História Burning Down The House - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hollywood Undead
Personagens Daniel "Danny" Murillo, Dylan "Funny Man" Alvarez, George Ragan (Johnny 3 Tears), Jordon Terrell (Charlie Scene), Jorel "J-Dog" Decker, Matthew Busek (Da Kurlzz)
Tags Anna Rigoni Fanfics, Derillo
Exibições 10
Palavras 3.269
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Lemon, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, crianças! Tudo bem, tudo bom? 😊 Aqui estou com uma oneshot que escrevi há um tempo e postado e deletado. 😅 Reescrevi e decidi postá-la novamente. Então, meus pequenos, tenham uma boa leitura.

Capítulo 1 - Capitulo Único


DANNY'S POV

 

Era mais um dia de ensaio, mais um dia cansativo. Não que eu não gostasse de ensaiar nem de tocar, mas faltavam apenas 2 dias para o Rock In Rio e estávamos bastante ansiosos e eufóricos ao mesmo tempo, e isso resultava em várias e várias horas de ensaio. No máximo, nós levávamos umas 5 horas, com pausas apenas para comer e fazer as necessidades e ai-de-quem se atrasasse...
Nós não podíamos fazer feio em nossa primeira vez se apresentando no Rock In Rio. Nós tinhamos acabado de terminar o último ensaio antes da nossa apresentação e fomos beber e jogar conversa fora. Dylan ligou para alguns amigos — que não eram nada poucos — e os convidou para comemorar nosso último ensaio na casa do Jorel. As pessoas foram chegando e em menos de vinte minutos, a casa já estava cheia. Em menos de dez minutos após toda a galera chegar, já se podia sentir o cheiro de álcool misturado com cigarro e maconha, o que deixava o lugar muito mais animado.


[...]


Duas horas haviam se passado e metade das pessoas já tinham ido embora, mas a casa ainda se encontrava com a música alta. A música que tocava no momento era I Love It When You Cry do Steve Aoki e eu só ria do modo que Dylan dançava de onde eu estava. O álcool já tinha feito efeito naquele puto. Eu me encontrava sentado no sofá de couro branco enorme da sala de estar, estava todo relaxado com uma garrafa de cerveja Heineken em uma mão — a 4° da noite — enquanto a outra estava apoiada no braço do sofá. Eu permaneci a festa inteira ali, não sou de ficar parado em festas, mas eu não estava tão afim. Claro que algumas das amiguinhas do Dylan fizeram questão de chamar minha atenção com danças sensuais ou até mesmo sendo mais diretas, como sentar ao meu lado, quase no meu colo, e se esfregarem em mim. As rejeitei, claro. Eu não estava mesmo afim de estar ali, só fiquei por causa dele. Dele. Daquele que vem arrancando suspiros de minha parte apenas em me olhar com aqueles olhos azuis brilhantes quando estamos pondo conversa fora com os outros caras, ou até mesmo nos palcos. Suspirei pela milésima vez naquela festa ao vê-lo conversar animadamente com uma das amigas do Dylan e levei a garrafa até a boca. Num piscar de olhos, ele e a puta já estavam de amasso ali mesmo. Olhei para outro lugar pra não ter que assistir a cena dos dois pombinhos se comendo e dei mais outro gole da cerveja, dessa vez mais longo.
- Pega leve, aí, cara. Não vai querer acabar caindo por aí como o Jordon, vai? — Ouvi uma pessoa gritar, devido ao volume alto da música, e a olhei. Os músculos da minha face se esticaram em um sorriso sem motrar os dentes e a pessoa à minha frente sorriu de volta, vindo sentar ao meu lado. Dei outro gole antes de responder:
- Jordon é uma marica. — Falei e dei outro gole. Jorel balançou a cabeça negativamente, ainda me olhando
- Você vai ficar a noite inteira aí? Apenas bebendo? Se você beber parado, vai ficar embriagado. 
- Jorelzito, eu acho que já estou. - Fingi uma voz de bêbado e Jorel caiu na gargalhada.
- Jorelzito?! Você já deve estar bêbado. — Disse entre risadas e sorri, levando a garrafa à boca novamente. Olhei para a direção de onde ele estava e meu sorriso sumiu quando não o vi. Nem estava ele, nem a garota. Devem estar se fodendo pensei e levantei num súbito que fez Jorel parar de rir feito uma hiena.
- O que houve? — Perguntou, após se levantar e ficar me olhando.
- Me deu vontade de dançar... e beber muito. — Falei e pus a garrafa meio quente sobre a mesa de centro e vaguei meu olhar pela festa.
- Está procurando alguém? — O olhei e falei:
-  Já achei. — Agarrei seu braço e o arrastei para o meio da sala, começando a dançar a música que acabara de começar. Jorel me acompanhou. 


