História Bruises of Love - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~belloluiza

Postado
Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner, Kylie Jenner, Ryan Butler
Personagens Justin Bieber, Kylie Jenner
Visualizações 141
Palavras 4.908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AHHHH MEUS ANJOS, tia Glau tá aqui nos quarenta e cinco do segundo tempo pra postar esse cap pra vocês!!!
Fotinha de capa do Christian Gostoso Beadles só pq ele é bemmm especial nesse cap hahaha!
Boa Leituras bebês <3

Capítulo 13 - Walls Could Talk


Fanfic / Fanfiction Bruises of Love - Capítulo 13 - Walls Could Talk

Justin Point Of View

Já estávamos na avenida principal, só esperando Brooke, que como sempre, havia se atrasado. Eu estava impaciente dentro daquele carro, os meninos estavam estacionados no meio fio, atrás de mim. A rua se encontrava totalmente deserta, o único som que escutava era de meus dedos batucando o volante impacientemente. Logo escutei um barulho de motor se aproximando, e vi uma SUV preta, atrás vinha uma Ferrari branca. Finalmente a donzela chegou. Ela parou ao meu lado e as SUV's que acompanhavam ela seguiu em frente, logo perdemos de vista. Abaixei o vidro, Brooke fez o mesmo.

— Se demorasse mais um minuto íamos sem você. - falei a fazendo me encarar.

— Você não é nem maluco.

— Sabe que eu sou. - indaguei ligando o carro e sai cantando pneu, enquanto ela e os meninos me seguiam.

Corríamos feito loucos pela estrada completamente fazia, tínhamos quatro carros com meus seguranças fazendo nossa escolta. O túnel abandonado fica na área sul, que é mais ou menos uma hora daqui. Seria fácil enganar os entregadores, o nosso único problema seria se Mikael quisesse dar o ar da sua graça antes da hora, porém isso não iria acontecer. Pelo menos espero.

Depois de um longo tempo correndo, chegamos ao túnel. Diminuímos a velocidade e adentramos, ao longe podíamos ver três caminhões enormes parados, e três caras barbudos fumando do lado de fora. Paramos o carro próximo deles, que nos olharam com uma expressão confusa. Esperei o resto do pessoal sair do carro e chegar ao meu lado para irmos de encontro com os velhos.

— Quem são vocês? - O mais barrigudo pergunta. Podia perceber de longe o medo em sua voz.

— Relaxa, viemos em nome de Mikael. Houve um imprevisto e eles nos mandou, agora nos mostre o que tem ai e vamos acabar logo com essa porra. - falei rude e eles me encararam desconfiados, mas em nenhum momento tentaram algo, até porque, perderiam.

Eles não perderam tempo, e abriram as caçambas dos caminhões, estavam lotadas de drogas, drogas das boas, com certeza nos renderia muita grana. Conferi tudo e fechei com eles, três dos meus homens pegaram o caminhão e já estavam indo em direção ao meu galpão. Os barbudos logo sumiram de nossas vistas, ficando apenas eu, os meninos e Brooke no túnel. Essa foi moleza.

— Nossa, pensei que seria mais difícil. - Brooke confessa.

— Até eu pensei que seria mais difícil, mas pelo visto, Mikael escolheu os entregadores mais cagões do mundo. - Chris fala divertido, fazendo todos rirem.

— Beleza, agora vamos antes do Grimes chegar. - foi só eu terminar essa frase que escutamos barulhos de carros, cada vez mais próximos.

— Anda, vamos sair daqui. - gritei pra eles que correram em direção aos seus carros, enquanto fazia o mesmo.

Eram cinco carros, e acho que quando perceberam que os caminhões já não estavam mais ali, e tinham carros diferentes, começaram a atirar. Os seguranças de Mikael atiravam em nossa direção, mas não acertou nenhum de nós, pois já estávamos dentro de nossos carros. Alguns tiros acertaram o meu, mas não fez efeito nenhum já que era blindado, arranquei o carro e olhei pelo retrovisor, todos vinham logo atrás de mim, Brooke estava por último, e todos os capangas de Mikael atrás dela, o que quer dizer que ela virou o alvo deles. Puta que pariu. Já estávamos chegando no final do túnel, e quando olhei novamente para o retrovisor, os capangas em um ato rápido cercaram a Brooke.

