História Brown eyes - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Cristiano Ronaldo, James Rodríguez, Karim Benzema
Personagens Cristiano Ronaldo, James Rodríguez, Karim Benzema, Personagens Originais
Tags Cristiano Ronaldo
Exibições 51
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A fanfic está chegando ao fim gente, ela tem no máximo uns 10 capítulos pela frente...
Cadê as minhas leitoras?
Boa leitura!❤

Capítulo 28 - 28º capítulo - Venganza/2


Fanfic / Fanfiction Brown eyes - Capítulo 28 - 28º capítulo - Venganza/2

                Giselle On

Havia muitas pessoas ainda no bar, então eu fingi ser uma pessoa normal e me escondi no banheiro até chegar a hora. Pela minha sorte o banheiro se encontrava vazio, afinal, não tinha muitas mulheres no bar, apenas um bando de psicopatas alcoólatras que gastavam dinheiro apenas para destruir seus figados nojentos. Era engraçado pensar nisso, porque essas pessoas estão pagando para morrer, acho meio irônico.

Aquele banheiro nojento só me dava uma vontade louca de vomitar, seu cheiro, seu estado era horrível! Não é pra tanto ser um banheiro de bar, nada importa, apenas encha seu estomago de bebida, page e vá embora! É pura diversão. Eu tentava não me olhar no espelho, pois eu odiava ver aquilo que tomou meu ser, me tornar uma coisa que nunca me tornaria, mas o que posso fazer quando se deixa a raiva controlar sua mente? Raiva e dor, era o que eu mais sentia e uma sede de vingança fazia eu enlouquecer. 

....

Não sei a quanto tempo estou dentro desse banheiro imundo inalando o mal cheiro dele, seja qual tempo for pra mim parecia anos e eu não aguentava mais ficar la dentro. Me afastei do espelho e virei para uma das cabines do banheiro com as portas quebradas, numa delas avistei um ponte branco parecido com um tubo grande de cola branca. Sou uma pessoa curiosa em certas ocasiões, então cheguei mais perto tampando meu nariz para não aspirar aquele odor de fezes e urina. Quando peguei no pode branco, não pude crer, era soda cáustica. Soltei um riso leve e percebi que eu poderia estar sendo mais psicopata do que já tinha sido.

Com soda cáustica em mãos decidir ver se o bar havia esvaziado, pela minha tristeza havia poucas mas ainda tinha então eu esperei por uns dez minutos até o grupo sair. Eu sai aos poucos tentando tomar cuidado para não ter mais pessoas lá.

Achei estranho ninguém notar o sumiço do dono do bar, acho que já a essa hora ele estaria fechando e indo descansar, coitado, agora descansará pra sempre.

Eu avisto minha vitima e meu sinto meu sangue ferver de raiva que sinto por tudo que esse cara causou... Respiro fundo e tento me aliviar. Ele estava de cabeça baixa, talvez estivesse tão bêbado que acabou dormindo na mesa. Com todo cuidado eu me aproximei, minhas mãos começaram a tremer e eu não podia conter. Quando finalmente consigo chegar o mais perto possível eu pego a garrafa com cerveja que ele estava consumindo, sorte minha, ainda tinha cerveja dentro, então me apressei e fui para o balcão que se encontrava perto da mesa onde ele estava. Coloquei a garrafa em cima do balcão, peguei a soda cáustica e coloquei dentro da cerveja. O liquido começou a espumar, então com cuidado coloquei de volta a mesa. Aproveitei que ele estava desacordado e pego as chaves da caminhonete. Eu olhei para o balcão e depois o estoque de bebida que tinha atrás, meu plano tinha que ser mais cruel. Eu peguei duas garrafas de vodka e fui espalhando pelo chão do bar, cada vez mais ensopado o chão com álcool e mais álcool. Finalmente termino então espero que o show comece.

Eu queria que fosse um momento "incrível" para eu sempre me lembrar do por que eu havia feito aquilo, a Giselle mal estava tomando conta de mim enquanto o observava naquela mesa desacordado, só esperando que acordasse.

Eu sentei-me no balcão, ainda o observando e pensando na dor que ele iria sentir... Espere, é essa eu mesma? Por que sempre me pergunto isso? Essa é eu mesma? Eu sinto que vou enlouquecer com tantas desgraças acontecendo em minha vida. Eu não posso me sentir mau agora, não posso se arrepender do que fiz se não há volta, não há concerto e nem nunca vai ter, e aposto que eles soubessem do seu futuro nunca teriam feito o que fizeram. Pessoas mudam e é bom ter cuidado com elas, porque ninguém nunca sabe o tipo de pessoa que ela se tornou. Vou carregar meu lema sempre comigo. É assim que deve ser.
Eu escuto gemidos vindo dele, estava despertando! Então eu esperei que ele caísse na armadilha.

Bêbado ridículo! Toda vez que olho para ele sinto nojo, muito nojo e minha vontade só aumentava de querer mata-lo. Na minha mente, repetiam-se as palavras "Vamos! Beba! Seu desgraçado!" e se repetiam mais e mais com mais desejo que ele desse um bom gole de cerveja com soda caustica. "Bebe!! Rápido!" várias vezes.
Ele tentava se levantar, porém estava tão bêbado que não podia fica sentado direito, mas não esperava que ele pudesse ter eu em sua visão, meu plano não contava com isso. Não me preocupei muito pois nem manter-se em pé conseguia então ele era a minha isca essa noite.

