História Butterfly - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clarke Griffin, Clexa, Eliza Taylor, Elycia, Família, Heda, Lexa Woods, Linctavia, Romance, T100, The 100, The Hundred, Wanheda
Visualizações 515
Palavras 1.075
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá queridas Clexinhas, estou me aventurando no universo de The 100 e desse shipp lindo que é Clexa. Essa historia é originalmente de outro shipp, mas pedi a devida autorização a autora SkyeJonhson que escreve outras fanfics comigo, para adaptar pra Clexa. A historia é linda e achei que valia a pena compartilhar. Espero que gostem!

Capítulo 1 - Magnifica


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 1 - Magnifica

Lindo. Deslumbrante!

Clarke Griffin andava fascinada pelos corredores do imenso saguão do hotel. Espelhos grandes e dourados, iam do teto ao chão, refletiam o que Clarke imaginava ter sido uma das festas de Luis XIV. Ela apertava o convite que tinha ganhado de seu amigo que morava em Paris, Jean um estilista extravagante mais um amor de pessoa.

– É um baile de mascara mulher se jogue pelo amor de Deus. Infelizmente eu não vou poder ir. Ossos do oficio tenho um desfile importante hoje à noite. Leve algum bofe bonito, coma, beba e mexa o esqueleto. E depois, se terminar na cama dele e rolar um sexo quente terá ganhado um orgasmo ao menos. Você é linda demais Clarke, para de bancar a freira essa reputação de boa moça é horrível. – Dizia Jean sorrindo.

Clarke ria de como ele agia sempre querendo fazer com ela se abrisse e fizesse sexo casual. Mas a violinista não conseguia agir assim, por mais que tentasse. Não acreditava em todos os gracejos românticos em todos os bairros de Paris. Mas ela tentaria seguir em boa parte os conselhos dele. Iria comer beber e dançar. Sim iria aproveita mais a vida essas três ela iria fazer com prazer. Mas não da forma como Jean lhe dissera ela pretendia ir sozinha aquela local e voltar da mesma forma. Estando sozinha e anônima, Clarke pensava suspirando de puro prazer. Ela tinha adquirido fama recentemente, e não era completamente agradável.

( Gabrielle Aplin - Home♪ )

Só que aquela noite ela não seria Clarke Griffin, a grande e famosa violinista que tinha ganhado fama rapidamente ao ter ganhado dois concursos internacionais de grande prestigio em menos de um ano. Ela seria só mais uma jovem comum na multidão, indo de parceiro em parceiro sem a menor intenção de ser conquistada por qualquer um deles. A fantasia de borboleta que Clarke tinha escolhido consistia em collant brilhante na cor turquesa que moldava os seus seios, os quadris, acentuando a cintura e as pernas torneadas. Nos pés, sandálias com pedras da mesma cor do colant. Entre os braços e as coxas tremeluziam as asas, dobras de gazes de seda, nas cores turquesa e azul que lembravam seus olhos. Mas era a mascara que dava o toque especial e ditava todo o mistério e compunham a fantasia. Como um capacete, cobria a maça do rosto, revelando apenas os seus belos olhos azuis da cor do céu, e escondendo os cabelos dourado sob as lantejoulas e penas de pavão.

Clarke havia se maquiado de forma cuidadosa, seu rosto, queixo e pescoço, tudo na cor turquesa. E os lábios em um dourado compondo tudo. Era uma fantasia que libertava para que pudesse ser quem quisesse. Ninguém no local a conhecia. E Clarke pretendia tirar o máximo proveito disso, iria dançar até a meia noite como a Cinderela. Seus olhos pairavam sobre a multidão olhando as novidades. Maria Antonieta, O Corcunda de Notre Dame, uma dançarina sexy do Moulin Rouge. Todos mascarados. Logo o desconforto que sentira havia desaparecido, e ela caminhou ate o atendente e se apresentou mostrando o convite. O homem fantasiado de policial sussurrava algo no ouvido de outro homem a porta. Logo ele conduziu impaciente ate o salão de baile. Clarke logo passou por ele rápido. Ela ficou preocupada que pudesse haver algum problema já que convite que ela apresentara estava no nome de Jean. Um bom presságio, ela pensou, e logo sumiu da vista do atendente. O salão estava cheio de animado todos dançavam ao ritmo de uma valsa. Havia mais espelhos que estavam espalhados pelas paredes era todos de cor azul safira.

Do teto pendiam candelabros dourados. As mesas cobertas com toalhas brancas e um grande banquete. Garçons andavam de lado para outro entre a multidão, segurando bandejas de prata com vinho e champanhe. Então, Clarke viu algo que lhe chamou atenção. Uma mulher a observava a multidão. Vestida como uma bandida do velho oeste com uma capa e chapéu, tudo na cor preta. O chapéu lhe escondia seu rosto. Mas nenhuma fantasia lhe chamara mais atenção do que aquela e Clarke não sabia o porquê, a extensão dos ombros ou poder de comando que aquela mulher demonstrava ter aquilo atraia a pequena borboleta. Aquela mulher parecia ser alguém que conseguia tudo que quisesse na vida. Ela estava sozinha e Clarke ficou curiosa como um ser tão enigmático assim poderia estar ali, sozinha.

Um calafrio correu por sua espinha, quando os olhos da ladra misteriosa pousaram sobre ela. Mesmo estando do outro lado do salão da festa, Clarke sentiu o olhar forte e intenso da mulher sobre ela. E ela ficou lá imóvel olhando para Clarke como um bandido quando avista sua vitima. Clarke não conseguia se mexer, “a borboleta ficou presa à parede” Clarke pensou, seu coração batia de forma acelerada. Clarke não costumava ter medo diante de certas situações. Isso era parte de sua personalidade ela era uma lutadora e isso que tinha levado tão longe na vida. Entretanto, a excitação antes de todos os concertos se apoiava na certeza de seu talento e suas técnicas e claro na sua convicção de que mesmo diante de públicos enormes poderia vencer todo e qualquer nervosismo. Mas o medo que sentia agora era totalmente diferente do já sentira antes. Sentia-se nua diante daquele olhar faminta nua e exposta. Tudo por causa de uma estranha que a olhava. Uma mulher desconhecida que nunca vira antes, mas que tinha certeza que precisava ver de novo.

Era ridículo, Clarke pensava, mas precisava arriscar afinal aquela noite poderia tudo. E juntando todo vestígio de sua coragem que tinha tido para lutar contra aquela investida, algo que lhe era totalmente desconhecido. Será que a mulher estava mesmo lhe dando uma investida? A mulher nem ao menos a tocara e nunca na vida tinha se interessado por mulher antes, pelo menos ate agora. Em surto de coragem e total rebeldia, ela acenou chamando o garçom mais próximo e pegou uma taça de vinho tinto. Então ergueu a taça em direção à mulher misteriosa que ainda estava no mesmo local do outro lado do salão em um brinde. A mulher retirou o chapéu, revelando os cabelos negros longos e se curvou cumprimentando Clarke de volta. Depois se endireitou e caminhou em sua direção. Apavorada Clarke ficou estática seria hoje o inicio de mais uma aventura não tinha certeza de nada apenas que bela mulher morena caminhava vindo, ao seu encontro.

 

 


Notas Finais


Então comentem, e me digam que acharam, e se devo continuar. Já tenho mais capítulos prontos agora é com vocês. Ate!

PS: A Lexa tem os cabelos pretos aqui.


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