História Butterfly - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clarke Griffin, Clexa, Eliza Taylor, Elycia, Família, Heda, Lexa Woods, Linctavia, Romance, T100, The 100, The Hundred, Wanheda
Exibições 228
Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Terceiro capitulo como prometido, os capítulos são curtos no começo depois vão ficar maiores.
Espero que gostem!

Capítulo 3 - Desejo


Fanfic / Fanfiction Butterfly - Capítulo 3 - Desejo

( Beyoncé - Crazy in love  )

Em curto espaço de tempo Clarke pode pensar aquela era hora fugir, mas será mesmo que ela queria fugir? Ou queria se entregar a sensação de ser tomada pela ladra misteriosa que era Lexa Woods.

– Pare com isso, você esta claramente me confundindo e fazendo minha cabeça girar.

– Bom ninguém este aqui obrigado ou esta?

– Não estou a procurar de parceiros ou parceiras para acasalar se é que pensa. Isso é apenas uma fantasia nada mais. Não é uma confissão de algo ou sobre minha personalidade. – Lexa se aproximou antes de proferir as próximas palavras.

– Isso torna tudo ainda mais provocante pequena borboleta você provoca sem ao menos querer. É algo natural. Clarke tentou observar um pouco mais da mulher e se permitiu analisar Lexa de cima a baixo pela primeira vez.

A morena usava botas pretas que iam ate o joelho, o que dava a fantasia um que de erotismo. A violinista se permitiu olhar mais para cima, passou pela calça preta colada ao corpo da morena. O tecido se ajustava bem o corpo dela como se fosse uma segunda pele, a blusa em gola v com alguns cordões soltos e decote pra lá de generoso, Clarke não conseguia tirar os olhos daquela área por alguns longos segundos. Quando saiu do transe percebeu ao fim dos ombros a capa que finalizava a fantasia para lá de fatal. Um desejo primitivo atacou Clarke, era algo primitivo, algo que ela nunca sentiu antes. Ela ficou chocada e confusa nunca alguém tinha mexido com ela dessa forma. A dúvida era será que Lexa se sentia assim também? Ela temia que seus impulsos a obrigassem a descobrir isso. Com uma frieza admirável ela tentou não parecer interessada.

– Você também esta vestida de forma tentadora e esta bem... Como posso dizer, sua fantasia é sexy também isso quero dizer. Mas e dai o que tem mais nisso?

– Esta admitindo abertamente que me acha sexy pequena borboleta... Acho que estamos progredindo então.

– Não se faça de modesta porque não combina com você. Eu sou humana e tenho olhos e qualquer ser com bom senso nessa festa a acharia sexy.

– Mas diferente das outras pessoas, há algo acontecendo entre nós, algo que nunca senti antes borboleta... Nunca alguém me excitou apenas com um olhar em uma sala repleta de gente, quando olhei para você senti que precisa desesperadamente tê-la só para mim minha pequena. Você precisa acreditar em mim... Juro que ninguém mexeu comigo como você esta fazendo agora.

– Bom acho que estamos quites então porque isso também nunca aconteceu comigo. – Comentou Clarke, meio tremula. Lexa se aproximou mais e acariciou o rosto de Clarke suavemente e disse.

– Obrigado por ser honesta e não fugir de mim minha borboleta.

– Então serei mais franca ainda Alexandria Woods. Não tenho o habito de ir para cama com estranhos.

– Acredite em mim nem eu minha borboleta, mas não consigo resistir a você. Então porque não me diz logo seu nome? De repente Clarke entrou em pânico a ideia era, se manter anônima. E assim que deseja permanecer.

– Posso simplesmente lhe dar um nome falso. Ou não lhe dar nome algum. A escolha é sua. Lexa ficou tensa colocou a taça de champanhe na mesa ao lado perto do chapéu e falou.

– O porquê de tanto mistério minha borboleta?

– É algo que no momento me convém. Não há mais nada a dizer sobre isso.

– Será que nos conhecemos e não quer que reconheça seria isso? Lexa não parecia ser do tipo que ouvia musica clássica, ela parecia do tipo mulher boemia que ia a bares de ouvir jazz pelos bairros de Nova Orleans.

– Duvido muito que me conheça. – Disse Clarke.

– Se terminamos na cama, esta noite preciso saber ao menos quem chamar quando estivermos lá.

– Se insistir em saber meu nome. Terei que deixa-la aqui sozinha.

– Teve problemas com justiça?

– Não! Apenas não posso dizer nada do que me pede.

– Se não é uma famosa ou não tem problemas com justiça, poderia me dar um nome falso e não faria diferença porque nunca saberia da mesma forma sua verdadeira identidade.

– Não gosto de mentiras essa é a questão.

– Acho que você gosta sempre de ganhar.

– Talvez seja isso. Mas o que há de errado em querer ganhar?

– Não a julgo por isso. Também gosto de ganhar minha borboleta. E sou do tipo que não desiste fácil do que quer.

