História Second Grade - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Exibições 234
Palavras 2.618
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem amorecos! <33
Se tiver algum erro: Sorry! :(
Boa leitura! ^-^

Capítulo 19 - Suspension


Fanfic / Fanfiction Second Grade - Capítulo 19 - Suspension

Me acordei com um peso em cima de mim. Era o meu irmão.

 

— O que faz aqui?   ~Perguntei me despertando e esfregando os olhos~

— Bom dia pra você também!

— Bom dia.

— Eu vim te acordar.

— Sem agressão? Que milagre.

— Você é fofa dormindo.

— E você fica muito gay falando essas coisas.

— Tem razão. Levanta logo dai filhote de Cruz credo.

— O Kookie amoroso voltou ¬¬

— Ele nunca foi embora.

 

Eu me levantei da cama, e pela primeira vez na vida me acordei com um pouco de disposição. Meu irmão me acordou sem brutalidade, eu não acordei com preguiça, o que tá acontecendo? Não sei. Fui fazer minhas higienes matinais e tomar um bom banho. Não demorei muito, vesti meu uniforme e fiz minha maquiagem eterna, que nunca muda. Desci pra tomar café, e nada melhor do que sentir aquele aroma de café quentinho pela manhã.

 

— Que saudade desse café maravilhoso!

— E o que você não sente falta?   ~Mamãe Perguntou~

— Da escola.

 

Dei um beijo de bom dia na bochecha da minha mãe e me sentei pra tomar café, meu irmão logo desceu e tomamos café todos juntos. Terminei em questão de minutos e saí pra ir para aquele Colégio insuportavelmente chato. E que eu estava muito bem sem.

 

[...]

 

Entrei na sala e hoje o meu dia está realmente cheio de surpresas. Outra delas é que os merdinhas dos meus amigos chegaram mais cedo que eu.

 

— Bom dia!

— Bom dia!   ~Responderam em coro~

— Estão atrasados.   ~Falou Namjoon~

— Não estamos não, vocês que chegaram muito cedo.   ~Falou Kookie~

— Levaram alguma bronca quando chegaram ontem?   ~Perguntou Jimin~

— Não. Minha mãe é de boas. Cadê o Jin?

— Acho que foi no banheiro.   ~Disse Yoongi~

 

Fizemos uma rodinha e ficamos conversando até o professor chegar á sala. Era o professor de Matemática. Que inferno! Eu odeio Matemática. Eu não vejo razão de aprender tudo aquilo, eu sempre fico em recuperação nessa matéria. SEMPRE! Eu fico em praticamente todas as matérias de exatas, pra ser mais sincera.

O professor explicou o assunto no quadro e parecia que estava tendo aula de grego, latim, alemão, russo. Eu não estava entendendo nada. E pra piorar ele parecia o Papaléguas falando, de tão rápido que ele explicava o assunto. Ele passou uns três exercícios pra gente fazer em sala do que ele tinha explicado.

 

— Meu Deus! Eu estou ferrada.   ~Coloquei as duas mãos na cabeça olhando pro exercício~

— Quer ajuda?   ~Pergunto Tae, super fofo~

— Você não vai ter paciência pra me ajudar.

— Claro que vou. Não é tão difícil.

— Pode não ser pra você, mas pra mim é.

— Não gosta de Matemática?

— E quem gosta? Pior matéria. Matemática, Física, Química...

— As de Exatas. Eu entendi.   ~Ele riu~

— Mas eu preciso de ajuda, mesmo.

— Tudo bem princesa, eu ajudo você.   ~Sorriu~

 

Quase enfartei quando ele me chamou de princesa. Como ele era fofo *-* Ele me explicou tudo direitinho, com a maior calma do mundo e ainda perguntava “Quer que eu repita?” de um jeito muito fofo. Eu não sabia se prestava mais atenção nos exercícios ou no próprio Tae. Até que eu consegui resolver algumas coisas sozinha.

 

— Já dá pra ser professor.

— Sério?   ~Ele perguntou achando engraçado o que eu tinha dito~

— Aham. E as alunas vão amar você. Tanto por ser lindo, como por ser fofo.

— Você fala como se nunca tivesse conhecido um garoto como eu.

— E eu nunca conheci mesmo. E não vou conhecer.

— Porque não?

