História Burn With Me - Capítulo 2


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Categorias Marco Reus, Mario Götze, Mats Hummels, Pierre-Emerick Aubameyang
Personagens Marco Reus, Mario Götze, Mats Hummels, Personagens Originais, Pierre-Emerick Aubameyang
Tags Alemanha, Amor, Dortmund, Ela Velden, Futebol!, Incesto, Marco Reus, Mario Gotze, Vicky Reus, Victoria Reus
Exibições 87
Palavras 1.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, pessoas! Obrigada pelos comentários e favoritos.

Capítulo 2 - Um Tanto Cafajeste


Fanfic / Fanfiction Burn With Me - Capítulo 2 - Um Tanto Cafajeste

Naquela ensolarada tarde de domingo, Marco estava ajudando seu pai, Thomas, a tirar alguns móveis do meio da sala, pois precisavam dar espaço para os convidados da festa que haveria logo pela noite. Mais precisamente, uma reunião de família. Algumas vezes por ano, Thomas e Manuela Reus tinham o costume de convidar os parentes que moravam ou não no país, para uma pequena festa na residência deles. Marco não era exatamente um admirador de tais ocasiões, e desde que saira da casa dos pais não compareceu mais as reuniões. Porém, este ano, Manuela usou todas as artimanhas e formas de chantagens que apenas uma boa mãe conhece, assim, depois de muito esforço e argumentos finalmente conseguira fazer com que o filho aceitasse participar desta vez. Sabia bem que ele preferia passar o tempo livre com a namorada, mas ficar apenas alguns instantes em companhia dos parentes não iria afetar muito o relacionamento. 

- A Scarlett não vem? - Melanie, irmã de Marco, perguntou enquanto adentrava o cômodo. 

- Não. - Marco respondeu. - Ela prefere passar a noite com algumas amigas. - disse e Melanie fez uma careta de reprovação. Marco revirou os olhos devido a tal implicância que julgava ser boba. Nem ele mesmo gostava de ficar muito tempo com a família, não iria submeter a namorada a algo contra a vontade dela. 

- Para de resmungar e vai ajudar a sua mãe na cozinha. - Thomas disse para Melanie e Marco deu risada da irmã, que em troca mostrou a língua para ele, enquanto acatava a ordem dada pelo pai. Apesar de serem adultos formados, os três filhos de Thomas e Manuela, costumavam agir como verdadeiras crianças birrentas quando estavam juntos. Comportamento típico das melhores famílias.

- Tio! - de repente, a porta da casa fora aberta e Nico adentrou a residência, eufórico, correndo em direção a Marco. 

- Campeão! - Marco o saudou alegremente, enquanto pegava o menino no colo. Yvonne, a outra irmã de Marco e mãe de Nico, chegou logo atrás.

- Eu já te disse para não ficar correndo que nem um doido por aí. - deu uma bronca no filho, que ainda estava no colo do tio. Em seguida, Yvonne deu um beijo na bochecha do irmão como forma de cumprimento, fez o mesmo com Thomas, que mantinha se ocupado organizando os móveis e escondendo alguns enfeites caros, para assim evitar que as crianças convidadas os quebrassem. Então Marco e Yvonne sentaram se no espaçoso sofá bege, no intuito de conversarem um pouco. Eram raras as oportunidades em que podiam fazer isso, afinal, tinham vidas diferentes e muito ocupadas.

- Cadê o seu marido? - Marco perguntou, enquanto observavam Nico saíndo do colo dele e correndo para a cozinha, segundo ele afim de suprir a vontade de comer alguns doces. 

- Está viajando. - Yvonne respondeu. - E a Scarlett? - aproveitou para perguntar a respeito da namorada do irmão. 

- Irá passar a noite com algumas amigas. - Marco respondeu e Yvonne teve a impressão de haver certa dose de insatisfação muito bem disfarçada na voz do irmão, porém optou por não insistir no assunto. Afinal, o relacionamento entre Marco e Scarlett era um problema apenas deles. Por alguns instantes, um silêncio estranho pairou entre os dois, mas logo, Yvonne lembrou se de algo, para por fim aquele clima de enterro. 

