História Butterfly - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Lexa, Lincoln, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Alycia Debnam-carey, Clarke Griffin, Clexa, Eliza Taylor, Elycia, Família, Heda, Lexa Woods, Linctavia, Romance, T100, The 100, The Hundred, Wanheda
Exibições 219
Palavras 1.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 4 - Entrega


( Sexyback - Justin Timberlake )

– A vida passa rápido demais, e eu gosto de arriscar e viver no limite. Esconder-me em um casulo seria a ultima escolha da minha vida.

– Eu reservei uma suíte nesse hotel. Vamos para lá. – Sugeriu Lexa.

Clarke ficou tremendamente surpresa. Uma suíte naquele hotel com toda certeza era muito mais que ela ganharia em um mês. Logo ela concluiu que Lexa era rica.

– Acho que finalmente irei matar minha curiosidade de como é se hospedar aqui. Agora irei descobrir.

– Então você não é uma dessas riquinhas metidas a besta que fazem comprar por toda Paris para ostentar quem tem mais dinheiro?

– Eu trabalho e trabalho muito para ter meu próprio dinheiro. E hotéis como esse não fazem parte do meu mundo e muito menos da minha realidade financeira.

– E como ganha seu dinheiro?

– Acho que não estamos interessadas em falar sobre minha profissão ou de negócios. Mas digamos que daqui a dez anos você vai ouvir falar muito a meu respeito. Porque sou boa e ambiciosa no que eu faço. Ou você simplesmente desistiu de me seduzir.

– E claro que não. É bem raro achar alguém como você. Principalmente quando se trata de uma mulher. E se antes queria seduzi-la agora minha vontade aumentou ainda mais. – Respondeu Lexa a beijando. E depois perguntou quebrando o beijo.

– Agora podemos ir?

Logo Lexa ofereceu um dos braços, Clarke colocou uma das mãos suavemente sobre o pulso de Lexa, e as delicadas cores das asas de sua fantasia foram obscurecidas pela negritude da capa de Lexa. Um arrepio de medo percorreu o corpo da violinista. Mas ela se manteve firme a cabeça erguida, permaneceu perto enquanto Lexa abria caminho com dificuldade entre a multidão de mascarados. Em seu intimo Clarke sabia que era um risco, mas ela aceitara sem questionar e sabia que no futuro se arrependeria, mas agora ela seguiria em frente ate o final. Por mais que soubesse que violino era seu território conhecido e, amado.

Mas que em qualquer outro assunto principalmente assunto do coração, Clarke era principiante. Só que Lexa não. E Clarke tinha plena certeza disso. Elas passaram tranquilamente pelo porteiro, que estava ocupado demais organizando uma pilha de convites e não percebeu a chegada das mulheres. Clarke reparou nos detalhes do elevador era um bronze tão polido que podia olhar ali o contorno do próprio corpo, era em uma luz turquesa meia tremula. Um empregado de uniforme engraçado na cor escarlate apertou o botão sem receber qualquer ordem de Lexa. Certamente Lexa Woods era uma hospede influente e era conhecida naquele hotel pensou Clarke. O elevador as levou ate o ultimo andar. Quando finalmente chegaram ao andar desejado, Lexa conduziu Clarke por corredor pararam diante de porta grande de cor creme com tons dourados. Lexa prontamente abriu a porta fazendo um gesto para Clarke entrasse. Mas a violinista parecia receosa ainda lutando com razão e seu corpo se recusa a obedecer, não conseguia sair do lugar. Ainda gelada ela disse.

– Parece estranho, mas não sei o fato principal sobre você.

– Você sente o que há entre nós o que mais pode importar no momento?

– Viemos para quarto, sozinhas, e você me parece mais forte que eu. Isso se não for faixa preta em alguma arte marcial. Como posso saber que estou segura quando entrar ai.

– Eu nunca machucaria uma mulher, tão pouco uma borboleta tão bela quanto você. Na verdade nunca ferir qualquer ser vivo e não seria agora que começaria a fazer isso.

– Como posso confiar na sua palavra? Como posso acreditar?

– Eu nunca senti o que estou sentindo agora. Com ninguém nunca foi tão intenso e tenho certeza que não é apenas casual. Vamos deixar as roupas de lado e nos despir minha pequena borboleta. E acredite ficar livres de roupas em frente a alguém tem haver com confiança também e não apenas sedução. Pensei que tivesse imaginado isso desde começo.

– De certa forma você tem razão, mas confiança é uma palavra grandiosa.

– Não sou de obrigar a ninguém que já esteve intimamente comigo borboleta não é do meu feitio. Mas se deixa mais tranquila, há um telefone em cada cômodo e aqui perto de você esta o mais próximo para conseguir se comunicar com a recepção. Tenha plena certeza esta mais segura nesse quarto do em qualquer outro lugar da bela Paris acredite.