— Caralho, eles cercaram a Brooke. E agora? - Ryan falava ofegante pela escuta que tínhamos no carro. Todos os nós tínhamos, em todos os carros.

— Porra, eu não sei. Cadê os nossos seguranças? - perguntei nervoso.

— Acionei eles, eles entraram agora no túnel. - Christian responde. Nossos seguranças não entraram com a gente, para não ficar muito na cara dos entregadores, então ordenamos para que ficassem na entrada, esperando nossas ordens.

Já chegamos no final do túnel, estávamos do lado de fora. Eu estava ofegante por conta da adrenalina. Parei o carro assim como os outros, mas ninguém saiu. Temos que esperar.

— Vamos ficar aqui esperando? - escuto de novo a voz de Ryan. Mas dessa vez ele estava com raiva.

— Porra, o que você quer que a gente faça? Já acionamos os nossos seguranças, agora temos que esperar. - Agora quem estava puto era eu. Não tinha como fazermos muita coisa, se fossemos contra eles seríamos mortos, eles vieram em muito mais quantidade do que nós.
Ryan não respondeu nada, apenas escutei seu suspiro pesado, ele ainda estava com raiva mas não disse nada, talvez por eu ser o chefe e ele não querer me enfrentar, sabe que as coisas não acabariam bem pra ele se fizesse isso.

Depois de uns quinze minutos os barulhos de tiros cessaram, encarei os meninos, que estavam ao meu lado, através do vidro do carro. Logo escutamos um barulho de motor se aproximando, peguei minha arma e posicionei, não sabia quem iria sair dali, os meninos fizeram o mesmo que eu. E quando vi a Ferrari branca sair com tudo do túnel dei um suspiro, talvez de surpresa ou, alívio. Brooke parou o carro ao meu lado, abaixou o vidro e deu um sorriso como se nada tivesse acontecido.

— Estão esperando o que? Vamos embora dessa porra. - Diz autoritária e acelera o carro. A filha da puta ainda queria apostar uma corrida.

Escutei a risada dos meninos pela escuta e me permiti rir também. Ela era louca.

[...] 

Estocava dentro da puta que encontrei na boate, ela gemia tanto que estava me irritando, tampei a boca dela e continuei metendo. Depois de algumas estocadas gozei, a empurrei de cima de mim e ela ficou olhando. Tirei a camisinha e joguei no lixo ao lado da cama de um dos quartos da boate, e ela continuou olhando pra minha cara.

— Gostou Bieber? - Ela diz sexy, enquanto passa seus pés na minha perna.

— Até que foi gostoso. - Disse vestindo minhas roupas.

— Sabe....- Ela subiu as mãos para minha barriga. - Podemos fazer quando quiser.

— Eu sei!

Ela pegou um papel que tinha na cômoda e escreveu alguma coisa com seu batom, me entregou o papel sem falar nada, era seu número de celular, vestiu suas roupas e saiu do quarto, fiz o mesmo segundos depois e voltei para parte VIP da minha boate. Já tinham se passado cinco dias desde o roubo da carga de Mikael, ele ficou muito puto, tentou atirar em mim, por isso a segurança aumentou ainda mais.

— Coe, como foi cara? - Ryan falou comigo.

— Ué, normal.

— Transa tanto que já é normal né? - Rimos.

— Pois é irmão, os bons tempos estão de volta!

Fui para parte que o DJ estava tocando, peguei o microfone e comecei a cantar um rap junto com o que o DJ tocava, as gatas se jogavam pra mim, todo mundo gritava, tava muito louco.

— À todos os corpos morenos e as garotas más, se vocês estão na minha área é pra se divertir! - Gritaram ainda mais - VIP, vocês sabem, as mais gatas estarão lá!