— Porque você é único!   ~Sorri~

 

Ele acabou ficando corado com o que eu disse e ele ficava ainda mais perfeito com vergonha. Fui até a mesa do professor e ele corrigiu meu caderno e me parabenizou, estava tudo certo! Graças a mim é que não foi né? Bem óbvio. Aproveitei pra pedir permissão de ir ao banheiro, ele permitiu. Fui apenas deixar meu caderno na mesa e saí de sala.

Corri para chegar logo no banheiro. Eu estava apertada. E parece que piora mais ainda quando você está perto do banheiro. Eu logo entrei e fechei a porta, me livrando daquele incômodo chamado: Bexiga Cheia. Lavei as mãos e saí do banheiro até mais feliz. Só que minha felicidade acabou quando alguém colocou o pé pra eu cair com tudo no chão. Olhei para ver quem era, era a vadia da D.ana!

 

— Qual o seu problema garota?   ~Perguntei ficando de pé e a encarando de frente com muita raiva~

— Eu que deveria te fazer essa pergunta!   ~Ela se aproximou de mim, estava com raiva também~

— Você ficou mais louca do que já é?

— Eu disse que quero você longe do Taehyung!   ~Aumentou o tom de voz, uma coisa que eu odeio!~

— E desde quando eu obedeço você? Não obedeço nem a minha mãe.

— Você vai fazer o que eu disse, vai se afastar dele!   ~Ordenou~

— Sabe qual é o seu problema D.ana? Achar que pode fazer com todo mundo o que você faz com as suas amigas, que estão mais pra ovelhinhas perdidas.

— Eu poço fazer o que eu quiser, minha mãe é a diretora desse Colégio!

— Sua mãe fofa, e não você. Você não passa de uma desesperada. Sua vida se resume em correr atrás de homem.

— Quem você pensa que é pra falar assim comigo? Ninguém fala assim comigo!

— Pois eu falo! E falou ainda mais alto se quiser! Eu não sou as suas amiguinhas pau mandadas suas, eu faço o que eu quiser. E falo desse jeito com quem eu quiser!   ~Aumentei o tom de voz também~

— Me dá um motivo pra eu não quebrar tua cara garota.   ~Ela estava furiosa~

— Você pode quebrar suas unhas de galinha.   ~Sorri debochando~

 

Ela partiu pra cima de mim. E já estávamos no chão socando uma a cara da outra. Na verdade, eu que socava a cara dela, ela só sabia puxar meu cabelo e me arranhar com aquelas unhas de galinha. Não sei por quanto tempo ficamos brigando, até que chega a expectora e nos manda pra diretoria. Eu já sabia que iria tomar no cu mesmo. Já estava cheia de faltas e pra piorar vou ser suspensa. Com toda a certeza do mundo esse não é o melhor ano pra mim.

A expectora nos acompanhou até a sala da diretora que não estava no momento. Então ela ficou nos vigiando pra gente não acabar se matando. Pelo menos, deixei aquela loira oxigenada que trabalha em farmácia de botequim com dois belos olhos roxos. Até que os arranhões daquela vadia estavam ardendo. Inferno! A diretora finalmente chegou e se sentou em sua cadeira confortável e chique e ficou olhando pra nossa cara com um puta olhar de raiva.

 

[...]

 

Saí daquela sala e eu estava fudida. Ligaram para a minha mãe e ela viria me buscar, o que já era ruim. Se eu fui suspensa? Claro que fui! E pra piorar eu entrei no tapa com a filha da diretora, estou suspensa o resto da semana, só vou poder voltar na próxima. Até que vejo cinco seres correndo em direção a mim.

 

— Docinho, você tá bem?   ~Perguntou Hobi~

— Estou. Mesmo estando com as horas contadas.

— Ligaram pra mamãe?   ~Perguntou Kookie~

— Aham.

— Vamos te fazer um bom velório, eu prometo.   ~Falou Jimin~

— Obrigada pelo apoio ¬¬

— O que você tinha na cabeça? Cocô de pombo?   ~Perguntou Jin~

— Ela que partiu pra cima de mim. Eu não ia ficar apanhando.

— Quantos dias?   ~Perguntou Hobi~

— O resto da semana. Só volto semana que vem.

— Mas você bateu muito nela?   ~Perguntou Namjoon~

— Não consegui deixar ela cega, mas tentei.

— Estou orgulhoso de você!

— Obrigada. Aprendi com o mestre!

