História Butterfly ♡ VHOPE - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Namjin, Taeseok, Vhope
Visualizações 57
Palavras 2.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


demorou dois meses, mas eu tô viva!!!!11! perdoem a demora, eu tenho muita dificuldade pra me concentrar ):< (déficit de atenção o nome, crianças, cuidado)

Capítulo 17 - XVII - dezessete.


Os dois estavam voltando para casa. Taehyung estava mais tímido que o normal, Hoseok julgou ser por causa da confissão, então não se importou muito, apenas ficou em silêncio durante o trajeto.
Na cabeça do mais novo, tudo que passava era "por que eu fiz aquilo?". Não estava bêbado, estava bem mais que sóbrio, mas a alta taxa de glicose nos achocolatados devem ter deixado-o hiperativo, porém isso não é o tipo de coisa que Taehyung pensaria agora.
Continuara pensando naquilo, tanto que não percebeu quando haviam chegado na casa de Hoseok.

— Tae? — O mais velho chamou Taehyung, que continuou andando mesmo após ele ter parado. — Taehyung! Nós já chegamos! — Gritou ao garoto que já estava bem distanciado.

O castanho nada respondeu. Para dizer a verdade, ele nem notou que Hoseok o chamava. Jung foi correndo até o garoto, que se assustou ao sentir seu corpo ser tocado.

— Onde você está indo? — Perguntou ao mais novo, querendo rir.

— Para sua ca... Oh, já chegamos. — Disse surpreso, coçando a nuca.

— O que você tem, Tae?

— Apenas estou pensando. — Sorriu fraco, suas bochechas rosadas faziam a cena ficar mais melancólica.

— Vamos, entre. — Puxou Taehyung pelo braço até dentro de sua casa. — Omma, estou de volta e trouxe o Tae!

— Aish, garoto, por que não me avisou que ele viria? Nem deu tempo de fazer alguma coisa para vocês comerem! — A mais velha ali reclamava com um tom de humor em suas palavras.

— Não era algo combinado, desculpa, omma! — Hoseok se desculpa, tirando seus sapatos e entrando completamente. Taehyung faz o mesmo.

— Então, garotos, o que os trazem aqui?

— Taehyung estava muito quieto, pensei que poderia ajudá-lo, você é boa nisso, omma. — Hoseok diz à sua mãe, ela ri e se senta.

— Vá fazer alguma coisa enquanto eu converso com ele. — a mais velha disse ao seu filho, que concordou e foi para seu quarto. — O que aconteceu pra você estar com essa carinha de perdido, hen?

— Eu fiz coisas que não devia... — dizia colocando a mão no peito, sentindo-se completamente estúpido.

— O que você fez, filho? — a mulher pergunta receosa, temendo o que ele tinha feito.

— Isso é extremamente constrangedor — sorriu envergonhado, logo voltando a falar pois tinha plena confiança na mãe de Hoseok. — eu fiz coisas com seu filho quando estava meio... fora de mim, digamos assim. Agora não sei mais como me portar na frente dele ou mesmo na sua. — suspirou alto, recebendo a atenção de Hoseok que apenas inclinou as costas para observar da cozinha.

— Se você passou vergonha, olha, não fique assim, porque Hoseok nasceu para envergonhar os outros. Uma vez ele ligou para o 119 e quando perguntaram qual era a emergência, ele disse que as views do Monsta X eram poucas demais pra tanto talento. — riu ao recordar, lembrou-se também que a atendente concordou com ele e os dois sofreram juntos.

— E quando a coisa é relacionada a sexo? — se aproximou dizendo baixinho.

— Ah, ai não tem problema, Hoseok não liga para essas coisas, ele provavelmente só vai lembrar como algo engraçado que aconteceu, isso se não esquecer. — torceu os lábios. — Mas, me fala, vocês fizeram?

— Fizemos o quê? — perguntou um pouco confuso, talvez um pouco chocado.

— Ah, Tae, não se faça de bobo, você sabe muito bem do que estou falando! — soltou um sorriso confortante, dando leves tapas nas costas de Taehyung.

— Eu não sei como dizer isso! — choramingou deixando uma expressão chorosa dominar seu rosto.

— Vai, apenas diga, você sabe que eu sou como se fosse qualquer amigo seu! — insistiu, o que fez Taehyung decidir liberar a realidade.

— Eu... — olhou em volta, verificando se Hoseok estava olhando. Ao ter certeza que não, prosseguiu. — Hmm... não sei explicar ao certo. — torceu os lábios e olhou para cima, como se lá houvesse alguma solução, mas nada encontrou.

