar a Katniss e toda essa família pra puta que pariu e viver com a Barbara.

Só que eu amei de mais a Katniss pra isso.

Me arrependo de nunca ter dito isso a ela. Nunca admiti pra ela e nem para mim mesmo que a amava.

Admiti a minha paixão, mas o amor? Nunca.

Nunca a olhei nos olhos e disse que a amava, por eu ser um medroso filho da puta, eu não a merecia.

Saí do carro, e abri a porta para Bárbara. Sorridente ela correu olhos aos dois lados da rua e depois a casa.

Peguei as nossas malas e as coloquei na calçada, fechei o carro e a olhei. Ela sorria pra mim como se eu fosse a única luz na vida dela.

Ela veio até mim e beijou minha bochecha.

- Estou orgulhosa - Disse e pegou uma das malas.

Barbada é a pessoa mais doce que já conheci. Depois que a conheci de verdade fiquei surpreso, pois, oque uma pessoa dessa faz em um bar da aqueles!?

- Vai na frente eu levo as duas - Disse, ela sorriu e subiu os degraus devagar eu fui logo atrás dela.

Quando estávamos de frente para porta ela suspirou e inspirou pesadamente e remexia os dedos.

Eu gelei, paralisado, encarando o vidro fosco da port, pedi do todas as minhas forças que a Katniss não estivesse atrás da aquela porta. Me arrependi de ter saído de casa, me arrependi de ter acordado essa manhã.

Agora eu posso estar tão próximo dela sem ela saber. Meu coração bateu como não batia faz tempo, com força porém com algo a mais diferente.

Forçando todas as minhas vontades, girei a maçaneta com as mãos suadas. E apertei os olhos levemente.

Katniss. Katniss. Katniss.

Abri a porta e ali estava sentada minha mãe, sozinha com uma xícara de café. Seus olhos arregalaram e se ficaram molhados.

- Filho?

Não pensei, joguei tudo que estava nas minhas mãos no chão e fui ao encontro de seus braços. Ela chorava em quanto me apertava. Eu tirei seus pés do chão em quanto a abraçava. Ela dizia como eu cresci e estava bonito e outras coisas que eu não entendi.

A coloquei no chão e sequei seus olhos.

- Oh mãe - Disse tentando ignorar o sorriso maravilhoso dela.

O coração da velha batia tão forte que eu já estava à acreditar que ia ter um infarte, mais aí ela respirou fundo e se acalmou.

- Obrigado por ter vindo meu amor - Sussurrou. 


Notas Finais


E aiii???
Por favor comentem aí que me ajuda muito!
Beijos!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...