História Butterfly - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Nanjin, Taekook, Vkook, Yoomin
Visualizações 476
Palavras 1.806
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 9 - É uma questão de sentimentos e sensações.


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 9 - É uma questão de sentimentos e sensações.

A sensação de sua mão passeando por meu corpo que me assanha, me atiça, me deixando quase louco.

Gosto quando seu olhar procura sua imagem dentro do meu. Minha pupila dilata, num segundo ela relata que o meu amor é seu

 

Taehyung

 

Chegamos em casa às onze da noite, antes passamos em uma padaria e compramos alguns donnuts, Jungkook gosta muito de donnuts.


Como não vimos necessidade de continuar no hospital, uma vez que Jimin já parecia se recuperar bem, decidimos voltar para casa.
Entramos em casa e suspiramos cansados, não parecia que teríamos forças sequer para um banho, mas sabendo da necessidade, tomamos banho, um de cada vez, e vestimos roupas confortáveis para dormir. À essa altura já eram para lá de duas da manhã, mesmo assim nos dispusemos a assistir um filme para esperar o sono chegar.
Kookie sentou-se no sofá, encolhendo as pernas junto a si, dobrados com os joelhos abaixados de cada lado, em formato de borboleta, e no meio das pernas colocou a caixa de donnuts. Jungkook estava vestindo um pequeno shorts preto e uma camiseta branca, a imagem do pecado. Pegou um dos doces e começou a comer de olhos fechados, gemendo e passando a língua pelos lábios se deliciando.
 
 Eu me deliciava com sua imagem extremamente sensual, comendo apetitosamente, levando o doce àquela boca vermelha que me parecia mais apetitosa que a guloseima. Lambi os lábios desejando beijar os deles, e então ele abriu os olhos vendo minha expressão de completo excitamento. Deu um sorriso sacana e começou a chupar lentamente os dedos um a um sem tirar os olhos de mim. Fechou os olhos novamente, dessa vez passando os dedos nos lábios e os lambendo, me provocando descaradamente.
Eu continuava olhando, já sentindo minha garganta seca, não resistindo a oferta, aproximei-me num movimento brusco, agarrando-lhe os cabelos da nuca, erguendo seu queixo, e apossando-me de seus lábios necessitando. Lambi-os da forma que ele fazia enquanto me olhava e depois mordisquei. Ele deu um pequeno gemido, completamente submisso, como se quisesse ser atacado. Ele seria minha presa hoje, e eu estava faminto como um leão.
 
 Levei minha mão a seu membro, que já estava rígido e pulsando. Ele gemeu novamente mordendo o lábio.  “Ah~ que visão do céu, nem acredito que ele é só meu e que posso explorá-lo como bem quiser”. Ataco seu pescoço sem dó beijando e chupando, deixando ali minha marca de posse.


- Como você se atreve a ser tão gostoso e provocante desse jeito? Quer me deixar louco? – Sussurrei junto a seu ouvido, notando que ele se encolheu como se tivesse sentido um arrepio.


- É exatamente o que eu quero, você totalmente insano.
Mordi seu queixo e rindo provocativo para ele disse:


- Ah é, então aguente as consequências.


Puxei ele do sofá, o fazendo se levantar, e sentando-me no carpete, fiz ele se abaixar e sentar-se também. Então deitei-o no chão e subi sobre ele, sentando-me sobre seu membro. Jungkook grunhiu de olhos fechados, e com ambas a mãos, apertou-me as nádegas com força.
Retirei suas mãos de meus quadris e em seguida o vendei, com uma faixa que improvisei. Então disse provocante.


- Hoje você é meu brinquedo, não poderá fazer nada por vontade própria, somente eu seu dono, tenho o poder de decisão.
 
Ele mordeu o lábio ofegante como se antecipasse a tortura prazerosa que eu tinha em mente. Eu também estava ofegante, mordendo meus lábios, levei suas mãos acima de sua cabeça, prendendo-as ao chão e beijei-o de modo rude, forçando minha boca contra a sua, enquanto remexia meu quadril, estimulando seu membro, o que fez com que ele se retorcesse embaixo de mim, gemendo loucamente. Continuei segurando suas mãos e o estimulando, enquanto vislumbrava-o vendado e ofegante de boca aberta.


