História Bruxas e Caçadores - Part II - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Charmed (Jovens Bruxas), Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Leo Wyatt, Phoebe Halliwell, Piper Halliwell, Prue Halliwell, Sam Winchester
Tags Charmed, Crossover, Dean Winchester, Ficção, Magia, Sci-fi, Sobrenatural, Supernatural
Exibições 48
Palavras 2.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Metamorfose


Duas semanas depois...

São Francisco – Califórnia

As Halliwell tinham recebido uma tarefa de treinar um jovem bruxo. Mas as coisas não estavam saindo tão bem quanto elas esperavam. 

— Ainda não entendi essa tarefa. – Piper disse andando de um lado para outro. 

— Na verdade essa mais uma tarefa para o Dave. – Leo disse. – Ele é que tem que provar que...

Leo foi interrompido com um forte barulho que veio do sótão. As irmãs se entre olharam e subiram correndo a escada. 

— O que você está fazendo? – Piper soltou irritada ao entrar no sótão. 

— Relaxe. Ele está preso em uma armadilha. – Dave disse. 

— Desculpe, você disse "relaxe"? Você trouxe um Anjo Negro para a nossa casa, e quer que eu relaxe? – Phoebe quase gritou. 

— Vocês pediram para que eu praticasse magia, e...

— Sim. Nós pedimos para você praticar magia simples. – Prue revirou os olhos. – E não trazer um Anjo Negro! Ele pode matar o Leo, ou nos matar. – disse nervosa.

Enquanto as irmãs discutiam, o anjo negro conseguiu sair da armadilha, e quase acertou as irmãs com uma espada envenenada. Quando Piper foi lançar seus poderes, ao invés de explodir o anjo negro, lançou fogos de artifício em cima dele. 

— O que é que...? – Piper perguntou surpresa. 

Prue olhou para a espada, e ela foi direto a sua mão. E então matou o anjo negro. 

— Vê, é por isso que não trazemos Anjos Negros para casa! – ela riu.

— Ok! Agora vamos falar dos poderes da Piper. – Phoebe olhou para o garoto. 

— Eu fiz isso aqui. – ele lhe entregou um papel.

— Isso explica os fogos de artifícios. – ela disse lendo o papel. 

— Sem feitiços pra você por enquanto, rapazinho. – Piper disse nervosa.

Dave estava envergonhado por ter colocado suas tutoras em perigo, mesmo que sem querer. E foi tentar fazer algo para agradá-las. Mas não deu muito certo, porque ele quase colocou fogo na cozinha. 

— Olha, eu vou deixar vocês com isso e vou dar um pulinho na casa do titio. – Prue riu. – Espero que quando eu voltar, ainda tenha uma casa. 

— Há, há, há... Engraçadinha. – Piper riu.

— E você Dave, faça o que minhas irmãs falarem e vai se sair bem na magia. – Prue sorriu para o garoto. 

***

Sioux Falls - Dakota do Sul

Os Winchesters ainda estavam na casa de Bobby, quando do nada Sam sumiu.

— Sei não, o Sam anda muito estranho ultimamente. – Dean andava de um lado para o outro na sala. – Ele está me escondendo alguma coisa, só não sei o que é, mas vou descobrir. 

— E vai descobrir como?! Você nem sabe onde o garoto está.

Prue chegou à casa de seu tio, por volta das quatro da tarde. Parou seu carro do outro lado da rua, e quando entrou na casa, pegou a conversa de Dean com seu tio, que ela julgou ser bem séria. 

— Quem não sabe onde está quem? – ela perguntou ao entrar na sala. 

— Prue! – Bobby se aproximou da sobrinha e lhe deu um abraço. – Então o que faz aqui? 

— Eu vim conversar com senhor, mas já vi que está ocupado.

— Nunca estou ocupado para minha sobrinha. – Bobby sorriu.

— Oi. – Dean finalmente se manifestou.

— Oi. – ela sorriu fraco, ainda estava chateada pelo o que ele tinha feito. – E o Sam?? – então sua ficha caiu ao ver a expressão deles. – Opa! Foi ele que sumiu... Ok, eu vou tentar localizar o irmão fujão. 

Prue pegou um mapa e um cristal. Depois de abrir o mapa na mesa, ela recitou um feitiço...

— “Sobre um mapa um cristal vai buscar e o ponto vai me mostrar onde o Sam está!” 

Então o cristal parou.

— O Sam está onde? – Dean perguntou se aproximando. 

— Ele está a duas cidades daqui, em um depósito nesta rua. – Prue falou, enquanto escrevia em um papel. – Aonde vai?

— Buscar meu irmão. – Dean respondeu já saindo da casa.

