História Brutal Love - Capítulo 70


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Tags Amber Heard, Dean Winchester, Sam Winchester, Sequestro
Exibições 413
Palavras 1.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Que saudades de vocês!! Meus amores, mil desculpas pela demora absurda, o IF está me consumindo até o último fio de cabelo. Mas, como prometi, jamais irei abandonar vocês!! Obrigada por não me abandonarem!! Um bilhão de desculpas, eu amo muito vocês!! Desculpem os erros, não revisei para postar logo. Boa leitura!!

Capítulo 70 - 02x26 - Sin City


Fanfic / Fanfiction Brutal Love - Capítulo 70 - 02x26 - Sin City

POV Elisa Heard

 

 

- Não acredito que estou sendo sequestrada mais uma vez por Dean Winchester. – Dramatizei.

- Eu sei que você gosta. – Falou, pondo a mão na minha coxa e a apertou.

- Eu detesto. – Gemi, quando sua mão invadiu minha saia e afastou minha calcinha. – Retiro o que disse. – Falei, ao senti-lo me penetrar com o dedo.

- Gosta disso? – Indagou, me provocando, fazendo movimentos circulares em meu clitóris.

- Hmm... sim. – Gemi, apertando o estofado de couro.

- Me diga... o que você quer, Elisa? – Indagou, rouco, me penetrando com dois dedos.

- Você...

- Boa garota. – Respondeu, tirando seus dedos de dentro de mim e eu gemi, frustrada. – Estamos quase chegando.

Após alguns minutos, Dean estacionou em frente a um aeroporto. Um dos seus seguranças, Carl, se aproximou.

- Senhor Winchester, seu jatinho está pronto.

- Ótimo. – O loiro respondeu, descendo do carro e abriu a porta para que eu fizesse o mesmo.

- Dean, aonde vamos? – Indaguei, enquanto ele envolvia minha cintura e me conduzia ao interior do aeroporto.

- É surpresa. – Respondeu.

- E o John? – Não se preocupe, a vovó vai cuidar bem dele enquanto estivermos fora.

- A Amelia está aqui? – Questionei, surpresa.

- Acabou de chegar à mansão. – Respondeu, fitando o relógio de pulso. – Mas não vamos falar da vovó, quero que foque apenas em nós.

- Gostei dessa ideia. – Falei, mordendo meus lábios e, finalmente, chegamos à área especial do aeroporto, onde o jatinho de Dean já nos aguardava. Embarcamos. - Você não vai me contar mesmo aonde vamos, não é?

- Se eu contasse, não seria surpresa. – Piscou para mim e o avião decolou.

- Estou me sentindo enjoada. – Pus a mão na boca, tentando amenizar aquela sensação desagradável.

- O nosso pequeno ou pequena ainda não está acostumado com viagens aéreas. – Dean falou, alisando meu ventre, ainda pequeno. Sorri com seu comentário.

- Só não me diga que essa viagem vai durar mais de doze horas. – Senti náusea só em pensar na possibilidade.

- Pode ficar tranquila que, em pouco tempo, estaremos lá.   

- E o que vamos fazer por enquanto? – Indaguei e Dean sorriu, malicioso.

- Achei que não iria perguntar... – Num movimento rápido, o Winchester me ergueu do sofá, no qual estávamos sentados, e me conduziu até o quarto.

- Retiro o que disse, eu quero que essa viagem dure doze horas. – Falei, enquanto Dean me colocava na cama, ficando sobre meu corpo.

Dean ergueu minha saia, beijando o interior da minha coxa e eu arfei. O Winchester tirou minha saia, junto com as sapatilhas e mordeu meu calcanhar, subindo com beijos e lambidas até chegar à minha intimidade, ainda coberta pela calcinha. Me contorci ao sentir seu hálito quente sobre minha intimidade, seguido por um beijo na mesma. Não perdi tempo, me livrando da blusa e Dean fez o mesmo com sua camisa. Empurrei o loiro sobre a cama e sentei em seu colo, sentindo toda a sua excitação sobre a calça, me livre da peça, junto com a boxer preta que ele usava e tirei minha calcinha. Sentei sobre seu membro, sem encaixá-lo em minha intimidade e Dean suspirou pesadamente.

