História BTS- My Dear Neighbor - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Rap Monster
Tags Colegial, Kim Namjoon, Romance
Visualizações 18
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


vooltei e com novidades
novidades: comecei uma nova fic, um pouco diferente. o primeiro capitulo ta pronto, mas ainda nao pretendo postar, vou fazer no minimo 3 capitulos. Nao vou contar como ela vai ser aqui (até pq né :v). relaxem que logo logo eu posto ^^
enfim... aproveitem!

Capítulo 10 - "A bruxa e seus gatos demoníacos"


Fanfic / Fanfiction BTS- My Dear Neighbor - Capítulo 10 - "A bruxa e seus gatos demoníacos"

O dia passa normalmente até que chega  final de tarde e o interfone toca. Mamãe vai atende-lo e volta um pouco inquieta, ela já deixa a porta destrancada.

-Quem era?- pergunto

-Seu pai- ela responde cabisbaixa

-O que? O que ele?...- alguém abre a porta

-Opa, boa tarde- meu pai fala entrando em casa

-Filha, vá se arrumar

-Vamos jantar só nós dois-

-O que? Não, eu não quero- eu fala indignada com tudo aquilo

-Vá logo é só um jantar- s/m fala tentando acalmar as coisas

-Mãe...- eu me levanto e vou para o meu quarto

Eu não quero ir, mas minha mãe me pediu então eu vou. Demoro de propósito para ver se meu pai desiste, porem o insistente fica e espera. Coloco uma roupa simples, um moletom fino com degrade rosa para branco, uma calça preta resgada e um allstar preto

-Vamos- e falo indo para a sala

-Demorou- meu pai diz

-Eu sei- saio da sala e vou para a porta, ele vem logo atrás

Saímos do prédio e entramos no carro, colocamos o sinto e meu pai da a partida

O caminho é silencioso, pois nós, principalmente eu, não temos nenhum assunto em mente, até que entramos num estacionamento de um dos restaurantes mais “de ricos” da cidade, podemos dizer assim.

-Acho que já estão nos esperando...- meu pai diz terminando de estacionar

-Hm- respondo sem nenhum gesto

-Não esta curiosa?

-Não- suplico já tirando o cinto e abrindo a porta

Ele da uma leve risada e diz- Queria te deixar curiosa pra você perguntar.

-Não deu certo- saio do carro e ele sai logo depois de mim

-Sua mãe e seus irmãos estão lá.

-Primeiro: ela não é a minha mãe. Segundo: eles não são meus irmãos. Terceiro: eu te odeio

-Eu sabia que iria dizer isso, vamos.

Entramos no restaurante, meu pai da uma olhada em volta e acena pra uma mesa que esta “a bruxa e seus gatos demoníacos” ou melhor dizendo minha madrasta e seus filhos

A madrasta: seu nome? Não sei. Realmente, se colocarem pra reciclagem ela volta como uma garrafa pet gigante de tanta plástica, lábios grossos que de longe se percebe o botox, cabelos loiros oxigenados, esta usando um vestido com um decote enorme para se parecer uma mãe, peitos enormes que chegam a cair na mesa e não podendo esquecer, como sempre, esta usando um reboco na cara, mais conhecido como maquiagem (se um traficante passar por perto dela ele vai ficar com inveja de tanto pó que ela tem na cara)

Os diab-COFCOF-irmãos: São gêmeos bem mais novos que eu, cujo também não sei o nome, devem ter por volta de 9 ou 10 anos. Tão insuportáveis quanto a mãe, eles estão com roupas sociais e dois bonecos do Transformers (quem traz bonecos para um restaurante?)

Vamos em direção até a mesa infernal (Tô exagerando? Não). E então vem a escolha crucial: onde sentar? Ao lado da madrasta do botox ou ao lado dos demoninhos? Antes de conseguir pensar, meu pai se senta ao lado da “loira” só me resta um lugar. Olho para o lado e vejo os dois irmãos me encarando, esperando eu sentar. Puxa a cadeira, me sento e pego o celular. Enquanto os dois velhos olham o cardápio, eu continuo no celular. A madrasta pergunta as duas pestes o que eles querem comer, e o ser que esta a minha frente, vulgo pai, começa a me falar:

-S/n, solta esse celular. Olha o cardápio e escolhe o que vai comer

-Hm...

-S/N!- todos da mesa olham para ele. Ele gritou, não o suficiente para todos do restaurante ouvir, mas o suficiente para que todos da mesa ouvissem- por favor, não me deixe com raiva aqui

-Ta!- ponho meu celular sobre a mesa e olho o cardápio e...- meu... só tem nome estranho aqui... Eles não servem hambúrguer aqui?- a madrasta ri- Que foi? Alguém contou uma piada?

-Não, é que a sua pergunta foi um pouco... diferente- a boca de botox fala

-Ata, claro- respondo e reviro os olhos.

Finalmente um nome que conheço, parmegiana! Passando alguns minutos o garçom chega à mesa

-Já gostariam de fazer o pedido, senhores?- ele pergunta

Assim, nós falamos nossos pedidos e o garçom se retira. Olho em volta, dou uma olhada no celular que não há nenhuma mensagem, não tem ninguém online.

-Que saco!- sussurro a mim mesma até que começam a conversar

-Mãe, vamos para onde no final do ano?- uma das pestes pergunta

-Não sei, querido. Que tal Paris?- a loira responde

-Eu estava pensando em Beirute- o ser a minha frente comenta- s/n, você gostaria de ir pra onde?

-Pra casa...- respondo e todos soltam uma leve risada

-S/n, pare de ser assim. Aproveite a noite!- a loira me fala

-Você sabe meu nome?!- pergunto incrédula

-Ah, sim

-Eu deveria me sentir mal por não saber o seu nome?- pergunto irônica

-Ah, não sabe meu nome?

-Como você não sabe o nome da sua própria mãe?- os gêmeos perguntam

-Como?!- quase engasgo com minha própria saliva- ela não é minha mãe. Se não fosse por hoje eu nem saberia que vocês existiam, e gostaria de continuar sem sabe, mas ele me arrastou pra cá- encaro meu pai

-OLHA AQUI...- o velho é interrompido

-Tudo bem amor... meu nome é Ga Eh Rose- ela diz de modo que pareça um nome americano, mas como eu to aqui pra zoar e tacar o terror...

-Gae Rosé?... interessante...- o velho se engasga com a bebida

-*leves risos* E esses são meus lindos filhos Mattheu e phillip

-Matheus e Felipe. Saquei

 


Notas Finais


gae= cachorro (em coreano)
espero que tenham gostado, aguardem o proximo ^^


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