História Butterfly - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clarke Griffin, Clexa, Eliza Taylor, Elycia, Família, Heda, Lexa Woods, Linctavia, Romance, T100, The 100, The Hundred, Wanheda
Exibições 122
Palavras 2.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 26 - Se entregando



( In my Dreams – James Morrison ♪ )

Por volta de duas horas da tarde de sábado, Lexa começava a entra a em pânico afinal era final de semana praticamente e, família. Boston era um lugar lindo, uma combinação de bosque e jardins silvestres, a casa era que Clarke tinha escolhido era aconchegante e confortável ainda faltava à morena a confiança para encarar tudo. Mas foi quando ela pensou em desistir um carro apareceu em frente à casa e Lexa sentiu a curiosidade de saber quem estava ali dentro e teve uma grande surpresa quando a porta se abriu.

– Oi Lexa pensei que talvez pudéssemos passar o fim de semana em família. – A mulher disse saindo do carro. Quando óculos e chapéu foram tirando do seu rosto Lexa sorriu aliviada.

– Alicia, eu não acredito que você esta aqui.

– Não achou que deixaria sozinha não é? Além do mais quando todo romance entre você e a loira esquentadinha começar alguém terá que cuidar da minha sobrinha.

– Não vai haver romance Ali, mas fico feliz que tenha vindo Lexie está louca para conhecer a tia.

Lexa estava surpresa pela vinda da irmã tinha comentado com ela sobre o convite de Clarke, mas não imaginava que ela fosse aparece ali. Mas agradeceu a Deus por isso a presença de Alicia lhe daria mais confiança, já que a relação das irmãs melhorava a cada dia desde que se conheceram. Elas encontram uma na outra a amizade e confiança que sempre faltou durante a vida e ambas estavam felizes por isso.

– Bom deixe o destino decidir agora vamos entra que quero ver a pestinha. Elas adentraram o portão da casa em indo em direção à porta e tocaram a campainha. Era folga da babá. E Clarke teve que atender a porta. Apareceu em roupa casual com uma caneca de café nas mãos, cumprimentou Lexa, mas estranhou a outra mulher ruiva ali. Logo as apresentações foram feitas e clima ruim se dissipou.

– Clarke essa é Alicia minha irmã. É uma longa historia, mas espero que não se importe ela veio passar o fim de semana conosco e conhecer Lexie.

– Tudo bem Woods. Vamos entrem.

Lexa notou que Clarke parecia tensa e cansada. Lexie fora educada, mas um pouco distante ainda meio desconfiada a tudo. Mas tinha soltado um pouco, mas com Alicia. Lexa achava difícil chegar perto da menina, esforçavas se para lhe mostrar que se importava com ela, sem pressiona-la.

– Tia Ali, você é bem legal. – A garotinha comentava com a tia.

– Fico feliz que me ache legal minha linda. Pois também te achei legal e acho que teremos muitas aventuras juntas.

– Aventuras? Acho que vai ser demais, só não conta para mãezinha ou ela pira.

– Será um segredo só nosso pode deixar. Clarke levou Alicia para se instalar em um dos quartos enquanto Lexa foi para pátio ficar sobe o sol da tarde. E logo depois ouviu a menina erguer o tom de voz ao dizer.

– Mas eu quero nadar mamãe.

– Eu não posso para agora Lexie. Tenho o resto de uma sonata para estudar peça sua tia para te levar.

– Ela esta ocupada com trabalho disse que só pode amanhã. E você vai ficar ai o dia todo.

– Não meu amor, só mais uma hora.

– Uma hora é uma eternidade para uma criança mãe.

– Então pare de fazer birra e peça a sua mãe Lexa para que ela vá nadar com você.

– Aposto que ela nem trouxe biquíni.

– Pergunte a ela antes de tirar conclusões.

– Eu não quero!

– Então vai ter que esperar eu terminar aqui.

Sem opções a menina abriu a porta e atravessou o pátio indo em direção a Lexa. A morena ergueu o olhar e perguntou a filha.

– Oi, o que aconteceu princesa?

– Bem eu queria nadar. Você quer nadar comigo? – A menina murmurou.

– É claro que quero. Me de apenas alguns minutos eu irei trocar de roupa. Porque não nos encontramos aqui daqui a dez minutos? – O rostinho da menina se iluminou.

– Combinado mamãe. – Ela respondeu e saiu andado deixando uma morena boba para trás.

Lexa subiu correndo, perguntando a si mesma se era uma tola por considerar o pedido de Lexie uma pequena vitoria. Colocando um e biquíni azul e uma camiseta grande por cima voltou ao pátio. A filha estava lá, vestindo um maiô rosa e carregando brinquedos infláveis.

– Vamos. – Sugeriu Lexa.