- Você gosta disso? – Indaguei, me apoiando em seu abdômen e deslizando sobre seu membro, sem introduzi-lo.

- Lisa... não faz isso... – Suspirou, fechando os olhos e eu continuei com aquela tortura deliciosa. Podia sentir meu líquido lambuzar seu membro, tornando aquilo ainda mais delicioso. Pus as mãos no fecho do meu sutiã e me livrei da peça, jogando para longe.

Dean inverteu nossas posições, rapidamente, caindo de boca em meus seios, ligeiramente maiores por conta da gravidez. Eu gemia a cada sugada forte que ele dava, enquanto seus dedos ágeis massageavam meu ponto de prazer. Sua boca pousou no vão entre meus seios, beijando daquela região até minha intimidade. Revirei os olhos ao sentir sua língua na minha entrada, não resisti e acabei gozando em seus lábios. Dean voltou a beijar minha boca, suas mãos agarraram fortemente minhas coxas, as erguendo, e seu membro me invadiu por completo. Meus gemidos eram calados por seus beijos, enquanto seus movimentos tornavam-se cada vez mais rápidos. Arranhei suas costas, eu estava imersa no prazer de senti-lo deslizar para dentro e fora do meu corpo. Gozei pela segunda vez, enquanto ele me preenchia com seu líquido.

A viagem foi mais rápida do que eu imaginei e, logo, estávamos desembarcando. Dean havia cuidado de tudo, minhas malas estavam mais perfeitas do que se eu tivesse as arrumado. Um carro já nos esperava na pista de pouso. Dean abriu a porta da Ferrari para mim, entrando em seguida.

- Já pode me dizer onde estamos, não acha? – Questionei, curiosa.

- Welcome to Las Vegas, my lady. – Piscou para mim, voltando sua atenção para o trânsito.

- Veio resolver algum assunto de trabalho? – Indaguei.

- Lisa, eu quero que você esqueça meu trabalho, problemas... tudo! Foque apenas em nós dois. Você já passou por muita coisa, precisa relaxar. O nosso garoto está em boas mãos, Nathalie e Mary estão em segurança. – Ele aproveitou o sinal vermelho e pôs as mãos no meu rosto. – Faça isso por nós. – Seu olhar se voltou para minha barriga.

- Tudo bem. – Sorri.

Em pouco tempo, chegamos ao hotel e... uau! Nosso quarto ficava na cobertura, era enorme e luxuoso. Não tinha como esperar menos de Dean Winchester.

- Preciso de um banho. – Falei, me despindo. O iPhone de Dean começou a vibrar.

- Vai que eu já te sigo. – Piscou para mim e eu entrei no banheiro.

Terminei meu banho e, nem sinal do loiro. Pus o roupão e saí do banheiro, havia uma capa preta sobre a cama, parecia guardar um vestido ou terno. Me aproximei da mesma e abri o zíper devagar, me afastei, surpresa, ao ver o conteúdo da capa.

- O que significa isso?! – Indaguei, atônita.

- Acho que você entendeu. – Só então vi Dean encostado na porta que dava acesso à varanda do hotel. O mesmo segurava um copo de whisky e estava vestido como Elvis Presley. Comecei a gargalhar.

- Você é louco! – Falei, entre risos, enquanto o loiro se aproximava. – Você não vai fazer isso... – Falei, enquanto ele se ajoelhava na minha frente.

- Elisa Nicole Heard, você aceita ser minha Priscilla Presley? Prometo que, diferente deles, o nosso casamento vai durar para sempre.

- É uma proposta e tanto. – Sorri. – Claro que eu aceito.

 

 

POV Nathalie Heard

 

 

- Você não percebe que ela está nos jogando um contra o outro?! – Indaguei pela milésima vez ao longo desse mês que Jessica resolveu se infiltrar na mansão.

- O que está nos jogando um contra o outro é esse seu ciúme. Você sabe que ela só está aqui porque não tem para onde ir. – Sam justificou.

- Ou você é realmente idiota, ou finge. – Gargalhei, sem graça. – Vou procurar meu ex-namorado, se ele estiver na miséria, a gente abriga ele aqui na mansão também. Tive uma ideia, podemos mudar o nome de “mansão Winchester” para “mansão dos refugiados”.