Pensou por mais algum tempo, tanto tempo que Hoseok já estava sentado ao seu lado oferecendo-o uma xícara de café.

— Ok, eu desisto, quem sabe outro dia, cérebro. — falou para si mesmo, ignorando aquilo e pegando o café oferecido.

— Sobre o que estavam conversando? — bebericou sua bebida, cruzando as pernas, aparentava estar numa conversa formal, mas não se passava de uma conversa que poderia ser considerada até informal demais.

— Sobre as vergonhas que já passamos na vida. — a mãe de Hoseok disse — Então, Tae, vai contar ou não?

— Contar o quê? — perguntou com um óbvio tom de curiosidade, tanto que sua mãe olhou-o esperando que pudesse responder.

— Eu não tenho mais nada para dizer! — Taehyung levantou as duas mãos como se expressasse um "estou limpo!".

— Então me conte você, filho. O que você e Taehyung fizeram?

— Sobre...? — perguntou notando o espaço vago na pergunta.

— Vocês dois estão ficando lesados? — riu tampando o rosto, entendendo que os dois estavam ali apenas fingindo o desentendimento. — Eu sei muito bem que você estava ouvindo, filho, não tente me enganar.

— Eu não sei de nada, já disse. — o mais novo falou sem tirar os olhos da sua xícara.

— Contem logo antes que eu chame Seokjin.

— Não precisa pegar tão pesado assim também, fica fria, podemos resolver tudo na calma e paciência. — Jung balançou as mãos freneticamente em frente ao peito como se estivesse negando, e, de fato, estava.

— Já pode manifestar sua opinião sobre esse assunto então, pois ele está deixando meu bebê perplexo! — abraçou a cabeça de Taehyung, alisando seus cabelos com os dedos levemente, como se estivesse protegendo-o.

— Isso é complicado de se dizer, tsc tsc. — falou calmamente, sentindo o pomo-de-adão ficar trêmulo. — Bom, assim fica mais fácil de entender. — pegou o celular, revelando a conversa que teve com Taehyung mais cedo.

— Vocês estão fazendo tempestade num copo de água por causa disso? — EunHa, mãe de Hoseok, encontrou-se sem expressão ou qualquer reação visível. O máximo que podia ser visto era desapontamento. — Não acredito que insisti tanto pra isso! — pegou uma almofada, colocando em seu rosto e soltando burburinhos de frustração. — Vocês me deixaram extremamente esperançosa e depois pisaram na minha esperança. Hoseok, seu apelido é uma mentira, de esperança você não tem nada!

— Uh — pigarreou —, o que você estava esperando? — Hoseok perguntou realmente sem a menor ideia do que viria a seguir.

— Um nude, uma transa, sei lá, qualquer coisa! — EunHa disse, com uma cara um tanto quanto sugestiva.

— Quem não quer é ele, reclame com ele e somente ele. — Taehyung apontou para Hoseok, que fingiu-se indignado e surpreso.

— Mas que calúnia! Ousaste me blasfemar na frente de minha própria mãe, Kim Taehyung?

— Tu não sabes do que sou capaz, Jung Hoseok! Prepare-se para provar um pouco do meu veneno letal! — semicerrou os olhos, se levantando e aproximando do quase namorado.

— Tens certeza? Irá encarar o desafio? Ainda lhe resta coragem? — provocou o garoto, ignorando totalmente a existência de sua mãe e partindo para cima dele.

EunHa apenas observava maravilhada a interação dos dois, quem visse diria que a mulher é uma fangirl contendo seus gritos — não que fosse mentira.

Ela era diferente das outras mães. Gostava de ver seu filho feliz independente do que estivesse fazendo. Ela apenas não toleraria que ele estivesse fazendo mal para alguém, mas conhecia bem seu filho e sabia que Hoseok nunca seria capaz de fazer algo do tipo.

Perdidos em seus pensamentos, os dois garotos que pareciam duas crianças hiperativas já estavam ficando cansandos, mas estavam descartando a possibilidade de acabar com aquilo tão cedo. Riam feito gaiatos que realmente souberam aproveitar a infância, como aquelas crianças do interior que julgam ser desprovidas do que é necessário, mas foram as únicas que aprenderam a usufruir da época de criancices. Era assim que eles estavam; felizes.

O clima foi levemente interrompido quando a campainha tocou. A mãe de Hoseok abriu a porta e deu de cara com Seokjin zangado, ela realmente não achava que ele viria mesmo.

