História Brown eyes - Capítulo 29


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Categorias Cristiano Ronaldo, James Rodríguez, Karim Benzema
Personagens Cristiano Ronaldo, James Rodríguez, Karim Benzema, Personagens Originais
Tags Cristiano Ronaldo
Exibições 62
Palavras 1.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada pelos comentários e favoritos!
Boa leitura!❤

Capítulo 29 - 29 capítulo - De vuelta a Madrid


               Giselle On

Minha mãe estava ligando, então eu me preparei e atendi.

             Ligação On

- Oi mãe. - digo segurando o choro.

- Minha filha, graças a Deus!! Onde vocês estão? Por que não atenderam o celular? - diz ela nervosa.

- Desculpe mãe, nós preferimos não usar os celulares pra aproveitar o máximo nossa viagem. Você entende, né? - Menti para ela.

- Entendo sim... - Ela para um pouco - Mas onde vocês estão?

- Estamos indo para casa. Na verdade, estou levando o Cristiano para o hospital.. - ela não deixa eu terminar de falar e me interrompe.

- O QUÊ? HOSPITAL? O QUE ACONTECEU COM ELE? - Ela quase grita no telefone.

- Calma, mãe. Ele só torceu o pé, eu acho. - Menti mais uma vez.

- Qual hospital vão? Eu vou até vocês. - Ela exige.

- Quando chegarmos eu prometo que ligo e lhe informo. - Eu a tranquilizo.

- Certo. Tenha cuidado minha filha, te amo muito, saiba disso sempre! - Ela diz.

- Também amo muito você, mãe. - Digo segurando o choro e desligo o celular.

             Ligação Off

- Por que não disse a ela? - Peter perguntou.

- Tive medo. - Respondo a ele.

- Ela sabe que não é verdade... - Diz ele.

Eu o olho e fito seus olhos que pareciam me desafiar.

- Como sabe? - Pergunto.

- Minha mãe dizia que toda mãe sabe que algo está errado. Elas sentem isso. - Diz ele agora me fitando.

Eu não digo nada e volto a minha atenção para a estrada que estava muito escura devido falta de pessoas morando na região.

....

Finalmente, estou em Madrid, minha cidade, minha terra, minha casa. É tão bom poder voltar a tudo que você conhece. Já mais aliviada eu corro para o hospital mais próximo de nós, Cristiano lutava pela sua vida e eu tinha que ajuda-lo. Demora mais ou menos 40 minutos até o hospital, então eu corro até os enfermeiros para poder buscar Ronaldo no carro, porque eu não tenho forças, muito menos o Peter. Os enfermeiros correram com a maca e prenderam ele nela e o levaram. Eu fiquei na recepção dando todos os dados do Cris enquanto os médicos o examinavam. Eu sabia que seu estado era grave e eu temia pela sua morte... mas tinha fé que ele sairia dessa bem.

Eu me sentei depois e liguei para a minha mãe revelando o local de onde estávamos, acredito que ela estaria aqui em questão de poucos minutos já que ela estava em Madrid com meu pai...

Dito e feito! Minha mãe chegou cerca de mais ou menos 20 minutos. Ela me olhou da cabeça aos pés e fez o mesmo com o Peter que estava do meu lado, provavelmente notou nossas roupas sujas. Ela me abraçou forte durante segundos e pelo seu abraço percebi que não estava bem, eu acho que ela sabia que nada certo. Minha mãe me solta, então eu abraço o meu pai que estava logo atrás dela nos observando. Senti uma grande vontade de chorar  e contar-lhes tudo ali mesmo, contar o que eu guardei durante esse tempo. Eu estava sofrendo com tudo isso remoendo dentro de mim, eu não me sentia bem e sei que uma hora eu teria que contar pra minha família. Meu pai olha o Peter e o encara.

- Quem é a garoto? - Perguntou ele.

Eu fico sem dar a resposta e depois digo que é um amigo que vi na rua e lhe ofereci carona. Meu pai fez cara de quem não caiu na conversa, mas não exitou em perguntar novamente pois sabia que eu iria lhe contar de novo. Nos sentamos nas poltronas perto da recepção esperando noticias do Cristiano. Finalmente um médico veio até nós, sua expressão me agradava muito.

- Bom, o que tenho a lhes dizer é que ele está bem. - Ele olha para mim sério  - Porém seu estado não é muito bom e sua saúde está muito baixa, seus ferimentos também não ajudam muito. Vamos limpar os ferimentos para não infeccionar. Ele ficará aqui aos cuidados de profissionais até que se recupere. Precisamos que os parentes próximos á ele compareçam ao hospital, certo?

- Certo. Mas doutor, você pode me dizer se ele ficará bem? - Pergunto preocupada.

- Não sei te dizer ainda. Seja lá o que aconteceu com vocês isso o prejudicou muito. Ele está muito magro, parece que não come a dias e muito ferido o que pode causar infecção. Faremos o possível para salva-lo. - Ele diz olhando para mim tentando me confortar.

- Ok. Obrigada mesmo assim. - Digo depois abaixando a cabeça. 

- Você também não parece bem, venha, iremos fazer exames em você, pro seu bem. - Ele pega pelo meu braço delicadamente e depois olha para o Peter. - Ele também.