Quando Clarke entrou no quarto ficou sem palavras. Os seus analisaram o quarto de ponta a ponta, parando sobre os delicados candelabros de cor dourada, e depois nos brocados luxuosos e nas borlas de veludo. Sobre o antigo e enorme assoalho de madeira, havia também antigos tapetes de veludo feitos à mão.

– Uau este lugar é impressionante, tem ate uma varanda. - Clarke comentou, suspirando.

– A vista da direto para Torre Eiffel. Você quer dar uma olhada? - Lexa perguntou.

– Talvez mais tarde eu de uma olhada. - Clarke respondeu, e ficou na ponta dos pés.

O salto que Lexa usava deixava com estatura um pouco maior que de Clarke e isso a impedia de alcançar os lábios da morena. Depois de ficar na ponta dos pés a violinista capturou os lábios de Lexa a beijando com um ardor comovente devido a sua falta de experiência. E o que deixou Lexa extremamente curiosa.

– Precisa me dizer uma coisa minha borboleta... Essa não seria a sua primeira vez, seria? - Indagou Lexa.

– Mas é claro que não. Já estive com outra pessoa antes, isso foi há três anos foi apenas um cara que tive na vida. Não foi por luxuria ou coisa do tipo foi apenas curiosidade. E talvez por isso tenha sido péssimo e não me tocou de forma alguma. Sabe aquele toque que vai à alma, e não só em seu corpo.

– Acho que a entendo minha pequena borboleta. Teremos que recuperar todo o tempo que você perdeu. - Disse Lexa e a beijou novamente.

Clarke gemeu de prazer, moldando seu corpo ao da morena que a segurava em seus braços e entregou-se aquela desconhecida e ao novo sentimento com a ousadia que não era tão caracteriza a sua personalidade. Ao colocar a mão sobre a capa preta que Lexa usava Clarke abraçou, a morena a puxou para mais perto. A excitação que Lexa demonstrava era tão arrebatadora e imperativa que Clarke sentiu a emoção de poder feminino tão puro como nunca tinha sentindo antes. O beijo se aprofundou exigindo de Clarke mais ardor naquele momento que queria dar tudo o que estava dentro à bandida do velho oeste, todo desejo apaixonado pela vida que Lexa a fazia sentir no momento. A língua de Lexa era quente e persuasiva, o corpo firme e macio. Clarke colocou os dedos naqueles cabelos sedosos, puxando-lhe a cabeça para baixo. Os joelhos se curvaram ás ondas de desejo pulsava entre suas coxas naquele momento Clarke soube que estava perdida e não havia para onde escapar. Lexa a essa altura apenas murmurava por entre os beijos que dava sobre o rosto, queixo e pescoço de Clarke.

– Eu quero fazer tudo devagar minha borboleta... Há muito tempo que você não faz isso e quero lhe dar tudo merece... - Clarke puxou a capa tentando se livrar dela implorando por mais.

– Não Lexa! Apenas não posso esperar mais. Não lute contra o que esta acontecendo aqui entre nós. Eu preciso e quero você agora.

Lexa ficou surpresa pela súbita confiança de sua borboleta mais sorriu com fato e jogou sua capa no chão e começou a despir-se do vestido negro que usava abaixando apenas a parte de cima. A respiração de Clarke falhou e ficou presa na garganta quando vislumbrou parte dos seios firmes de Lexa cobertos por um sutiã de cor preta.

– Você é maravilhosamente e é tão linda. - A borboleta mascarada comentou com voz embargada, e posou o rosto sobre os seios de Lexa aspirando seu cheiro e fazendo a morena delirar com ato.

O coração de Lexa batia forte. A pele dela tinha o cheiro de essência extremante suave, que apesar de ser uma estranha ali Clarke sabia apreciar algo bom. E o cheiro daquela mulher era para lá de bom.

– Como poderei tirar essa fantasia de você minha borboleta? - Indagou Lexa.

– Há um zíper nas costas. - Respondeu a violinista e curvou a cabeça.

Com a boca, Lexa traçou com suavidade a nuca de Clarke, saboreando cada centímetro, provocando arrepios e desejo avassalador por todo o corpo da loira. Então sem esperar mais em único movimento, Lexa abriu o zíper, desnudando as costas de Clarke e ela se virou com olhos brilhando, retirando os braços das mangas apertadas da fantasia cair ate sua delineada e fina cintura. Se antes pensara em fugir agora nada mais podia fazer a não ser se entregar a Lexa de uma vez.

 


Notas Finais


Não esqueçam de me dizer o que estão achando nos comentários. Até!


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