- Boa noite! - Digo a ele pegando uma garrafa de vodka no estoque de bebida - Como está?

- E-eu sab-ia que vo-cê viria - Diz ele tendo pouca dificuldade pra falar.

- Imaginei que diria isso, pois saiba que eu não iria deixar passar nada de tudo o que você fez. - Dou mais um gole de vodka.

- D-o qu-e eu fi-z? E o que eu fi-z? - Pergunta ele olhando para mim.

- Você está bêbado, não retardado. - Mando a real - Tudo que eu digo, é sobre a sua vida inteira. 

- Vo-cê nã-o tem nada a ver com i-sso - Diz ele

- Pode ser que não, mas quem disse que as pessoas que você fez mal não iria gostar de uma vingança contra você? - Digo.

- Vin-gança? - Ele ri.

- Não sei qual a graça - Digo.

- Oh va-diaa-zinha, see é o que tan-to quer - Ele olha para mim com olhar desafiador - Ent-ão pode vim.

- Ainda bem que disse isso. 

Eu me aproximo dele pego a garrafa enfio pela sua garganta toda a bebida que havia nela. Eu sentia a vibração de seus gritos e estava sentindo prazer com aquilo.  A sua dor era o meu prazer. Seu desespero era a minha satisfação. Duas mentes doentias, uma por prazer e outra por vingança.
Tiro a garrafa de sua boca e o vejo vomitar sangue.

- Desgra-çad-a! Vad-ia! - Ele grita.

Eu vejo os danos que o produto causou, sua boca estava ficando ferida e ele não parava de vomitar.

- Achei que tinha dito para começar. - Digo irônica

- Eu vo-u te m-atar!!! - Grita ele mais alto.

- Humm, eu acho que não - Eu me afasto dele e pego o esqueiro no balcão - Por que você não está aqui pra isso.

Eu ando até a porta dos fundos do bar e lanço o esqueiro em chamas e vejo o chão pegar fogo. Tenho certeza que sair dali vivo ele não irá.

Corri para caminhonete onde estava o Peter e o Cristiano, Peter me olha assustado mas não diz nada. Pego as chaves que roubei dele e dou a partida, saindo o mais rápido dali. Antes de virar a esquina, ouço uma explosão e vejo pelo retrovisor o meu grande trabalho. O bar estava em chamas, totalmente destruído. Eu queria olhar para o Peter, mas aposto que o mesmo tomou um grande susto na hora e agora estaria olhando para mim esperando que eu dissesse algo.

- Tenho impressão de estar olhando para mim - Digo.

- Claro que estou! O que foi isso? Caraca, eu quase tive um infarto. - Ele fala meio desesperado.

- Eu falei que não iria deixar passar. Agora vamos voltar ao chalé e pegar o carro. Quero me ver o mais longe possível desse lugar horrível. - Digo colocando um ponto final na conversa.

Dirigi durante vinte minutos até o chalé, as lembranças veio a tona de tudo o que aconteceu desde o começo. Achei que viria para cá ter férias normais, me divertir com meu namorado, esquecer os problemas pessoais e do trabalho. Era triste pensar que tudo não passou de uma ilusão.

Então era isso, eu estava voltando pra casa com meu namorado e com uma nova pessoa que, agora, faz parte da nossa família. Vai ser tão estranho seguir nosso caminho sem pensar nisso tudo. O que direi para minha família? Amigos? Quais seriam as atitudes tomada por eles? Quais seriam suas reações ao saber o que fiz? Será que entenderiam que tudo isso foi pela minha vida, do Cristiano e o Peter? Ou será que eles não aceitariam e me culpariam por tudo. Eu não sei mais o que pensar, eu nem sei aonde deveria ir primeiro... Talvez um hospital, pois o Ronaldo estava com sua pulsação fraca e o meu medo de perde-lo era maior.

Eu olhei para o Peter que acariciava os cabelos do Cristiano e o fitava com muita tristeza. Tentava ler seu olhar, talvez estivesse pensando na família que perderá pra aquele maldito bêbado.

- Ele ainda está respirando, se quer saber - Diz.

- Eu sei... - Digo olhando para ele pelo retrovisor.

- Temos que levar ele pra um hospital rápido, eu não acho que ele resista por muito tempo - Diz ele preocupado.

- Eu o levarei... - Digo pensativa.

- O que tem? - Pergunta ele.

- Medo - Digo.

- De que? - Pergunta novamente.

- De tudo - Digo suspirando - Da reação da familia, da policia. É muita pressão pra uma pessoa.

- Mas nós que somos as vitimas - Ele diz tentando reconfortar.

- Mas eu cometi os crimes, mesmo que tenham sido pra salvar nossas vidas, isso ainda é ilegal e eu não quero ir presa - Digo quase chorando - Eu enlouqueceria de vez.

- Então o que vai fazer? - Pergunta.

- Eu não sei. - Digo finalizando a conversa.

Creio que voltar para Madrid demoraria, mas não tanto como eu temia. Fazia um tempo já que ficamos fora e eu nem lembro mais quanto tempo levava de lá para casa e nem lembrava de quanto tempo passamos fora. 
Escutamos algo vibrar e vinha de dentro da minha bolsa. Peter pega e me o entrega meu celular.


Notas Finais


Estão gostando? O que esperam para os últimos capítulos? Comentem!❤


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