- Nath, tenta me entender... – O interrompi.

- Você que tem que me entender! Depois de tudo o que nossa família passou, atentados, sequestros, você ainda tem capacidade de pôr uma pessoa como essa aqui na mansão?! – Questionei, desacreditada.

- Eu conheço a Jess... – O interrompi mais uma vez.

- Quero escutar essas mesmas palavras quando ela tentar machucar a mim ou à nossa filha. Quero saber se o seu “conhecimento” vai impedi-la de fazer alguma maldade!

- Eu não vou permitir que isso aconteça. – Falou, sério. – Ninguém vai machucar você, muito menos a Mary.

- Então, mande-a embora. – Pedi.

- Eu não vou manda-la embora, ainda somos amigos.

- Ótimo. – Falei, saindo do quarto e batendo a porta com força.

- Nathalie! – Sam gritou, mas eu ignorei.

- O que houve, Nath? – Jessica indagou, fingindo desentendimento.

- Ah, vai se foder! – Gritei e desci as escadas.

Alguém agarrou meu braço, me prensando contra a parede.

- O que você quer, Sam? – Indaguei, sem encará-lo.

- Nathalie, olha pra mim. – Pediu.

- O que você quer?! – Indaguei, mais uma vez, o encarando.

- Quero que você pare com esse ciúme bobo e entenda que o que aconteceu comigo e a Jessica, ficou no passado. Eu não sinto mais nada por ela, além de pena.

- E se você voltar a sentir?

- Não vai acontecer. – Respondeu.

- Como você tem tanta certeza? – Questionei.

- Porque a mulher que eu amo está bem aqui na minha frente. – Falou e eu continuei séria.

- Eu não acredito. – Tentei me desvencilhar de seus braços, mas ele me agarrou mais forte.

- O que você quer que eu faça para acreditar?

- Gritar em alto e bom som já é um começo. – Falei.

- EU TE AMO, NATHALIE MARIE HEARD! – Sam gritou e eu ri.

- ME AMA QUANTO?! – Gritei na mesma altura.

- MAIS QUE TUDO, MAIS DO QUE EU POSSO DIZER! – Gritou e eu sorri.

- Acho que deu pra ela ouvir. – Sorri, vitoriosa.

- Eu amo vê-los assim, mas dá pra falarem mais baixo? Acabei de colocar meus bisnetos pra dormir. – Amelia falou, descendo as escadas.

- Desculpa, vovó. – Sam falou.

- Desculpa, Amelia. – Falei, enquanto Sam me conduzia pela escada. O mesmo mantinha suas mãos em meus quadris, enquanto beijava meu pescoço.

Sam me prensou contra a parede do corredor e eu entrelacei minhas pernas em seus quadris. O moreno me levou para o quarto e me pôs sobre a cama. O Winchester não perdeu tempo, se livrando das minhas peças de roupa e eu fiz o mesmo com as dele. Sam me puxou para o seu colo e agarrou meus cabelos, fazendo com que minha cabeça fosse para trás e atacou meu pescoço, sugando com força, mordendo em seguida. Ele me deitou e atacou meus seios, os sugando com voracidade. Inverti nossas posições, ficando por cima de seu corpo, encaixei seu membro em minha entrada, começando a “cavalgar” sobre ele. O moreno me deitou de lado, me penetrando por trás, e eu gemi alto sentindo seu pênis deslizar em minha intimidade. Me contorci, enquanto me desmanchava em seu membro e, após alguns minutos, ele me preencheu. Caímos exaustos, um ao lado do outro.

 

 

POV Autora

 

 

Encostada à porta do quarto, Jessica revirava os olhos a cada gemido de Nathalie, imaginando-se em seu lugar.

- O que é seu está guardado.


Notas Finais


Gente, vou responder todos os comentários do capítulo passado, perdão pela demora! Ah, Brutal Love está sendo postada no Wattpad pela maravilhosa da Thabi, então, para quem quiser reviver as emoções de Delisa e Sath, está aqui o link: https://www.wattpad.com/story/76814145-brutal-love
Tem capítulo novo em PM!! https://spiritfanfics.com/historia/paper-moon-5291613 ♥♥♥


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