- Ai caralho, não aguento mais. Me chupa logo...
Coloquei meu dedo indicador sobre seus lábios e disse sorrindo:


- Shshhh! Seja paciente e se comporte seu menino mal.


E então dei-lhe um leve tapa em sua coxa apetitosa, o fazendo se retorcer gemendo novamente. Ele sorriu e mordeu o lábio, projetando o quadril pra cima, me estocando levemente, o que me fez gemer também.
- Uhm, assim está bem melhor.


Comecei a descer por seu tórax, beijando-o e passando a língua, descendo em direção a seu abdômen. Parei por um instante e pegando outro tecido, amarrei-lhe os pulsos e ele sorriu sapeca dizendo:


- Que joguinho é esse, tortura e sexo?
- Bom, tortura sim, agora quanto ao sexo, não sei, já estou me satisfazendo só de ver você agonizado excitado e sob meu domínio.
Abaixei beijando-lhe os lábios e ele mordeu os meus. Então me afastei e dei-lhe outro tapa na coxa dizendo:


- Já não disse para se comportar?
Então continuei beijando-lhe o abdômen, saindo de cima dele, e então abaixei seu shorts, revelando sua box azul, e seu membro rígido e apetitoso. Libertei-o do aperto da roupa íntima, e passei a língua sobre a extensão do mesmo. Jungkook se retorceu e trazendo suas mãos amarradas para baixo, em minha direção, agarrou-me os cabelos, puxando-os levemente. Dei-lhe uma leve palmada na mão, o fazendo me soltar.
Abocanhei então seu membro o fazendo gemer alto.


- Ahhh, Tae continue, ai que gostoso.
Ele projetava seu quadril, estocando minha boca de modo ritmado. Olhei-o e vi que mordia os lábios com força, os ferindo com os dentes a ponto de sangrar. Parei repentinamente e ele resmungou, então segurei a cabeça de seu pênis para que não gozasse, e ele gemeu incomodado. E eu disse:

- Implore baby, e então eu deixarei você sentir prazer.
Ele mordeu o lábio. E eu continuei apertando levemente seu membro.
-Vamos, diga-me o que você quer implore.
Então ele respondeu ofegante.


- Eu quero te foder agora, com tanta força que você ficará inconsciente.
Suspirei pela eletricidade que percorreu o meu corpo ao ouvi-lo falar daquela maneira e mordendo meu lábio respondi.


- Bom, eu vou abrir uma exceção e realizar o seu desejo, porque este é também o meu. Mas eu quero sentir do que você é feito, me mostre tudo o que você tem. – Disse provocativo, e soltei seus pulsos. No mesmo instante ele rolou, me derrubando a seu lado, e montou em mim.

Estava com os dentes cerrados, ainda com a venda, e disse:
- Eu vou te mostrar baby, vou mostrar do que sou feito.
E dizendo isso, arrancou a venda, mostrando-me seus olhos famintos, e sorriu malicioso. Agarrou-me o quadril, aproximando-me de seu membro, estocando-me levemente. Tirou minha calça do pijama e minha cueca, e olhando-me lambeu os lábios. Então sem prévio aviso, penetrou-me bruscamente, sem lubrificante, fazendo-me gritar pelo dor e o excitamento por estar sendo dominado por ele.

Os papeis se inverteram, mas não reclamei, porque naquele momento tudo o que queria era extravasar todo aquele prazer e tensão que estavam me corroendo. Ele começou a estocar-me fortemente, mordendo os lábios e me olhando provocante. Eu fiquei totalmente fora de mim, gemendo feito louco, agarrado a meus próprios cabelos.


