História Bruxas e Caçadores - Part II - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Charmed (Jovens Bruxas), Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Leo Wyatt, Phoebe Halliwell, Piper Halliwell, Prue Halliwell, Sam Winchester
Tags Charmed, Crossover, Dean Winchester, Ficção, Magia, Sci-fi, Sobrenatural, Supernatural
Exibições 23
Palavras 2.911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Desculpe-me pelo meu passado! - parte I


Prue estava tendo um sono agitado. Ela acordou assustada, com uma sensação estranha de que algo ruim aconteceria. Quando virou para o lado viu que o Dean não estava no quarto.

— O que está fazendo aqui às três da manhã?

— Não conseguia dormir. – Dean a olhou.

— Ainda pensando no que a Sirien te fez fazer?

— Bem isso.

— Olhe Dean, não vou mentir que aquelas palavras não me machucaram na hora. – Prue o olhou sorrindo. – Mas tudo foi culpa daquela sereia maldita. Então pra mim está tudo bem, se pra você também estiver.

— Quem está falando nesse assunto mesmo? – Dean riu a beijando.

***

A noite seguinte, foi bem corrida na casa das Halliwell, não por causa de um caso envolvendo o sobrenatural, mas sim porque era o jantar de casamento de Piper e Leo.  Victor, o pai das meninas, estava presente e conversando animado com os Winchesters, Leo e Cole. Prue aproveitou o momento, para estudar Cole com sua irmã. Vendo por fora, ele fazia sua irmã feliz, mas tinha algo nele que ela não conseguia pegar. Quando o jantar acabou Cole se ofereceu para ajudar a Prue com a louça.

— Finalmente posso conversar com a irmã mais nova da Phoebe sem o barulho de uma boate. – ele riu. – Trabalha viajando?

— Pode se dizer que sim.

— Com Sam é Dean?

— Digamos que trabalhamos na mesma coisa. – Prue não entendia o motivo de tanta curiosidade.

Cole esforçou um sorriso, ao perceber que a mais nova das Halliwell não iria mais responder nenhuma de suas perguntas. Depois que Cole foi embora, Victor se despediu e disse que estaria de volta no dia do casamento. Todos foram dormir e a casa ficou no mais completo silêncio. E mais uma vez Prue teve o sonho perturbador, só que dessa vez o sonho foi muito real. Tão real, que ela acordou escutando uma música dos anos vinte. Prue se levantou da cama, achando estranho Dean não ter acordado com a música. Ela saiu de seu quarto, fechando a porta com cuidado,das filhas,  e abriu todas as portas do corredor. Todos na casa estavam dormindo, então de onde vinha aquela música?!

Quando Prue chegou à sala, foi empurrada na parede. Ela estava com falta de ar, como se alguém a estivesse apertando seu pescoço. De repente suas duas mãos foram levantadas sobre sua cabeça, sentindo como se um homem lhe tocasse-lhe a cintura e levantasse a sua perna esquerda. Todos acordaram ao escutar um barulho de vaso quebrando na sala, e quando Piper acendeu a luz, Prue estava desmaiada no chão.

— Ai meu Deus! – Piper tampou a boca com as mãos.

Dean passou pelo seu irmão e Leo, pegando Prue em seu colo e a deitou delicadamente no sofá da sala.

— O que foi que aconteceu aqui? – Phoebe perguntou ainda surpresa.

— Não faço ideia. – Leo respondeu.

— Ela está acordando. – Sam apontou para amiga.

— O que aconteceu? – Prue perguntou confusa.

— Você desmaiou. – Dean respondeu sentando-se ao lado dela.

— Você não se lembra de nada? – Phoebe perguntou sentando-se de frente para a irmã.

— Eu pensei ter ouvido ruídos de música, pensei que alguém estava vendo TV , mas ao chegar na sala, fui atacada por algo invisível.

— Por um fantasma? – Sam perguntou.

— Não senti a presença de um fantasma. Foi mais como uma fantasia.

— Fantasia?! – Piper estava confusa.

