História Butterflies flying - Capítulo 13


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Categorias Cúmplices de um Resgate
Personagens Arthur Torres, Aurora Meneses, Fortunato Meneses, Geraldo Saldanha, Isabela Junqueira, Priscila Meneses, Regina Junqueira, Safira Meneses
Exibições 29
Palavras 727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom gente, como eu prometi. Vou sumir, mas não totalmente e pra vocês começarem bem(Ou não) a semana. Ta aí!!
Boa leitura...

Capítulo 13 - Pensei ter calado Safira meneses.


Fanfic / Fanfiction Butterflies flying - Capítulo 13 - Pensei ter calado Safira meneses.


Geraldo narrando...
  Quando eu vi a Safira entrando no meu hotel, não pude acreditar que era ela, depois de quase 10 anos...
Estive muito tempo fora, mas nunca a esqueci. E a filha dela?!! Aliás, minha filha... Que menina linda, sempre soube que seria menina.
  Consegui conversar com a Priscila por dois minutos e pude reparar que ela usava a pulseira que dei a Safira.
Me perguntei se a Safira havia lido a carta, mas achei que não era hora para me aproximar, afinal haviam acabado de chegar. Esperei cair a noite e as vi brincando na praia, então fui lá. Sentei  ao lado de Safira que olhava fielmente para o meu boné, até o momento em que falei com ela. Safira assustou, mas logo mudou a afeição de assustada, para nervosa. No lugar dela, também estaria nervoso, afinal... Quem abandona uma mãe com uma filha na barriga, sem nem se despedir? Só um menino muito imaturo. Mas eu cresci e espero que a Safira entenda isso. Marquei com ela às 00h no hall do hotel e como já são 23:30 vou descer e esperar. Será que ela vai?!

No hall...

G –Ela já esta atrasada dois minutos. Será que vem?
-Quando eu terminei de falar a vi, saindo do elevador, linda como sempre e apesar de usar uma roupa simples, estava muito elegante, aliás... Ela sempre foi.
Senti ela meio perdida, olhava para os lados a minha procura, por isso fui até ela que me chamou para subir, já que Priscila estava sozinha. Como nos quartos tem uma mini sala e a menina estava dormindo, não vi problemas.
S –Entra sem fazer barulho. Senta aí
-Nós entramos e nos sentamos. Ela havia crescido tanto... Olhava em seus olhos e não conseguia ver aquela menininha meiga. Ela estava uma mulher de verdade. Decidida, forte, madura...
G –Safira. Eu te devo desculpas.
S – Desculpas? Por que? Houve algum problema no hotel?
-Ela falou arqueando as sombrancelhas.
G –Não, senhora Meneses, no hotel tá tudo ótimo. E eu não vim falar com a Safira mulher de negócios, vim falar com a mulher que eu amei, mas deixei grávida, sem ao menos me despedir.
S –DESCULPAS? VOCÊ SOME QUASE 10 ANOS, ME ENCONTRA NUM HOTEL E NA MAIOR CARA LAVADA, VEM PEDIR DESCULPAS? ENFIA SUAS DESCULPAS NO... -Falou ela gritando, mas a interrompi
G –Safira, segura o palavrão! Olha as crianças e não era você que tinha dito pra não fazer barulho? Você ao menos leu minha carta?
S –Que crianças? Aqui não tem nenhuma criança, só dois adultos. E não, eu não li sua carta.
-Nesse momento, sem percebermos a Priscila acordou e ficou atrás da cortina da sacada, quietinha.
G –Safira, eu... Eu não queria ter te deixado. Na carta explica tudo, o porquê da minha ida, o quanto eu amava você e a Priscila e que eu voltaria.
S –Sinto muito, a carta nem deve existir mais. Me conta você, o porquê da sua ida
-Ela ironizou muito, mas eu contei tudinho
G –Tudo começou quando a Isabela nasceu e meus pais descobriram que você estava grávida.
*Flashback on*
Gil –Geraldo. Você não pode ser pai agora, eu tenho planos pra você. Essa menina quer te dar o golpe da barriga. Se ela quer dinheiro, a gente da. Mas você vem conosco.
G –Não posso deixar a menina sozinha e, é claro que ela não precisa dar golpe da barriga. Ela é rica, não precisa do nosso dinheiro. Só a mesada dela, paga o enxoval todo da criança.
Gil –Não interessa. Vou ser curto e grosso. Você tem duas opções, ou volta com a gente, ou fica aqui no Brasil e se vira sozinho. Se você vier. Todos as nossas empresas daqui, do Brasil, serão suas. E outra... Você e eu sabemos que hoje, você não tem como manter seu padrão de vida, muito menos sustentar uma menina riquinha sem mim. O que você quer? Ser sustentado por ela?
*Flashback off*
S –E você escolheu o dinheiro. Porque é um egoísta
G –Não Safira. Eu escolhi nosso futuro, o futuro da nossa filha. Sabia que na sua casa nunca faltaria nada a ela. Mas e se eu não tivesse ido? Você estaria aqui agora? Pagando esse luxuoso hotel?
-Nesse momento houve um completo silêncio. Pensei ter calado Safira Meneses, mas na verdade, ela viu a Priscila.


Notas Finais


Então? O que acharam?


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