História Butterfly - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clarke Griffin, Clexa, Eliza Taylor, Elycia, Família, Heda, Lexa Woods, Linctavia, Romance, T100, The 100, The Hundred, Wanheda
Exibições 114
Palavras 2.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem de como as coisas serão agora.

Boa leitura!

Capítulo 27 - Coisas novas


 

( One Last Chance - James Morrison  ♪ )

Lexa tinha que partir logo após o almoço de domingo. Ela precisava arrumar tudo para a viagem a Venezuela, a negócios. Lexie parecia meio hesitante, a partida de Lexa a menina tinha medo que mãe morena fosse embora e não voltasse tão cedo. E fato não passou despercebido por Lexa.

– Ei meu amor não faça essa carinha. Eu vou voltar aqui e você ainda vai me visitar em Manhattan.

– Você promete? – A menina perguntou esperançosa.

– Eu prometo, não vou ficar longe de você nunca mais meu amor. A menina deu um abraço de despedida na empresaria e lhe disse algo.

– Esta bem mamãe. Mas não demora porque vou sentir muitas saudades. Eu te amo!

E depois partiu subitamente para brincar em meio aos arbustos. As lagrimas de Lexa foram automáticas ao se dar conta do que a menina dissera por ultimo e sentiu o coração explodir de alegria. Clarke observava Lexa se despedir da filha e depois colocar a sacola no carro. Ainda não lhe dissera o que sentia. E esse pensamento a aterrorizava. Mas quando será que teria oportunidade de vê-la de novo e finalmente lhe dizer que a amava.

– Não demore a dizer cunhada quero escolher meu vestido de madrinha com antecedência. – Alicia falou atrás de Clarke assustando a loira.

– Alicia você tem parar com isso vai acabar me matando de susto. E madrinha de que seria?

– Do seu casamento com minha irmã oras. – A ruiva disse rindo. – Agora vou deixar vocês sozinhas para se despedirem e vou dar um beijo na minha sobrinha. A ruiva saiu deixando Clarke para trás pensativa e com sorriso nos lábios.

– Tenho uma ideia. Porque você e Lexie não vão lá para minha casa esse semana enquanto estiver gravando? Ficarei fora ate sábado. E vocês podem ficar mais a vontade. – Comentou Lexa. Clarke achou interessante saber onde Lexa morava. E talvez saber, um pouco mais sobre a mulher tão reservada que era Lexa Woods a mulher por quem tinha se apaixonado.

– Eu acho uma ótima ideia. Lexa esperava certa resistência de Clarke a ideia, mas ficou feliz que ela concordou rapidamente e lhe entregou a chave reserva.

– Sinta-se em casa. E talvez você possa levar Lexie lá no próximo fim semana. O que acha?

– Certamente, e acho que ela vai adorar.

– E podemos aproveitar a oportunidade para meu pai conhecer a neta.

– Ele ainda vive com sua mãe. Não quero sua mãe perto da nossa filha Lexa.

– Não estou sugerindo que convide minha mãe. E também não acho que ela deve chegar perto da nossa menina.

–Bom sendo assim prometo que vou pensar. Lexa anotou o telefone de Alexander no próprio cartão e entregou a Clarke.

– Meu pai deseja consertar as coisas, não estragar as coisas. E se nossa filha não estivesse fazendo artes com minha irmã nos arbustos eu lhe roubaria um beijo agora. Vejo você no sábado. Lexa foi ate irmã chama-la pra ir embora.

– Não esqueça Lexie é nosso segredo. – Alicia dizia a menina enquanto se despedia da sobrinha.

– Esta bem tia Ali. Será nossa operação secreta. – Lexie comentou baixinho abraçando a tia em seguida e correndo para mãe. Alicia e Lexa entraram no carro e partiram depois.

(...)

Seis dias se passaram desde que Lexa partira, ela tinha ficado quatro dias no campo de petróleo na Venezuela. Lexa acabou aproveitando para visitar outros países onde tinha projetos de sua fundação que ajudavam as crianças no Peru e em Lima. Ela estava feliz finalmente por todas as coisas que estava acontecendo em sua vida e mais ainda por estar em casa. Por fora tudo parecia igual, as janelas, as portas. Mas lá dentro, sabia que estavam Clarke e Lexie que a esperava, lá dentro estava o que ela tinha mais perto de uma família a sua família.