— Desde quando as fantasias atacam as pessoas? – Dean perguntou.

— É... Não foi bem um ataque... Foi mais uma...

— Uma? – Dean levantou a sobrancelha a fitando.

— Uma Sedução. – Prue falou sem graça.

— Fantasia interessante. – Dean a olhou, sorrindo malicioso.

— Então a pergunta é: O que foi? – Phoebe se levantou. – Já viu algo desse tipo? – perguntou ao Leo.

— Não.

— Então, não temos idéia se vai atacar de novo. Maravilha! – Dean esbravejou.

Como Prue não conseguiu voltar a dormir, ela saiu bem cedo para correr. Talvez algum tipo de exercício físico, fizesse ela apagar e não ter aqueles sonho de novo. Quando ela voltou para casa, ela entrou pela porta da cozinha, e todos a olharam com cara fechada.

— Porque saiu sozinha? – Piper perguntou cruzando os braços.

— Eu não preciso de um guarda-costas para correr pelo bairro.

— Não depois do que te aconteceu. – Dean disse sério, cruzando os braços.

— Eu não estou sozinha... E como sabem que vocês não serão as próximas? – Prue olhou para suas irmãs.

— Pela sua descrição, foi um ataque bem íntimo. – Phoebe riu maliciosa. – Acho que é no seu corpo que ele está interessado.

— Que legal! – Prue foi irônica.

Do nada ela foi jogada contra a parede da cozinha, com dificuldades para respirar. Mas dessa vez, tudo foi rápido. Com a mesma rapidez que tinha acontecido, tudo desapareceu.

— Você está bem? – Dean se aproximou a ajudando se levantar.

Prue afirmou que sim, ela estava bem, mas se levantou furiosa com tudo o que estava acontecendo. Ela queria saber que diabos estava acontecendo, e porque estavam interessados em seu corpo. Prue pegou o Livro no sótão, e a passos pesados foi para sala, sendo seguida pelos outros.

— O que estou procurando? – disse olhando para o livro, mas nada dele se manifestar. – Bela hora pra você ficar quieto.

— Ok! brigar com o Livro não vai ajudar. – Piper sentou-se ao seu lado. – Leo, alguma ideia?

— Tente algo com as vidas passadas. – ele respondeu. – Poções, feitiços, encantamentos. Deve ter alguma coisa sobre isso.

— Você acha que tem algo a ver com a vida passada dela? – Sam perguntou.

— É uma teoria. – Leo disse. – Crescemos como indivíduos de uma vida para outra, e levamos experiências de uma vida para outra. É assim que as almas evoluem.

— Você acha que pode ser algum amor do passado? – Phoebe perguntou.

— Pode não ser isso. – Leo a olhou. – Podem estar querendo te avisar sobre algo. Para evitar alguma coisa, talvez.

— Avisar sobre o que?

— Sobre o que pode ter acontecido antes que te  colocou em perigo.

— Achei. – Piper falou. – Leo está certo. Existe um feitiço para ia à vida passada.

— Espere, não vamos fazer isso. – Phoebe disse após ler o feitiço.

— Vocês não precisam fazer. Está escrito na primeira pessoa. Posso fazer sozinha. – Prue pegou o livro.

— Não há nenhum feitiço para trazê-la de volta. – Phoebe elevou o tom de voz.

— Você não está realmente pensando nessa possibilidade... – Dean a olhou.

— Talvez signifique que ela pode voltar quando quiser. – Leo sorriu.

— Talvez? – Dean perguntou incrédulo. – Isso não basta. E se ela não puder? Vai ficar presa na vida passada onde algo terrível aconteceu?!

— Dean, se eu não for, essa coisa terrível vai acontecer agora.

— Nós vamos com você. – Piper disse séria.

— Não podemos. Não com esse feitiço, apenas ela pode. – Phoebe bufou.

— Eu quero saber o que é, e porque está me atacando. – Prue olhou para o Dean. – “Remova as correntes do tempo. Faça meu espírito subir. abras a portas do que já vivi." – adormeceu nos braços de sua irmã.

