História Bruxa má? Olha pra mim. - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Falsos, Romance
Exibições 17
Palavras 635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Se você tem afeto com os personagens, se prepare.
Boa leitura!!

Capítulo 16 - Como um ser pode...


Fanfic / Fanfiction Bruxa má? Olha pra mim. - Capítulo 16 - Como um ser pode...

POV Mery

Como todo dia, Sam já pronta para ir, eu me levantei e me arrumei, botei uma jeans, uma blusa de manga comprida e botas como sempre, e nós duas fomos para a aula, era aula de história, e detarde tenho de matemática, eu adoro o falto de ter espaço de 1 hora a cada aula, assim não canso, o ruim é que tem aula a tarde.

Depois que as aulas acabaram, eu e Sam fomos almoçar no refeitório, enquanto comíamos estávamos conversando até que o Sven chegou no refeitório com a Rochelle e a Cully, ele se sentou para almoçar com elas e a Sam parou total o assunto e ficou olhando pra ele e tudo que eu falava ela respondia aleatóriamente tipo: Aham e sim. Enfim, ela não tirava os olhos dele.

Dois meses depois.

São 14:37 e hoje é sabado, eu estou com tédio e não tenho com quem conversar pois Sam esta com o Sven não sei onde, eles estão bem amigos atualmente, vou até o refeitório pegar uma maçã, não me pergunte porque não faço um feitiço, eu disse que estou com tédio caminhar vai ser bom.

Quando eu estava saindo do refeitório me deparei com o Deeper e ele disse:

- Oi Mery, que saudade. - Me abraçando.

- Sai! - Eu disse o empurrando.

- Qual o problema Mery? - Não acredito que ele perguntou isso.

- Você! - Falei saindo dali. Não intendi esse dialogo que acabamos de ter mas vou ignorar.

POV Marco.

Eu e Cat estamos em uma praça que ela disse que conhecia, ela está no balanço e eu estou em um banco olhando ela. 

- Marco! - Eu tava realmente destraido e quando vi ela não estava mais no balanço, ela tava caida no chão toda suja.

- O que você fez? - Perguntei achando estranho ela estar no chão.

- Cai ué, me ajuda. - Pediu ela me dando a mão para puxa-la. 

- Claro. - Falei puxando-a.

- Obrigado. - Falou ela já em pé.

- Não foi nada. - Falei.

- Sabe oque eu acho? - Perguntou ela.

- Não faço minima ideia. - Falei.

- Que eu posso confiar em você. - Falou ela, acredito que ela pode sim.

- E agora que eu sei disso vou te falar. - Continuou ela.

- Eu gosto de você e confio em você então vou te provar isso te dando um beijo. - Falou ela se aproximando de mim com os olhos fechados. Eu não sabia oque fazer estava quase entrando em panico então fui pra trás com um leve centimento de que ia magoa-la. Quando ela percebeu que fui para trás abriu os olhos, me olhou e saiu correndo, pegou suas coisas e foi para a sua casa. Eu não fui atrás dela pois eu não fazia a minima ideia de ode era aquele lugar que estávamos, e agora que ela foi não sei mesmo como sair daqui, quem sabe um táxi me busque aqui.

Eu liguei para um táxi e do caminho de lá até a escola eu fiquei pensando noque ela disse e como deve estar magoada comigo, eu não acredito que ela possa gostar de mim, ou qualquer ser que tenha conciência será que eu devo contar para ela da maldição? Eu sinto o mesmo por ela? Será que ela vai me perdoar? Ou vai acreditar? Meu deus eu não sei oque fazer, tenho que perguntar pra Mery e rápido.

Quando cheguei na escola fui direto no prédio da Mery, eu demorei mas achei ela, ela estava na sala de informática, eu falei para ela oque aconteceu, ela disse que eu ja devia ter ido atrás dela, mas o único problema é que eu não sei onde é a casa dela, terei que esperar até amanhã.

 


Notas Finais


Desculpem o capitulo curto.


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