História Brothers with benefits - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Effie Trinket, Haymitch Abernathy, Katniss Everdeen, Peeta Mellark
Tags Irmãos, Meio-irmão, Peetniss, Romance
Exibições 267
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Him kissed her


// Katniss

Abri a porta devagar, e a casa estava toda escura. Ainda bem que não devolvi a chave quando sai de casa. Já era de madrugada, eu e Nick conseguimos subir as escadas até o meu quarto sem fazer barulho.

- Quem toma banho primeiro? - Perguntei

Ele sorriu, da aquele jeito doce que eu via poucas vezes.

- Pode ir - Disse em quanto abria sua mala.

Entrei no meu banheiro, e me olhei no espelho procurando alguma marca do tapa que levei mais cedo.

Felizmente não encontrei nada.

Nick.

Meu Deus Nick.

Um suspiro cansado me alcançou em quanto tirava a roupa.

Tenho que parar de mentir para mim mesma, eu não amo Nick. Acho que nunca o amei de verdade. Nem eu entendo porque me condeno a isso.

Liguei o chuveiro na água quente, quente o suficiente para embaçar os vidros em questão de segundos.

Nick é louco, não digo isso só por conta das agressões. Qualquer pessoa que tenha uma conversa seria com o Nick percebe que o psicológico dele não é muito saudável. Eu gosto dele como pessoa, assim como todos os meus outros namorados. Cada vez fica mais difícil se apaixonar de verdade.

Não vou exagerar dizendo que ele me espanca, não, são alguns tapas e frases rudes. Eu não gosto do jeito que ele me trata, mas eu não consigo deixar ele.

Não da pra ficar sozinha.

Água quente escorreu por todo meu corpo causando um alívio imediato. Quase inacreditável de tão bom.

Nick não é uma pessoa ruim, ele tem múltiplas personalidades ou é super confuso com as emoções. Tem dia que ele me ama e tem dia que... Bem... São como hoje.

Não vou me fazer de inocente, admito que eu em uma dia desses já explodi e cai no tapa com ele. A gente estava brigando na sala e eu quebrei uma garrafa de vidro na cabeça dele, tem dias que não da pra aguentar.

Não sei porque a gente ainda suporta um ao outro, é tão difícil. Mas eu não posso deixar ele, eu sei que ele seria absolutamente nada sem mim.

Assim que sai do banheiro ele entrou. Observei meu quarto, está do mesmo jeito que eu o deixei e vai continuar assim até eu fazer cem anos.

Coloquei nossas malas em um canto no quarto, me joguei na cama e felizmente me familiarizei com o lugar. Tem algum problema você ter vinte e três anos e ainda amar seu quarto de adolescente?

Logo ele voltou, suspirou cansado em quanto deitava. Me virei para ele e encarei seu cabelo loiro e bagunçado.

Ele tocou o meu rosto, acariciou com o dedão onde me bateu mais cedo. E é agora que ele se arrepende, seus olhos estão tristes e culpados.

- Me desculpa meu amor - Disse ele sem ar - Eu sei que não posso descontar em você.

- Detesto quando fica assim.

Ele chegou mais perto passando seus braços pelo meu corpo. Ele beijou a minha testa devagar depois olhou nos meus olhos.

- Me ajuda parar - Disse com os olhos cheios.

- Você faz porque quer, não tem outra pessoa com um controle fazendo você me bater. É só você.

Duas lágrimas escorreram de seus olhos. Ele suspirou pesadamente - Eu sei - Respondeu.

- Vamos dormir ta? Esquece isso! - Ele folgou os braços em minha volta, dei as costas a ele e me afastei.

Onde eu vou chegar a isso? As vezes eu penso que meu subconsciente pode gostar de ser maltratado porque eu simplesmente não consigo largar ele. Não posso negar que uma parte de mim tem medo do que ele venha a fazer, mas tem algo que me prende.

Parei no primeiro degrau em quanto ouvia vozes animadas vindas da cozinha, identifiquei a voz do meu pai, de Effie e da minha irmãzinha e mais duas vozes que eu não faço ideia de quem possa ser. Pois pelo que eu sei meis tios vão encontrar a gente lá na ilha.