Peter o olhou assustado, mas depois não exitou e nos acompanhou. 

- Vocês são os pais dela, sim? - Pergunta o médico e meus pais confirmam. - Por favor, preencham o formulário na recepção enquanto eu vou levar eles para fazer o exame.

- Eu ligarei para pais do Cristiano. - Diz minha mãe.

Meus pais foram até a recepção enquanto eu e o Peter entravamos numa das salas do hospital. Aquele cheiro me lembrava a infância quando vinha tomar vacinas, cheiro de remédio e luvas, não sei bem explicar o cheiro que os hospitais possuíam.

- Sentem-se nessas cadeiras, por favor. - Diz ele e logo sentamos. - Só um minuto.

O médico pegava agulhas e uns tubos em que colocavam o sangue para os exames.

- Eu estou realmente preocupado com vocês. - Diz ele colocando as luvas - O que aconteceu com vocês?

Peter não disse nada apenas olhou para mim esperando que eu dissesse algo.

- Fizemos uma viagem que não acabou dando muito certo... - Digo ao médico.

- E o que deu errado? - Pergunta ele.

Eu realmente não queria dizer, tinha medo do que poderia fazer.

- Eu gostaria de não responder isso - Digo tentando parecer desconfortável.

O médico, que aparentava ter uns quarenta e poucos anos, sentou ao meu lado para poder tirar meu sangue depois olhou profundamente nos meus olhos como que quisesse ler eles.

- Eu sei que seja lá o que tenha sido foi muito grave para não querer dizer. Vendo também o seu estado. Olhe seus braços, estão marcados. - Diz ele ainda olhando para mim - Mas eu gostaria muito de ajudar e isso seria bom se me dissesse e o hospital meio que exige isso. Mas se não quiser dizer, eu vou entender.

Eu fico sem palavras com tudo o que ele acabou de dizer. Senti uma enorme vontade de contar, mas eu me contentei em não deixar nada escapar.

- Certo. Vocês ficaram tomando soro até os resultados saírem. Venham. - Diz ele abrindo a porta.

O doutor nos leva para outra sala onde eu e Peter pudemos tomar banho e nos vestirmos com aquelas roupas de hospital. Eu achava muito ridículo aquelas roupas, mas o doutor insistiu para a gente ficar de repouso. A cama do Peter ficava de frente a minha, então eu poderia ter a sua companhia até lá. O doutor nos inseriu a agulha para o soro e nos deixou a sós na sala em seguida.

...

Depois de dias nesse hospital tentando me recuperar e ainda tentando fugir do assunto com aquele doutor que eu sempre esquecia seu nome. Todas as manhãs eu perguntava pelo Cristiano e eles sempre me diziam "Ele vai ficar bem" Não sei bem se acredito neles porque só eu sei o que aconteceu, mas sei que ele é forte e rezo todas as noites para que ele lute por sua vida. Eu ainda preciso dele, como ele precisa de mim.

Meus pais vinham me visitar todos os dias e até dormiam aqui para não me deixar só. Eu sempre apreciei todo esses cuidados que meus pais tiveram comigo, tenho certeza que se um dia eu resolver ter filhos com o Cristiano eu seria a cópia dos meus pais pois eles sempre foram minha inspiração em tudo. 

Já nem sei quantos dias estou aqui e a falta que o sentia do Ronaldo só aumentava e me fazia se sentir mal. Tive a brilhante ideia de ir até seu quarto, eu sabia qual era pois a enfermeira deixou escapar ao falar com meu médico... Tiro a agulha do meu braço e me levanto devagar para não acordar o Peter. Esses dias todos ele não parecia estar diferente, ao menos na noite que ele sempre ficava calado e olhava pela janela e às vezes eu o ouvia chorar e eu ia até sua cama para confortar, ele acabava adormecendo. Finalmente estou fora do meu quarto e torcendo para que nenhum médico me visse nos corredores, sempre que ouvia passos dava um jeito de me esconder, sendo atrás de plantas ou entrando em salas até chegar em seu quarto.

Fecho a porta lentamente e me aproximo dele, não seguro minhas emoções e choro ao ver seu rosto pálido com cortes que ainda estavam cicatrizando, eu toco em sua mão e ela estava gelada, seus batimentos pareciam fracos, acho que ele está melhor comparado a antes, parecia está se recuperando. Pego uma cadeira e sento do lado de sua cama e pego em sua mão gelada novamente. Eu o olho durante minutos e de repente vem toda as lembranças do nosso passado, de tudo que fizemos, novamente. Oh, Cristiano... Como eu queria te ter agora. Eu fico boa parte do tempo segurando sua mão e o olhando, quando resolvo sair.

- Seja forte, por favor! Eu estou aqui por você e irei lutar por você. Pra sempre, certo? - Digo antes de soltar sua mão.

Eu levanto e beijo seus lábios delicadamente.

- Eu amo você! - Digo.

A sala fica mais fria em questão de segundos e eu sinto como se alguém estivesse comigo, uma presença e era boa! Acho que fiquei um minuto ali parada apreciando o momento, então resolvo sair, novamente, fecho a porta lentamente e caminho pelo o corredor me escondendo dos médicos até meu quarto.


Notas Finais


A fanfic está meio tediosa, mas o Cristiano está melhorando lentamente... Comentem!💖


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