Sai dali e fui andar pela pista, muitas garotas me puxavam, nessa brincadeira dei uns 3 beijos, até que uma loira me parou e chamou minha atenção.

— Por que dois rollex, Bieber?- Ela pergunta no meu ouvido.

— Tenho tempo, tenho dinheiro e tenho garotas, como se isso não fosse divertido.

— Quer diversão? - Mordi os lábios.

— O que você quer de mim? - Me faço de desentedido.

— Quero ser sua melhor foda hoje.

— Tentando o Bieber?

Garanti a boa de hoje, ia pra um motel, mandei uma mensagem pros caras e sai da boate. Iria tirar tudo dela.

Brooke Point of view

Passei a sexta inteira no sol, que era raro em Vancouver então tive que aproveitar, agora já estava de madrugada, estava em uma festinha organizada pela Carter, fiquei com um moreno grudento a noite toda. Dave era tão grudento que não deu nem pra transar, ele iria se apaixonar com certeza e não ia mais me largar, assim como Aiden.

— Vou ali falar com as meninas. - Falo rápido.

Sai antes dele dizer alguma coisa, de tudo que eu não suporto, o pior é homem grudento. Fui até as meninas que se pegavam loucamente, ri da cena, elas pararam quando me viram.

— Olha se não é a mais gata do local. - Elas falaram juntas, me fazendo rir de novo.

— Oi gente. - Digo sem ânimo.

— Ei branquinha, se anima aí. - Carter jogou um saquinho com uma substância branca dentro, cocaína.

— Não, valeu. Tô sem clima, muitos problemas pra resolver.

— Você tem muitos problemas pra uma garota de 19 anos. - Carter me olhou desconfiada, não era burra, ela sabia que eu não tinha dito a versão completa da minha história.

— Pois é...- Deixei no ar - Acho que já vou indo.

— Ah amiga, não vai embora. - Amie disse manhosa.

— É Boo, a festa tá ruim? - Carter pergunta.

— Não! A festa tá muito foda, sou eu que não tô no clima mesmo. - Ri nasalado - Vou embora, antes que eu estrague a festa de vocês.

— Por você a gente manda esse povo embora. - Amie diz e Carter assentiu, concordando com sua ficante.

— Não gente, é sério, não precisa. Amanhã a gente se fala, pode ser? - Elas assentiram, me abraçaram e eu sai.

A casa de Carter era meio longe da minha, o que me levava a dirigir por 45 minutos, logo que entrei na Ranger liguei o rádio e tirei a arma de dentro do porta luva, deixando-a em cima do banco, qualquer coisa, já estou garantindo o meu, liguei o carro e sai, indo pra casa.

Estava com uma dor de cabeça terrível, mas cantarolava a música. Voava pelas ruas desertas as 03:46 da manhã, não podia dar mole. Depois de uns vinte minutos dirigindo, cheguei a avenida principal de Vancouver onde ficavam a maioria das boates. A de Bieber ficava bem próxima de uma das minhas, por isso vi Ryan, Chris e Chaz saindo de dentro da mesma deles acompanhados por várias garotas, ri da cena, abaixei o vidro e buzinei, fazendo com que as pessoas que estavam ali me olhassem.

— Gostosa! - Ryan gritou, me fazendo parar o carro e rir, eles deixaram as garotas e atravessaram a rua, vindo até meu carro.

— Ué, veio pra ficar na nossa boate? - Chaz perguntou, senti um cheiro de álcool assim que eles chegaram perto do meu carro.

— Não! Vou pra casa, estava em um outro rolê. - Disse, dando de ombros.

— Hm! Cheia dos rolês. - Chaz diz.

— Sou muito ocupada. - Rimos juntos. - Se me dão licença, preciso ir pra casa.

— Cedo desse jeito?- Chris falou.

— Sim, vão pegar as gatas de vocês que estão sedentas. - Ri olhando para trás deles, onde elas seguiam nos encarando curiosas.

