História Bruxas e Caçadores - Part II - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Charmed (Jovens Bruxas), Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Leo Wyatt, Phoebe Halliwell, Piper Halliwell, Prue Halliwell, Sam Winchester
Tags Charmed, Crossover, Dean Winchester, Ficção, Magia, Sci-fi, Sobrenatural, Supernatural
Exibições 38
Palavras 2.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpe a demora para postar, é que esses dias foi de correria. Prometo não demorar mais pra postar capítulos e se eu demorar pode me cobrar amores \o/

Capítulo 14 - Sex and Violence


São Francisco – Califórnia

Uma semana depois

Dias tinham se passado desde que Anna tinha recuperado sua graça e sumido daquela cabana. Prue voltou para o casarão com os Winchesters, depois das grandes revelações daqueles dias que passaram com Anna.  Prue até pediu para que Leo checasse com os Anciões, sobre o anjo sumido, mas ninguém parecia saber de nada.

— Como um anjo pode sumir do nada, e ninguém ficar sabendo lá em cima? – Piper perguntou andando de um lado para o outro na sala. 

— Os Anciões acham que ela fez alguma coisa para se esconder dos outros anjos.

— Até agora custo acreditar que você é um anjo. – Dean olhou para Leo.

— Um anjo da guarda na verdade, luz branca. – ele riu.

— E ainda se dividem. – Dean riu e sentou-se ao lado de Prue no sofá.

— A questão agora é, o que vai vir a seguir? – Phoebe perguntou.  – O que esperar desse tal Alastair.

— O pior. – Dean a olhou.

***

Prue estava na cozinha praticando seus poderes, quando suas irmãs entram na cozinha.

— Onde estão os Winchesters? – Piper perguntou.

— Pedi que eles fossem ao supermercado. – Prue disse tentando mover um castiçal de bronze.

— O que está fazendo? – Phoebe perguntou.

— Praticando. Tentando usar meus poderes no modo astral.

— Exercícios de bruxa. Desde quando? – Piper a olhou, completamente surpresa.

— Desde que fiquei cara a cara com Alastair, e não tenho ideia porque sinto dores e meus poderes não funcionam quando ele está perto de mim. – Prue apoiou as mãos na bancada da cozinha, olhando para suas irmãs. – Então achei que seria melhor ensinar meu astral a lutar.

— Bem pensado. – Piper sorriu. – E por isso mandou os rapazes fazer compras?

— Você me deu uma lista pro jantar, e eu precisava de tranquilidade para praticar. – Prue voltou sua atenção para o livro das sombras.

— Sabe o que você está precisando? – Phoebe se aproximou da irmã, fechando o livro. – Uma noite de sexo selvagem, com o Dean.

Prue olhou surpresa para suas irmãs, e desviou o olhar logo em seguida.

— É... É... Eu... Eu... Vou continuar a praticar. – tentou sair da cozinha, mas suas irmãs a impediu.

— Acho que a nossa Sis já teve essa noite selvagem. – Piper riu.

— Está tão óbvio assim? – Prue a encarou.

— O que você acha? Está na sua testa isso.

Phoebe pegou uma garrafa de vinho no armário da cozinha, e sentou-se à mesa com suas irmãs.

— Quando foi? – Phoebe perguntou.

— No dia que a Anna desapareceu.

— Isso é ótimo, vocês fizeram as pazes. – Piper sorriu.

— Sim e não.

— Ah não, nem pensar. – Phoebe disse séria. – Você não vai arrumar desculpas pra fugir dele. Vocês têm uma história.

— Eu não quero me machucar. As coisas entre ele e eu sempre foram muito confusas e intensas. Eu chorei por meses por um cara que não estava mais no inferno.

— Tem medo que ele tenha te escondido mais coisas.

— Tenho medo que ele possa querer me afastar de novo. – Prue confessou.

— Mana, você é uma Halliwell, não uma garota qualquer. – Piper a olhou. – Não é porque nossa vida é desse jeito que você tem que se afastar de quem ama. Nós somos As Encantadas e não as encalhadas. – riu.

— E por falar em amor, vou me encontrar com o Cole. – Phoebe se levantou.

— Os dois deram certo mesmo. – Prue sorriu.

— Muito…

— Mas? – Prue a olhou. – Senti que tem um “mas” aí.

— Não sei se confio muito no Cole. – Piper a olhou. – Mas pode ser apenas cisma minha.