Watch out;
You might get what you're after.
Cool babies;
Srange but not a stranger.
I'm-an-or-din-a-ry-guy.
Burning down the house.


Do nada surgiram duas garotas, uma ruiva e uma loira, e começaram a dançar com a gente. Confesso que não gostei no inicio.


Hold tight;
Wait till the party's over.
Hold tight;
We're in for nasty weather.
There-has-got-to-be-a-way.
Burning down the house.


Uma delas, a loira, rebolava de costas para mim, enquanto sua bunda passava descaradamente em meu pau que já estava ficando animado. Só me faltava essa.


Here's your ticket, pack your bag:
Time for jumpin' overboard.
Transportation is here.
Close enough but not too far,
Maybe you know where you are.
Fightin' fire with fire.


Olhei em direção de Jorel e revirei os olhos ao avistá-lo aos beijos com a ruiva. Filho da puta não perde uma pensei e voltei a dar atenção à garota. Ainda de costas, ela começou a passar uma mão em meu cabelo e puxar de leve, me fazendo soltar um leve suspiro.


All wet;
Hey you might need a raincoat.
Shakedown;
Dreams walking in broad daylight.
Three-hun-dred-six-ty-five-de-grees.
Burning down the house.


Ela me provocava. É isso que putas fazem quando estão querendo ser fodidas com força. E era o que eu faria se ela continuasse. A loira se virou de frente para mim, e, ainda dançando sensualmente, começou a distribuir pequenos beijos em meu pescoço. Gemi baixo.


It was once upon a place,
Sometimes I listen to myself.
Gonna come in first place.
People on their way to work
Say baby what did you expect?
Gonna burst into flame.


Gemi um pouco mais alto quando ela chupou fortemente meu pescoço. Involuntariamente, coloquei uma mão em uma de suas nádegas e a apertei com força.


Burning down the house.


Após isso, a ataquei com um beijo violento. Agarrei seu cabelo e os puxei para baixo, fazendo com que nos separássemos do beijo e ela gemesse alto.


My house;
Is out of the ordinary.
That's right;
Don't want to hurt nobody.
Some-things-sure-can-knock-me-off-my-feet.
Burning down the house.


Ataquei seu pescoço e o chupei com vontade. Eu estava com tesão, furioso, mas com tesão. A fúria era por eu ter quase certeza de que a pessoa que eu morreria por ela estaria fodendo outra puta nesse exato momento e o tesão era pelas provocações de uma certa puta que está agora mesmo pedindo pra ser arregaçada. Eu estava louquinho pra foder alguém e com certeza seria ela.


No visible means of support
And you have not seen nothin' yet.
Everything's stuck together.
I don't know what you expect
Stare into the TV set.
Fighting fire with fire.


Voltei a atacar sua boca e olhei de relance para Jorel, o mesmo ainda se pegava com a outra. Revirei os olhos mais uma vez.


Fighting fire with fire.
Fighting fire with fire.
Fighting fire with fire.
Fighting fire with fire.
Fighting fire with fire.


A loira puxou meu cabelo fortemente e sussurrou em meu ouvido:
- Me fode, garanhão. — Abri um sorriso de orelha à orelha e quando a pego pela mão pra ir à um lugar reservado, alguém nos interrompe:
- Marla! Vamos embora! Cansei desse lugar e desse povinho medíocre! — Gritou, devido ao volume alto, a outra garota, olhando para Jorel dos pés à cabeça em desprezo.


Burning down the house!


