História Buscando o sentido da vida - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Ódio, Suícidio
Exibições 40
Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Mais um?


Fanfic / Fanfiction Buscando o sentido da vida - Capítulo 7 - Mais um?

     Eu não acredito que meu pai teve coragem de fazer isso com minha mãe, justo ele a pessoa mais correta que eu já tinha conhecido. Eu não aguentei e entrei no quarto
    —o que está acontecendo aqui. É isso mesmo que ouvi, como teve coragem pai
    —filha não é nada disso que está pensando. Meu pai falou
    —como assim, eu ouvi direito não estou surda, logo você pai. Você era um exemplo para mim.
    —filha se acalma vamos conversar direito. Minha mãe falou.
  Notei que ela estava nervosa e pálida.
    — mãe está tudo bem?
    —está sim filha.
    —Lara acho melhor você é seu pai sair, sua mãe está muito nervosa, acho que não vai fazer bem a ela ver vocês discutirem. Tom falou.
    —sim é melhor, vamos filha. Meu pai disse encostando sua mão sobre meu ombro.
    —tira sua mão daqui e não me chama de filha, vamos Tom.
   Sai do quarto e senti que tudo que eu acreditava era uma mentira. Andei até a saída do hospital segurando o choro, mas não aguentei sentei no chão e chorei. Como tudo isso foi acontecer, parece que nem um dia eu consigo ficar bem sem algo atrapalhar. Foi quando senti alguém me abraçar pelas costas
    — o princesa não chora não.
   Enxuguei as lágrimas e olhei para trás. Era Tom
    —minha vida está tão confusa, eu não sei oque faço.
    —calma, tudo vai se ajeitar.
    — até quando vai continuar assim?
  Ele pegou minha mão, me levanto do chão, me deu um beijo tão doce na testa
    — olha até quando eu não sei, mas eu sei que enquanto isso tudo durar eu estarei do seu lado.
    —muito obrigado, ninguém nunca ficou do meu lado como você está.
    —Não precisa agradecer. Vamos entrar?
    —eu não sei se quero ver meu pai.
    — Lara eu te entendo, mas uma hora ou outra você vai te que vê-lo.
    —é verdade
    — enxuga essas lágrimas e vamos.
   Entramos e meu pai tentou conversar comigo mas eu fingi quem nem vi, talvez era melhor assim.
    —Tom vou ali na minha mãe.
    — você quer que vou com você.
    —melhor não, quero tentar conversar com ela sozinha.
    —ta bom, estou te esperando.
  Entrei em seu quarto, e vi ela deitada, com o olhar triste.
    —mãe tudo bem?
    —oi Lara, tudo bem sim.
   Sentei ao seu lado, peguei sua mão e falei
   —mãe não faz mais isso comigo. Eu sei que fui uma filha péssima pra você e que tudo isso que está acontecendo deve está te deixando mal. Mas eu te amo mãe e fico triste em saber que isso é culpa minha
   —você não foi uma péssima filha. E isso não é culpa sua. Eu simplesmente não consigo mais viver.
   — Não fala assim mãe.
  Eu a abracei bem forte, mas fui interrompida por um médico.
   — aqui e o quarto da senhora Liz? ele disse.
   — é sim. Eu falei.
   — sou Artur, vou examinar ela
  Ele entrou, a observou fez alguns exames.
   — Então senhora liz, elas já te deram a notícia? Artur disse
   —que notícia? Ela perguntou
   —você não sabe? A senhora está grávida de dois meses, por pouco não perde o seu bebê.
   —GRÁVIDA?!  Ela falou assustada.
   — parabéns mãe. Eu disse
  Ela não estava muito contente com a notícia, mas não posso negar que estava muito feliz.
    — Liz posso te chamar assim? Artur falou.
    —claro. Minha mãe disse
    —Então liz eu vou te liberar, mas você vai ter que vim aqui fazer um acompanhamento comigo, pois sua gravidez e de risco e seu bebê por pouco não morreu.     
    — eu venho sim. Ela disse.
    — Você precisa ficar em repouso Liz, cuida da sua mãe dona Lara.
    —pode deixar.
   P.O.V Liz
   Grávida, como assim. Meu casamento está por um fio, tudo está tão bagunçado e justo agora vem essa notícia. Eu não quero ficar aqui, eu só quero sumir. Mas agora eu tenho mais um filho e eu sinceramente não sei como reagir a isso. Eu estou perdida, a pessoa que eu amava me traiu, estou cada dia pior. Como psicóloga eu deveria saber como controlar minha vida, mas parece que nem pra isso eu sirvo, sou uma inútil mesmo.
    



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