História Buscarei vingança - Capítulo 29


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Está na reta final. Bjs.
Boa leitura!

Capítulo 29 - Covil de O


Fanfic / Fanfiction Buscarei vingança - Capítulo 29 - Covil de O

Acordei, levantei e fiz minhas higienizações.
Desci e fui tomar café. Depois fui assistir.

Liguei para o Gus e ninguém atendeu.
Resolvi ligar para a RSC e a atendente atendeu.

- Research Secret Crimes. O que deseja?

- Poderia falar com o agente 66?

- Seu nome por favor.

- Juliet Green.

- Só um minuto.

- Ok.

- Ele está de folga.

- Ele não está em alguma missão não?

- Não. Essa semana ele está de folga.

- Mas ele disse que... Não, não, tudo bem.

- Mas alguma coisa Juliet?

- Não.

- Tenha um ótimo dia.

- Obrigado.

Desliguei.

Resolvi perguntar uns agentes que estavam ao redor da casa, que no total eram 4 e as vezes trocavam com outros.

Eu: Algum de vocês sabem onde o Augustus mora?

Agente 36: Não.

Agente 15: Não.

Agente 21: Não.

Agente 44: Talvez eu tenha visto certa vez, ele sair de uma quitinete perto da Coffee Black.

Eu: Você poderia descrever essa casa?

Agente 44: Não me lembro bem. Mas ela é aparentemente bem pequena e de cor amarelo, parecia abandonada.

Eu: Obrigado. É, eu vou indo até lá. Vocês não precisam ir, já que é aqui perto.

Agente 44: Não podemos.

Eu: Então vem você mesmo.

Agente 44: Ok.

Eu e ele fomos a essa tal casa.

Eu chamei e até então ninguém apareceu. Chamei de novo, gritei e nada.
Fui tentar abrir a porta, que por sinal só estava encostada.
Entrei.

Agente 44: Isso é invasão.

Eu: Não se for a casa do Gus.

Agente 44: Não deveríamos estar fazendo isso.

Eu: Ele não vai se importar. Aliás, o homem aqui é você. Pra que esse medo todo?

Agente 44: Eu não te subestimo. Mas isso é ilegal.

Eu: Então me espera aí.

Nesse momento já estavamos vasculhando a casa.

Agente 44: Não posso.

Eu: Encontrei alguma coisa.

Agente 44: Ele não está aqui Juliet.

Eu: Mas mora aqui e não está sozinho. Dois copos, dois pratos, roupas que nunca o vi usando. Tem mais um homem morando aqui com ele.

Agente 44: Ele nunca te falou com quem morava?

Eu: Nunca tive essa curiosidade de perguntar. Até porque ele dormia muitas vezes lá em casa.

Agente 44: Encontrou o que?

Eu estava empurrando uma porta.

Eu: Me ajuda a aqui.

Ele pegou um ferro e quebrou a maçaneta.

Agente 44: Depois eu pago um desse pra ele.

Abrimos a porta e havia uma escada. Descemos.

Eu: Parece um tipo de porão.

Agente 44: Ta tudo escuro.

Eu: Tem medo do escuro é?

Eu ri.

Agente 44: Haha. Afinal porque esse desespero para encontrar ele? Não poderia esperar uns dias?

Eu: É urgente.

Agente 44: Você está grávida?

Eu: Não. Ah, procura a lâmpada aí por favor.

Agente 44: Encontrei.

Ele acendeu a lâmpada.

Eu: O que é isso?

Agente 44: Agora eu estou assustado.

Era uma espécie de covil. Havia várias fotos minhas, de minha mãe, pai, até da Star.
Havia papéis mostrando minha rotina e o que eu fazia.
Basicamente estava minha biografia em um quarto.

Agente 44: Vou ligar para a RSC, precisamos de reforço.

Eu: Espera. Você acha que é o Gus é O?

Agente 44: Quase certeza.

Ele me mostrou o celular que encontrou na mesa e as mensagens.

Eu: Não. Isso deve ser alguma brincadeira.

Agente 44: Se ele mora aqui, tem uma grande chance de ser ele.

Eu: Mas ele não está sozinho.

Agente 44: O sistema dele é todo criptografado, tem muitas senhas.
A um rastreador também.

Eu: Ele sabe que estamos aqui.

Agente 44: Provavelmente.

Ouvimos um barulho.

Eu: Temos que sair daqui.

Agente 44: Vem, por aqui.

Ele me levou até uma porta pequena nos fundo do porão.

Eu: Tem alguém nos seguindo.

Essa pessoa começou a atirar.

Agente 44: Vem.

Saímos da casa e corremos.

Eu: Eu não posso ir para casa.

Agente 44: Vem até a RSC.

Eu: Desculpe, mas não posso confiar em você.

Eu me soltei dele e sair correndo por outro caminho.
Ele veio atrás de mim, mas os carros atrapalharam sua passagem, fazendo com que ele se perdesse de minha pessoa.

Eu fui até um campo distante da cidade.

