História Butterfly - Capítulo 8


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber
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Palavras 2.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi sz Eu demorei, eu sei.... Mas tenho motivos e não é meio legal de explicar. Espero que entendam,
Eu chorei fazendo esse capitulo, serio. G-ZUIS ME ACODE!

Boa leituraaaaaaa <3

Capítulo 8 - Marcas do passado


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 8 - Marcas do passado

23 de abril de 2014, 02:34 a.m

Dominick Stuart POV’s

Friccionei aquele objeto no meu pulso. Comecei a sentir a ardência do contato daquela lamina com minha pele. Isso era o primeiro passo para a sensação de alivio.

Deslizei a lamina pelo meu pulso, apertando cada vez mais fundo. Avistei o liquido saindo de pouquinho. Posicionei a lamina em outro local fazendo outro corte, e mais outro, outro. Totalizou 7 cortes no pulso esquerdo. O sangue já jorrava, mas não vou parar agora.

Subi um pouco a blusa que vestia fazendo cortes no quadril e abaixo dos seios. Isso sim estava me aliviando.

As lagrimas desciam como cachoeira, assim como o liquido vermelho espalhado pelo meu corpo. Joguei a lamina em um local qualquer sentindo a dor mental. Não, meus cortes não doíam, eles não chegam nem aos pés da dor que estou sentindo no meu coração agora. A dor psicológica, isso sim dói. Ela me estraçalha, acaba comigo, mas não posso fazer nada, ela já se tornou tão comum que seria estranho não sentir ela.

É sempre assim. Minha armadura cai quando fica de noite e eu estou sozinha no meu quarto com meus pensamentos. Não pensa que é fácil para uma garota de 15 anos ter como única meta na vida o suicídio ou algo relacionado a isso.

Sorrio para todo. Eu sei como enganar a todos com um único sorriso, por que para eles sorrir significa que se está bem. Mas não, sorrir é só uma válvula de escape para não contar o quanto sua vida é deprimente e assustadora. Contar que todos os dias é apenas meu coração e alma que se machuca profundamente.

As pessoas me julgam, falam o quanto que é infantil machucar-se a si mesma. Mas elas não percebem que infantis são elas que machucam tano uma pessoa que faz ela desejar pela morte todos os dias da sua vida achando que é a única saída. E de fato é a única saída, pelo menos para mim é.

Eu grito, grito constantemente para que alguém me ouça. Meus gritos estão em cada “eu estou bem”, “não se preocupe” ou em “eu vou ficar legal”. Mas ninguém percebe, ou preferem ignorar, pois deve ser mais fácil do que lidar. De tanto gritar não tenho mais voz. Não tenho mais alma. Eu esperei por tanto, tanto que agora a única coisa que eu aprendi foi que eu vou continuar vivendo com a dor, não importa onde, quando ou com quem. A dor vai estar comigo, pois ela nunca me abandonou como certas pessoas.

Tenho fé que um dia a dor vai passar. Mas eu irei olhar todas minhas marcas, ver cada corte. Visualizar cada momento que estive com a lamina na mão e perceber que a dor passa, mas as cicatrizes vão continuar como algum tipo de troféu para mostrar o tanto que eu consegui vencer por ter superado esse vício. Talvez possa existir um universo alternativo no qual eu seja fraca demais, e me mate antes de conseguir atingir a felicidade.

Eu sempre quis ser alguém sem ninguém para me abaixar, me julgar ou insultar. Mas eu procurei tanto que só a lamina estava lá, e felizmente ela me ajudou. Eu sei que temos o poder de escolher quem somos, o que fazemos. Mas nem sempre é assim, não escolhi ser desse jeito. A sociedade me obrigou, e agora virou um estilo de vida.

A tristeza ensina e mostra coisas. Afinal, você só consegue ver estrelas se estiver no escuro. E assim só consegue por sua dor para fora quando for na calada da noite sem ninguém e nem nada. Apenas você e sua lamina.

Sabe, eu já ouvi de tudo. “É apenas drama”, “ela quer chamar atenção”, “ela é louca”. Ninguém tem ideia de como dói ouvir isso e ficar calada.  Amber a todo momento me pede para parar, mas infelizmente eu não consigo, não depende de mim. Teve tantas vezes que eu pedi a mim mesma para parar de chorar, e tive que sair por aí com um sorriso que não era meu só para evitar mais acusações. Porque, quando se trata de esconder, basta uma blusa de frio, falsos sorrisos, e falar que está tudo bem já basta.

