História Butterfly (Imagine Jimin) - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~parkpiece

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Imagine, Jimin, Park Jimin
Visualizações 345
Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI PRA VOCÊS QUE NOS ODEIAM KKKKKJJ rindo de nervoso.
A ~parkpiece tá bem enrolada com a faculdade, eu com o colégio, mas como a vida é top deu pra escrever esse capítulo depois de anos! Quase que eu esqueço essa fic no churrasco, mas a gente voltou. Depois das nossas provas difíceis, a gente vai se dedicar mais à essa aqui! Boa leitura!

avisando que esse capítulo tá fluffy as fuck :)

Capítulo 8 - Já estive aqui


S/N

Ele abaixou a cabeça timidamente, como se estivesse tomando coragem para dizer algo, até que seus olhos encontraram os meus novamente, e, nervosamente, sua voz soou novamente.

Quer ser minha garota?

Ele me olhava com certa angustia a espera de minha resposta, já que era algo que me parecia que ele havia ensaiado por muito tempo, e que finalmente criara coragem para falar, e em meio ao nervosismo da resposta e a pressa de ter que embarcar, ele suspirava por minhas palavras. Eu me aproximei, colando os nossos rostos.

— Só vou te responder quando você voltar para mim. – Sussurrei.

— Você vai me deixar ir e ficar uma semana sem saber da resposta? – Disse manhoso, quase me fazendo mudar de ideia quanto ao meu suspense.

— Só quando você estiver de volta. – Disse entre seus lábios, depositando mais um beijo.

Não queríamos nos despedir, queríamos que o tempo parasse para nós, essas coisas que sentimos quando estamos apaixonados, achando que o tempo conspira contra nós e era justamente isso que eu sentia ao vê-lo caminhar para o embarque e acenar para mim até sumir do raio de minha visão, me deixando nas nuvens e com o gosto de seu beijo nos meus lábios.

Voltei para procurar Yoongi, e ao encontrá-lo, nem precisei responder nada, me joguei em seus braços como resposta da felicidade que sentia.

— Oppa! Obrigada por me ajudar a encontrar ele!

— Pela euforia, nem preciso perguntar nada. Finalmente você se acertou com o seu bailarino. – Riu irônico.

— Sim, eu consegui achá-lo minutos antes do embarque e pude dizer a verdade sobre tudo, pude olhar nos seus olhinhos e ver o seu sorriso novamente, e até beijá-lo. – Disse suspirando por tamanha alegria que sentia em meu coração e lembrando de seu pedido que me arrancou o fôlego.

Entramos no carro com Suga dizendo que precisávamos comemorar a sua atuação de cupido, me arrancando risadas ao imaginá-lo de asinhas e arco e flechas na mão, que ficaria muito fofo com seu porte físico.

Embora ainda fosse cedo, pedi a Suga que me deixasse em casa; estava ansiosa pra ficar sozinha, para poder pôr em prática o que estava em minha mente. Ao chegar, tirei meus sapatos, os colocando no canto, me jogando no sofá. Tirei meu celular da bolsa, logo o ligando, procurando pelo contato de Jimin, e sem mais esperar, digitei a minha primeira mensagem, ansiosa por uma resposta de volta.

JIMIN

— Finalmente... achei que ia ter que pedir o piloto para esperar o príncipe se despedir da sua donzela. – Mya dizia enquanto eu procurava me ajeitar na poltrona ao seu lado.

Ainda não acreditava em tudo o que havia acontecido, dando suspiros de felicidades, tendo minha cabeça apoiada no encosto da poltrona, tendo em mãos meu aparelho celular e os fones de ouvidos.

— Vai fingir que não está me ouvindo, logo eu, que contribui para sua felicidade? – Ela disse chamando minha atenção, tocando em meus ombros.

— Aigoo, Mya... eu estou tão feliz, que nem toda a sua ironia vai ser capaz de roubar minha alegria. – Disse lhe fazendo uma careta, olhando pela janela o avião ganhar altitude.

“O que você quiser saber pergunte a mim, não quero ter que dar explicações para ela”. Me lembrei, por um momento, das palavras de _____.

Girei meu pescoço em direção a Mya, que permanecia imóvel com os olhos fechados. Ela tinha medo da pressão exercida pelo avião em sua decolagem, e eu não vi hora melhor para segurar suas mãos e brincar com a mesma.