— Ok. E o seu casamento? Vai ser em duas semanas, muito ansiosa?

— Não. – Piper riu.

— Claro que está. – Prue disse rindo. – Relaxa que vai dar tudo certo.

***

Prue estava tomando seu café da manhã, enquanto Sam lhe mostrava uma notícia intrigante no jornal.

— Acha que é um dos nossos? – Prue perguntou.

— Vale à pena investigar

— O que vale a pena investigar? – Dean perguntou ao entrar na cozinha.

— Achei um trabalho. – Sam respondeu. – Em Bedford, Iowa. Um cara arrebentou a cabeça da esposa com um martelo de carne.

— E tem mais. É o terceiro cara lá a matar a mulher nos últimos dois meses. – Prue completou. – Todos sem antecedentes e bem casados.

— Parece Ozzie e Harriet. – Dean riu.

***

Bedford – Iowa

Prue ficou completamente surpresa, com o que Sam e Dean contaram quando voltaram da delegacia.

— Esse cara matou a mulher por uma stripper chamada Jasmine?

— Adam disse que um amigo dele deu uma festa de despedida de solteiro e que Jasmine foi direto falar com ele. – Sam disse sentando-se na cama.

— Tá, mas porque ele matou a mulher por ela?

— Ele disse que ele não poderia ficar junto dela, se a esposa continuasse viva. – Dean a olhou. – E o mais interessante disso tudo é que Jasmine sumiu, não está em lugar nenhum.

— E o que a médica disse sobre os exames?

— Não sabemos, ainda vamos falar com ela. – Sam respondeu.

***

Enquanto Sam e Prue conversavam com a médica responsável pelos exames dos três homens presos, Dean foi conversar com os outros dois que foram presos por matarem suas esposas. De volta ao quarto de motel, Prue é Sam contaram que nos exames dos três homens tinham níveis altos de ocitocina no sangue.

— O hormônio do sexo? – Dean perguntou surpreso.

— Sim, o famoso hormônio da paixão. – Prue sentou-se em uma das camas.

— E você o que achou? – Sam perguntou ao irmão.

— Wylie e Snyder confessaram. – Dean respondeu. – Um esvaziou sua aposentadoria. O outro, o fundo da faculdade do filho. Todos pelo mesmo motivo.

— Garotas nuas ao vivo?

— Esses caras também tiveram um caso com uma stripper chamada Jasmine? – Prue perguntou.

— Sim e não. É agora que fica interessante. – Dean sorriu. – Cada cara transou com uma garota diferente.

— Então todas as garotas estão ligadas de alguma forma?

— Todos descrevem a sua stripper da mesma forma. Perfeita, tudo o que eles queriam. – Dean olhou Prue indo em direção a geladeira.

— Pra mim, parece que eles estavam sob efeito de algum tipo de feitiço. – ela pegou um copo com água. – E por isso eles ficaram totalmente psicóticos.

Sam e Dean resolveram ir até a boate, conversar com o dono do local e com as stripers. Prue preferiu ficar e pesquisar no Livro das Sombras.

— Você parece animado. – Sam olhou para o irmão.

— Até demais, eu diria. – Prue cruzou os braços, encarando Dean.

— Vou me comportar. – ele riu a olhando.

Prue revirou os olhos, abrindo a porta do quarto para que eles saíssem logo. A primeira coisa que ela fez foi ligar para suas irmãs. Com toda certeza, algo daquele tipo deveria ter no Livro das Sombras.

— Porque não chamou o livro? – Phoebe perguntou.

— Sabe, eu esqueço que o livro pode vir até onde estou. – Prue riu. – Então acharam alguma coisa?

— Depois de tudo o que nos contou, achamos que se trata de uma Sirien. – Piper disse.

— Uma o que?

— Sirien. Uma espécie diabólica de Sereias. – Piper respondeu.

— Sério isso? Pensei que todas as Sereias fossem boas, como a Mylie. – Prue deu de ombros.

— Não essa. Essa Sereia está mais para demônio. – Phoebe riu.

— Que maravilha. – Prue revirou os olhos. –  Me mande uma foto da página. Eu tenho que ir atrás dos rapazes.

***

Clube  Honey Wagon

Dean e Sam estavam conversando com o dono do clube, quando notaram um cara interrogando alguns dos clientes.

— Como se chama? – Dean perguntou ao homem.

— Nick Monroe. E vocês?