Ela destrancou o portão que os conduzia á piscina jogou a toalha por cima de uma cadeira e tirou a camiseta. Lexie olhava a cicatriz perto das costelas dela e perguntou.

– Quem fez isso?

– Foi um acidente.

– Às vezes eu e minha amiga Ariel vemos filmes de caubóis. Algum sujeito mau lhe deu um tiro?

– Sim.

– Uma diligencia? – A morena sentou-se a beira da piscina e explicou.

– Eu estava na África.

– Uau... E tinha leões lá?

Lexa começou a contar. Lexie a interrompia com perguntas, os pezinhos batendo na água da piscina. E aos poucos, Lexa começou a lhe explicar sobre as crianças nas viagens ao terceiro mundo. A menina parecia mais solta e se aproximou rindo de algumas das piadas, os olhos bem abertos quando a empresaria descreveu o episodio que quase se viu a frente com um leão. E como, uma vez, quase seguiu uma manada de elefantes. Feliz Lexie comentou.

– Você conta boas historias. Isso é bom, mães que contam boas historias fazem os filhos dormirem mais rápido.

– A muito mais de onde vieram essas. Agora vamos nadar?

– Posso lhe mostra como nado de costas.

– Eu adoraria ver isso princesa. – Respondeu Lexa e entrou na piscina.

Da janela do segundo andar da casa, onde tentava se concentrar em uma sonata de Beethoven, Clarke observava mãe e filha brincando na água. Ela também tinha as visto sentadas conversando. As duas começavam a criar um relacionamento. E Clarke estava feliz por isso. Mas esquecera das consequências. A partir de agora, a filha estaria dividida entre ela e Lexa. Não seja tola Clarke ela se advertiu mentalmente. O amor não é algo para se delimitado em doses pequenas.

Se ao menos Lexa Woods não fosse tão fechada. Às vezes, parecia que somente na cama ela era ela mesma. Fazia tanto tempo desde a última vez que a tomara nos braços... A morena saiu da piscina. E ao ver aquele corpo iluminado pelo sol da tarde, Clarke sentiu desejo nu e cru. Depois, Lexa se abaixou e retirou Lexie da água. Colocando a menina no chão. A pequena ria. Mãe e filha, lado a lado. Clarke enxugou as lagrimas e se afastou da janela. A partitura era agora um borrão de notas pretas a sua frente. Ela ainda tinha que trabalhar algumas horas, mas uma voz a interrompeu.

– Ela ama você Clarke. – Quando a violinista se virou viu Alicia parada a porta de seu quarto.

– Como você pode afirmar isso com tanta convicção?

– Eu acho que uma mulher que passa mais de ano procurando por uma desconhecida que conhecera por única noite em Paris e não tinha a menor ideia se veria de novo tem sentir algo Clarke. E acho também que uma mulher que procura encontrar por desconhecida a cada loira que vê em esquina sente algo sim ou uma mulher que demora mais de três anos para ter outra pessoa em sua cama simplesmente por nenhuma, ser aquela que ela desejava sente algo sim. Só que algo forte e intenso que ela tem medo de admitir isso pra si mesma.

– Como sabe disso tudo? – Emma questionou Alicia.

– Há muitas coisas que eu sei e que você precisa saber. Uma delas é que Liza era da minha família.

Clarke deixou o violino de lado sentando- se na cama para ouvir tudo que tia de sua filha tinha para lhe contar. E depois da longa conversa Clarke não acreditava como a vida a ligava a Lexa de maneira que ela nunca ousou imaginar.

– Eu não acredito que você armou meu encontro com Lexa nas Bahamas.

– Eu precisava fazer algo, não reclame vocês duas precisam ser acertar. Deixar todo medo para trás Lexie merece isso. Ela merece uma família Emma. A família que Katririne Woods negou a ela e eu farei de tudo para ela ter isso, nem que tenha que amarra você e minha irmã em cama ate que se entendam.

Clarke caiu na gargalhada Alicia era mesmo uma pessoa incrível e a loira estava feliz por ter ela em na vida da filha e na sua também.

– Eu tentarei me dar bem com sua irmã prometo. Agora vamos ver o jantar vem. – Clarke disse e puxou a ruiva para fora do quarto.

Depois as quatro jantaram. E em seguida assistiram ao DVD do Rei Leão. Quando acabou Clarke comentou.

– Princesa hora de ir para cama.

– Você e Lexa podiam ler uma historia para mim. – Pediu a garotinha.

– Eu vou ler um capitulo e sua mãe vai ler outro tudo bem. – Avisou Clarke.

E foi o que fizeram enquanto Alicia se ofereceu para tirar a mesa. Quando chegou de dizer boa noite, Lexa em dar um beijo na testa da filha e dizer.

– Vejo você amanhã princesa.

