História Bullet - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 1.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ecchi, Festa, Harem, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, gente.
Primeiramente peço desculpas, já que esse não era o capítulo que iria postar hoje e sim o da personagem da byungie. Prometo que de amanhã não passa. Prometo também que já vou começar a postar as integrantes femininas.
Masss, escutei uma música que só me fez pensar neste personagem. Para quem quiser escutar enquanto lê: Dean - Bonnie & Clyde.
Lembrando que o KyungJae é o pornô do Sunwoo vezes cinco. Prometo também que esse é o último personagem masculino nesse estilo que aceito, mas não me julguem. Amo esse tipo de personagem.
O KyungJae é cria da(o) NNieLL.
Por muito pouco esse capitulo não teve sexo explicito, mas achei que era demais para o terceiro capitulo, entom cortei as partes "quentes". O moço aqui embaixo é ninfomaníaco, não me julguem 2.0.

Capítulo 3 - Na KyungJae


Fanfic / Fanfiction Bullet - Capítulo 3 - Na KyungJae

Corpos! Nossos corpos fazedores de bebês, só os usamos por diversão
Corpos!
Vamos usá-los até que cada pedacinho suma
Vamos lá, de novo e de novo e de novo

As luzes coloridas se moviam por todos os lugares. Nessas horas da noite pouco importava o comportamento e a decência. O DJ remixou músicas de tamanha obscenidade que você sentiria vergonha se alguém a reconhecesse nesse ambiente, mas eu não. Adorava tudo aquilo.

Tentava caminhar entre as pessoas mas recebia empurrões e pisadas nos pés. O local que estava era grande, mas a quantidade de pessoas o tornava apertado e sufocante. Em um dos lados da sala havia um palco com duas dançarinas, uma loira e outra morena, ambas usavam shorts jeans muito curtos e um top cropped. Do lado contrário também dançavam dois homens que seguiam o mesmo padrão das garotas, um loiro e um moreno, ambos com calça jeans e sem camisa. A música de fundo era Jeremih - Fuck U All Day.

Sentia dúvidas sobre para que direção iria. Por isso fiquei praticamente ao centro da pista revezando meu olhar sobre as garotas e os garotos. Claro que para me manter nessa posição aguentaria o contato com outras pessoas, que infelizmente não era do tipo bom de toque, mas sim o dolorido.

Após algumas horas percebi que minha noite seria em vão. Estava sentado em uma cadeira em frente ao balcão do bar. Tomava algo que já não sabia mais o que era. A única informação que tinha do líquido era que é forte, já que queimava minha garganta de uma maneira ardente. Meu problema era que só flertava com pessoas bonitas e esse não era o forte da boate, tornado assim minha noite um lixo.

Olhei para meu copo e ele havia se esvaziado, mesmo não lembrando de ter entornado tudo. Aparentemente o álcool já começava a fazer efeito.

— Por favor. — Chamei o barman. — Coloque mais… do que eu tomei antes. — Disse tentando de todas as formas saber o que eu tomava.

O bartender era jovem, provavelmente tinha entre 21 e 24 anos, seus cabelos eram negros, o rosto era fino e sua pele era muito delicada. Usava uma calça preta justa, um tênis aleatório e uma camiseta azul escura. Relativamente bonito, talvez consiga algo para hoje.

Ele pegou uma garrafa e encheu meu copo. Sua expressão era de infelicidade, provavelmente até um pouco de raiva. Era hora de atacar.

— Não gosta do que faz? — Perguntei.

Ele me olhou com uma expressão confusa, querendo realmente saber se estava falando com ele. Após notar que a pergunta era direcionada para si, respondeu:

— Não. — Olhou com desdém a garrafa que segurava. — Me diga uma pessoa que quer trabalhar em um bar.

Ótimo, ele parecia estar disposto a falar. Ponto para mim.

— Então por que está aqui? — Tomei mais um gole do líquido no copo.

Aproveitou que praticamente ninguém estava no bar e me deu toda sua atenção. Pude observar que em seu pescoço a cabeça de uma cobra surgia, provavelmente uma tatuagem que cobria a extensão de suas costas. Admito que isso me alterou um pouco.

— Curioso? — Perguntou ele sorrindo de forma um tanto pervertida e ignorando a minha pergunta.

Notei que alguns botões da minha camisa se abriram durante o tempo que passei na pista. O homem encarava descaradamente o pedaço de pele amostra. Tomei mais um pouco da bebida e coloquei suavemente o copo no balcão.

— Sim. — Respondi diretamente. A melhor forma de jogar era parecer que não fazia tal ato. — Qual o significado?