— Sou Agente Especial Sam Stiles. Este é meu parceiro, Dean Murdock. De que unidade? – Sam respondeu.

— Crimes Violentos, em Omaha. Fui mandado para investigar os assassinatos. E vocês?

— Washington. – Dean respondeu. – Nosso assistente-diretor nos enviou.

— Finalmente achei vocês! – Prue se aproximou. – Quem é você?

— Sou o agente federal Nick, é você é?

— Irmã do agente aqui. – abraçou Sam. –  E por falar nisso, eu posso roubá-los um minuto, é um assunto urgente.

— Claro, eu espero vocês aqui. – Nick apontou para uma das mesas.

Prue esforçou um sorriso, é foi com os Winchesters até um canto mais afastado do clube.

— O que está fazendo aqui? – Dean perguntou

— Eu tentei ligar para vocês, mas nenhuns dos dois atende o celular. – Prue bufou. – Estávamos procurando no lugar errado.

— O que quer dizer com isso? – Sam a olhou.

— Depois que vocês saíram, eu pedi que minhas irmãs olhassem no livro das sombras. E, estamos lidando com uma Sereia.

— Você não lidou como uma Sereia antes? – Sam perguntou.

— Mylie era uma sereia boa. Essa sereia de agora é uma Sirien do mal.

— Como assim? – Dean perguntou

— Segundo o livro, a Sirien procura homens casados. Quando ela acha a presa, se transforma naquilo que sua presa deseja. Ou seja, se torna a mulher perfeita.

— Como vamos achá-la?! – Sam perguntou.

— Pode ser qualquer garota daqui.

— Incrível. – Dean deu de ombros. – Temos que achar um jeito de descobrir quem é, antes que ela faça mais uma vítima.

— Você fica aqui com o Nick. – Sam olhou para o irmão.

— Por que eu? – Dean perguntou.

— Porque precisamos ficar de olho nele, para não nos atrapalhar. E eu Preciso coletar o sangue.

— E eu vou procurar um jeito de descobrir qual das garotas pode ser a nossa sereia do mal. – Prue seguiu Sam até o estacionamento do clube.

***

Dean estava sentado a uma mesa no clube de striper, conversando com o agente Nick.

— Qual é a desse caso, cara? – Nick perguntou. – Como uma garota provoca quatro assassinatos?

— Mundo maluco. – Dean respondeu, olhando para as horas em seu celular.

— Posso ser sincero com você? Descobri um lance estranho. Bem...

— Desembucha. – Dean o olhou.

— Fui à cena do crime hoje cedo. E embalaram isso. – Nick mostrou um saco com uma flor. – Então revisei todos os arquivos. Uma flor como essa foi deixada na cena de cada crime.

— Foi deixada de propósito? – Dean perguntou.

— Às vezes, assassinos em série deixam objetos para trás. Como um cartão de visitas.

— Mas nesse caso? – Dean o olhou confuso.

— Para falar a verdade... não faço idéia do que está havendo.

— Acho que eu faço. Já vi uma flor como essa antes. – Dean bufou.

***

Prue estava procurando um jeito de descobrir quem era a garota Sirien, para então conseguir matá-la, quando Sam entrou no quarto. Ele disse que mais um homem tinha sido preso depois de matar a mãe, pela Sereia.  Depois que Prue disse que precisava do sangue do infectado para matar a Sereia. Sam foi conversar com a Dra Cara, é de lá ia encontrar o irmão no clube de striper. Prue estava esperando que Sam ligasse, quando seu celular começou a tocar em cima da mesa. Era Dean dizendo que tinha Nick tinha achado Jacintos em todas as cenas dos crimes.

— Certo, Jacintos, mas e daí? – Prue perguntou sem entender porque isso era tão importante.

— Jacintos? Mar mediterrâneo, da ilha onde o mito da sereia começou?

— Dean, apesar do mar mediterrâneo ter jacintos, não existe em nenhum lugar da mitologia, que as Sereias deixavam jacintos espalhados por aí.

— Ela pode estar querendo aparecer. – Dean revirou os olhos. – Acho que nossa Sereia é a Dra Cara.

— Porque acha isso?

— Investiguei sobre ela. Está na cidade há dois meses. – Dean respondeu. – Ela tem um ex-marido falecido: Carl Roberts. Caiu morto, inesperadamente. Suposto ataque cardíaco.

— Vai ver foi mesmo. Essas coisas acontecem Dean. É uma fatalidade.