A música acabou e Echo do  Hardwell deu lugar à última. Olhei para a garota, que suponho se chamar Marla, em indgnação quando ela falou:
- Ok. Fazer o quê, né? — a loira me olhou — Fica assim não, gato. Quem sabe da próxima vez. — Falou e saiu arrastando a amiga em seu encalço. Fiquei olhando para o nada quando Jorel aparece em minha frente:
- Danny? — Me chamou e o olhei, mas apenas por alguns segundos, pois saí apressadamente dali e fui para a cozinha. Abri o freezer  e peguei duas garrafas de vodca, abrindo uma delas e tomando um longo gole.
- Quer ficar em coma alcoólico? — Perguntou Jorel, que estava escorado na entrada da cozinha.
- Foda-se. — Falei e tomei outro mais longo. Jorel veio até mim em passos largos e pegou a garrafa de mim, fazendo cair um pouco de vodca da minha boca.
- Ei! — o olhei indgnado — Como ousa? — Jorel não respondeu, apenas ficou me encarando, como se quisesse ler minha mente. Fiz o mesmo e um formigamento preencheu meu pau, já que ainda estava ereto. A respiração de Jorel ficou mais ofegante e ele olhou para meus lábios. Fiz o mesmo e senti meu pau pulsar em minhas calças quando o vi morder o lábio. Dei passos para trás quando ele se aproximou, ficando preso entre a pia e seus braços. Droga de pia! Jorel aproximou seu rosto do meu, com nossos narizes quase tocando, e roçou nossos lábios. Eu estava queimando por dentro.
- Jo... — Fui interrompido por seu dedo e, por impulso, o beijei, sendo correspondido de imediato. Agarrei o capuz de seu moletom e o puxei mais para mim, aprofundando mais o beijo. Era incrível a sensação do gosto da cerveja da boca dele com o gosto da vodca que eu havia tomado.
- Não acredito que você fez isso, cara! — Ouvimos umas vozes e risadas se aproximando e nos separamos rapidamente. Jorel pegou a outra garrafa de vodca e a abriu apressadamente, para disfarçar.
- Eu fiz e ainda faço de novo. — Matt, Jordon e George se calaram ao nos avistar ali, sozinhos naquele cômodo. Foi meio constrangedor, pois os três ficaram quietos e só nos encaravam.
- Querem um pouco de vodca? — Jorel ergueu a garrafa em sua mão e Jordon foi o primeiro a se manifestar:
- Euzito aqui! — Falou e foi até Jorel pegar a garrafa de sua mão, dando um gole em seguida. Eu não estava vendo, mas eu percebi o olhar de um daqueles dois em mim, só não consegui saber quem era.
- Ei, Charlotte! Se pensa que vai tomar isso tudo sozinha, você está muito enganada! - George foi em direção de Jordon e arrancou a garrafa dele, fazendo Matt, Jorel e eu caírmos na gargalhada com a cara que Jordon fez.
- Me dê isso, George! — Jordon tentou pegar a garrafa, mas George foi rápido e desviou.
- Nunca! — George disse e tomou um gole. Nesse momento, Dylan entra na cozinha.
- Ei, gambada! Todos reunidos e nem aí pra me chamar. — Ótimo! Agora murchei.
- Dylan, seja rápido! — Disse George e jogou a garrafa em direção de Dylan que a pegou no alto. Jordon fuzilou George com o olhar.
- Você me paga — apontou para George — Dylan, me dê a porra dessa garrafa! — Exclamou Jordon.
- Vem pegar! — E com uma risadinha fresca, Dylan saiu correndo, nos fazendo rir.
- Volta aqui, seu filho da puta! — Jordon saiu correndo atrás de Dylan, fazendo Matt ir atrás dos mesmos e George dar uma gargalhada jogando a cabeça para trás e sair, deixando Jorel e eu sozinhos novamente, como se nunca estivéssemos ali. Jorel, que ainda ria, me olhou e seu sorriso foi diminuindo aos poucos, dando lugar à um sorriso malicioso. Ele me prendeu novamente contra a pia e olhou no fundo dos meus olhos antes de tentar me agarrar de novo, mas me esquivei. Jorel me olhou sem entender.