Eles saíram e foram atrás das meninas que estavam o esperando, que eu acho até que eles já tinham esquecido. Segui pra casa e logo entrei pelos portões, deixei o carro já estacionado na garagem e entrei pela porta da cozinha, que era em cima da garagem. Subi pro meu quarto, tomei um banho rápido e bem quente, mesmo estando no verão, fazia um friozinho a noite. Depois do banho vesti meu conjunto de moletom e fui pra cama, até pegar no sono.

Acordei às 11:30 da manhã e já fui logo comer, estava faminta, cheguei na cozinha e era a única vez que eu não tinha visto a Beth lá, o que era épico. Me avisaram que ela foi fazer as compras do mês. Comi um queijo quente que tinha ali, acho que era pra mim e bebi coca, se Beth me visse fazendo isso me mataria com certeza, me trata como uma criança, parece uma avó. Ri daquele pensamento e levei um susto quando alguém passou do meu lado, já que eu estava sozinha.

—Senhorita Brooke? - Phellipe era a tal pessoa.

— Sim?!

— Desculpe chegar assim. - Assenti - Mas, a senhorita tinha me pedido pra ficar de olho em Daniel.

— Hum, o que que tem? - Fiquei curiosa.

— Bom, não sei se é de seu interesse...

— Continua! - Ordenei.

— É que desde que foi fazer sua viagem que ele está fora do país. - Arqueei as sobrancelhas - Ninguém tem notícias do paradeiro.

— Nem Aiden?

— Aiden também sumiu, pesquisamos sobre ele também é a última vez encontrado foi em Los Angeles.

— Muito estranho, mas deixa que eu resolvo isso. — Falo pensativa. Na verdade Aiden era o menor dos meus problemas, eu estava surpresa mesmo com seu pai, Daniel. É muito suspeito ele sumir assim do nada depois que meu pai morre, antes ele praticamente morava aqui, agora de uma hora pra outra, some.

— Tudo bem, se precisar de algum serviço meu, estarei na área de seguranças.

— Ok.

Encerrei o assunto e ele saiu. Fiquei pensando mais, até que o sumiço de Daniel não era tão suspeito assim, quer dizer, ele ganhou 5% de todo dinheiro do meu pai, deve estar curtindo. Mas logo que eu viajo ele some? Tem algo aí e eu vou descobrir. Já sei até quem vai me ajudar.

Christian B. Point Of View

Acordei com o toque do meu celular, abri e fechei os olhos tentando acostumar com a claridade. Bebi muito ontem. O celular não parava de tocar, quem é a porra de pessoa que liga pra outra que encheu a cara ontem? Peguei o celular e vi que eram 11:56, e quem me enchia o saco era a Brooke, o que ela deve estar querendo?

Oi? - Atendi.

Aleluia. - Ela disse estressada, o que resultou na minha risada - Sabe a parte boa da ligação?

Não, qual é?

Quando as pessoas atendem. - Gargalhei.

Mas o que você quer, baixinha?

Chris, lembra da nossa primeira reunião?

Sim, que que tem?

Daniel sumiu na noite em que viajamos.

Que? Como assim sumiu?

Sim! Sumiu... E como você é quem sabe de tudo, queria sua ajuda para rastreá-lo.

Tá, eu vou te ajudar.

Vem aqui pra casa, tem algumas informações dele aqui.

Em uma hora estou aí.

Obrigada. - Encerrou a ligação.

Eu nunca tinha ouvido essa garota agradecer a ninguém, ela deve estar preocupada com tudo isso. E Justin com esse plano de ficar por cima. Eu não posso participar dessa merda.

Tomei um banho rápido, vesti uma blusa de manga comprida e uma calça jeans, pus um tênis, cordões de ouro e meu relógio. Desci as escadas da mansão e não tinha ninguém na cozinha e nem na sala. Fui até o escritório e Justin estava lá, com Ryan.

— Justin, vai ter algo pra fazer hoje? - Pergunto me sentando na cadeira.

— Cara, eu acho que não. Por que?

