História Butterfly - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clarke Griffin, Clexa, Eliza Taylor, Elycia, Família, Heda, Lexa Woods, Linctavia, Romance, T100, The 100, The Hundred, Wanheda
Exibições 329
Palavras 1.235
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Segundo capitulo, espero que gostem. A partir desse a historia vai ter trilha sonora, e playlist logo posto o link para vocês ouvirem, ao mesmo tempo que leem. Boa leitura!

Capítulo 2 - Excitação


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 2 - Excitação

 ( Rihanna - Bad Girl ♪ ) 

Mesmo nervosa com aquela possível aproximação Clarke nunca tinha se sentindo mais viva na vida como naquele momento. Mas antes que ela esperasse uma voz masculina a chamou atrás dela era um sotaque francês:

– Gostaria de dançar? Era um soldado britânico da época de Napoleão se colou entre Clarke e a ladra do velho oeste. Logo em gesto rápido a loira apoiou a taça de vinho em mesa qualquer e respondeu ao rapaz em inglês.

– Sim, obrigado pelo convite.

– Fico feliz que fale inglês. - Comentou o jovem soldado que logo colocou um dos braços ao redor da cintura de Emma e levou por entre as pessoas a conduzindo ate o salão onde todos dançavam.

O rapaz valsava bem. Ele tentava engatar uma conversa com Clarke, mas ela tratou de não demostrar qualquer interesse pelo assunto. Clarke logo procurou pela ladra que estava do outro lado do salão agora mais próximo e rodeado de algumas pessoas que abordavam e ela logo se livrou de todos, deixando todos sorrindo. Clarke tratou logo de se aproximar mais e disse ao soldado.

– Gostaria de olhar a orquestra mais de perto. Poderíamos chegar mais perto? Se mostrando obediente diante da vontade de Clarke o soldado a conduziu para o outro lado do salão.

A música teve fim e nova começou e o ritmo era outro, uma rumba agora. Logo palhaço surgiu. Demostrando ser a bela borboleta que agora ela encarnava Clarke seguiu o ritmo, as asas dela esvoaçavam enquanto Clarke erguia e abaixava os braços. Logo o palhaço perdeu a vez para um cavalheiro que parecia ter saído de livro de romance de Jane Austen. Quando finalmente a musica cessou e dança teve fim apareceu atrás do cavalheiro alguém que Clarke ansiava encontrar, mas que seus olhos já haviam perdido de vista. A mulher misteriosa, a ladra do velho oeste de capa preta. Quando olhou para trás e percebeu quem era Clarke ficou nervosa, mas ela sentia dentro de si desde momento em pusera os olhos nela, aquele encontro entre elas era inevitável.

– Acho que agora é minha vez meu caro. - Disse a mulher misteriosa, em um tom frio ao cavalheiro.

Clarke não conteve o sorriso em seu rosto, ela sorriu para rapaz que acompanhava ate o momento e se virou de uma vez para encarar a oponente. Era exatamente isso que mulher era, Clarke não tinha a menor duvida. Ela podia se negar a trocar qualquer palavra com ela. Mas ela sabia que orgulho eram um pecado que violinistas não cometiam esse tipo de pecado. E aquela mulher parecia um desafio, e desafios não deveriam ser enfrentados?

– Você teve sua vez e se divertiu. Agora é a minha vez. - Disse a mulher.

– Esse lugar esta extremamente quente, não acha? Gostaria de taça de champanhe? - Comentou Clarke.

– E qual é seu nome?

– Estou certa que sutileza não é o seu.

– Não gosto de perde tempo.

– Mas seria do meu tempo ou do seu que estamos falando aqui? - Questionou a violista.

– Do meu é claro.

– Então acho que talvez devesse rodar o salão e procurar outra parceira ou parceiro.

– Não eu não acho.

– Então me diga de uma vez seu nome. - Retrucou Clarke, desejando que mulher dissesse logo.

– Alexandria Woods de Manhattan. Mas meus amigos me chamam de Lexa. Você ao que me parece é americana também?

Clarke tinha um pequeno apartamento em Greenwich Vilagge. Mas suas origens eram outras.

– Eu nasci na Suíça.

Logo tomada pelo nervosismo chamou o garçom para que lhe servisse outra taça de champanhe.

– Vá em frente sirva-se do que quer. - Lexa comentou.