Eles não sabem que eu cheguei, segurei minha respiração pata conter o sorriso no meu rosto. Senti tanta falta do meu pai, a última vez que o vi foi no natal.

Desci as escadas correndo, ( aproveitar o tempo que Nick dorme) do tive tempo de ver meu pai em pé do lado da mesa antes de correr e o abraçar. A Effie gritou em quanto meu pai tirava meus pés do chão...

- Meu amor porque não avisou que tinha chegado!? - Disse, eu ignorei só me concentrei no cheiro dele, senti tanta saudade desse cheiro.

Ele me colocou no chão, e antes que eu pudesse respirar fui sufocanda pelo perfume de Effie. Ela cheirava a pera.

- Querida porque não nos avisou que havia chegado?

- Cheguei de madrugada - Expliquei tentando conter o sorriso.

Eu adoro essa sensação, cheia de amor e paciência. Adoro ver eles felizes por me ver.

- Se senta meu amor! - Disse meu pai e puxou uma cadeira. Eu me sentei, Effie segurou o meu queixo é beijou minha testa.

- Vou preparar panquecas para você - Disse e voou para cozinha, meu pai se sentou do meu lado com um sorriso feliz e muro assustador.

- Esqueceu de matar a saudade de mais alguém - Disse meu pai, eu o olhei sem entender por um instante até que ele fez sinal com os olhos. Então eu finalmente olhei pra frente.

Aquela coisa voltou, aquela coisa que enche o ambiente. Tudo ficou azul, tão azul como seus olhos. Em menos de um segundo o azul trouxe vida a lembranças, lembranças dolorosas e doces.

Deus era ele, não era mais um sonho meu. Ele realmente está aqui, na minha frente. Me torturando com os olhos.

Eu perdi o ar, eu perdi os sentidos. De repente eu não sabia onde eu estava.

// Peeta

Ela me encarava gélida, imóvel. Com certeza não esperava me ver.

Eu me arrependi outra vez, eu não deveria ter vindo. Não deveria ter saído de casa.

Quando eu fui embora, fui com a razão de que não ia voltar mais. Tinha tanta certeza na época, tinha certeza que nunca mais iria precisar olhar nos olhos dela.

E agora eu não consigo parar de olhar, é muita coisa linda em apenas dois olhos. Muita maravilha para apenas um rosto.

Meu Deus! É ela.

Aquela corrente voltou, aquela coisa forte e cheia de energia que me puxa para ela como se fôssemos imãs.

- Katniss ficou muito mal quando você foi, nunca imaginei que ela iria gostar tanto de ter um irmão - Disse Haymith quebrando meu foco nos olhos dela.

Olhei para o chão por um minuto e depois o encarei.

- Também senti falta dela - Disse ainda sem ar. O calor me tirou o ar.

Katniss parou de me olhar e encarou o Haymith. Então eu voltei a olhar, tentando ser discreto. Mas é impossível não olhar ela. Katniss está maravilhosa!! Nunca vi nada tão perfeito quanto ela.

- Ah então você é irmã do Peeta? - Disse Bárbara a Katniss.

- É eu sou - Respondeu forçando simpátia

- Nossa, ele não fala muito de você - Disse Bárbara. Com certeza isso aumentou a mágoa da Katniss, mas ela não demonstrou nada.

- Ele é assim mesmo - Respondeu olhando para o próprio prato vazio.

E o assunto morreu.

Agora eu quero ela, não tinha percebido quanta saudade sentia. Ela aqui na minha frente despertou uma dor de saudade.

Logo um cara apareceu na cozinha, sorridente e de bom humor.

- Nick!? - Cumprimentou Haymith o cara com um aperto de mão.

- Bom dia Haymith - Disse, Haymith lhe ofereceu um lugar do lado da Katniss, ele sorriu e aceitou.

- Bom dia - Disse Katniss

- Bom dia meu amor - Disse e a beijou.

Ele encostou a boca na dela.

Ele a beijou.

Ele beijou ela. 


Notas Finais


Postei!!!
Comentem aí que me ajuda muito!
Estão gostando? Provavelmente não, mas não custa perguntar!
Obrigado por ler!
Beijos!! 💜💗💜


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