A empresária não tinha falado com Clarke desde que deixara Boston desde noite em que se amaram pela ultima vez e ela se sentira desarmada e amedrontada por sentimento tão profundo que tomava seu corpo, alma e principalmente seu coração. Seu emocional estava abalado era a palavra. Lexa abriu a porta e entrou em casa. A primeira coisa que pensava seria encontrar Clarke ou Lexie, mas primeira pessoa que viu foi seu pai. Com a camisa toda amarrotada e muito suja, Alexander apareceu na sala dizendo.

– Filha! Nós só esperávamos você daqui à uma hora. Lexa ficou feliz ter seu pai ali significava que Clarke o convidara pensou sentindo gratidão e outra coisa que não sabia dizer o nome.

– Meu voo chegou se adiantou e cheguei mais cedo. E como você está pai? – Alexander sorriu e respondeu.

– Estou ótimo. Passei o dia com Clarke e minha neta, que é uma criança encantadora. Eu a levei a minha livraria favorita. Lexie conversou muito. Lexa piscou e sorriu de volta para pai.

– E o que é toda essa sujeira em sua camisa? – Alexander olhou para sua camisa e respondeu.

– Oh isso é tinta. Estamos na cozinha. Venha se junte a nós. Alicia chega daqui uma hora.

– E Clarke esta lá?

– Sim ela esta, ela é uma mulher incrível Lexa.

Lexa seguiu o pai até a cozinha. A bancada de granito estava coberta de folhas de papel que tinham sido pintadas de todas as cores desde rosa ate verde. E no ar o cheirinho de biscoitos de chocolate. Lexie ergueu a cabeça e abriu um sorriso que aqueceu o coração da mãe.

– Mamãe você chegou! Venha ver minhas pinturas. Pode imaginar o que?

– São bonequinhos? – Lexa arriscou.

– Não mamãe Lexa... Essa é nossa família. Essa é mãezinha Clarke, essa é você e essa outra aqui é tia Ali. E agora desenhei o vovô Alexander. – A menina disse toda orgulhosa.

– Ah, está lindo meu amor. Oi Clarke.

A violinista estava em pé, perto da bancada. Como sempre Lexa ficou impressionada com a beleza de Clarke.

– Eu posso comer um biscoito. – Perguntou Lexa fazendo uma carinha triste.

– Sua chantagista. Agora sei de onde Lexie herdou essa cara. Pode pegar, mas só um hein. – Respondeu Clarke lhe dando o prato. Logo Lexa se juntou a conversa. E percebeu como seu pai estava diferente, e sua casa também. Havia vida, um tipo de algazarra familiar, algo que a herdeira dos Woods desconhecia e estava adorando ter.

Certa de uma hora depois todos caminharam três ou quatro quadras ate uma cantina que Lexa costumava frequentar. No trajeto, encontravam uma equipe de jornalistas. Embora Lexie estivesse extasiada pelas câmeras e as perguntas, Lexa conduziu rapidamente Clarke e a filha para longe daqueles abutres que queriam apenas vender noticias e fofocas.

– Estou com muita fome. Á ultima vez que comi foi em Miami. Vamos deixar essa bagunça para trás. Lexie eu te contei sobre o cachorro no aeroporto?

– Não. Era uma dálmata?

– Não filha, era um Scottie com pernas bem curtinhas.

– Essa é outra historia mamãe Lexa?

– Acho que sim meu anjo.

– Eu gosto de como à senhora conta historias. Como eu devo chama-la? Quero dizer eu não sei bem ainda.

– Pode me chamar como quiser Lexie. Mas se quiser me chamar de mãe ou mamãe eu ficaria muito feliz. Ou então pode ser Lexa eu não me importo com tanto que você esteja sempre na minha vida.

– Mamãe é melhor. E o que aconteceu com cachorro?

– Estamos quase chegando à cantina. Não acha melhor aguarda ate estarmos todos sentados? Assim poderei, te contar a historia com mais calma.

Alexander pegou a neta no colo e seguiu adiante. Lexa se virou para Clarke e pegou sua mão percebendo o quanto ela estava quieta perguntou.

– Poderia eu andar de mãos dadas com mãe da minha filha? E perguntar como ela esta?

– Sim você pode. Ela esta bem apenas sente falta da outra mãe de sua filha. – Respondeu Clarke sorrindo. E era verdade, tinha sentindo falta de Lexa durante dia e noite. E quando viu Lexa de mãos dadas com filha se apaixonou mais ainda por ela.

– Eu gostaria de estar em casa agora com você. Faríamos amor de forma lenta e tranquila e mataríamos toda essa saudades que sentimos agora.

