História Bullying Além do Limite - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Priya, Rosalya, Violette
Tags Ariana Grande
Exibições 146
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Já vou avisando:

Não tem hentai. (Ainda não)😝

Capítulo 12 - Wild


Fanfic / Fanfiction Bullying Além do Limite - Capítulo 12 - Wild

O que... O que ele pretendia fazer com isso? Não sei o que eu estava sentindo naquele momento, eu literalmente não sei ele ficou me encarando com aqueles olhos, ele estava querendo me hipnotizar? Porque se for ele estava conseguindo. Porra, como eu não tinha reparado que ele era assim tão lindo? Espera aí, que porra é essa que eu estou pensando? 

O que acontece quando tem um garoto e uma garota de 17 anos sozinhos em um quarto? Eu não posso fazer isso... Ele é o cara que eu mais odeio na minha vida. Mas ele prometeu que iria mudar, e ele estava cumprindo a sua promessa. Tá mas isso não significa que ele mudou mesmo... Se ele pretende fazer o que eu estou pensando que pretende fazer, eu nem sei como fazer isso.

Eu ainda sentia a respiração dele contra o meu rosto, eu não sei por que mas a minha respiração estava ofegante... Eu estava sentada no colo dele, e estava ofegante ao mesmo tempo, isso significa que eu estava... Exitada?

Leila - P-para com i-isso tá l-legal? - Eu falei gaguejando, sinal de que eu estava nervosa com isso, muito nervosa pra falar a verdade. Pedir pra ele parar com essa palhaçada adianta alguma coisa? Não, muito pelo contrário, piora muito mais a situação. Nossos rostos estavam muito  próximos.

Castiel - Por que você tá ofegante? E gaguejando também? - Ele perguntou como se não fosse nada o que estivesse acontecendo. - Seu coração... Está batendo mais forte.

Leila - Não tem como você saber disso. - Eu falei ainda ofegante, ele se aproximou do meu ouvido e falou.

Castiel - Ele está batendo tão forte que eu consigo ouvir. - Ele falou sussurrando próximo ao meu ouvido o que me fez arrepiar.

Leila - Que palhaçada é essa? - Eu falei um pouco mais alto.

Castiel - Nem eu sei... - Ele falou sussurrando de novo só que dessa vez perto dos meus lábios.

Definitivamente eu não sei o que estava acontecendo comigo. Eu conseguia sentir os meus lábios tremendo de emoção, não sei se ele conseguia ver isso, mas também se não conseguisse eu não estaria nem aí. Eu não sei o que deu em mim, minhas mãos foram ao encontro do seu pescoço. Ele tirou uma de suas mãos da minha cintura e levou ao meu rosto, era meio estranho ninguém nunca tinha feito eu ficar assim, não que eu tivesse ficado com alguém mas isso é uma coisa muito nova pra mim. Ele se aproximou mais e mais e mais, e me beijou. Era tão bom sentir os lábios dele contra os meus, ele pediu passagem e eu cedi, isso significa que eu estava gostando muito do que ele estava me causando. Eu não sei por que mas eu ainda estava um pouco incomodada, será que ele queria isso, e se fosse fingimento? E se nada disso fosse verdade? Eu quero acreditar que não mas... Eu não sei o que fazer, quebrei o beijo empurrando ele com força. Eu tinha ficado ofegante de novo. Olhei pra ele com os olhos arregalados, sai do colo dele e corri, eu queria sair dali, queria que alguém me desse um tiro, eu nem sei por que eu quis beijar ele. 

Eu cheguei na porta da casa dele, abri e sai de lá correndo na velocidade da luz, eu queria voltar pra casa, entrar no meu quarto e nunca mais sair de lá. Eu já estava na esquina da rua da casa dele até que eu me esbarro com um cara que eu não conheço.

Leila - Me desculpa por isso. - Era um garoto que aparenta ter mais ou menos a minha idade ele era mais alto que eu, tinha olhos tão azuis quanto o céu e cabelos negros, ele era muito lindo.

??? - Ah não tem problema. - Ele disse com um sorriso tão lindo que me fez estremecer toda. - Você parece perdida.

Leila - Ah é que eu nunca estive nessa rua. Que burra eu nem falei o meu nome, eu me chamo Leila.

Armin - Eu me chamo Armin, legal te conhecer.

Leila - Eu digo o mesmo. Você sabe onde tem um ponto de ônibus aqui perto? 

Armin - Eu estou indo pra um. - Ele disse ainda sorrindo.

Leila - Legal. - Eu disse sincera. - Eu posso te seguir?

Armin - Essa é a intenção. - Ele não para de sorrir nunca?

Leila - Então tá. - Eu comecei a andar ao lado dele, mas sem falar nem uma palavra, ele também não falou nada, então eu decidi quebrar o silêncio. - Então Armin, você tem algum irmão?

Armin - Tenho um. - Ele disse olhando para mim. - Nos dois somos gêmeos.

Leila - São idênticos? 

Armin - Sim... Mas não. 

Leila - O que? Como assim?

Armin - É que ele é um pouco... Diferente.

Leila - De um jeito legal?

Armin - Sim... Mais ou menos.

Leila - Eu ainda não entendi.

Armin - É que ele... É gay.

Leila - Ah entendi. - Eu disse sorrindo.

Armin - Mas ele está muito mal.

Leila - Que? Por que? 

Armin - É que bateram nele no primeiro dia de aula na nova escola. - Será que é o mesmo cara que eu e o Castiel estavamos procurando? - Alguém chamou uma ambulância pra socorrer ele mas ninguém sabe quem foi. - Não pode ser... Isso é muita coincidência.

Leila - Ele tem os cabelos azuis? - Pra que eu perguntei isso?

Armin - Sim, como você sabe? - Confirmado, era ele.

Leila - Ah, eu só tô chutando.

Armin - Tá bem então. - Ele disse rindo e olhando para o horizonte.

Logo nós dois chegamos ao ponto de ônibus, eu fiquei conversando com o Armin até chegar um ônibus, ele teve que ir antes porque não morava perto da minha casa, quando chegou um ônibus eu entrei, paguei a passagem e fui pra casa, passei por todo o trajeto pensando no que aconteceu entre mim e o Castiel. Quando eu cheguei em casa eu encontro o Lysandre.

Leila - Oi Lysandre. - Ele estava sentado no sofá assistindo televisão.

Lysandre - Tenho uma coisa pra te contar. - Ele disse sério, muito sério, tão sério que me deu até um pouco de medo.

Leila - O que foi? - Eu perguntei preocupada.


Notas Finais


Até o próximo.


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