***

Vida passada…

Prue usava roupas luxuosas da década de 20, e andava pela festa impondo sua presença.

— Estava tentando adivinhar onde tinha ido. – uma mulher se aproximou.

— Fui pegar algumas ervas. Não posso fazer poções sem elas. – Prue respondeu. – Quer que eu amaldiçoe alguém pra você?

— Talvez mais tarde. – a mulher riu.

Prue então se aproximou do bar, e uma mulher a olhou de cima abaixo, não gostando nada de sua presença.

— Qual é o problema, prima? Está com medo de mim?

— Deveria estar? – a mulher sustentou seu olhar.

— O de sempre. Traga na cabine. – e antes de sair, Prue sorriu irônica. – Pode pedir ao seu marido que toque algo diferente. Estou farta dessa canção.

Quando ela passou por uma enorme porta que dava para uma sala, outra mulher se aproximou.

— Precisamos conversar. Logo. – ela falou.

— Cansei de conversar. – Prue foi rude, e saiu da sala. – Christina Larson, que diabos está fazendo? Falei pra vigiar minhas coisas. Só isso. – gritou jogando uma boneca no chão.

— Minha boneca. – a menina gritou chorando.

— Feitiços não são brinquedos, Christina. Entendeu?

Prue realmente estava furiosa, mas ao olhar para os lados, procurando por sua bebida, notou que um homem a observava. Ela o encarou, e quando estava prestes a aproximar dele, sentiu alguém a puxando pela cintura. Prue tentou ir até o homem que a encarava, mas outro homem a fez ir até a varanda.

— Estive procurando você por toda parte. –  ele se pôs entre ela e a parede. – Porque demorou tanto pra chegar? – a beijou passando suas mãos pela lateral de seu corpo.

— Por que gosta de me provocar, Alastair?

— Venha comigo. – ele disse. – Beba isso. Uma poção que triplica seu poder, caso suas primas estejam preparadas para nós. – Alastair riu. – É a única forma de vencermos. Não é o que quer? – então ela sorriu. – Essa é a minha garota.

Prue sorriu, bebendo a poção que triplicaria seus poderes. E então Alastair pediu que ela os testasse. Os dois riram vitoriosos ao ver que o poder tinha ficado incrivelmente mais forte.

— São bruxas boas, meu amor. Por isso, lhe dei o amuleto. Protege você contra os feitiços delas. Não podem feri-la. Matá-las é a única forma de receber os poderes delas. – Alastair a beijou.

— Não sei. Será que precisamos mesmo disso, eu posso fazer um feitiço e…

— Meu amor, não vai funcionar, temos que ter os outros dois poderes, ai seremos invencíveis juntos. – tornou a beijá-la. – Primeiro o dever. Está pronta?

— Sim.

— Ótimo. Agora, lembre-se de esperar até eu tirar sua prima de perto do pianista, antes de atacar.

Eles voltaram para casa, Alastair se aproximou da prima mais velha, e a Prue foi em direção a sua prima mais nova.

— Quer conversar agora? Lá em cima.

Alastair tentava matar a mais velhas das primas, enquanto a mais nova jogou um vento forte em Prue. O poder foi absorvido pelo colar que estava em seu pescoço que a protegia. Aquela briga estava saindo de controle, e as pessoas saíram correndo do casarão, orientadas pelo mesmo homem que parecia estar seguindo Prue. O mesmo cara tentou matar Alastair, mas foi jogando contra parede. Alastair ria, enquanto tentava matar as primas Halliwell. Ele só não contava que o homem iria conseguir se levantar.

Prue estava imune aos poderes das primas Halliwell por conta do colar. Apesar de também está no meio de uma luta, ela não conseguia parar de pensar no homem que estava apanhando de Alastair. Algo naquele cara a perturbava. Ela tinha a sensação de já tê-lo visto antes.

— Alastair é o demônio mais perigoso que existe, e se apaixonou por você. – uma das Halliwell gritou enquanto apertava o amuleto no pescoço de Prue.