Não preciso de plateia para ver minha dor, meus cortes, meu sofrimento e meu fim. A única finalidade de eu estar passando por isso tudo e por querer que um dia tudo melhore, mas parece que nunca esse dia vai chegar porque sempre que estou tentando ficar feliz alguém chega e estraga minha felicidade.

Às vezes tenho tanto ódio de viver, mas tanto medo de morrer. A ideia de deixar tudo me assusta, mas logo lembro da dor e a vontade de morrer vem maior.  Se meus olhos mostrassem a minha alma, todos, ao me verem sorrir, chorariam comigo, porque as minhas marcas do passado vão permanecer comigo para sempre.

04 de julho de 2015, 14:33

Narradora POV’s

For all those times you stood by me

 Por todas aquelas vezes que você me apoiou

For all the truth that you made me see

Por toda a verdade que você me fez enxergar

For all the joy you brought to my life

Por toda a alegria que você trouxe para minha vida

For all the wrong that you made right

 Por tudo de errado que você transformou em certo

Amber andava de um lado para o outro olhando indignada. A loira emanava um sentimento de desaprovação e tristeza. Tinha encontrado Dominick tentando se matar novamente. 

— Pare de se machucar. Isso não está te fazendo bem. Será que não vê que isso me atinge? Pare com isso! – Amber gritou, fazendo com que a pequena suicida de olhos azuis se assustasse.

You're the one who held me up

Você é quem me sustentou

Never let me fall

Nunca me deixou cair

You're the one who saw me through, through it all

Você é quem me acompanhou, através disso tudo

— Como se fosse que só com palavras iriam me influenciar a parar. Como se tudo fosse fácil. – Dominick rebateu ainda muito assustada com a situação. Ela estava com o pescoço roxo devido as marcas das cordas que ela havia passado no pescoço.

— Você deveria ser forte, deveria ter aprendido a lidar com isso... – Amber foi interrompida pelo choro compulsivo de Dominick.

— MAS EU NÃO CONSIGO, PORRA! – A menina gritou fazendo com que Amber desse um passo à frente.

You were my strength when I was weak

Você foi minha força quando eu estive fraca

You were my voice when I couldn't speak

Você foi minha voz quando eu não podia falar

You were my eyes when I couldn't see

Você foi meus olhos quando eu não podia ver

You saw the best there was in me

Você enxergou o melhor que havia em mim

Lifted me up when I couldn't reach

Me ergueu quando eu não conseguia alcançar

You gave me faith, 'coz you believed

Você me deu fé, porque você acreditou

— As cicatrizes que você tem são as marcas de uma guerreira, Nick. Mas você tem que parar, você está se matando gradativamente.

— Estou cansada de pessoas que subestimam o que eu sinto. Estou cansada de pessoas que só olham para mim quando tudo desmorona.  Às vezes eu só quero me afastar de tudo. Me perder no tempo sabe, para ver se eu me acho. Eu só quero um pouco de paz. – Disse falando embolado, virou-se de costas para a loira e rumou até a cama, deitando-se na mesma em posição fetal.

— Você não está sozinha. Quando tudo der errado, quando tudo dizer que é o fim, quando você não tiver mais forças nem para chorar. Não desista! Você é mais forte do que imagina.  Aprenda a começar e recomeçar. Não se deixe arrastar pela indiferença. Se caiu, levante-se e recomece. Se errou, erga-se e recomece novamente. Se não consegue dominar-se, e matar esse vício louco de se cortar, firme sua vontade e recomece. Não desanime jamais!

O mais difícil é que não se encontra um ponto final, apenas mais desgosto e mais desgosto, não existe um botão de desliga e nem controle remoto para fazer ir mais rápido para as coisas ruins, tem que acontecer tudo lentamente, com sofrimento e angustia, é nas coisas boas existe um botão de desliga eterno e o botão de acelerar é o máximo. Nunca se chega no final, sempre vai para o recomeço, e quando acha que está acabando o sofrimento de um abandono ou de uma palavra mal falada, vem as memórias e acaba com o momento de esperança de ser feliz por alguns breves segundos. E o que antes era tudo um mar de rosas hoje não passa de solidão.

Atualmente

Dominick Stuart POV’s

— Por que você me fez reviver esses dois momentos? Não tem o porquê de me fazer lembrar disso, seu filho da puta. – Gritei estapeando o peito de Aaron sabendo que o mesmo não sentia nada devido aqueles músculos fortes.

— Primeiro: minha mãe não era uma puta, era um demônio. Segundo: apenas quero te mostrar que esses seus amiguinhos são uns hipócritas. – Ele segura meus pulsos me fazendo parar de estapeá-lo.

— O que?