Prue olhou para seu tio, que apenas acenou com a cabeça para que ela fosse atrás do Winchester mais velho. Ela pegou seu casaco, sua mala e saiu correndo atrás dele.

— O que está fazendo aqui? 

— Eu vou com você! – Prue disse entrando no carro, e jogando sua mala no banco de trás. 

— Por quê? – Dean a olhou.

— Porque tenho a impressão de que talvez você precise de ajuda. – ela deu de ombros.

Àquela viagem foi completamente estranha. Era a primeira vez que os dois ficariam tanto tempo sozinhos, depois do que aconteceu. Dean não tinha coragem de tocar no assunto, e Prue esperava que ele pedisse desculpas. Como nenhum dos dois teve coragem de abrir a boca, a viagem foi apenas ao som do bom e velho rock clássico que tocava no rádio.

— Ele está aí dentro? – Dean perguntou ao chegar no tal depósito. 

— Sim! – Prue respondeu saindo do carro junto dele.

Dean se colocou na frente dela e entraram no depósito. Eles andavam cautelosos, até que do nada Dean parou ao escutar a voz do irmão.

— Com quem ele está falando? – Prue cochichou. 

— Eu não acredito que ele fez isso! – Dean bufou. 

— Fez o que?!

Dean fez sinal de silêncio, e entrou no enorme galpão. 

— E ai... Tem alguma coisa para me contar, Sam? 

— Dean, espera aí está bem? Eu posso... Prue?!

— Oi Sam. – a garota sorriu.

— Você ia dizer, “eu posso explicar?!” – Dean foi irônico. – Como você explica isto? Porque não começa dizendo quem é ela... – foi se aproximando do irmão. – O que ela faz aqui? 

— Bom ver vocês de novo! 

— Ruby? – Prue soltou surpresa. – Como?

— É a Ruby? 

— Não! – Sam tentou tirar o irmão de cima de Ruby.

Quando Sam conseguiu tirar a faca do irmão, Ruby foi com tudo para cima de Dean. Mas Prue foi mais rápida, usando sua magia com ela.

— Vejo que está mandando ver nos poderes. – Ruby riu ao se levantar.

— Você não faz ideia. – Prue foi irônica. – Então da ultima vez que eu soube você estava morta. 

— Coisas aconteceram quando Dean saiu do inferno. – Ruby disse o olhando.

— Ruby! Ele está mal, vai. – Sam falou, apontando para um homem caído no chão. 

— Onde você pensa que vai? – Dean a encarou.

— Pronto Socorro. A não ser que você queria brigar antes.

Dean passou por seu irmão e foi em direção à porta. Prue não pensou muito e foi atrás dele, ela tinha a sensação de que ele ia fazer alguma coisa muito estúpida. Não mais estúpida do que vender sua alma e ir parar no inferno, ou voltar e levar meses para contar a verdade a ela. Mas mesmo assim seria estúpido! Sam abriu a porta da frente do carro e entrou. O silêncio predominou durante todo o caminho. Dean estava quieto, e isso estava deixando Prue nervosa. Ela sabia que faltava muito pouco para que o Winchester mais velho explodisse com o irmão. Dean começou a arrumar suas coisas dentro da mala.

— Dean o que você está fazendo? Você vai se mandar?! 

— Você não precisa de mim. Você tem a Ruby agora. 

— Espera! Dean, qual é cara?! – Sam se aproximou, e recebeu um soco de seu irmão. – Está satisfeito?! – outro soco. – Acho que não! – limpou o sangue de seu nariz.

— DEAN! – Prue fez com ele se afastasse de Sam. 

— Você ao menos faz ideia de como você passou dos limites? Do normal? Do humano? 

— Eu só estou exorcizando demônios. 

— Com a mente! – Dean gritou. – O que mais você faz?

— Sam, não....

Mas Prue não foi ouvida pelo mais novo dos Winchester.

— Mando todos eles para o inferno, só funciona com demônios é só isso. – Sam disse tentando acalmar o irmão. – Eu devia ter contado antes, foi mal Dean! Mas tente ver o outro lado. 

— Qual outro lado?!

— Eu tiro demônios de dentro de gente inocente. 

— Use a faca! – Dean gritou. 

— A faca mata a vítima, com o que eu faço, elas sobrevivem. Eu salvei mais pessoas em cinco meses, do que nós salvamos em um ano. 

Dean pegou seu irmão pela blusa, eles estavam a ponto de saírem na briga. Prue estava irritada com toda aquela situação e não sabia mais o que fazer para fazer os dois pararem de brigar. Então usou seus poderes para abrir e fechar a porta do quarto com força. Os dois se afastaram, e Dean travou o maxilar, se apoiando na TV.

— É o que a Ruby quer que você pense. Foi assim que ela te convenceu a usar seus poderes. É roubada irmão. Espere e verá. Você vai ladeira abaixo e só Deus sabe onde vai acabar. 

