História Burning Love - Capítulo 2


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Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláaa ;)) Burning Love está de cara nova!! Mudei a capa — a de antes tava imunda — não sei se melhorou ou piorou... Mudei o banner de capítulo também. Espero que tenha ficado tudo mais bonitinho.

Boa leitura galera!!!!
Twitter: @euemnarnia (quem me seguir avisa com o user nos comentário pra eu seguir de volta)

Capítulo 2 - Capítulo um


Fanfic / Fanfiction Burning Love - Capítulo 2 - Capítulo um

O vestido longo — porém leve — de  sua mãe se arrastava lentamente pelo chão, com o filho único logo atrás. Eles caminhavam em direção a pequena igreja do vilarejo em que viviam, a fim de escutar as sábias palavras do padre. A mulher frequentava o local para  orar pelos seus próximos e pedir conselhos; o garoto para diminuir a culpa incessante que habitava seu coração. Ele não costumava frequentar o lugar regularmente, tão pouco prestar atenção em seus ensinamentos, mas sabia o básico: que o que estava fazendo era pecado, e mesmo assim não parava. Então, resolveu se manter presente em todos os cultos, tentando se redimir a Deus.

A residência em que viviam era um pouco afastada da basílica, o que não seria um problema se eles tivessem seus cavalos ainda. Tiveram que vendê-lo, pois a situação financeira da família não estava estável, de forma que precisaram sacrificar alguns luxos dispensáveis. Claro que a mãe inventara a desculpa de que gostaria de caminhar mais para observar as bonitas paisagens da cidade, com vergonha de confessar as circunstâncias por quais passava no momento.

Quando finalmente chegaram, encontraram a igreja lotada — o que já era de se esperar. Ficaram em pé nos fundos devido a falta de assentos disponíveis. Quando o padre se colocara de frente para todos, o silêncio se formou gradativamente entre as pessoas.

— Bom dia, meu amigos. Fico satisfeito de tê-los aqui nesta manhã maravilhosa com o intuito de louvar o nosso Deus, o nosso salvador. — proferiu, de forma lenta e com a voz extremamente calma — Tenho percebido o aumento de números de jovens aqui, assim como tem aumentado o pedido dos pais para que eu fale mais sobre os deveres dos filhos e como fazê-los se tornarem mais próximos de nosso senhor.  — os adultos fizeram um coro de ''Sim padre'', concordando com tudo que o mesmo dissera. — Bem, começaremos com: quais os deveres que vocês, crianças devem seguir.

O homem começou um longo falatório sobre o assunto. Falou sobre como as proles deveriam respeitar seus pais, em como nunca deveriam contar mentiras ou deixar de dever satisfações aos mesmos. Tudo estava bem, a consciência de Jimin se encontrava relativamente tranquila, até que o homem começara a falar sobre pecados.

— Apesar de não ser muito discutido, estamos em um lugar de íntimos, de irmãos, então iremos falar de tal assunto sem vergonhas: o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Já estive na presença de diversas pessoas com pecados extremos, porém estar próxima a uma que cometera este em específico causa náuseas. — assim que o padre terminara a sentença, Jimin direcionou um olhar carregado para o outro lado da igreja, onde Taemin se encontrava. — Não é necessária muita explicação sobre isso, creio que todos entendem que o homem fora feito para mulher, assim como a mulher fora feita para o homem e a mesma deve servi-lo sem contestações. Além de ser uma prática sem qualquer higiene, interfere na reprodução de nossa espécie. Por isso, deixo claro aqui, que caso saibam de qualquer indivíduo que cometa esta aberração, não só ela como qualquer outra extrema, nos avise, tomaremos providências, limparemos a alma deste ser e o faremos se redimir por seus pecados.

Jimin não pode controlar as pequenas lágrimas que queriam se formar em seus olhos. Aberração. era isso o que ele era. Se sentia tão sujo. Se sentia uma pessoa horrível, andando com o diabo quando Deus o dera tudo o que tem, uma família maravilhosa e um lar amoroso. Tão egoísta, pensando apenas em si próprio. Ah, como ele gostaria de mudar isso. Não tardou a sair correndo do local, ganhando — sem perceber — um olhar desconfiado do padre. Sua visão estava embaçada, seu coração quebrado.

— Jimin! — ele escutou Taemin gritando. Continuou correndo, a última pessoa quem gostaria de ver naquele momento era o outro garoto.

Quando chegou a um lago que ficava a apenas alguns metros da basílica, se agachou e colocou um punhado de água em suas mãos, logo molhando seu rosto inchado e vermelho. Por que a vida tinha que ser tão difícil? Por que não conseguia resistir as tentações do pecado? Por que devia ser condenado por amar? Tantas perguntas que rondavam sua mente, todas elas sem respostas

— Por que saiu correndo da igreja daquela forma, Jimin? — uma voz conhecida soou. Seu corpo imediatamente entrou em modo de defesa. O coração parou, a garganta congelou. Não demorou para que começasse a tremer. O assassino estava ali, bem atrás de si. Passara uma duas semanas depois do ocorrido nas margens do rio e ele nunca o vira. Pensara que o mesmo tivesse fugido com medo de que ele pudesse contar tudo, mas não, ele estava ali. — O padre falou algo que o deixou sentido? Por quê? — Jimin podia notar o tom sarcástico e acusador em sua voz.

— O-o que está fazendo aqui? Por que me seguiu? — perguntou com a voz trêmula.

— Ah, querido, achou mesmo que tinha desaparecido nestas duas semanas? Eu lhe disse, Jimin, eu ficaria de olho em você, assim como estou fazendo agora, assim como estava fazendo na igreja e assim como estou fazendo a semanas. Tão tolo, nem percebeu.

— Por favor, me deixe em paz. Eu jurei que não contaria a ninguém, e cumpri com a minha promessa.

— Eu sei meu amor, mas não posso deixar você sem vigia assim tão rápido. — respondeu. Os apelidinhos que o rapaz usava o irritavam profundamente. — Mas, voltando a primeira perguntar, por que saiu correndo? E aparentemente, chorando também.

— Isso não te interessa! Por que você não some daqui logo? — gritou, evitando, novamente, a pergunta que o outro fizera.

— Não concordou com as palavras do padre? — agora o tom do mais alto assumira um tom sério, sem brincadeiras ou provocações, sem ameaças.

— É claro que concordei! Ele está certíssimo! Aberrações como essas não deviam existir! — era claro que todas aquelas palavras eram apenas encenações, mas Jungkook não sabia disso.

Jeon ficou parado, fitando com os olhos cheios de raiva Jimin.

— Eu devia ter te matado quando tive a chance. — disse, logo dando as costas para o outro rapaz.


Notas Finais


Eu tô muito nervosa sobre a reação de vocês... Vocês pareceram ter gostado bastante do prólogo e confesso que até eu gostei — o que é difícil porque eu geralmente nunca gosto do que eu escrevo — então eu queria superar as expectativas de vocês pra essa fanfic.

Obrigada a quem for comentar, vou ficar muito feliz e responder com todo o carinho :)) Obrigada também a quem tá acompanhando a fanfic!!


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