História Bruxas e Caçadores - Part II - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Charmed (Jovens Bruxas), Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Leo Wyatt, Phoebe Halliwell, Piper Halliwell, Prue Halliwell, Sam Winchester
Tags Charmed, Crossover, Dean Winchester, Ficção, Magia, Sci-fi, Sobrenatural, Supernatural
Exibições 18
Palavras 2.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Um casamento, e uma vida alternativa


São Francisco - Califórnia

Casamento Piper e Leo

Prue e Phoebe conseguiram deixar a sala de jantar do casarão, como um verdadeiro altar para o casamento da Piper. Claro que contando com a ajuda de sua avó Penny. Com o casamento de uma Halliwell, lógico que coisas mágicas aconteceriam.

— Esse lugar deve ter clima de vitória. – Penny riu.

— E eu achava que casamentos eram românticos. – Phoebe riu.

— Ouça a vovó. – Prue disse rindo. – Sabemos quantos anos tem pela quantidade de alianças dela.

— Pru, onde eu… – Dean parou de falar ao entrar na sala. – Você não é…

— Penny Halliwell, a avó das encantadas? – ela riu. – A própria. A propósito vocês lembram muito o John.

— Você é um fantasma? – Sam perguntou surpreso.

Penny riu, e se aproximou…

— Alguém tem que realizar essa cerimônia. Uma Halliwell e um anjo? Casamento especial. – ela riu.

— Claro! – Dean riu.

No andar de cima, Piper tinha acabado de vestir, quando sua mãe apareceu em seu quarto.

— Você está linda. – Patty sorriu emocionada.

— Mãe? – Piper se virou assustada.

— Não tenha medo. – Patty se aproximou.

— Não pode ser! Fantasmas da nossa família brilham, e você não está brilhando.

— Eu não sou um fantasma. – Patty sorriu. – Não por hoje. Hoje, sou  apenas sua mãe.

Na sala, Prue estava ajeitando a gravata de Dean, quando Piper desceu a escada chamando por suas irmãs. E quando entrou na sala, acompanhada de Patty. Phoebe olhou surpresa, e Prue deu um passo para trás. Das três irmãs, Prue era a única que não se lembrava de sua mãe. Nunca teve sua mãe, como suas irmãs.

— Mãe? – Phoebe disse surpresa.

— É de verdade. Ela é real. Foi enviada para nós hoje. – Phoebe sorriu.

Prue ainda estava calada, ao lado do Dean. Ela não estava acreditando que sua mãe estivesse bem na sua frente. E se ela era um fantasma, porque não estava como a sua avó?! Dean percebeu a confusão de Prue e envolveu em um abraço.

— Ah, Phoebe tem sido difícil pra você, injusto. – Patty abraçou sua filha.

— Não me importo, só queria deixá-la orgulhosa.

— E eu estou muito orgulhosa de você.

Patty sorriu se aproximando de sua filha mais nova. E sorriu ainda mais ao ver como Dean a abraçava.

— E você, minha filhinha. – puxou Prue para um abraço. - Nunca estive presente para confortá-la. Morri antes mesmo que me conhecesse.

— Às vezes, só queria que me segurasse.

— Sua estrada foi mais longa, Prue. Mas eu nunca me preocupei. Sabe por quê? – Patty sorriu limpando uma lágrima de sua filha mais nova. – Porque tive uma premonição, assim com sua irmã, no dia em que você nasceu.

— O que você viu? – Piper perguntou.

— Eu vi isso! – Patty sorriu para suas filhas. – Vi esse momento agora, com minhas três filhas perto de mim como lindas é jovens mulheres e soube que tudo ficaria bem.

— E o que você viu depois? – Prue perguntou sorrindo. – Eu abraçando vocês, minhas Encantadas.

— Já que a minha filha está aqui. – Penny bateu palmas de felicidade. – Vamos, ande… Todos aos seus lugares, temos um casamento para celebrar.

Quando Bobby chegou para o casamento de sua sobrinha, deu de cara com seu irmão. Infelizmente a relação entre os dois não era muito boa.  Mas não foi isso que chamou a atenção de Bobby, e sim a presença de Patty é Penny Halliwell.

— Nem me pergunte. – Dean deu de ombros.

— Bobby. – Victor se aproximou do irmão. – Pensei que não viria. 

— É o casamento da minha sobrinha. Não é. – Bobby se afastou.

— Durante a cerimônia de casamento, Dean se aproximou de Prue e perguntou qual era o lance entre o Bobby e o irmão.

— Não me pergunte. Eles são brigados, mas nunca soube o motivo. Apesar de irmão, eles raramente se vêem. – Prue deu de ombros.

— E se quer um conselho, melhor deixar os dois assim. – Patty disse ao se aproximar.