— Só assim para você ficar quieta, tirando o fato de você não estar dormindo ou comendo. – Disse em tom de brincadeira, já que ela costumava falar o tempo todo, me obrigando a usar meus fones de ouvidos e as vezes fingir que estava dormindo. — Mas... tem algo que me deixou curioso... você disse algo para ____? Ela me disse que não queria responder nada a você. Tem dedo seu nessa história, Mya? – Perguntei, vendo ela girar o rosto em minha direção, e abrir apenas um dos olhos, como quem não sabe do que eu estava falando, apenas me dizendo algumas poucas palavras para se livrar do assunto.

— Há! Jimin, deu certo, não deu? Então é apenas isso, e eu não fiz nada... bom, só uma coisinha, mas isso são truques de mulheres que eu não vou te revelar. – Ela me deu um sorriso malicioso.

— Não sei no que você contribuiu, mas... – Suspirei fundo, não contendo um sorriso de finalmente estar vivendo uma realidade e não um sonho. — Obrigado, noona. Finalmente minha borboleta começou a voar em minha direção de uma maneira que eu sempre quis, só me falta uma resposta para que tudo se complete. – Disse lamentando por ter que esperar a volta para saber de sua resposta ao meu pedido.

Arrumei confortavelmente meu pescoço no pequeno travesseiro que eu levava, colocando meus fones de ouvido. Ao som da minha música favorita, meus pensamentos eram dominados pela imagem dela e de suas palavras. Meu coração dava batidas rápidas ao lembrar da mais marcante frase dita por ela. “Eu sou apaixonada por você”... eu literalmente estou nas nuvens. Tive minha atenção despertada pela vibração do meu aparelho com a chegada de uma mensagem, o que me fez dar um largo sorriso em saber que era dela a mensagem que brilhava em minha tela.

“Já sinto saudades, não demore a voltar para mim”.

Eu olhei surpreso por ser ela a me mandar a primeira mensagem, e mais ainda por saber que sentia saudades minhas.

“Eu sinto saudades, sinto seu cheiro, sinto o gosto do seu beijo, sinto meu coração acelerado, e também sinto muito não estar aí com você agora”.

Enviei, sendo tomado por uma euforia de estar podendo dizer o que eu sentia de fato por ela.

“Eu estou surpresa com tantos sentimentos, já que só eu disse estar apaixonada, isso então é estar apaixonado”.

“Eu já sou teu a tanto tempo...”

S/N

Havíamos nos falados todos os dias em que Jimin estava viajando, ele me mandava mensagens carinhosas pela manhã, e sempre ao final de cada uma delas insistia para que eu dissesse qual era minha resposta, o que eu sempre negava somente para aumentar o suspense para dar-lhe a resposta.

Havia preparado uma pequena surpresa para sua chegada, e estava em casa confeccionando o pequeno objeto que faria parte do meu plano para o surpreender. Estava com os fones de ouvido, quando ouço o sinal de mensagem, fazendo-me sorrir abobada ao constatar que era dele.

“Oi, borboleta... amanhã pela manhã estarei de voltar”

A mensagem brilhava na tela do meu aparelho, me fazendo sorrir e dar pequenos pulinhos de alegria.

“Estarei te esperando”

Disse sorrindo ao imaginar que poderia, finalmente, depois de dias, poder sentir seus lábios novamente e o aperto de seus braços me envolvendo.

“Meu coração está ansioso por vê-la, e muito mais por sua resposta”.

“Amanhã você a terá”. Disse segurando o pequeno objeto em minhas mãos, que fazia parte de meu plano.

“Amanhã serei todo seu e espero que sua resposta a torne minha também”. Suas palavras faziam meu coração aquecer, enchendo meu estômago de borboletas, me causando sorrisos soltos.

“Fique bem, tenho que ir”.

JIMIN

A viagem havia sido tranquila, e eu estava ansioso para retomar de onde eu havia parado desde aquele dia no aeroporto. O avião já havia pousado e nós estávamos desembarcando, estava com minha mochila nas costas e com meu celular em mãos, digitando uma mensagem para ____, avisando que eu estava em solo Coreano. Enquanto enviava a mensagem, ouvi Mya resmungar algo e bater em meu braço para chamar minha atenção, o que me fez olhá-la para entender o que se passava, já que estava completamente alheio a tudo a minha volta.