– Eu também.

– Porque me sentiu minha falta Clarke?

– Isso eu vou lhe, contar mais tarde.

Sim você vai fazer isso, pensou Lexa e logo se sentou a mesa da cantina com Clarke ao seu lado. Ela iria estar com Clarke durante aquela noite, mas somente depois que sua filha dormisse. Depois que voltaram para casa Alexander precisava conversar com a filha, precisava contar algo importante.

– Lexa eu posso ter uma palavrinha com você em particular. – Clarke comentou em seguida.

– Irei tomar um banho demorado e depois vou colocar Lexie na cama. Vejo vocês amanhã de manhã. Lexie despeça se de seu avô.

– Boa noite vovô.

A menina correu ate Alexander o abraçando e recebendo um beijo na testa e depois subiu com Clarke, tendo a promessa de Lexa que iria lhe dar um beijo de boa noite. Clarke evitava Lexa naquele momento pensou Lexa. Isso estava acontecendo desde que ela chegara a casa.

O que estaria acontecendo? Lexa sabia que havia algo há mais lá, mas deixou sua frustração de lado e viu Clarke deixar a sala. Precisava tocar Clarke, segura-lá em seus braços mais uma vez. E dessa forma descobrir o que sentira de verdade por aquela mulher. Enquanto isso Alexander caminhava de lado para outro na sala. Assim que Clarke deixou a sala e o homem finalmente disse.

– Eu deixei sua mãe Lexa.

– O que? – Indagou Lexa surpresa.

– Katharine ficou furiosa ao saber que eu viria para Manhattan para conhecer Lexie. Proibiu-me ate de pensar nisso. E uma coisa acabou levando a outra e pela primeira vez em anos não recuei. Mantive minha vontade.

– Estou orgulhosa de você pai.

– Obrigado minha filha. Sua mãe não é uma mulher fácil. Mas há muito sobre ela que você não sabe... Sobre seu passado Katharine jamais quis que você soubesse o que vou lhe contar agora. Então me fez jurar que manteria segredo. Mas agora que nos separamos não me sinto, mas preso a essa promessa... Sua mãe teve uma infância difícil se não dizer terrível. O pai dela era um imigrante italiano, que bebia e batia nos filhos a na mulher. Ele matou sua avó de tanto bater e continuo maltratando sua mãe ela ficou pelos irmãos mais novos para cuidar deles. Mas um dia ele chegou tão bêbado em casa que tentou abusar da sua mãe ela tinha 14 anos na época e ela fugiu de casa depois disso. Ela conseguiu um emprego como domestica e nunca mais voltou a ver o pai. Desde então nunca mais confiou em, mas ninguém. Ate em mim que a amo. Mas por causa daquela menininha magricela que colhia uvas, quando deveria estar na escola, eu a perdoei.

– Eu não sabia de nada disso pai. – Emocionada Lexa comentou.

– Talvez eu devesse ter lhe contado há muito tempo atrás, apesar do desejo contrario de sua mãe. Mas de alguma forma, a ocasião nunca surgiu ate agora.

Lexa tinha diversas perguntas. Em meia hora passou a conhecer, mas sobre o tempestuoso casamento dos pais do que nunca soube nos seus 32 anos de vida. Alexander terminou dizendo.

– Mas nem mesmo por sua mãe vou me privar de ficar sem conviver com minha neta. Nem por ela nem por ninguém.

– Lexie é uma menina doce.

– Assim como a mãe. Lexa ainda não estava pronta para conversar sobre Emma.

– Você parece cansando papai, e sei que estou exausta. Trabalhei muito durante a semana. Podemos deixar essa conversa para depois?

– Sim, minha querida!Eu fico feliz que tido essa conversa com você.

– Eu também pai. – Lexa abraçou o pai e o viu deixar a sala.

Sua cabeça girava uma mistura de fuso horário, e muitas informações era muita emoção para um único dia. Queria agora apenas dormir. Contudo desejava dormir com Clarke em seus braços, e foi ao quarto dela encontrando Lexie junto à mãe dormindo agarrada em seus braços, sem pensar ela foi ate a cama e se deitou lá puxando a loira para seus braços. Consequentemente trazendo Lexie no processo,Lexa as abraçou e não demorou a dormir estava em paz e tudo que desejava estava ali com ela seguro em seus braços.

 


Notas Finais


Então o que acharam desses momentos fofos em família? Me digam nos comentários. Até!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...