— Eu não vou deixar ir longe demais. – Sam falou.

Dean se controlou para não socar seu irmão, então jogou o abajur do quarto na parede, então Prue ficou no meio dos dois...

— Vem, vamos ali fora um pouco. – ela tentou tirá-lo do quarto. 

— Eu só quero saber uma coisa. – Dean olhou para o irmão. — Se é assim tão incrível porque você mentiu pra mim? Porque Castiel me disse pra parar você?

— Como é?! – Sam perguntou confuso. 

— Castiel? – Prue perguntou perdida. “Será o tal anjo que o Leo disse que teria força suficiente para tirar o Dean do inferno?” – Foi ele que...

— Sim! Foi ele que me tirou do inferno. – Dean a olhou. – Cas disse que se eu não impedi-lo ele vai. Sabe o que quer dizer, Sam? Que Deus não quer que você faça isto. E você vai ficar aí parado,  me dizendo que está tudo bem?

O celular do Sam começou a tocar. Enquanto o irmão falava ao celular, Dean e Prue estavam calados, de braços cruzados e se olhando. 

— É um caso em Cartago, Missouri. Temos que procurar por Jack Montgomery. – Sam disse assim que desligou o celular. 

— Então vamos. – Dean deu de ombros, saindo do quarto.

— Você vai ir? – Sam perguntou surpreso ao ver a amiga indo em direção ao Impala.

— Vou! Alguém tem manter vocês dois vivos. – Prue olhou rapidamente para o Dean, e então entrou no carro.

***

Cartago, Missouri

— Acorda Bela adormecida! – Dean falou rindo, ao chegar ao motel. 

— Idiota! – Prue falou de mau humor – Onde estamos?

— Em um motel em Missouri. – Sam respondeu.

— Por quanto tempo eu dormi? – ela perguntou saindo do carro. 

— Por um bom tempo. – Dean respondeu pegando as malas do carro. – Nem percebeu que paramos na casa do tal Jack Montgomery. – riu.

— Porque não me acordaram? – a ruiva perguntou pegando sua mala.

— Aceite isso como presente e vamos. – Dean sorriu e foi direção ao quarto. 

Prue bem que tentou pegar um quarto só para ela, mas não tinha  quartos disponíveis. Ela não teve escolha a não ser dividir o quarto com os Winchesters. Ela só não sabia se estava preparada de novo para isso. Ao entrar no quarto, os três deram de cara com um homem de cinquenta e poucos anos, chamado Traves. 

— Quem é a garota?

— Sou Prue, sobrinha do Bobby Singer. 

— Eu não sabia que o Singer tinha uma sobrinha tão linda. – Traves sorriu. 

— Ela é! – Dean concordou se aproximando da garota.

— Obrigado por ajudarem um velho, eu estou meio destreinado. – Traves mostrou o braço quebrado. – Então encontraram Montgomery?

— Sim. Nós vimos da casa dele. – Sam respondeu. 

— Ele tem um caso de boca nervosa. – Dean respondeu. – Terminou com um hambúrguer que se esqueceu de fritar. 

— É ele pode crer. – respondeu Traves. 

— O que ele é? – Dean perguntou. 

— Um Rugarú. – Traves respondeu. 

— Rugarú? É invenção? Parece invenção. – Dean riu. 

 — Eu vou dar uma volta. – Prue se levantou

Quando ela saiu, ligou para seu tio perguntando se ele conhecia Traves e se podiam confiar nele. Bobby a alertou sobre o quanto Traves não era confiável, e pediu para tomarem cuidado. 

— Pode deixar tio. – ela sorriu. – Mas uma coisa, o que o senhor sabe sobre Rugarú?

***

Sam tinha feito uma pesquisa, e acabou achando um jeito de não ter que matar Jack. Esse foi o motivo para o bate boca entre ele e o Traves. 

— E se ele não virar? Vamos matar o cara mesmo assim? Ele começou o processo, mas pode ser que ele resista e não chegue ao fim da linha. – Sam disse nervoso.

— Isso é verdade? – Dean perguntou . 

— Era isso que eu ia dizer, quando Sam me interrompeu. – Prue suspirou. 

— Sério? – Dean a olhou.

— Se eles nunca comem carne humana. Eles não se transformam. 

— Seja vegetariano e continue humano? – Dean foi sarcástico

— Nesse caso é coma carne crua, só não coma carne humana. – Sam completou.

— Gostei do interesse de vocês. – Traves disse. – Mas isso tudo é lenda, todos deram a primeira mordida. – se levantou.

— Mas não quer dizer que Jack vá. – Sam também se levantou.

— E o que vamos fazer? Esperar a contagem dos corpos? – Traves foi irônico. – Não vou permitir isso, garoto.  Confie em mim!