— Tá de sacanagem! – Dean bufou.

— E depois, não acho que é ela. Seria muito óbvio.

— E o que te dá tanta certeza? – Dean perguntou.

— Sei lá. Um palpite.

— Um palpite? – Dean riu. – Estou te dando fatos sólidos e você me vem com palpite? Ótimo! Vou resolver isso sozinho.

Prue jogou seu telefone em cima da mesa, depois te tentar ligar para o Sam. Ele não atendia a droga da ligação. Prue estava a ponto de sair do quarto, quando Sam entrou.

— Porque não atendeu a droga do celular?

— Desculpe. – Sam disse tirando o casaco. – Cadê o Dean?

— Ele saiu daquele lugar antes de você chegar. Ele está com aquele Nick.

Sam riu se aproximando da porta, no momento em que Dean a abriu. Nick passou por eles, e então Dean atacou seu irmão com uma faca. Prue estranhou o olhar de Dean, e o sorriso cínico de Nick. Então sua ficha caiu e ela não teve dúvidas. Aquele Nick não era um oficial, na verdade ele era a Sirien.

— Eu tenho exatamente o que queria. O Dean.

— Ele não seria capaz de...

— Matar o irmãozinho. – Nick riu. – Dean, por que não corta só um pouquinho o pescoço dele?

— Eu dei o que ele precisava. E não foi um irmão mentiroso e ou uma bruxa que não entende o que ele tenta fazer por ela. E agora o Dean fará qualquer coisa por mim.

Prue ficou sem saber o que faria, se ajudava Sam, se usava seus poderes no Dean, ou se acabava com a raça daquele imbecil do Nick.

 — Dean solte o Sam, ou eu....

— Você o que vadia?! – Nick se aproximou dela. – Vai usar seus poderes contra o Dean. – riu. – Você nunca teve coragem de usar seus poderes nele e sabe disso. Depois que ele matar o irmão mentiroso, você vai ser a próxima a morrer, e então as suas queridas irmãs.

Prue estava quase chorando de raiva, e sabia que seus poderes poderiam se manifestar de uma forma diferente quando ficava desse jeito. O que ela tinha que fazer era pensar em uma solução rápido e não deixar que Nick usasse as pessoas que amava contra ela.

— Eu sei que você ama o Dean. – o Nick continuou. – Sei o que se passa dentro de você. Você o perdoou vocês voltaram, mas admita que no fundo você tem medo de que o Dean a afaste de novo, ou que esteja escondendo mais coisas de você.

— Cala sua maldita boca. – Prue gritou o jogando para longe.

Nick caiu no chão rindo, e então fez sua melhor cara de piedade, pedindo para que Dean não a deixasse matá-lo. Dean largou Sam, e com fúria empurrou Prue contra a parede.

— Sabe por que não te procurei quando saí do inferno? Porque eu não queria ter uma bruxa vadia ao meu lado. Você me causou problemas demais, e eu queria dar um fim nisso! – Dean colocou a faca no pescoço dela. – Use seus poderes contra mim, ou é fraca demais pra fazer isso. – a derrubou no chão. – Você não vai lutar bruxa?

Sam conseguiu jogar o Nick no chão, e pegou a adaga que estava em cima da mesa. Conseguiu cortar o braço de seu irmão, e quando Nick tentou se aproximar dele, Sam enfiou com tudo a estaca bem no coração do Nick. A imagem de uma Sirien deformava o rosto do falso agente e então sumiu no ar. Dean soltou a faca, e olhou para Prue. Ela estava com os olhos cheios de lágrimas, e ele sabia exatamente por que.

Dean se levantou, e quando foi ajudá-la, Prue simplesmente se afastou. Dean  a olhava confuso, se lembrava de tudo o que tinha dito. Mas todas aquelas palavras eram mentiras, e esperava que Prue não tivesse acreditado em nenhuma delas. O coração de Prue quebrou em mil pedacinhos, ela sabia que não deveria levar aquelas palavras a sério porque Dean estava enfeitiçado. Mas ouvi-las da boca dele mesmo que sob feitiço, foi demais para ela.

Prue preferiu dormir o caminho todo de volta para São Francisco calada, Dean durante toda a viagem às vezes a olhava pelo retrovisor.

— Vocês conversaram? –  Sam perguntou ao irmão.

— Ainda não, mas vou resolver isso com ela. –  Dean passou a marcha e acelerou o Impala. 



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