— Esses estrangeiros são bem esquisitos mesmo. – Mya falou com um ar de quem não estava entendendo nada.

— Por que você tá dizendo isso? Lembra que ____ é estrangeira. – Disse fazendo-a lembrar antes de dizer qualquer coisa negativa a minha garota.

— É dela mesmo que eu estou falando, será que ficamos tanto tempo fora assim para que ela esquecesse seu nome? – Disse com um olhar reprovador.

— Não entendi. – Franzi o cenho. — Por que você acha que ela esqueceria meu nome? Nos falamos antes de eu embarcar. – Disse já ficando meio irritado, achando ser implicância com ela.

— Olhe pra frente e me responda você mesmo.

Ela apontou para uma plaquinha com meu nome escrito, o que me fez dar o mais largo sorriso ao vê-la linda como sempre, e com seus cabelos longos que harmonizavam com seu rosto, e seu olhar que eu poderia jurar que eram unicamente para mim. Suas delicadas mãos seguravam aquela pequena placa com meu nome, o que me fez franzir o cenho de curiosidade e me apressar em sua direção, deixando Mya para trás.

Ao me aproximar, já a tendo bem perto, recebi seu mais belo sorriso, enquanto eu fazia cara de quem não estava entendendo nada, mas logo fui interrompido quando ela baixou seu rosto em direção a pequena placa, me fazendo repetir o mesmo gesto que ela, continuei sem entender nada quando a mesma girou a placa que tinha meu nome na frente.

“SIM”

Imediatamente meu coração bateu acelerado, será que ela estava me dando a resposta que iria por fim naquela tão longa jornada de esperas, desencontros, sonhos, desejos. Enquanto eu processava tudo em segundos olhando para aquele sim, ela me tirou do transe em que eu estava com sua voz doce e encantadora.

— Sim, eu quero ser sua garota, sim eu quero que você seja meu também, sim, sim, sim!

Suas palavras me fizeram a envolve-la em meus braços em um abraço apertado e apaixonado, enquanto a girava no ar, arrancando gargalhadas de felicidades de ambas as partes. Enquanto a girava, vendo seu cabelo voar, eu aspirava seu doce perfume que me trazia lembranças, e ao mesmo tempo uma alegria indescritível em saber que agora ela era minha, e que eu seria capaz de tudo por ela.

Eu a coloquei no chão lentamente, enquanto olhava fixamente para seus olhos e me aproximava de seus lábios, a tomando em um beijo doce, quente e apaixonado, enquanto nossas línguas se entrelaçavam harmoniosamente em uma sincronia perfeitamente criada para nós. Era incrível como tudo nela era apaixonante, eu me deleitava em seu beijo parecendo não existir nada nem ninguém ao nosso redor e tudo o que eu queria estava ali, entre meus braços, e meus lábios.

Nos separamos para recuperar o fôlego, mas eu não a queria afastar de mim, eu então segurei em seu rosto com minhas mãos, encostando nossos narizes, sussurrava as palavras para que só eu e ela ouvíssemos, porque aquele momento só pertencia a nós dois, e não o queríamos dividi-lo com ninguém.

— Era a minha surpresa? – Ri soprado. — Eu adorei, minha garota, minha borboleta. – Eu estava tão mais apaixonado por ela que parecia estar nas nuvens, mas que logo fui puxado para uma aterrisagem forçada ao sentir minha mala batendo em minha perna, e a voz conhecida de Mya.

— Já está ficando clichê essa pegação de vocês em aeroporto, isso é o que? Fetiche? – Me disse com o seu rosto perto do meu ouvido enquanto jogava a mala no chão e avisava que estava indo embora.

Sorri ao ouvir seu comentário, percebendo que havia uma certa razão em sua ironia, o que fez ____ ficar ruborizada pela ação de Mya. Peguei a mala, entrelacei minhas mãos com as de ____ e caminhamos para a saída do aeroporto, em direção ao estacionamento para pegar meu carro que eu havia deixado guardado.

Estava feliz e me sentindo realizado, não tinha palavras para definir o que eu estava vivendo agora. Entramos no carro e eu a olhava e tinha em meus lábios aquele sorriso bobo de satisfação.

— Você fica cada vez mais lindo toda vez que sorri. – Ela disse com um olhar que eu dessa vez podia dizer sem duvidar que era um olhar apaixonado.