— O Justin já tentou te ajudar de alguma maneira, não é? – Assenti convicta que sim. — Isso era uma espécie de desface. Eles te odiavam. – Riu e me olhou com deboche.

— Você é louco cara, só pode estar inventando. – Revirei os olhos, e o mesmo cessou sua risada e me olhou de um jeito indecifrável.

— Quer que eu mostre? – Sua voz grave ecoou, e instantaneamente arregalei os olhos com medo da minha próxima resposta.

— Eu... não sei... sim, eu quero. – Soltei um ar que nem sabia que estava segurando o mesmo.

— Me de sua mão. – Disse. Fiz o que ele mandou. Segurei firme sua mão que era bem maior que a minha e por impulso fechei os olhos vendo que iria haver outra claridade que me cegaria.

¨¨¨ Sua mão percorria o corpo de Amber e a minha vontade era de arrancá-la da cama rústica. Justin sussurrou algo em seu ouvido, mordendo o lóbulo em seguida. A garota soltou um grito estridente, gargalhando e enrolando as pernas em volta de sua cintura.

— Ah gatinha... – Justin gemeu.

Sorrindo, Amber puxou a calça de Justin com os pés, levando junto a sua boxer. Justin girou-a na cama, pondo por cima, fazendo com que ela arfasse e continuasse o trabalho de despir. Justin levou os lábios ao pescoço de Amber, mordiscando e trilhando chupões até o encontro de seus seios. Puxou sua blusa para cima, expondo os seios sem sutiã, tocando os dois com brutalidade. Levantou-a de seu colo, para que pudesse tirar sua saia minúscula, rasgou a calcinha e acabou com o espaço entre eles.

— Eu vou te foder, até você gritar. – Ele disse olhando sua boca entreaberta.

— Aaaaaah seu imbecil. Eu odeio você – Eu falei com a esperança de que eles escutassem.

Eu estava com tanto ódio, que poderia matá-lo naquele momento, queria arrancar os dois de lá e fazer algo que amenizasse a dor que eu sentia.

Por que eu tinha que amá-lo tanto?

—Porque você faz isso comigo? – Grito inutilmente.

Justin insinua sua ereção contra a intimidade de Amber, que se contorce desesperadamente, aumentando minha raiva e decepção.

Grito sem parar, xingando-o de todas as formas possíveis, querendo batê-lo. Me encosto na porta e sentindo uma raiva percorrer meu corpo, esquentando o sangue e causando uma ira maior que imaginada.

Justin afasta as pernas da garota, trilhando sua língua pela extensão da barriga, sempre em direção ao sul, alcançando o baixo ventre. Puxa sua bunda para cima e então começa a chupá-la, me causando cada vez mais repulsa e ódio dentro de mim. Ela geme feito uma cadela, enquanto se agarra aos lençóis apertando-o de maneira incontrolável.

Tento desviar a atenção, mas fica impossível. Ela grita sem parar e eu quero fazê-la calar a voz. Justin parece atingir algum ponto prazeroso nela, pois Amber parece convulsionar, empurrando a intimidade cada vez mais na boca de Justin. Com um sorriso no rosto, ele limpa todo o seu orgasmo, chupando como se fosse a melhor coisa que já fizera.

— E não aguento ver isso. Por favor me tira daqui Aaron. – Por instinto o abracei. Vi que ele enrijeceu seu corpo, mas correspondeu o abraço.

A bendita claridade veio de novo. Fechei meus olhos, sentindo os mesmos ficarem incomodados com tanta luz.

— Então, o que me diz? – Aaron falou me fazendo lembrar que ainda estava abraçada com o mesmo.

Desfiz o abraço, olhei o local percebendo que estava de volta ao quarto que eu estava hospedada na casa de Justin.

— Eu quero vingança.

 

 “Lágrimas caem por pessoas que ao menos mereciam um sorriso. ”

 


Notas Finais


AI MEU CU! Oq foi isso? Devo continuar?
Tô com peninha da Nick :( Slk aejnfnsl
Espero que tenham gostado, não se esqueçam de comentar sz
MUITO OBRIGADO PELOS MAIS DE 370 FAVS <3 Espero q n tenham me abandonado, tentem me compreender, kinha vida n está facil.

Acho que vcs já sabem, eu lancei uma fic nova e espero a aprticipação de vcs lá

The Contest: https://spiritfanfics.com/historia/the-contest-7051448

Makitube: https://spiritfanfics.com/historia/makitube-6480877

Among the danger: https://spiritfanfics.com/fanfics/historia/fanfiction-gigi-hadid-among-the-danger-5811923


Até o próximo capitulo, Bjbj <3


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