- Aqui não. Não quero correr o risco de nos pegarem no flagra. — Jorel assentiu e pegou em minha mão, me puxando para fora da cozinha, passando pela festa que ainda rolava. Pude ver, pela pouca luminosidade do local, os caras jogando a garrafa para lá e para cá, enquanto o idiota do Jordon ficava correndo e gritando para que a devolvessem. Que cara burro! Tantas outras no freezer...
Quando dei por mim, já havíamos subido as escadas e já estávamos em seu quarto. Jorel havia me prendido contra a porta do mesmo e agora estava tentando engolir minha língua. Ele tirou minha jaqueta de mangas cortadas e a soltou no chão, depois tirou minha camisa, voltando a me beijar ferozmente. Whoa! Esse tem fome. Fiz menção de tirar seu moletom e o mesmo o fez, tirando a camisa que usava em seguida. Wow! Nunca havia percebido que Jorel Decker era um puto de um gostoso vestindo apenas calças. Mordi o lábio e o puxei para um beijo desesperado. Nossa! Eu estava realmente com fome também. Fui empurrando Jorel, ainda nos beijando, até suas pernas baterem em sua cama e o mesmo cair. Bem, só caiu porque o empurrei. Subi em cima dele comecei a distribuir beijos desde seu abdômen até seu pescoço, o fazendo gemer. Era a primeira vez que o ouvia gemer. Jorel puxou meu cabelo e me beijou novamente. Meu pau estava quase explodindo dentro das minhas calças e saí de cima dele. Ele me olhou e ao entender o que eu faria, sorriu.
- Isso, tire a calça. Me mostre o que você tem aí. — Jorel disse, com um sorriso pervertido nos lábios. Sorri e disse:
- Você sabe muito bem o que tenho aqui, uma buceta é que não é. — Jorel caiu numa gargalhada alta e levantou, vindo em minha direção e me empurrando na cama, me fazendo cair de quatro.
- Disso eu sei muito bem, Dannyzito. Sei muito bem. — Sussurrou em meu ouvido e se afastou. Virei meu corpo para ver o que ele estava fazendo e mordi o lábio fortemente ao avistá-lo vestindo apenas boxers preta e seu pau quase saltando para fora da mesma. Peraí... é impressão minha ou aquilo é a cabeça do lado de fora?
- Gosta do que vê? — Mas que pergunta óbvia, né, Jo?
- Não, imagina. — Ironizei e Jorel veio em minha direção, me tascando um beijo de tirar o fôlego.
- Por quê ainda está de calças? — Perguntou após partirmos o beijo, pois o ar havia faltado.
- Porque você não deixou eu tirá-las, lembra? — Arqueei uma sobrancelha e Jorel revirou os olhos.
- Deixa que eu tiro, assim poupamos mais tempo. — Falou e puxou minhas calças brutalmente, já que eu já havia desabotoado, e o mesmo abriu a boca ao ver o volume em minhas boxers.
- Gosta do que vê? — Repeti sua pergunta e ele revirou os olhos
- Ah, cala a boca. — Ao falar isso, Jorel me atacou novamente, mas dessa vez foi em meu pescoço, descendo os beijos para meu abdômen e parou no elástico da minha boxer. Ele me olhou de onde estava e sorriu. Sorri de volta. Delicadamente, ele foi tirando minha cueca e ao tirá-la, ele segurou meu pau com as duas mãos. Gemi alto com seu toque. Meu Deus, Jorel tem mãos firmes. Jorel começou uma masturbação lenta e deliciosamente prazerosa. Acho que essas foram as melhores mãos que já me tocaram em toda minha vida.
- Ah, Deus... — Gemi, jogando a cabeça pra trás, fechando os olhos fortemente. Soltei um gemido mais alto quando senti sua boca. Jorel havia abocanhado meu pau sem prévio aviso.
- Ah, caralho, Jo... — Gemi e o mesmo começou a fazer movimentos mais rápidos e acariciar minhas bolas. Caralho, aquilo é tão bom.
- Porra... cacete... — Gemi e levei minhas mão à cabeça de Jorel, começando a empurrar a mesma em meu pau.
- Isso... ah... chupa esse cacete, vai... chupa... — Eu não conseguia controlar minha boca na hora do sexo, era como se ela tivesse vontade própria.
- Chupa mais, vai... mais... aaaah! — Gozei em sua boca e, por incrível que possa parecer, ele engoliu tudo e ainda lambeu a cabeça do meu pau para tirar excesso de porra. Tô disconfiando desse cara... Será que ele já chupou pau por aí?