— Não podemos permitir isso. – a outra falou. – Nem nesta vida, nem em outra. – começaram a recitar um feitiço. – “Bruxa má, na minha vista vença a si mesma, vença seu poder. Nesta  e em outras vidas... Bruxa má, na minha vista vença a si mesma, vença seu poder. Nesta  e em outras vidas...”

***

Dias atuais…

— Ela está demorando demais pra voltar. – Dean andava de um lado para o outro, visivelmente preocupado.

Aparentemente parecia que Prue estava em um sono profundo que não era capaz de escutar nada a sua volta. Leo já estava começando a ficar preocupado com a demora da amiga a volta de sua vida passad. Mas quando ia interferir, Prue voltou a si, sem conseguir respirar.

— Está em casa, querida. Está bem. – Phoebe abraçou a irmã.

— O que houve? – Dean perguntou sério.

Prue ficou por um minuto calada, pensando no que tinha visto e nas sensações estranhas que sentiu.

— Mana, o que foi? – Phoebe perguntou se levantando.

— Vocês. – Prue se afastou assustada.

— Sim, somos nós. Suas irmãs. – Piper tentou se aproximar.

Prue não permitiu que suas irmãs se aproximasse dela. E sai da sala, sendo seguida por elas, os Winchesters e o Leo.

— Você poderia nos atualizar? – Piper tentou novamente. – O que foi que você viu?

— Foram vocês duas que tentaram me matar!

— Como assim nós duas? – Phoebe perguntou surpresa.

— Não seja ridícula. Nunca machucáriamos você. – Piper cruzou os braços.

— Não? – Prue quase gritou. – Diga isso ao meu eu do passado. Você a amaldiçoou – esbravejou.

— Elas não tentaram matá-la. – Sam falou. – Aquilo foi em outra vida.

— Eu sei... – os olhos de Prue se encheram de lágrimas. – E foi na outra vida, que tentei matá-las primeiro. – subiu correndo para o seu quarto.

Dean bateu de leve na porta do quarto, e entrou assim que ela se virou para ele...

— Prue, o que quer que tenha acontecido, não foi culpa sua. – se aproximou dela.

— Eu sei. – ela continuou chorando. – Mas...

— Mana, porque acha que nós a amaldiçoamos? – Piper perguntou ao entrar no quarto.

— Eu era má. Muito, muito, má. Nós éramos primas. E morávamos nessa casa, nos anos 20.

— Juntas, aqui? – Phoebe disse surpresa. – Que grande progresso.

 — Você nos viu na vida passada? – Piper perguntou igualmente surpresa. – Parecíamos às mesmas?

— Sim. Pareciam. Um pouco.

— Provavelmente as achou parecida, porque sua alma reconheceu a alma delas. – Leo cruzou os braços. – Nós circulamos na mesma família, amores, amigos e até inimigos, em nossas diversas vidas.

— Ótimo! Não podia ficar melhor. – Prue falou mexendo em suas mãos.

— É por isso que nossas almas se reconhecem. – completou Leo. – Nós sempre nos reencontramos. É o que significa ser alma gêmea.

— Foi estranho volta daquela forma.Parecia que eu não controlava minhas ações. Era como se eu fosse uma visitante. Observava, sentia.

— Sentia-se má? – Sam perguntou.

— Eu me senti muito má... Eu não gostei era como se eu brigasse comigo, como se não quisesse fazer o que eu estava fazendo. – Prue andava de um lado para outro no quarto.

— Mas porque elas iriam querer te matar na vida passada? – Dean perguntou se apoiando na parede.

— Porque aparentemente o meu eu do passado tinha um caso com Alastair. E Parecia que ele tinha um poder sobre mim, que me fazia fazer tudo o que ele queria.

— Você teve um caso com Alastair? – Dean gritou. – Você é maluca?! Esse cara é da pesada.

— Hey. Dean. Calma. – Sam se aproximou do irmão.