— Então, a Brooke pediu ajuda em uma coisa, vou pra casa dela daqui a pouco e não sei se vai demorar.

— Em que?

— Ainda não sei. - Menti.

— Como não sabe e vai?

— Ela pediu pra eu ir, lá iria me falar.

— Ah, entendi. - Respondeu desconfiado.

— Cara, desiste desse plano, a mina é maneira.

— Sabe que não vou.

— Faz o que quiser. Tô indo. - Nem sei o porquê ter tocado nesse assunto, sei bem que quando Drew coloca algo em mente, dificilmente recua. É claro que nesse caso não seria diferente.

Me levantei da cadeira e dei as costas, sai pela porta e fui pra garagem, entrei na Ranger e fui em direção à casa da Brooke.

Brooke Point of View

Troquei de roupa ficando de short e blusa, só ia ficar em casa mesmo. Beth chegou e ficamos conversando sobre várias coisas na cozinha, passando o tempo até Christian chegar, o que não demorou muito.

— Senhorita Brooke, um rapaz chamado Christian Beadles está querendo entrar, devo autorizar? - Disse um dos porteiros pelo interfone.

— Sim, deixe-o entrar. - Desliguei e fiquei na sala, esperando Chris, vi Beth abrindo a porta da sala e ele entrar, olhando ao redor.

— Wright. - Ele disse quando bateu os olhos em mim.

— Beadles.

— Vamos? - Ele disse quando chegou próximo de mim.

— Sim, mas não está com fome?

— Tô, mas se quisermos rastrear uma pessoa demora um pouco.

— Beth! - Chamei por ela, que logo estava na sala.

— Pode fazer alguma coisa pro Chris comer e levar lá no escritório?

— Claro, boo.

— Valeu. - A mulher foi pra cozinha e nós seguimos para o escritório.

— Então, esta desconfiando dele?

— Ainda não sei dizer ao certo, é só estranho o fato de que ele vivia aqui e não soube nem que eu tinha me mudado.

— Mas ele vivia na sua casa, pelo seu pai. - Ele disse sugestivo.

— É, pode ser, mas queria saber onde ele está.

Um silêncio perturbador pairou no escritório quando Chris abriu seu Mac, deixei ele sentado em minha cadeira e me deitei no sofá jogando um joguinho no celular. Ouvi batidas na porta e fui atender, era Beth com um lanche pra Chris, agradeci e levei até ele.

— Valeu. - Ele diz deixando seu macbook de lado e devorando o sanduíche.

— Devagar.- Eu digo, rindo.

— Tô com muita fome. - Responde de boca cheia e me faz rir ainda mais.- Ela cozinha muito bem. - Assenti.

— Sim, desde que me entendo por gente ela cozinha pra mim.

— Queria. - Disse rindo.

— Ah, quase esqueci, as informações que eu tenho dele estão aqui. - Peguei os papéis e entreguei a ele.

— Beleza. Vou tentar resolver isso pra você.

— Valeu mesmo por isso. - Me joguei no sofá.

[...]

Já se passavam de nove da noite e ainda estávamos no escritório, Chris levou um grande período de tempo até achar Daniel, ele estava nas Bahamas e não estava usando seu nome verdadeiro, por isso dificultou o trabalho de Christian. 
Ele não se satisfez assim como eu, de que Daniel estava só curtindo o dinheiro que ganhou, ele não iria sumir desse jeito, já que considerava meu pai, seu irmão.

— Isso é muito chato. - Falo sentada no braço da cadeira que Chris estava sentado.

— Sim, porém necessário. - Dá de ombros, como se já fosse acostumado, e era.

— Como consegue?

— Isso?- Ele apontou para o mac e eu assenti. - Ah, anos de prática.

— Quantos anos tem? - Fiquei curiosa.

—21. - Ele respondeu simples e se calou.

Me encostei mais na cadeira, fazendo com que meu quadril batesse em seu braço, mas ele não se importou. Fiquei olhando suas feições, ele era um gatinho, abri minha boca pra perguntar mais coisas sobre ele, só que o mesmo me interrompeu.