- Eu, eu, eu vou gozaaaarrrrrr. – E dizendo isso ele arqueou a coluna, enquanto eu sentia seu sêmen jorrar em meu interior. Em seguida gozei também, num gemido sufocado, totalmente zonzo de prazer, então ele deitou-se sobre mim. Aquela sensação deu-me um extremo prazer, lambi os lábios exclamando.


- Delícia!
Sai de debaixo dele e sentei-me ao seu lado, e disse:


- Quem deu permissão para que gozasse? Eu queria mais.


- O cacete que eu ia segurar doendo daquele jeito.


Segurei-lhe o queixo, apertando sua boca, e disse:
- Olha a boca menino levado. – E beijei-lhe mordendo seu lábio inferior.


Ele riu e eu beijei-lhe encostando nossas testas, então sentindo meu coração acelerar como se quisesse sair por minha boca, sussurrei:
- Eu te amo, kookie.


E ele respondeu sorridente:
- Eu também te amo, desde de sempre Tae.


E depois de um demorado abraço, nos levantamos e fomos tomar outro banho.
No quarto quando nos preparávamos para dormir, olhei pela janela que eu havia aberto, notando que o sol já anunciava sua chegada. Olhei para Jungkook, já deitado, com as mãos sob a cabeça e sorrindo para mim, e disse:


- É parece que não irei trabalhar amanhã.


- Por mim, ficaríamos para sempre num quarto nos alimentando de nós mesmos.
Sorri e mordi o lábio, dizendo:


- Eu também gostaria muito, mas infelizmente a realidade não permite.
E deitei-me ao seu lado, de costas para ele e puxando sua mão para que me abraçasse por trás em posição de conchinha.


Ele apertou o abraço e perguntou:
- Hyung, você acha que pode acontecer algo e atrapalhar nossa felicidade?


Sorri da forma infantil como ele fez e pergunta, e suspirando respondi.
- Não podemos prever o futuro, e muito menos evitar que algo acontece se não soubermos quando vai acontecer e como. Mas podemos tentar ser fortes e superar juntos, não permitindo que outros interfiram.


Ele beijou-me o pescoço, e disse:
- Não sei se seria capaz de continuar vivendo se te perdesse.


- Kookie, não diga uma coisa dessas, você tem que ser forte não importa a situação. O nosso amor tem que ser um complemento em nossas vidas, e não se tornar nossa própria vida.


- Mas eu não posso fazer nada Tae, é assim que me sinto. Não posso mais ficar longe de você.
Fechei meus olhos acariciando suas mão que estavam em torno de minha cintura e disse:


- Por favor me prometa que você será forte não importa o que aconteça.
Ele não respondeu, então insisti:


- Prometa Kookie.
Então ouvi-o fungando, e percebi que ele chorava, virei-me rapidamente, e surpreso vi seu rosto molhado pelas lágrimas. Então beijei-lhe os lábios e disse:


- Tudo bem, tudo bem, vamos esquecer esta conversa.
E beijei-o novamente o abraçando.


O sol já estava alto, quando senti meus olhos pesarem e o sono me tomar. E então adormeci. Porém estava angustiado pela fragilidade de Jungkook quando o assunto era nossa relação. E acabei sonhando.
 
“Eu chorava sem parar, ajoelhado sobre minha cama. Tinha na mão uma garrafa de vodka, a qual tomava como se fosse água. De repente lancei a garrafa a parede e gritei a plenos pulmões:
- Você disse que não vivia sem mim, e agora sou eu que não quero viver, seu mentiroso.  - Fui até o local onde encontravam-se os cacos da garrafa quebrada, e pegando um deles, senti meu dedo arder, notando que tinha me cortado. Então sorri irônico, parecendo saber o que fazer com aquele caco...”

 
Acordei assustado, com a mão sobre o coração, e olhando para o lado vi Jungkook dormindo tranquilamente, então sorri. Passei a mão por seus cabelos e beijei-lhe a testa.
 
- Durma bem meu amor, deixe o amanhã para depois.
 
Então, apesar da sensação ruim que me percorria, tentei dormir novamente.


Notas Finais


Até o próximo capítulo.


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