Prue sorriu e se aproximou de sua irmã Phoebe perto do altar. Patty aproveitou o momento para conversar com Dean.

— Então você está com a minha filha?

— Acho que sim, até agora assim. – Dean riu.

— Deixa adivinhar, ela é teimosa? – Patty riu, – Todas as mulheres da família são assim. É o nosso charme.  Assim como os filhos do John são lindo é ótimos caçadores.

— É eu fiquei sabendo. – Dean riu.

— Quer um conselho? Minha filha gosta de você,Então faça diferente dos outros homens que passaram pela família Halliwell. – Patty sorriu e então se aproximou de Piper.

Depois do casamento, Penny e Patty se despediram das Encantadas. Prue não queria que sua mãe fosse embora. Mas não era possível, os Anciões já tinham feito muito em permitir que Penny e Patty voltassem para o casamento da primogênita das Encantadas.

— Sempre vou estar no seu coração. – Patty sorriu. – Você não precisa mais de mim, e sempre que quiser falar comigo, você sabe o que fazer.

— Ela sabe, ela é esperta. – Penny sorriu.

Penny e Patty deram as mãos, e então uma intensa luz branca as envolveu. Prue, Piper e Phoebe se abraçaram esperando que um dia pudessem se reencontrar com a mãe e com a avó de novo.  Piper saiu de lua de mel com Leo, Victor voltou para seu hotel, Phoebe foi para a casa do namorado. Prue ficou no casarão sozinha com os Winchester. Ao ver que estava sobrando na sala, Sam pigarreou e disse que ia dormir.

— Você está bem? – Dean perguntou.

— Sim estou. Apesar de confuso, foi legal poder conhecer a minha mãe.

— Eu deveria ficar surpreso, mas se tratando das Halliwell, isso foi até normal.

— Está sentindo falta das confusões? – Prue perguntou rindo. – Acho que posso resolver isso, tem um Livro repleto de coisas do mal, lá no sótão.

— Não precisa. Estou gostando da tranquilidade. – Dean riu.

O Dean não deveria ter dito que estava gostando da tranquilidade de três dias sem ter nada o que caçar e dando a mínima para os problemas dos anjos. Se ele soubesse o que viria a seguir, ele teria guardado aquela satisfação para ele.

***

Quando Dean acordou, ele não estava no quarto de Prue, e muito menos no casarão das Halliwell. Ele estava em outra cidade dos Estados Unidos, e em seu apartamento moderno e que representava muito bem um homem solteiro e bem sucedido. Depois de um café da manhã com tudo o que tinha direito, Dean pegou sua pasta e foi em direção ao seu carro do ano. Ele ligou o rádio na estação de jornais matutinos e foi para seu trabalho.  “Diretor de Marketing e vendas: Dean Smith”  estava escrito na porta de sua sala no vigésimo quinto andar de um prédio comercial luxuoso.

— Bom dia, senhor Smith. – sua secretária entrou em sua sala, levando alguns papéis.

— Bom dia, senhorita Campbell.

— Precisa de mais alguma coisa? – a secretária perguntou.

— Não, por enquanto é só isso mesmo.

Na manhã seguinte, Dean estava no elevador da empresa na qual trabalhava, quando um cara que trabalhava no vigésimo andar, entrou.

— Posso lhe perguntar uma coisa?

— Olha, cara, eu não gosto de... – Dean disse rapidamente.

— Ah, cara, qual é... eu também não! Eu só quero te fazer uma pergunta... O quê você pensa sobre "fantasmas"?

— Fantasmas?

— Você acredita neles?

— Uh... pra falar a verdade, eu nunca pensei nisso.

— E quanto a "vampiros"?

— O quê?

— Porque estou tendo uns sonhos... estranhos ultimamente. Entende o que eu digo?

— Não, não mesmo. Olha cara... uh... Eu não te conheço, tá bom? Então eu vou fazer um favor ao público em geral, e te avisar que... uh... que você compartilha demais.

O Dia do Dean estava chato como o de costume, até ele entrar no banheiro masculino.

— Ei cara não faça isso. – Dean disse assustado com que o homem queria fazer. – Porque você não tira o resto do dia de folga Ian?

— Não. Eu falhei. – Ian enfiou um lápis em seu pescoço.

— Alguém me ajude! – Dean gritou.

Sua secretária apareceu, e imediatamente ligou para a polícia. Dean a olhou surpreso por ela não ter desmoronado ao ver um corpo ensanguentado no chão. Minutos mais tarde, depois de dar seu depoimento para polícia. Dean ligou para o departamento de suporte técnico e pediu que Sam fosse até a sala dele. E antes que ele fechasse a porta, pediu que sua secretaria entrasse.

— Quem diabos é você? – Dean perguntou ao cara.