- Fica de quatro, putinha. — Eu já esperava aquilo dele. É típico de nós, homens, dar prazer primeiro para depois receber. Ou não. Fiquei de quatro como ele ordenou e logo percebi que já estava duro novamente.
- Espere aqui. Volto já. — Falou e foi até o banheiro. Não acredito que ele foi mijar logo agora. Que broxante. Jorel estava demorando um pouco para começar o que já deveria ter começado e olhei para trás pra poder descobrir o porquê de tanta demora. Ele saiu do banheiro com um tubo de lubrificante e suspirei ao vê-lo ainda "de pé".
- Sentiu minha falta? — Perguntou, abrindo o tubo e colocando bastante em suas mãos.
- Vai se foder! — Falei e ele riu pelo nariz
- Com certeza sim. — Falou e senti a cabeça do seu pau no meu cu e gemi baixo. Ele foi enfiando lentamente até estar completamente dentro de mim. Tudo o que eu fazia era gemer baixo.
- Está pronto pra ir ao espaço com J-Dog? — Disse com um tom de convencimento na voz.
- Cala a boca e me fode logo, cacete! — Alterei a voz e ouvi um risinho vindo de sua parte. Revirei os olhos e quase dei um berro quando ele foi e voltou num movimento brusco. Agora não sei se foi a dor, ou se foi o prazer que senti quando ele bateu em algo dentro de mim. Mais uma vez o fez.
- Porra, Jorel! Bate lá de novo, bate! — Gritei e o mesmo tornou a repetir.
- Assim? Hum? — Ele foi aumentando a velocidade e ainda continuava a bater lá, o que me deixava totalmente fora de mim.
- Cacete, caralho! Aaaaah... — Gemi e Jorel começou a meter mais fundo e mais forte, o que me levou ao delírio e me fizesse gozar.
- Ainda não acabei, Dan... — Falou, ofegante, e continuou a meter com toda a força que ele tinha até soltar um gemido longo e cair por cima de mim. Eu poderia sentir as batidas aceleradas do seu coração em minhas costas, ele estava totalmente cansado.
- Cara, que foda! — Comentei após deitarmos corretamente na cama. Nem pense eu estava deitado em seu peito, ok?
- E põe foda nisso. — Falou e eu suspirei. Quando eu já estava me levantando, Jorel me interrompe:
- Aonde vai?
- Vou pra casa. — Falei, olhando em sua direção.
- Já está muito tarde. Dorme aqui. Tenho certeza que os caras não foram pra casa e estão jogados em qualquer canto dessa casa. — Falou e ri, lembrando de uma vez que encontramos o Jordon dormindo bêbado debaixo do Píer de Santa Mônica. Foi uma graça.
- Ok. Eu fico. Mas eu posso vestir pelo menos minha cueca? — Falei, com o polegar apontando para trás, indicando a cueca, e Jorel sorriu.
- Claro que sim. Vou vestir a minha também. — Sorri e levantei, fui em direção da cueca no chão, a peguei e a vesti. Voltei para a cama e Jorel já estava deitado novamente. Trocamos olhares e nos beijamos. Um beijo carinhoso. Nos cobrimos e em menos de 15 minutos, Jorel já havia pegado no sono. Eu demorei mais a dormir. Fiquei pensando na festa, no fora que levei da puta cujo nome é Marla, na transa que tive com Jorel e na pessoa que sofro secretamente.
- Danny?
- Hmm...? — Respondi, já quase pegando no sono, após Jorel chamar meu nome. Pensei que ele havia dormido. 
- Não fica pensando nele. Não sofra por quem não te merece. — Suspirei e fechei os olhos, as lágrimas se formando. Jorel é o único que sabe sobre meus sentimentos por George.
- Valeu, Jo. — Disse e sorri após abrir os olhos novamente.
- Você sabe que estou aqui pra qualquer coisa. Qualquer coisa. — Sorri ao entender o que aquelas palavras significavam e respondi com um "ok". Jorel me abraçou por trás e assim dormimos, agarradinhos.


Notas Finais


Música título: The Used - Burning Down The House https://m.letras.mus.br/the-used/1485081/traducao.html

Até a próxima, crianças!


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