– Podíamos visitar a Ariel. Ela acha formidável você esta aqui.

– Sim podemos Lexie. Boa noite meu anjo... Passei um dia maravilhoso com você hoje.

– Eu também mamãe. – A menina respondeu.

Deixando Clarke dar um beijo de boa noite na filha Lexa desceu as escadas correndo, pegou o casaco e saiu. A mãe nunca tivera aquele gesto com ela. E não podia imagina-la lendo historias de ratinho chamado Stuart Litte, ao pé de sua cama. A empresária sentiu um nó na garganta. Quando era menina sempre fora rodeado de dinheiro e coisas caras, mas Lexie era muito, mas rica que fora um dia. Ela tivera o amor de Clarke por todo aquele tempo e também poderia contar com seu agora.

Lexa caminhava muito rápido. Muita coisa tinha acontecido naquele sábado. Sentira a presença de Clarke o dia todo. E seria difícil dormir sem ela no quarto de hospedes. Meia hora depois retornava á casa. Pensava que seria bom se Clarke já estivesse dormindo. Ela tivera emoções demais para um dia só. Não queria acrescentar frustração sexual a sua lista. Quando entrou em casa Clarke a chamou. Ela estava na cozinha. Relutante, Lexa atravessou o corredor. Clarke estava de pé em frente ao fogão.

– Eu fiz chocolate quente... Você quer um pouco?

– Acho que irei recusar, e vou subir para descansar... O dia foi longo. Alicia foi dormir?

– Sim agora pouco. Você vai vir para cama comigo?

– Não esta nos meus planos Griffin... Não com nossa filha aqui.

– Ela esta dormindo e eu vou trancar a porta do quarto.

– O que aconteceu com Clarke tímida?

– Por favor... Venha para cama comigo. Podemos conversa lá. – Clarke respondeu. Ela tinha tomado coragem de arriscar depois da conversa com Alicia, faria de tudo para conquistar o coração de Lexa Woods mesmo que ela fosse contra isso.

– Eu já tranquei a porta da frente. Clarke apagou a luz da cozinha. E a duas subiram as escadas. Ela deixara duas velas acessas no quarto. Quando Clarke fechou a porta, Lexa a abraçou, puxando a para perto dela. Devagar a tensão acumulada durante o dia desapareceu.

– Onde esta sua camisola?

– Embaixo do travesseiro.

Lexa se deitou na cama. Devagar despiu Clarke e a vestiu com camisola branca de seda. O corpo da loira ia em direção ao da empresaria. Lexa se despiu também jogando a roupa sobre a cadeira ao lado. Depois deitou Clarke e só então a beijou. Clarke se rendeu. Com calma, Lexa começou a tocar Clarke intimamente e logo mergulhavam em local iluminado por uma luz dourada e não por uma fagulha de fogo. Era calor, sim que a aquecia e a banhava intimamente. Uma luz quente que a fascinava.

Mas uma vez de ser tomada por um desejo impetuoso, Clarke se sentiu rodeada de carinho e gentileza. Lexa usou o quadril para continuar a se mexer com caricias, longas e lentas. Clarke gemia, os quadris dela agora se moviam junto com os de Lexa que agora a penetrava de forma, mas profunda. Os olhos verdes estavam presos aos delas repletos de ternura, suaves,  vulneráveis abrindo-se para uma nova vida. O coração da violinista acelerou, reagindo ao clímax atingido pelo seu corpo.

A respiração era rápida. Os quadris ainda se mexiam com objetivo de trazer Lexa para, mas perto. Ainda sim os olhares se mantinham presos uma a outra. Em momento de distração Clarke rolou sobre a cama ficando por cima usou o um joelho para separa as pernas de Lexa e se aproximou colando suas intimidades, e recebendo um gemido da morena. Logo ela estava se movendo sobre ela fazendo seus sexos se encontrarem, os olhos de Lexa se escureceram. As batidas de seu coração pareciam ruídos primitivos. Os dois corpos se entrelaçaram em um só. E os espasmos anunciavam que ambas haviam chegado juntas a um orgasmo intenso. Clarke permaneceu quieta. Os braços de Lexa a envolviam como se não quisesse deixa-la ir embora. O coração de Clarke se encheu de emoção. Estou apaixonado por você Alexandria Woods pensou a violinista.

Lexa se sentia feliz e tinha certeza que queria viver aquilo, mas vezes sabia a verdade. Mas por agora era suficiente ter Clarke em seus braços. E ainda era cedo demais para dizer a Clarke Griffin que amava. Sentindo se em paz fechou os olhos e adormeceu e Clarke fez o mesmo em seguida.

 

 


Notas Finais


Não esqueçam de me dizer o que acharam nos comentários. E vão se preparando a historia está chegando ao fim. Até!


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