— Não tenho certeza se sei.

— Como? – Dean o olhou confuso.

— Sam Wesson... comecei aqui há umas três semanas.

— Certo... Então, você começou a trabalhar aqui faz umas três semanas? – Dean o olhou. – Eu também.

— Isso é estranho. – a secretária se manifestou. – Eu entrei na mesma época.

— Sam, essa é a Prue Campbell minha secretária. Ela está aqui, porque aparentemente não desmoronou ao ver todo aquele sangue.

— Eu só não entendi o que estou fazendo aqui? – ela perguntou cruzando os braços.

— Simples, cada um teve alguém por perto que morreu. Você semana retrasada. – Dean apontou para Sam. – Você semana passada. – olhou para a garota. – E agora eu?!

— Foi apenas coincidência. – Prue disse.

— Okay, E se esses suicídios não forem suicídios? Quer dizer, e se houver alguma coisa que não seja natural? – Sam começou a andar de um lado para o outro na sala.

— Então, o quê... fantasmas existem? – Dean perguntou o achando completamente maluco. – E são eles os responsáveis pelos cadáveres aqui? É isso que você está me dizendo?

— Olha... Eu sei que isso parece loucura... Mas sim... é isso o que estou lhe dizendo...

— Baseado em quê? – Prue perguntou sentando-se no sofá.

— Instinto?

— Sério? – Dean o olhou.

— Só estou dizendo que tem algo definitivamente estranho acontecendo por aqui. – Sam disse sério. – Então eu fiz algumas pesquisas... E encontrei uma conexão entre os dois caras. Ian e Paul receberam o mesmo e-mail, pedindo para que eles se apresentem ao RH, na sala 1444.

— O RH fica no 7º. – Dean respondeu.

— Exatamente. – Sam pegou sua mochila. – Devemos verificar isso? Tipo... agora mesmo.

— Você está certo. Estou louco para olhar isso. – Dean disse saindo da sala.

Então eles foram até a sala 1444. Ao chegaram lá foram atacados por uma coisa sobrenatural que jogou Sam no chão. Quando a coisa foi atacar Dean, Prue pegou uma barra de ferro do lado de uma das prateleiras, bateu no fantasma, o fazendo desaparecer.

— Como você sabia como fazer aquilo? – Sam perguntou já de volta ao escritório.

— Não faço idéia. Loucura, não é? – Prue deu ombros.

— É como se... já tivesse feito isso antes?! – Sam perguntou.

— Tipo isso. – Prue riu sem graça.

— Sei lá sinto que eu não sou eu mesmo. E que deveria estar fazendo outra coisa. – Sam disse. – E você? - perguntou a Dean.

— Não acredito no destino. Mas acredito que devamos lidar com isso, agora...

—  Tudo bem, então o que faremos? – Sam perguntou.

— Faremos o que eu faço de melhor, pesquisar. – Dean sorriu fraco.

Eles passaram boa parte da noite pesquisando sobre o prédio, e de como se matava coisas sobrenaturais. E depois de terem tudo o que precisavam, resolveram entrar em ação.

— Você fica aqui. – Dean disse para sua secretária.

— O que?! E perder toda a emoção. – Prue abriu a porta do escritório, saindo antes deles. – Nem pensar.

— Gosto dela. – Sam disse rindo.

— Tira o olho. – Dean disse sério.

— Vocês tem algo? Estão juntos? – Sam perguntou.

— Não. Mas ela é minha secretária. – Dean disse como se fosse óbvio.

— Hey vocês, será que os dois poderiam se apressar? – Prue perguntou do corredor.

Eles estavam no hall de entrada da empresa, olhando para os objetos antigos que estavam dentro de caixas vidros. Foi então que do nada Prue foi atacada, sendo jogada do outro lado do hall. Dean ficou furioso e foi com tudo pra cima do tal fantasma. Sam pensou rápido, quebrou as caixas de vidros e queimou os três objetos que estavam dentro. Em segundos fantasma se perdendo em uma chama de fogo e sumiu no ar.

— Você está bem? – Dean se abaixou na frente de sua secretária.

— Sim estou. – Prue sorriu.

— Graças a deus. – Dean a ajudou a se levantar.

— Está tudo bem com vocês? – Sam perguntou.

— Aquilo foi incrível! – Dean riu.

— Sim. – Prue riu. – Apensar que vou ficar cheia de hematomas, mas foi incrível.

— Sim. Foi. – Sam riu.

— Devíamos continuar fazendo isso. – Sam disse sério.

— Tipo largar o emprego e pegar a estrada? – Dean perguntou surpreso.

— Exatamente.

— Qual é... você deve estar brincando. – Dean o olhou surpreso. – E como nós viveríamos? Com cartões de crédito roubados?