 

Eu e Namjoon fizemos um toque de mãos só nosso. E eles tiveram que resolver uns assuntos com a diretora, não perguntei o que era, não era da minha conta. Acho que o Tae e o Yoongi devem ter ficado na sala mesmo. Eu fui pegar as minhas coisas na sala, e como era de se esperar, a turma inteira olhou pra mim. Eu me controlei para não mandar ninguém tomar naquele lugar, mas não consegui.

 

— Estão olhando o que? Perderam alguma coisa na minha cara? O quadro é ali!   ~Apontei pro quadro~

 

Eu fui logo arrumar aquela mochila, eu estava com muita raiva. Eu fui uma tremenda burra, estúpida! Acho que era isso que a D.ana queria, ficar livre de mim por alguns dias pra ter a chance de ter o Taehyung sozinho. Que burra que eu fui! Coloquei aquelas porcarias de materiais com o maior ódio do mundo dentro da mochila.

 

— O que aconteceu com você? O que ouve com seu rosto?   ~Perguntou Tae, todo preocupado~

— Agora não Kim. Depois!

— Você nunca me chama de Kim...   ~Ele pareceu ficar mal com isso~

 

Eu não falei mais nada, não queria chatear ele. Eu estava com muita raiva e quando estou assim desconto no primeiro que me encher o saco. E eu não quero que seja ele. Terminei de arrumar minhas coisas e saí daquele lugar. Fui pro lado de fora da Escola, esperei minha mãe chegar. O que não demorou muito. “Adeus terra, vou sentir falta de viver” pensei. Ela desceu do carro e me olhou, mas não estava com raiva. Eu acho...

 

— Já pode tirar a arma do bolso e me matar se quiser. Estou aqui.

— Eu não vou te matar.   ~Falou minha mãe rindo~  Quero saber o que aconteceu primeiro.

— Essa garota, ela me inferniza mãe!

— E porque não falou com a diretora?

— Porque é a filhinha dela. Eu levei toda a culpa, sendo que foi ela que começou tudo isso. Me desculpe por ter que tirar do trabalho por isso, mas eu não ia ficar mais aturando ela não.

— Não estou brava com você, não se preocupe. E porque ela implica tanto com você?

— Porque ela é louca pelo Taehyung! Mas ele não está nem aí pra ela. E eu fui muito burra, estúpida e idiota e só depois percebi que caí no joguinho dela. Vou ficar o resto da semana suspensa e ela vai ter o Taehyung só pra ela. QUE ÓDIO MÃE! ~Eu estava quase explodindo de tanta raiva~

— Sabe, você me lembrou muito os meus tempos de Colégio. Eu já passei pela mesma coisa que você está passando agora. Por isso eu não liguei muito. Foi errado, foi. Mas diferente da minha mãe, sua queria vovó que me culpou da briga toda, eu entendo que você não fez por mal. E que não foi totalmente culpa sua.

— Que bom que a senhora entende mãe.   ~Abri um sorriso, aliviada~

— Agora, vamos embora?

— Vamos!

— Mas antes... Com quantos olhos roxos deixou ela?

— Dois.   ~Falei me gabando~

— Essa é a minha garota!

 

Rimos e entramos no carro. No caminho ela me deu uma bronca de leve pra aquilo nunca mais se repetir e eu assenti. Não vou mais me rebaixar a um nível baixo como a D.ana. Logo chegamos em casa e eu subi pro meu quarto. Eram 14h35min, fui logo tomar um bom banho. Fiquei horas lá, talvez aquela água fria me acalmasse. Eu fiquei pensando em tudo que podia acontecer entre ela e ele. E a vontade de socar a minha cara por ser tão burra foi grande. Mas com aqueles olhos roxos que deixei nela, acho que ela nem vai pisar na escola. Eu ri por algum tempinho. Saí do banho e fiquei algum tempo sentada na cama enrolada na toalha. Só depois me lembrei que tinha que me vestir. Vesti um roupa bonitinha (Notas finais). Estava fazendo um pouco de frio, mas isso não vai me impedir de dar um passeio pra enfriar a mente, pelo menos um pouco.

 

[...]

 

Eu estava sentada no banco de um parquinho que ficava uns cinco quarteirões da minha casa. Eu andei bastante, mas esse lugar acalma. As crianças brincando, correndo, pulando, se divertindo. Casais namorando, até idosos se divertiam naquele lugar. Eu chamava aquele lugar de “O parque dos sorrisos” pois nunca vi ninguém chorando por aqui. Um menininho veio correndo até a mim e eu não entendi o por que. Mas sorri pra ele.