– Pense que será algo novo, uma nova experiência. Às vezes devemos nos arriscar, devemos expandir os horizontes senhorita Woods.

– Meu nome é Alexandria. E mesmo que ache impossível, acredite, eu já perdi muito em toda minha vida.

– Lamento por isso.

– Isso seria bem mais do apenas luxuria?

– Em outra época uma ladra de estrada, não notaria a beleza de pequena borboleta que você vê Alexandria, ela apenas a esmagaria com pé.

– Minha versão é pouco melhor que isso. Eu vejo como algo tão bonito que simplesmente quero aproveitar.

– Para isso você precisa deixa-la voar Lexa, sem amarras.

Lexa ficou tensa em silencio por alguns segundos, olhando para rosto de Clarke. Seu ultimo minuto de responsabilidade se foi, ela retirou sua mascara e a jogou no chão. Clarke pode contemplar seu rosto por completo finalmente e só pode pensar como era linda e bela a mulher que em apenas alguns poucos minutos havia roubado seu coração. Os olhos verdes profundos pareciam querer desvendar tudo nela. As maças do rosto eram proeminentes. E pela primeira vez, Clarke viu a força de rosto que mesmo sendo rude podia ser extremamente belo e esculpido para ser qualquer coisa a não ser formidavelmente sexy. Ela engoliu em seco e disse a primeira coisa que lhe veio à cabeça.

– Eu devo ter perdido o juízo hoje, ou estar louca pensando na possibilidade de ir para cama com você. E não posso culpar o champanhe porque estou totalmente sóbria.

– Minha borboleta isso aqui que esta acontecendo ente nós não tem nada ver com a bebida. Tire a mascara eu lhe peço, por favor.

– Eu não posso Lexa e se formos para cama, você tem me dar sua palavra que não iria tentar tirar minha mascara. Nunca poderá saber quem eu sou. É essa minha única condição e é assim que vai ser. Se não concordar, vou embora agora. E se tentar me deter eu vou gritar.

– Simplesmente poderia tentar te fazer mudar de ideia.

– Eu sei que não vai tentar. Você é uma dama e vai me respeitar como deve ser.

– Nos últimos anos minha vida foi tediosa e previsível. Tanto na cama como fora dela. E tenho que confessar que você não é nem uma coisa nem outra minha borboleta. Talvez seja algo divertido.

Clarke sorriu a confissão de Lexa não era algo que ela escutasse todo dia nem mesmo dos críticos de musica a seu respeito. Clarke Griffin nunca tomava o caminho mais fácil, ela sempre arriscava tudo para fazer diferente e encontrar o coração e alma na musica. Das nove em dez, os riscos se tornavam um sucesso. Mas será que isso aconteceria essa noite? Com uma mulher? Clarke nunca tivera experiências com mulheres antes seria essa mais um risco? Ou será que essa noite de nove esses seria como décimo concerto? Aqueles quais os críticos sempre tinha o prazer de apontar todos os erros? A verdade era que Clarke não sabia a resposta porque arriscar era isso, não saber o que viria depois. Logo ao fundo a banda começou a tocar um tango. Clarke olhou para Lexa mais uma vez.

– Você não me parece alguém que teve a vida cheia de problemas com que lidar.

– Às vezes as aparências enganam minha bela borboleta.

Por um momento Clarke sentiu que Lexa conhecera a infidelidade. E isso fortaleceu sua decisão de manter a decisão de não revelar quem era. Emma então resolveu perguntar.

– Quero saber se concorda com minha decisão? Não lhe direi nome e não irei retirar minha mascara.

Sem que Clarke esperasse Lexa simplesmente a beijou. E tudo estava naquele beijo. A compulsão, o desejo, a dissolução de limites. A boca de Lexa demonstrava tudo àquilo com extrema segurança, a língua mergulhava com vontade, os dentes roçavam lentamente em seus lábios. Sem si quer pensar ou tentar Clarke correspondeu ao beijo com mesma fome, com o mesmo desejo, com mesma intensidade e a mesma paixão. Lentamente Lexa se afastou, deixando Clarke com pernas bambas com simples beijo. Lexa viu os olhos de Clarke ficarem escuros, como uma floresta sob as sombras do por do sol. Havia desejo lá isso sua pequena borboleta não podia negar.

– Eu concordaria com qualquer coisa que me pedisse para ter você em minha cama. Odeio suas condições. Mas irei concordar e prometo que não irei me opor a isso.

– Bem nós poderíamos ficar aqui comer, dançar, beber e conversar um pouco mais. Ou não nessa ordem, mas podemos fazer logo o que nos duas queremos... Ir a um lugar aonde, podemos ficar sozinhas e desfrutar do momento.

– Gosto do seu estilo minha borboleta.

Depois daquilo não havia volta, ambas sabiam disso depois que saiam daquela sala tudo estaria valendo, Lexa poderia exigir tudo de Clarke menos sua identidade, mas ela estava excitada com isso e sua pequena borboleta mais ainda.

 


Notas Finais


Me contem nos comentarios, o que estão achando, volto amanhã. Até


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