— Isso é loucura. – Prue se aproximou deles. –  Eu tenho que ajudar minhas irmãs a cuidar da minha avó.

— Uh... confissão. – Sam os olhou. – Lembra daqueles sonhos com os fantasmas? Eu lutava contra eles. Tudo o que sei é que isso aqui não é o que deveríamos ser...

— Okay, o que quer dizer? – Dean perguntou. – Está tentando dizer que... que não somos reais?

— Não, mas estou com esse sentimento dentro de mim... E eu sei... que no fundo, vocês também estão. Nós deveríamos ser algo mais.

— Acho melhor todos voltarmos para nossas casas e dormir o resto da noite. – Prue disse abrindo a porta. – Amanhã pensamos nisso com mais clareza.

No dia seguinte, Dean tinha acabado de conversar com sua secretária. Ele estava pensando em tudo o que ela disse, quando o presidente da empresa entrou entrou em sua sala.

— O que acha disso como um bônus? –  entregou-lhe um cheque recheado.

— É muito generoso... – Dean olhou para o cheque, e novamente se lembrou de tudo que aconteceu na noite anterior. – Obrigado, senhor. Isso é... mas... estou lhe dando meu aviso prévio.

— Está de brincadeira, né?

— Não, eu... recentemente... muito recentemente... percebi que eu tenho outro trabalho a fazer. E que é muito importante pra mim.

— Outro trabalho? Em outra empresa?

— Não, eu... é difícil de explicar. é só que... isso é... Esse não é quem eu deveria ser. – Dean rasgou o cheque.

— Dean, Dean, Dean. Finalmente.

***

Ainda na mesma sala que estava antes, Dean despertou da ilusão, completamente desnorteado.

— Que diabos? – Dean despertou assustado. – Por que estou usando gravata?

— Bem vindo de volta.

— Espera. Eu... eu acabei de ser tocado por um... você é um anjo, não é?

— Sou Zachariah.

— Ah, que ótimo... tudo o que eu precisava era de mais um de vocês.

— Eu não sou "só mais um", Dean... Sou o superior de Castiel. Acredite, eu não tinha nenhum interesse em aparecer por aqui e ainda mais dentro de uma coisa fedorenta dessas... Mas senti a necessidade de fazer uma visita.

— Linda história. – Dean foi irônico. – Onde está Prue e meu irmão?

— Estão bem. – Zacariah disse. – Logo vai se encontrar com eles. Mas antes temos que terminar essa conversa.

— Isso tudo é algum tipo de lição? Bem, muito criativo. Então, eu... estou alucinando tudo isso aqui?

— Não mesmo. É um lugar real, foi uma caçada real. Eu só coloquei vocês no meio sem o benefício de suas memórias. Só pra deixar as coisas mais interessantes...

— Pra vocês se divertirem nos assistindo andando por aí feito palhaços... em trajes de macaco? – Dean foi irônico.

— Isso foi para provar que o caminho que escolheu está mesmo no seu sangue. Você é um caçador. Não porque seu pai te fez um, não porque Deus te mandou voltar do Inferno... Mas porque é isso que você é. E você ama isso. Não mais que a bruxa e a seu irmão. Mas ama isso. Dean sejamos verdadeiros aqui... você é bom nisso... Você vai ter sucesso. Você vai conseguir impedir...

— Impedir o quê? Seja específico, cara!

— Você fará tudo o que está destinado a fazer. Por inteiro. Mas eu sei, eu sei. Você não é forte o suficiente. Você está assustado... Por enquanto, você dirige um carro clássico, e tem esse relacionamento sem freios com a bruxinha. Isso não é uma maldição... isso é um dom. Então, pelo amor de deus, Dean, pare de reclamar. Olhe ao seu redor. Há muitos destinos piores do que o seu. Então, está comigo? Quer ir buscar outro copo de café com leite... Ou está pronto para se erguer e ser quem você realmente é?

***

Dean foi mandado de volta para o casarão das Encantadas. E quando ele contou o que tinha acontecido, Prue, Sam estavam completamente surpresos.

— Maravilha! Então quer dizer que temos mais anjos. – Prue bufou.

— Arcanjo. – Dean a corrigiu.

— Não me sinto melhor com isso. – Prue disse.

— Então você foi mandado para um mundo paralelo só pra provar que você sempre escolheria caçar?! – Sam perguntou.

—  Pois é. – Dean bufou. – Eu estou cansando disso.

 — Então somos dois, porque será que as coisas nunca podem ficar tranquilas? – Prue bufou. – Piper que está feliz, curtindo a praia, longe desses problemas. 

— E o que vamos fazer agora que sabemos que Arcanjos existem? – Sam perguntou.

— Fazer o que estamos fazendo desde os anjos. – Dean deu de ombros e foi em direção a cozinha. 



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