— Achei alguma coisa. - Fala olhando fixamente o mac.

— O quê?- Fiquei ereta na cadeira, olhando na mesma direção.

— Ele está em missão.

— Missão? - Arqueei as sobrancelhas. - Como assim missão? Ele não está mais trabalhando para ninguém.

— Acho que você está por fora.

— Ele tá trabalhando pra alguém?

— Sim, a um mês e meio, para uma máfia norte-americana.

— Que? Um mês e meio? - Achei mais estranho ainda, não tinha esse tempo que meu pai tinha morrido.

— É, muito estranho mesmo.

— Obrigado Chris, acho que você já trabalhou o suficiente, deve estar exausto. - Digo, abrindo a gaveta e pegando um saco com maconha.

— Ué? Você fuma? - Ele perguntou com as sobrancelhas arqueadas.

— Teu amigo que me ensinou. - Falo e ele me encara pensativo, como se não soubesse quem. — Bieber.

— Claro que sim. - ri.

Ele pegou da minha mão e pegou o dichavador, jogando toda a erva ali dentro. Depois ele bolou um baseado, me entregando. Sorri como agradecimento e acendi, sugando a erva pra dentro dos meus pulmões, depois o entregando, que fez o mesmo.

— Sei um lugar melhor que o escritório para fumarmos.

— Onde?

— Apaga aí e vem comigo.

Levantei da cadeira e fui seguida por Christian, saímos do escritório e fomos até o andar de cima, entramos no meu quarto, então Beadles me parou.

— O que que a gente tá fazendo no seu quarto?

— O lugar pra onde eu vou te levar só da pra ir por aqui.

— Vê lá em Wright.- Ri de sua preocupação.

Saímos na varanda e avistei a escada de ferro que tinha ali, escalei e vi que Chris ainda estava me seguindo. Continue subindo, até chegar na ponta da escada dei um impulso e subi no primeiro telhado de casa, me sentei no topo dele, Chris sentou ao meu lado.

— Que puta vista!

— Eu disse.

— Fica aqui sempre?

— Sempre que quero pensar.

— Seria meu lugar favorito de casa.

— É o meu lugar favorito. - Ele reacendeu o baseado, voltando a fumar.

— Mas, me conta mais sobre o seu pai?- Passou o baseado pra mim.

— Eu não sei o que falar, tem tanta coisa.- Traguei - O que quer saber?- Disse soltando a fumaça.

— Sei lá, conta o relacionamento de vocês.

— Nós tínhamos uma conexão especial, sério. Todos que nos conheciam falavam isso, éramos nós três sempre, sabe? - Ele assentiu, tragando. - Eu me sentia... Eu, quando estava do lado dos dois e quando aconteceu a primeira perda, eu fiquei sem chão, já que era muito "criança" ainda.

— Eu sei como é isso, a família dos meninos é a minha família, como só tenho minha mãe e irmã, quando meu pai morreu, juntamos nossas famílias, era legal as festas que fazíamos.

— Eu imagino. Aqui não era muita gente, mais os amigos do meus pais. Quando ela morreu, por incrível que pareça eu e meu pai conseguimos nos aproximar ainda mais.

— Quando o meu morreu, eu nem tava lá. Só fui no enterro.

— Caramba, sinto muito.

— Não precisa. - Sorrimos um pro outro.

— Mas voltando, éramos como uma força da natureza, nós dois juntos podíamos fazer qualquer coisa. Porra, eu sinto falta disso.

— Fala sobre um desafio, dificuldade ou um infortúnio que você tenha enfrentado na vida.

— Acho que a morte dos meus pais e a minha entrada nessa vida, foi um desafio, mas não uma dificuldade, sempre achei que poderia fazer qualquer coisa. - Uma ventania começou.

— Quer descer?

— Não. - Ele abraçou meu corpo de lado.

— Mas, o que você aprendeu com isso? Como que isso te preparou pro futuro?