 

— Pra você!   ~Ele me entregou uma flor~

— Pra mim? Obrigada! *-* Mas por que?

— Ficaria bonita em você. No seu cabelo.

— Sério? *-* Então, coloca pra mim?

 

Ele sorriu e só aí eu descobri o poder que uma simples criança tem de te fazer sentir um pouco melhor. Deve ser por isso que dizem que são delas o Reino de Deus. O menininho colocou a flor atrás da minha orelha e me deu um abraço. Eu perguntei o nome dele e ele se chamava Castiel. Nome de anjo! Combinava com ele, pois ele tinha os olhos azuis iguais o do Castiel de Supernatural. Ele foi embora, voltou para os amiguinhos e os pais dele e eu fiquei distraída olhando aquela flor que aquele anjinho tinha me dado.

 

— Que flor bonita!   ~Uma voz masculina falou comigo, e eu olhei pra ver quem era~

— Você?   ~Falei o reconhecendo, era aquele menino do supermercado~

— Lembra de mim?

— Jackson? Acertei?

— Certa resposta! Mas me diz...

— Dizer o que?

— O que um lugar legal como você faz numa garota como essa?   ~Ele inverteu a frase me fazendo rir~

— Vim enfriar a mente um pouco.

— Hmm... E o motivo disso foi essas marcas no seu rosto?

— Infelizmente ¬¬

— Brigou com quem?

— Com uma patricinha da escola.

— Se arrepende?

— Por uma parte sim. Por outra não.

— A parte boa é que você deu uma surra nela.

— Exato!

— E a parte ruim?

— Ela pode se aproveitar dos meus dias em casa e dar em cima do menino que eu estou começando a sentir algo forte.

— Vixi...   ~Ele fez uma cara engraçada~  Sabe o que você faz?

— O que?

— Toma um sorvete.

— Jura?   ~Eu acabei rindo disso~

— É sério! Sorvete é o melhor remédio, você vai ver.

— Pode até ser, mas eu não trouxe dinheiro.

— Eu também não, mas a gente engana o tiozinho dizendo que já pagou. Ele é velho, esquece muito rápido das coisas.

— Que coisa feia!   ~Rindo~   EU TOPO!

 

Me levantei do banco e fui com o Jackson que já se mostrou ser uma boa pessoa, sem falar que ele era um verdadeiro comediante. A gente enganou o tiozinho do carrinho de sorvete com a maior facilidade do mundo. Ficamos andando pelo Parque e tomando sorvete, as vezes umas crianças quase derrubavam a gente, mas isso era o de menos. Acabei esquecendo totalmente daquela raiva que estava sentindo.

 

— Agora Jackson, me fala...

— O que?

— O que te trouxe aqui?

— O carrinho do sorvete.

— Tirando isso.   ~Rindo~

— Eu gosto de vir aqui pra enfriar a mente também.

— E o que te deixou com a cabeça quente?

— Minha namorada, ex namorada agora né... Ela me traiu.   ~Ele ficou triste~

— Te entendo. Já passei por isso.

— Sério? Como alguém é capaz de te trair?

— Até que a mim eu entendo. Agora, como alguém é capaz de trair você? Só sendo muito burra mesmo ou tendo sérios problemas mentais!

— E foi com um garoto que eu considerava meu amigo.

— É impressão minha ou a gente tem a mesma história?

— Encontrei a minha gêmea no parque dos sorrisos é?   ~Ele riu~

— Parque dos sorrisos? '-'

— É como eu batizei esse lugar, pra mim.

— Mas eu também o batizei com esse nome.

— Como você é sem criatividade!

— Eu? Quem me copiou foi você.

— Até parece né!

 

Eu fiquei conversando com ele o resto da tarde e depois fomos pra casa. Ele morava na casa ao lado da do amigo dele, o Tuan. Eu me despedi dele com um abraço e fui pra casa.

Cheguei em casa e percebi que minha mãe tinha saído. Coloquei uns desenhos pra assistir na sala, mas o sono começou a chegar. Eu tentei lutar com ele mas, diferente da D.ana, esse luta eu não venci. Acabei pegando no sono.


Notas Finais




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