— Vai me desculpar, mas eu não confio nem um pouco em você. – Prue se levantou da cama. – Meu tio também não confia nada em você. – foi irônica. – Então fica bem espertinho, que eu estou de olho em você. – saiu do quarto, sendo seguida pelo Dean.

— Isso é verdade? – ele a segurou pelo braço.

— Sim. Eu liguei para o meu tio, ele só me confirmou que não devemos confiar nesse cara. 

— Mas ele parece saber bem o que está acontecendo. Eu o conheço há anos. – Dean falou. 

— Faça o que você quiser, meus instintos dizem que não devemos confiar nesse cara. Só não cometa outra burrice.  – Prue saiu o deixando sozinho.

Quando ela voltou para o quarto, ele estava vazio. E logo pensou que Traves estava fazendo alguma maluquice. Ligou para Dean e pediu para que ele voltasse logo para o motel.  Ela nem deixou que eles entrassem no quarto, e já foi entrando no Impala. 

— E ai o que conseguiram com Jack? – Prue perguntou ao entrar no carro.

— Nada! –Dean disse ao dar partida no carro. 

— E você achou alguma coisa? – Sam perguntou a garota.

— Eu cheguei a pensar que Rugarú fosse uma maldição, que eu pudesse quebrar sem ter que matar o cara. Mas na verdade ele é o próprio Rugarú. É da essência dele, não tem como mudar a não ser que ele nunca coma carne humana e não conclua a transformação. – a ruiva disse. – Por isso tenho a nítida impressão que o sumiço do Traves vai acabar mal. 

Minutos mais tarde, Dean parou o Impala na porta da casa do Jack.

— Agora sabemos onde Traves está. – ele apontou para um carro.

— Idiota. – Prue disse. 

— Um idiota filho da mãe. – Sam falou nervoso.

Quando perceberam que a porta estava destrancada, os três entraram e ao chegarem à sala havia uma enorme mancha de sangue no tapete. 

— Meu Deus! – Prue disse ao ver restos do que parecia ser uma pessoa. 

— Você acha que é o Traves? – Dean perguntou. 

— Ou que restou dele. – Sam disse olhando incrédulo.

— Dean!! – a ruiva gritou quando Jack o atacou.

Depois que Dean caiu desacordado, Jack foi pra cima de Prue e Sam. Ele bateu com um barril de gás na cabeça de Prue e empurrou Sam para dentro de um armário. Jack se virou, olhando para Dean e Prue que estavam desacordados no chão. Lutando contra a fome que sentia. 

— Jack! – Sam bateu na porta. – Se você machucá-los! Eu juro por Deus...

— Fique calmo! Seu irmão e sua amiguinha estão vivos... Mas não se você não ficar frio.

— Ok! Jack. Ouça. Abra a porta, vamos resolver tudo está bem.

— Acho que não. Depois do que você fez?! – Jack falou. – Você mandou seu amiguinho aqui e ele tentou queimar minha mulher viva. – se aproximou de Dean. – Como eu estou faminto.

Sam tentou a todo custo sair do armário, mas usando a força da sua mente conseguiu afastar o armário que estava travando a porta, e conseguiu sair do armário. Jack se afastou de Dean, e foi com tudo para cima de Sam que não pensou duas vezes e ateou fogo em Jack. Neste exato momento, seu irmão recobrou a consciência e olhou incrédulo para Sam. Em seguida, ele notou que Prue estava desacordada no canto da sala. Levantou-se meio cambaleante a pegou no colo e saiu da casa, chamando seu irmão. Prue estava deitada no banco do Impala, quando recobrou a consciência, dando de cara com olhos verdes maravilhosos, a encarando.  

— Você está bem? – Dean perguntou, olhando o ferimento na cabeça dela. 

— Estou. Só minha cabeça que dói um pouco. – ela sorriu.

— Pressiona isso. – Dean pegou um pano em seu casaco e colocou sobre o ferimento. 

— Vamos dá o fora daqui. – Sam falou. 

Os três estavam calados enquanto seguiam viagem. Porém, o silencio que estava dentro do carro perdurou apenas por algum tempo.

— Sam, você sabe que fez a coisa certa né? O cara era um monstro, não tinha volta. – Dean desviou seu olhar para o irmão. – Sam, eu quero que você me desculpe. Eu andei pegando pesado com você. É só que este seu lance psíquico me mata de medo. 

— Se não for problema, eu prefiro não falar no assunto. – Sam olhou pela janela.

Prue percebeu que Dean a olhava pelo retrovisor, ela não resistiu e abriu um sorriso. Ela estava feliz por estar ali com eles, como costumava ser. E ao que parecia ela já estava começando a perdoar Dean. 



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