— Acho que crescer. Crescer do dia pra noite me fez enxergar que eu não tava sozinha, eu nunca fui de amizade sabe? - Ele assentiu - Mas depois que eles morreram, eu fiz amizade com tanta gente. Quer dizer, comparando ao que eu tinha antes, é muita gente.

— Por que você faz isso?

— Isso o que?

— Permanecer nessa vida. A vida que levou seus pais.

— Ah Chris, é a minha vida. Não sei fazer outra coisa sem ser isso.

— Pode soar um pouco machista, mas não acha que é muito perigoso você viver nisso?

— Não, a cada missão me sinto mais preparada. E, eu estou no controle. Nada de ruim vai acontecer. - Disse mais pra mim do que pra ele.

— Quantas pessoas você acha que tem lá embaixo? - Ele disse apontando para o centro.

— Sei lá...

— Aposto que muitas que estão para morrer disseram a mesma coisa. - Ele riu nasalado.

— Tá preocupadinho comigo, Beadles?

— Sim. Você é uma menina bem legal pra morrer. - Ri e o encarei, me aproximando.

— Tá muito frio, vamos descer? - Ele se afasta, estranho.

— Vamos ué.

Me virei, voltando para as escadas e desci, até chegar na ponta e pulei para minha varanda. Chris desceu em seguida. Entrei no quarto e liguei o rádio, Chris estava afastado, achei ainda mais estranho. Pus 'Fresh Air' do Future.

"See you touch your toes while you cookin' breakfast....

Pacific Ocean out the backyard lookin' sexy....

Straight shot, codeine, no chase

Don't let y'all cheese go to waste"

Rebolava devagar ao som da música, Chris bebia whisky enquanto me olhava.

— I'ma need fresh air. - Chris seguiu a canção.

— Precisa de ar fresco branquinho? - Ri, me aproximando.

— Que que você tá fazendo, Brooke?

— Por que tá se afastando? - Pergunto estranhando, porque caso ele não seja gay, não tem nenhuma outra desculpa.

— Você tá ficando com o Bieber, não posso fazer isso. - Gargalhei. Então esse era o motivo?

— Quem te disse isso? Tá maluco?

— Eu vi.

— Você tá é muito louco, foi só um beijo. - Falo indiferente.

— Não tá mesmo?

— Claro que não.

Essa foi minha deixa. Ele se aproximou de mim, colou nossos corpos e dançávamos no ritmo da música. Estou a cerca de quatro minutos de um ataque cardíaco. Um calor tomou conta do meu corpo, Chris passou seus braços pela minha cintura colando nossos corpos, eu olhei em seus olhos, suas pupilas estavam dilatadas, mostrando o desejo em seu olhar, colei nossos lábios com luxuria, abri minha boca e instantaneamente Beadles abriu a dele, minha língua e a sua se enroscavam. Ele enfiou suas mãos no meu cabelo enroscando-as, puxando devagar. Chris puxou meu corpo até a cama, me jogando lá, eu mordi seus lábios como resposta, puxando e sugando-os, o que fez Chris arfar de desejo.

Ele era um doce veneno. Passava as mãos por todo meu corpo, apertando a parte interna das minhas coxas, passando as mãos perto da minha virilha, me fazendo arrepiar. O ar me faltava e em pouco tempo já não estaria mais lá, Chris parou de beijar meus lábios e começou a beijar meu pescoço, mordiscando e sugando. Minha mente tentava avisar, mas a minha carne é um demônio, me levava a fazer essas coisas. Sua boca era um tabu. E porra, eu estou aqui pensando, ah se essas paredes pudessem falar.

Chris tirou minha blusa, voltando sua atenção aos meus seios, fiz o mesmo com ele. O estado em que me encontrei no momento seguinte pode ser caracterizado como uma agitação implacável. Se movendo de repente, ele me agarra pelas pernas, senta-se na cama e me puxa pra cima dele, consigo sentir sua ereção em minha barriga, Chris é ágil e bem safado, ele tira meu short e dá um tapa em minha bunda, eu gemo.

