História Burning - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~LUNA3457890

Postado
Categorias Esquadrão Suicida
Personagens Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Personagens Originais
Tags Joker, Romance
Visualizações 24
Palavras 816
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, amores!

Capítulo 13 - Senhoras e senhores, apresento-lhe O Trabalho.


Assinto silenciosamente.

- Quando você começa? - pergunta Mel.

- Amanhã mesmo - respondo, sentindo meus ombros caírem.

O silêncio perpetua pelo cômodo por alguns minutos, até que a voz hesitante de Melanie o quebra:

- Apenas... Apenas tome cuidado lá.

Não digo nada. Apenas deito minha cabeça em seu ombro. Não posso fazer promessas que não tenho certeza de que cumprirei.

Depois de um tempo, Mel vai se deitar e eu sigo para o banheiro.A água me acalma e o calor alivia os músculos de minhas costas. Mas nem toda água do planeta consegue lavar meus pecados.

E isso dói como o inferno.

Saio do chuveiro e me seco, para depois por meu pijama. Indo até minha mesinha de cabeceira, pego meu terço.

Ele é pequeno, de madeira e foi o primeiro presente que eu recebi. Minha primeira memória é as portas do orfanato se abrindo e o rosto da Madre Superiora aparecendo. Antes disso, minha vida é apenas um grande vazio.

Com essa lembrança refletida atrás de minhas pálpebras, me entrego ao sono.

                                                                              _ . . . _

- Menina, você sabe o seu nome?

- Não... Não tenho certeza.

- Como assim, querida?

- Eu não sei. Acho que não tenho nome.

                                                                                _ . . . _

- Eu conheci o Coringa enquanto trabalhávamos na Química Ace. Éramos amigos, por assim dizer...

                                                                                 _ . . ._

Mãos quentes e pálidas seguram minha cintura. Rebolo no colo do Coringa, a única coisa separando nossos sexos é a frágil renda preta da minha calcinha. Seu hálito é quente e sua língua é habilidosa ao sugar meus seios. Acho que em algum momento eu usei um sutiã, mas não faço a mínima ideia de onde ele esteja.

Uma mão abandona minha cintura e penetra no tecido da lingerie. Seus dedos massageiam meu clitóris e um gemido escapa da minha garganta. Rebolo com mais força, gerando mais atrito.

Quando estou prestes a goza, o Palhaço afasta o tecido e me penetra com tudo. Grito, apreciando a sensação de ser preenchida. Começamos a nos movimentar e quando estou quase alcançando o nirvana...

                                                                                   _ . . . _

Quando eu acordo. Sento-me, suada e muito insatisfeita, o barulho do despertador martelando meus ouvidos.

Me levanto e corro para o banheiro, trancando lá dentro eu e minha vergonha. Acho que dá pra fritar um ovo em minhas bochechas de tão quentes. Pela primeira vez na vida eu tive um sonho erótico e foi logo com o Coringa!

Não consigo acreditar em mim mesma.

Tomo um banho rápido e consigo sair antes das 20:00. Chego na boate e não consigo acreditar no quanto de gente que já chegou. Não encontro o Coringa em lugar algum e isso me causa um misto de alívio e decepção.

Ignoro esses sentimentos e faço meu trabalho. Alguém, provavelmente o Palhaço, mandou instalar uma gaiola bem no centro da pista e é lá aonde eu danço. Pelo menos, ninguém pode me tocar. Isso me faz sorrir.

Os dias se passam, uma rotina se instala. Mel está cada dia mais feliz com o bebê e meu novo emprego até que não é tão ruim. Essas pequenas coisas me deixam feliz. Porém algo está me incomodando: não vi o Coringa nessas últimas 2 semanas. Algo não está certo.

  Balanço a cabeça, espantando essa preocupação desnecessária e voltando minha atenção para a TV. Hoje finalmente eu tive uma folga e estou sentada confortavelmente no sofá com Melanie.

Percebo que estou cochilando quando o barulho do telefone quase faz eu pular 2 metros de altura.

Melanie está deitada no sofá, uma mão envolvendo protetoramente a barriga.

Levanto-me com cuidado para não acordá-la e pego o aparelho.

- Alô?

- Olá, coração.

- Coringa - seu nome sai como um suspiro e sinto minhas orelhas ficarem vermelhas.

- Preciso que venha até um certo lugar - ele me dá o endereço e anoto-o mecanicamente no meu braço com uma caneta.

- Pra que precisa de mim? - questiono desconfiada.

- Estou com vontade de comer bolo de chocolate. Bolo de chocolate caseiro.

- E o que exatamente eu tenho a ver com isso? - pergunto fechando os olhos, cansada demais para pensar em ser educada. 

- Estou te esperando.

E desliga na minha cara.

Suspirando, arrasto meus pés pelo apartamento, me vestindo tentando fazer o minímo barulho possível. Mesmo assim, enquanto saio do apartamento, a voz de Mel me para:

- Vai sair?

Apenas assinto antes de fechar a porta.

Depois de 15 minutos, consigo um táxi. São mais 20 até um ponto perto da casa do Palhaço e mais alguns minutos caminhando até o endereço que ele me passou.

Paro em frente a uma porta escura. Toco o interfone e não muito tempo depois, a porta se abre. Uma mão pálida se estende e agarra meu braço, então eu sou puxada para dentro enquanto a porta fecha-se as minhas costas.

 


Notas Finais


Beijos de cookies!


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