– Certamente farei. Pois não há outro jeito há? -

Acho que não no meu mundo. Mas estou contento que tenhamos nos encontrado pequena borboleta e já estamos nos entendendo.

– Como acha que pode me entender? Não tem ideia do que eu quero.

– Desde que nossos olhares se cruzaram, nos duas sabemos muito bem que queremos a mesma coisa.

Fuja Clarke Griffin. '"Seja a correta aqui, seja a sensata. Termine logo com isso antes que o errado aconteça" Clarke pensava consigo mesmo.

– Ainda não possuo a habilidade de ler pensamentos. Então porque não facilita para mim e me diz o que é? - Clarke retrucou.

Lexa tratou de segurar um dos pulsos de Clarke como se a prendesse para que tivesse a certeza que ela não iria fugir. Clarke analisou seus longos dedos e não viu nenhuma aliança ali. Apenas unhas pintadas de um vermelho intenso. Excitada por toda a atmosfera ela se deixou levar.

– Vamos sair daqui. - Disse ela. Lexa a soltou e um sorriso brotou em seus lábios. Ela colocou a mão sobre um dos ombros de Clarke e a levou para fora do salão dizendo.

– Estamos a caminho minha borboleta.

A capa de Lexa envolveu Clarke. O braço de Lexa tinha certo peso. Clarke pensara que se fosse fugir aquela seria a hora, mas ela não o fez. O local estava cheio se protestasse não havia como Lexa a levar a qualquer lugar sem seu consentimento. Mas não conseguia resistir àquela bela mulher. Nunca tinha se sentindo daquela forma antes. Era como se Lexa Woods tivesse lhe tomado toda atenção. Seu coração batia de forma lenta e pesada. E o calor das mãos daquela mulher tinha se espalhado por todo seu corpo.

Clarke observou quando Lexa colocou o chapéu preto sobre uma mesa. Depois pegou uma das mãos da borboleta mascarada e levou diretamente aos lábios, com extrema sensualidade beijou-lhe a palma. Os cabelos de Lexa eram espessos e sedosos. Clarke no momento só conseguia pensar em como queria deixar aquela taça de champanhe em qualquer canto e apenas mergulhar os dedos naqueles cabelos negros e lhe acariciar a nuca. Tentando manter sua sanidade segurou a taça em seus dedos com mais firmeza tentando não perder o foco.

Mas Lexa não se intimidou pela determinação da borboleta estava disposta a tê-la para ela aquela noite. Continuo beijando a palma da mão de Clarke. A violinista fechou os olhos e desfrutou da sensação. As ondas de prazer desconhecido percorriam seu corpo. Em seu intimo o desejo começava a ganhar vida de forma tumultuada mais extremamente avassalador. E por alguns instantes ela cedeu à tentação.

Mas seu bom senso ainda martelava em sua cabeça. Não se deixe levar Clarke Griffin. "Essa mulher que esta lhe seduzindo mora na mesma cidade que você"

– Pare, por favor!

– Tenho plena certeza que não é isso que deseja... Diga a verdade pequena borboleta.

– Ainda não sei nada sobre você...

– Nos pulamos essa parte, formalidades e preliminares ficaram para trás. Fomos direto ao que importa sabe disso. - Avisou Lexa.

– Você também esta sentindo isso. - Comentou Clarke. Com coração aos pulos e repleto de alegria.

– Senti assim que a vi do outro lado do salão.

– Uma ladra do velho oeste é sempre uma ladra Alexandria Woods.

– E o único objetivo de uma borboleta é acasalar.

– Uma ladra não pensa em consequências e toma para si tudo quer.

– Se deseja ser tomada, posso ser chamada de sua ladra então pequena borboleta. Disse Lexa se aproximando mais de Clarke e deixando completamente desarmada com essa atitude invadindo seu espaço pessoal.

Aquilo seria difícil de resistir mais a verdade era Clarke queria resistir a ela? No fundo ela sabia a reposta e só se negava a querer admitir o obvio a si mesmo naquele momento.

 


Notas Finais


Então me contem o que estão achando nos comentários. Tentarei atualizar mais um capitulo mas tarde, e partir do próximo deixou o link da playlist com as musicas. Duvidas me encontrem também no twitter @juneeverden sempre rola uns spoiler por lá. Ate!


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