Pensei: O agente 44, se ele for do bem ele vai ligar para a RSC e vai pedir ajuda.
Tia Maria disse "Cuidado onde você lança sua âncora, nem todo porto é seguro". Ela quis dizer o mesmo que meu pai, para mim não confiar em ninguém.
Então eu tenho que esperar e pensar.

- Rastreador.

Pensei: O rastreador ainda está colado em mim. Então, ainda tem alguém me seguindo, possa ser o Gus ou não.
Mas no meu corpo não tem nada, eu já teria percebido.

- Celular.

Foi então que eu percebi que o rastreador estava no meu celular.
Eu abri ele e procurei por cada canto e lá estava ele, bem pequeno.

Eu não quebrei o celular.
Eu tinha uma vantagem em relação a O.

Mas se O estava atrás de mim, eu não poderia ficar em apenas um lugar.

Primeiro, eu fui até um telefone público mais perto. Se as conversas do meu celular estavam sendo gravadas, não queria correr o risco de O saber onde eu estava.

Liguei para Romeu.

Eu: Romeu?

Romeu: Ju?

Eu: Me encontra no Motel L'essence.

Romeu: Um motel? Você tá drogada? É algum tipo de brincadeira? Porque a RSC em peso está a sua procura de você.

Eu: Não é brincadeira. Eu não tenho tempo. Me encontra no Motel por favor. Eu só tenho dinheiro da passagem de ida até lá.  Não leva ninguém, lá não tem sinal, vou está segura lá. Quando chegar eu te explico.

Romeu: Tá.

Eu desliguei o telefone.
Peguei o táxi e fui até o Motel.

Esperei uns minutos e logo o Romeu chegou.

Eu: Você tá sozinho né?

Ele veio até mim e me abraçou. Sentamos em um sofá na recepção do motel, que por sinal era bem chique.
Lembrei dele por causa da Alice, ela que me indicou uma vez.

Romeu: Estou, mas isso é uma loucura.

Eu: Não é. Eu preciso de um tempo pra pensar, só que eu não quero ficar sozinha. Minha mãe tá viajando e você é a única pessoa que eu confio.

Romeu: O agente 44 nos contatou e fomos até o covil de O, assim como ele chama. Os investigadores estão atrás de pistas que comprovem que o Augustus é O e quem é a outra pessoa que está com ele.

Eu: Pelo menos o agente 44 é de confiança. Mas não dar para acreditar. Se ele for O, não, acho que não.

Romeu: Você viu, nós vimos.

Eu: Ele fez aquela cena toda, por tanto tempo, para me matar. Se ele quisesse, já teria me matado.

Romeu: Talvez ele planeja algo pior.

Eu: E se ele for cúmplice e não o mandante?!

Romeu: Tem todas as possibilidades.

Eu: E o Livio? Eu acreditava tanto que poderia ser ele.

Romeu: Temos que voltar Ju. O pessoal está preocupado e você tem que ficar segura.

Eu: Eu tô segura aqui. Você tem que entender que eu não posso confiar em ninguém.

Romeu: Essa noite. Apenas essa noite. E amanhã vamos.

Eu: Ta bom.

Romeu: Vou fazer o registro.

Ele foi até a recepção, fez o registro e fomos para o quarto.

Romeu: Porque um motel?

Eu: Foi o que veio a minha cabeça. A Alice me disse que aqui não tem sinal e no meu celular tem um rastreador.

Romeu: Foi inteligente.

Eu: Obrigado.

Romeu: Mas um motel é bem diferente.

Eu: A gente aproveita.

Ele riu.

Romeu: Você sendo você, até correndo perigo.

Eu: Aproveitar cada minuto como se fosse o último.

Romeu: Preciso de um banho.

Eu: Nem me fale.

Eu comecei a tirar a roupa na frente dele.

Romeu: E-eu trouxe umas roupas pra você.

Eu: Preparado em. Hum, não precisa ficar assim, você já viu tudo isso antes.

Ele deu um sorriso bobo.

Romeu: A vários anos atrás.

Eu:Tenho certeza que você não esqueceu de nada.

Romeu: Está cada vez mais linda.

Eu beijei ele.
Ele com seu olhar malicioso me puxou e me levantou, fazendo com que eu ficasse com as minhas pernas o redor de sua cintura.
Eu e ele fomos para o banheiro e... ROLOU.

Depois de umas horas...

Eu e ele fizemos nossas higienizações. Eu vesti uma blusa dele bem grande e um cueca de quando ele era mais novo.
E ele vestiu uma bermuda.

Eu: Quando você disse que trouxe uma roupa para mim, não imaginei que tinha sido essa.

Romeu: Eu trouxe outra da minha mãe, mas é melhor deixar para amanhã

Eu: Com certeza.

Ele riu.

Eu: Tô com fome.

Romeu: Vamos comer.

Eu: Eu não vou descer desse jeito.

Romeu: E eu não deixaria.

Enquanto você se vestia, eu pedi um jantar para nós.

Eu: Que lindo.

Dei um beijo nele.

Romeu: Eu sei.

Eu: Tô falando da comida.

Romeu: Isso é só uma desculpa.

Eu: Haha.

Comemos e depois ficamos contando histórias que aconteceu em todo o tempo em que ficamos separados.

Depois dormimos.



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