— Representa a tentação, o engano e a destruição. — Ele sorriu. Aquilo o tornava extremamente sedutor. Com seus dentes perfeitamente alinhados e brancos, com pequenos e delicados lábios avermelhados levemente comprimidos, não nego que meus olhos estavam fixos em seu rosto.

O barman que seria a última opção por não ter encontrado nada melhor se tornou subitamente interessante. Ele carregava mistérios consigo e para minha sorte eu era especialista na resolução deles.

***********

Estávamos tão próximos quanto era possível. Já invadia a boca do menor sentindo sua língua sobre a minha. Os braços do bartender que recusara dizer seu nome estavam em torno do meu pescoço. Caminhávamos em direção a cama de madeira desgastada no centro do lugar.

O quarto do motel barato que ambos havíamos escolhido era diminuto. Tinha apenas uma cama com lençol manchado por algo que em consenso não queríamos saber o que é e um pequeno banheiro que não teríamos interesse de usar. As paredes eram vermelhas e descascavam devido a pintura antiga e o chão constituía-se apenas de piso quadriculado. Definitivamente era terrível, mas, ao mesmo tempo, excitante.

As mãos do menor desciam do meu pescoço acariciando minhas costas até começar apalpar minhas nádegas. Gemi. Novamente consegui ver seu sorriso que nós trouxe até aqui, sorria pelo gemido baixo que havia arrancado de mim.

Sentia que ele fazia todo trabalho, decidi mudar isso. Suavemente direcionei minhas mãos até a barra de sua camisa azul e tirei a peça que tanto incomodava. Pude ver a tatuagem que me causara curiosidade. Ela se iniciava do pescoço e ia até o cós de sua calça. O desenho de uma cobra feita apenas com tinta preta contrastava com sua pele alva. A pequena rosa em vermelho sangue que a serpente mordia se tornava a essência da tatuagem.

Em seguida o outro fez o mesmo com minha camisa branca. Desabotoava todos os botões ferozmente, tornando alguns inutilizáveis. Sentia seus olhos olhando para meu peito com vigor e desejo, tocava-me de cima a baixo e eu me divertia com a “gula” do garoto.

O Barman passou seus beijos da minha boca para a bochecha até chegar ao meu pescoço, me causando arrepios. Dava vários chupões pela extensão da tatuagem de diamante que tinha na região, me levando a morder meu lábio inferior reprimindo um gemido. Logo o menor passou a descer seus beijos por todo meu peito até chegar ao cós da minha calça, desabotoou e a tirou suavemente se ajoelhando no chão.

Eu e o rapaz de cabelos pretos tínhamos algumas diferenças, ele gostava do que era devagar, ao contrário de mim. Que vença o melhor.

Segurei seu queixo e fui levando minha mão para cima com ele levantando seu corpo de acordo com meu movimento. Quando já em pé o joguei na velha cama que rangeu com seu peso. Sorri de forma pervertida admirando o peitoral do garoto.

***********

Despertei na cama ainda zonzo e estasiado da noite anterior. Estava completamente nu e sem sequer um lençol sobre mim. Olhei para o chão e minhas roupas estavam lá jogadas ao chão e aparentemente remexidas. Passei meu olhar por todos os lugares e não consegui avistar o bartender em lugar nenhum.

— Espero muito que ele não tenha me roubado. — Disse me sentando na cama e pensando em como a conta seria cara por ter passado a noite toda no motel.

Fui em direção as minhas roupas e meu celular estava em cima de todas elas. O peguei, debloqueei e o bloco de notas estava aberto. Nele estava escrito “Feliz debut”. Me perguntei quem tinha escrito aquilo, já que ninguém tinha minha senha e apenas os produtores sabiam do meu debut.

Ignorei as notas e abri as mensagens. Aquilo estava uma bagunça, centenas de números desconhecidos e mais centenas de números já conhecidos. Abri o primeiro que vi e ele era da CL. “O que você fez?” e logo abaixo da mensagem várias fotos e vídeos da minha noite anterior.

Eu definitivamente não deveria ter bebido e muito menos ter dormido com uma pessoa que tinha uma tatuagem que significava tentação, engano e destruição em sequência.


Notas Finais


Como disse o próximo capitulo é da personagem da byungie, depois do dela será o da nakamotinha. Após esse dois ainda não planejei quais serão os personagens que aparecerão.
Lembrem-se de comentar seu feedback.
E esses desejos de feliz debut? O que será que está acontecendo? Podem mandar suas teorias de conspiração.
Vagas abertas: https://form.jotformz.com/51797316979677


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