- Você lembra da Victoria? - perguntou e Marco fez uma expressão confusa, tentando lembrar se da pessoa em questão. Victoria, claro! Vicky, sua prima, filha única de Joseph, irmão mais velho de Thomas. Vicky e Marco costumavam brincar juntos quando eram crianças, a garota era três anos mais nova do que ele. Nem mesmo perceberam quando perderam contato um com o outro, apenas não se falavam há muito tempo. 

- O que tem ela? - perguntou. 

- Como sabe, a Vicky noivou. - Yvonne começou a falar e Marco ouvia a tudo atentamente, sentindo se de certa maneira confuso, não, não sabia de nada a respeito da moça já fazia muito tempo, sequer recordava se nitidamente da aparência dela. - Mudou se para a Espanha há cerca de três anos, pois o noivo era de lá. - Yvonne prosseguia e Marco percebeu que era exatamente por isso que estava tão desinformado a respeito da prima, pois assim como ele, ela também não tinha mais o costume de frequentar as reuniões de família. - Porém, eles terminaram mês passado e ela retornou para a Alemanha! - Yvonne exclamou. - Na verdade, ela mora bem perto de você. - finalizou. 

- Nossa! - Marco exclamou, percebendo o quanto a vida gosta de pregar peças na gente, morava tão perto da prima e sequer sabia de tal informação. Neste ritmo, Marco e Yvonne passaram a tarde inteira conversando. Quando anoiteceu, os convidados começaram a chegar. 

Marco havia se esquecido da sensação de ter as bochechas apertadas pelas inúmeras tias, que não paravam de dizer o quanto ele havia crescido. Um dos motivos pelos quais não sentia falta das reuniões. Entediado e sentindo as bochechas arderem, pegou um drink qualquer e se dirigiu até a varanda da casa, precisava ficar sozinho, não deixou de pensar no quanto as coisas seriam mais fáceis com Scarlett por perto, cogitou ligar para ela, porém o medo de estar incomodando ou de fazê la sentir se pressionada acabou vencendo, fazendo o rapaz guardar o celular no bolso sem executar tal idéia. 

- Noite ruim? - Marco fora atraído pela seguinte pergunta, proferida por uma voz mansa e obviamente feminina. Levantou o rosto apenas para encarar a dona dela, que estava parada bem ao lado dele, observando as ruas através da sacada da casa. Não havia percebido a presença daquela moça até então. 

Apesar do ambiente estar tomado pela escuridão da noite, a pouca luz proporcionada pelas lâmpadas no local, foram suficientes para fazê lo perceber o quanto os olhos daquela garota eram azuis, em contraste com os cabelos escuros presos em um coque bem arrumado. Os lábios pintados em um tom de vermelho, vermelho quase sangue, combinando com o vestido curto que ela trajava, deixando seu corpo bem feito em evidência. O cheiro de perfume que exalava dela era delicioso, certeza que havia aplicado o produto com exagero. Sem dúvidas, era uma mulher muito bonita e perturbadoramente familiar, depois de encará la por alguns instantes, Marco finalmente percebeu de quem se tratava. 

- Victoria? - perguntou, sentindo se um tanto cafajeste por ter perdido tempo reparando nos atributos físicos da prima. Victoria deu uma gargalhada gostosa, enquanto tirava um cigarro e um esqueiro de dentro da pequena bolsa que trazia em mãos. 

- Eu mesma. - respondeu, enquanto acendia o cigarro, passando a fumá lo. - Quer? - ofereceu um para o primo que educadamente recusou. - Sempre bom garoto. - ela analisou em tom de deboche e Marco sentiu certa vergonha por ter sido sempre tão "bonzinho."

- Eu sou um atleta, não posso. - justificou se e Victoria assentiu. 

- Principal jogador do Borussia Dortmund. - ressaltou e Marco ficou surpreso por ela saber informações a respeito dele, enquanto que ele não sabia nada sobre ela. - Eu não sou uma prima tão negligente. - afirmou, percebendo a surpresa estampada no rosto do primo. Marco riu. 

- Eu mereço um prêmio por negligência neste quesito. - confessou e Victoria sorriu. 

- Posso te dizer tudo o que você quiser. - afirmou e Marco assentiu sorridente, enquanto continuavam a conversa.


Notas Finais


Bjokas.


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