— Vou te foder até você gritar. - Ele diz no meu ouvido, fazendo com que meu corpo entre em combustão.

Sinto Chris me empurrar ficando por cima de mim, descendo suas mãos pelas minhas costas, procurando o fecho do meu sutiã, levanto às costas e ele retira-o. E então começa minha tortura, ele mordisca, chupa meus mamilos, fazendo com que eu gema intensamente e minha calcinha fique já úmida. Sinto Christian empurrando sua ereção contra minha intimidade, o contato me faz gemer ainda mais, abaixo sua calça junto com sua cueca, ele termina de tirar e fica olhando pra mim.

— Você é muito gostosa. - Sorrio maliciosamente.

Chris se dirigi para meu ventre e beija o local, me contorço em suas mãos, ele segura firme em meu quadril para não mexer. Põem suas mãos por dentro da minha calcinha e massageia meu clitóris, gemo baixinho, Chris retira minha calcinha e abocanha minha intimidade, seguro firme nos lençóis, ele segura meus quadris para não me contorcer e continua fazendo o trabalho excepcional com sua língua.

— Você gosta desse jeito não gosta? - Enfia um dedo em mim.

— Sim! - Choramingo querendo mais - Mais rápido. - Praticamente imploro e ele parece gostar disso.

Logo movimenta seu dedo rapidamente, enquanto chupa meu clitóris, eu estava quase. Meu corpo estava em chamas, minha carne inchando e pedindo por mais. Gemia muito, até que Christian parou, olhei de carranca pra ele, que pegava uma camisinha dentro de sua carteira, depois a colocou, voltando até mim. Começa a pincelar seu membro duro em meu clitóris até minha entrada, fazendo isso diversas vezes, só consegui gemer como resposta, arqueei meu quadril e ele me penetrou, fazendo com que meu corpo desse um solavanco pra cima, ele movimentava seu quadril bem devagar.

Nesse momento eu realmente não tinha noção de nada, só queria que ele me fodesse desse jeito. Forcei meu quadril contra o dele, fazendo com que ambos gemessem com o contato, Chris socava duro, num vai e vem intenso, eu estava em êxtase, ele se deitou procurando meus lábios, nos beijávamos com muita luxúria, ele era incrível. Passei as unhas em suas costas e ele penetrou forte como resposta, as paredes de minha carne mastigava o pau de Chris, suas veias engrossaram e ele começou a ir muito mais rápido, me fazendo arranhar suas costas. Chris gozou urrando, e deu mais algumas penetradas me fazendo gozar em seguida.

Meu peito subia e descia assim como o dele, nossas respirações estavam ofegantes e nos olhávamos. Ele estava suado e vermelho e pelo que pude notar em sua Íris, eu também estava, Chris continuava me encarando, logo sai de dentro de mim e se levanta, vai até o banheiro, me deito e fico encarando o teto, negando com a cabeça e rindo baixo. Beadles voltou e se sentou na cama, me sentei e fiquei o encarando, ele tentava segurar a risada, não aguentei e acabei gargalhando, levando ele junto comigo.

— Até que você é boa nisso. - Ele ria, se levantou e começou a se vestir.

— É, você não foi um dos piores. - Observava ele se vestindo, ambos rindo.

— Tenho que ir, gata. - Assenti, enquanto ele se aproximava de mim, tomou meus lábios com o seu, enroscando sua língua na minha, sugou meus lábios e terminou o beijo com selinhos.

Me deitei novamente, observando ele se ajeitar no espelho e se despedir de novo, depois saindo pela porta. Eu continuava rindo, a carne realmente é um demônio.


Notas Finais


AHHHHHHHHHHHHHHHHH, o que acharam desse cap????? Esperavam por essa transa????? Nossa brooke só surpreende a gente a cada dia mais, essa menina ta que ta!!!!
Contem o que acharam nos comentários, não esqueçam do quão importante é pra nós, então por hoje, é só isso mesmo!!!

Beijo meus amores, as titias amam vocês <3


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