— Não fui eu que tive um caso com ele. Foi a minha vida passada. Como eu poderia ter um caso com ele, se ele não pode chegar perto de mim que parece que meu fígado vai ser arrancado?!

— Eu não entendo, o que ele estava fazendo nesta casa.

— Então temos que descobrir porque esse demônio da pesada freqüentava essa casa nos anos 20. – Piper disse séria. – Vai ser super fácil.

— Tem mais duas coisas me perturbando nisso tudo. – Prue suspirou.

— O que? – Leo perguntou.

— A primeira é: Porque não tenho mais os mesmos poderes? Eu era muito, muito poderosa.  

— Se cometer erros, você regride. Deve ter abusando do poder no passado. Por isso, você perdeu um pouco de sua força.

— Que pena, porque eu era quente. Literalmente. – Prue foi irônica. – Agora a segunda coisa que não entra na minha cabeça:  O que o Dean estava fazendo lá?

— O Dean? – todos a olharam surpresos.

— Eu? Você me viu?

— Sim. Você estava me observando e podia até jurar que estava me seguindo. Só que quando fui falar com “você”, o Alastair me puxou pros fundos da casa. Então quando teve uma briga, o Dean apareceu e tentou impedir Alastair de matar as “primas”

— Eu matei o Alastair? Como?

— Não exatamente. Você estava com uma espécie de faca.

— A que eu uso pra matar os demônios? – Dean perguntou.

— Não. Era outra... Mas poderosa. Porque quando você enfiou a faca em Alastair, ele sumiu no ato.

— Eu tenho que saber quem eu era. – Prue foi para o sótão em busca de sua árvore genealógica. – Ok. Estamos aqui no fim. – apontou para um enorme papel. – Esperem que dia é hoje?

— Acho que essa é você. – Piper apontou um nome P.Russuel. – Ela morreu em 17 de dezembro de 1924. Com a sua idade.

— Isso explica por que os avisos vieram hoje. – Sam falou.

— Mas não significa que vou morrer hoje também, certo? – Prue falou assustada.

— Eu entendo como a Prue do passado morreu. – Phoebe falou. – Mas não por que matá-la significa matar você.

— Por causa da maldição. – Leo sorriu fraco. – As primas não queriam que a Prue do passado e Alastair voltassem a ficar juntos em uma vida futura.

— Mas eu mal posso ficar ao lado dele, que meus poderes não funcionam, e eu sinto aquelas dores horríveis.

— Deve ser efeito colateral da maldição. – Leo disse.

— A questão mais urgente é como proteger Prue da vida passada. – Dean travou o maxilar.

— Acho que o tal amuleto poderia me proteger.

— Que Amuleto? – Sam perguntou.

— O que Alastair deu a Prue do passado. Talvez Christina saiba onde ele está.

— Christina? – Piper perguntou. – Quem é ela?

— Christina Larsen. Ela estava lá, quando tudo aconteceu. Ela era uma  criança. –  Prue se levantou. – Temos que encontrá-la;

— Depois de 76 anos? Duvido. – Phoebe se aproximou do Livro. –  Temos mais chance se olharmos no Livro as Sombras em “Alastair” e descobrir onde ele conseguiu o amuleto.

— Ótimo. Vão checar isso. Eu vou ver se consigo achar Christina Larsen. –  Sam disse saindo do sótão.

— Espero que Sam a ache. – Prue suspirou. – E espero também que ela tenha esquecido o que fiz com a boneca dela.

Piper e Phoebe não acharam nada que pudesse ajudar no Livro da Sombras. Então a única esperança estava em Sam. Ele tinha que achar Christina Larsen.

—  Foi difícil, mas achei Christina. – Sam entrou na sala.

— Você é demais! – Prue sorriu para o amigo. – E onde ela está?

— Em uma casa de idosos.

— Uma casa de repouso? – Dean perguntou ao ler.

— Isso mesmo. – Sam falou.

— Então vão. – Piper disse pegando o Livro. – Nós vamos ficar e tentar um feitiço que pelo menos nos dê tempo. 



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