— Você é a dona desse meu sorriso. – Eu disse, aproximando meu rosto do dela e roubando um pequeno selinho, mas antes de pensar em me afastar, tive suas mãos envolvendo meu pescoço e me puxando para um beijo mais intenso e demorado.

Eu estava me viciando nesse ato de poder beija-la sem barreira alguma e ____ também colaborava para tornar tudo mais fácil. Nos separamos para recuperar o ar, tendo nossas testas coladas, me deliciava com seu carinho em minha nuca que me causava arrepios pela pele por suas mãos macias, acompanhada por seu cheiro doce pelo qual me apaixonei.

Nos beijamos incontáveis vezes como quem estivesse descontando todo o tempo perdido, eu poderia ficar assim para sempre, mas eu tive uma ideia e queria realiza-la com ____, já que agora ela sendo minha garota eu poderia colocar em prática o que eu sonhava todas as vezes em estivemos juntos.

— Sou toda sua por hoje.

S/N

Fomos em todos os lugares em que já fomos quando éramos apenas amigos, ou nos iludíamos que éramos, pois na verdade tínhamos medo de admitir que estávamos apaixonados um pelo outro.

Em cada lugar, parávamos e nos beijávamos, o ouvindo dizer que era o que ele queria ter feito no dia mas não teve coragem. Tudo estava sendo perfeito, Jimin era carinhoso e cuidadoso, não soltava nossas mãos que estavam entrelaçadas.

Eu estava feliz, e acredite, muito apaixonada. Eu me sentia segura e não queria pensar em mais nada, nem no fato de como seria para seus pais ter uma estrangeira namorando seu filho, eu queria viver tudo que tivesse direito com Jimin, já que demorei tanto para tomar essa decisão.

Eu iria arriscar, pois parecia que nossas almas finalmente haviam se encontrado, e sem que eu pudesse explicar, de alguma forma, nós nos pertencíamos. Estávamos um pouco cansados de andar por todos os lugares que ele fez questão de ir, mas ainda faltava um lugar que eu gostaria que nós fossemos antes de terminar o dia.

— Ainda tem um lugar que eu gostaria que fôssemos. – Ele me olhou com certa curiosidade.

— Não me lembro de mais nenhum lugar que nós fomos juntos antes. – Me disse pensativo.

— Nós não, mas você com certeza sim. – Disse me lembrando de quando Mya disse que ele ia até lá para me observar de longe.

— Então, vamos. – Disse se levantando e estendendo a mão para mim para que pudéssemos ir. — Você me deixou curioso.

Nós retornamos ao carro, enquanto Jimin continuava a me olhar curioso para que eu dissesse aonde nós iríamos.

— A gente vai a um tal bosque... acho que você conhece. – Sorri. — Onde eu passava metade do tempo.

Ele arregalou seus olhos, acho que não contava que eu sabia que ele iria até lá, e vi suas bochechas ganharem um tom rosado, tornando a cena divertida.

Ao chegarmos, descemos do carro e eu segurei em suas pequenas e macias mãos, e tive meu gesto retribuído por ele, enquanto caminhávamos em direção a minha árvore que loucamente tinha sido minha confidente por tanto tempo, mas um pensamento repentino surgiu em minha mente: a lembrança daquela garrafa posta para mim a mais ou menos dois anos atrás por um desconhecido que até então eu não fazia ideia de quem fosse, mas que durante tempos eu quis descobrir, e confesso ter ido algumas vezes até aquele mesmo lugar em busca de uma pista que fosse do cavalheiro desconhecido.

Ao me aproximar da árvore de copa extensa e de flores rosas, que lindamente enfeitavam aquele pequeno paraíso para mim, apertei mais a pequena mão de Jimin.

— Jimin, essa foi minha companheira por muito tempo. Todas as vezes em que eu me sentia só, era para esse lugar que eu me refugiava, e me sentia um pouco mais perto de casa. Por isso eu queria que você viesse até aqui comigo como meu namorado, diferente de quando você ficava escondido me observando, sem que eu soubesse.

Eu o olhei, vendo-o me encarar e morder seu lábio inferior, balbuciando as seguintes palavras que me fizeram ficar sem ar e meu coração se acelerar como nunca.

— Eu já estive aqui há dois anos atrás.



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