O garoto adentrou a casa nervosamente e todos ali estavam confusos, encarando Jin.

— Vocês dois — apontou para Hoseok e Taehyung —, venham comigo! - pegou nas orelhas dos dois garotos e os arrastou até um espaço mais reservado.

— Ai! Ai! — gemeu de dor — O que nós fizemos? — o Kim mais novo perguntou após ter sua orelha solta, massageando-a levemente — ele te machucou? — perguntou à Hoseok, que apenas negou com um sorriso discreto contornando os lábios.

— Você ainda tem a audácia de perguntar? — disse levantando os braços. Taehyung riu achando o gesto parecido com uma pomba irritada. — Pare de rir, seu infeliz!

— Desculpa, hyung, mas não da! — começou a rir incessantemente ao percebe as roupas que Seokjin usava. Um terno, pantufas e uma boina estranha.

— Do que você está rindo, idiota? — O Kim mais velho perguntou, apoiando as mãos na cintura e ficando com uma expressão irritada, porém fofa, em seu rosto.

— Você se olhou no espelho antes de sair? — o mais novo perguntou, colocando a mão na boca e segurando o riso. Era possível ver lagrimas se formando próximo a terceira pálpebra.

— Oh — exclamou, parando para observar seu próprio corpo. —, eu realmente não tinha notado. — ignorou aquilo, voltando para seu objetivo principal novamente. — Não tente mudar de assunto, pivete. Eu só quero saber o que é isso! — sacou o celular, mostrando um vídeo daquela noite aos dois.

— De onde saiu isso? — Taehyung gritou num sussurro, pegando o celular das mãos de Seokjin e checando o material. Suas bochechas estavam completamente ruborizadas.

— Estava no meu celular apenas.

— Como isso foi parar ai? — Hoseok finalmente falou, com o mínimo de interesse em sua voz.

— Eu também queria saber! — pegou o celular de volta. — Acho que tenho uma ideia... — colocou a mão na testa e abaixou a cabeça, balancando-a de um lado para o outro negativamente. — Taehyung, você é uma verdadeira anta quando quer.

— O que eu fiz agora? — se esgoelou sem entender o que havia de tão errado ali.

— Foi você... - bufou, recomeçando o vídeo e mostrando à Taehyung.

— Por que eu estava com seu celular? — questionou confuso, a pergunta era mais para si mesmo do que para Seokjin.

— Certeza que ele queria recordar a primeira quase transa com você. — EunHa sussurrou na orelha do filho, mas como estava um completo silêncio ali, todos puderam escutar.

As bochechas de Hoseok ficaram vermelhas pela primeira vez desde que Taehyung começou a notar em seu Hyung.

— Me empresta seu celular rapidinho? — Taehyung pediu a Seokjin, aproveitando que Hoseok não prestava atenção já que sua mãe estava gritando com ele.

— Sinceramente, Tae... — revirou os olhos, entregando o celular.

Tirou uma foto... Duas... Três fotos. Mandou-as para seu celular e devolveu o aparelho à Seokjin.

— Você está apaixonado ao ponto de tirar fotos dele enquanto ele não está olhando? — Perguntou ao garoto, que soltou um breve suspiro enquanto matinha um sorriso ladino no rosto.

— É, talvez eu esteja...

Após a discussão de Hoseok e sua mãe acabar, todos se sentarem na mesa da sala de estar e comeram o frango frito que a senhora Jung havia encomendado. De repente, Taehyung se deu conta que Jin havia simplesmente aparecido ali, sem nenhum motivo aparente.

— Jin Hyung, por que você veio para cá? — O mais novo perguntou, despertando a curiosidade dos outros. Agora Jimin, Jeongguk, Namjoon, Yoongi e Jiyong também estavam lá.

— Por causa do vídeo, ué.

— Certeza? — Desconfiou. — Você poderia simplesmente ter me esperado em casa, não é?

— Cale a boca e come o frango, Taehyung. — Pegou uma das coxas de frango frito e enfiou na boca de Taehyung, querendo cala-lo.

— Que indelicadeza. — Resmungou, tirando a fritura de sua boca e comendo corretamente.

— Não vou te tratar que nem princesa, até porque você parece mais o pai malvado dela. — Zombou, fazendo Taehyung ficar ofendido.

— Te trato com amor e carinho durante anos e você me despreza assim! — Colocou a mão sobre o peito, como se estivesse demonstrando dor lá, mas todos já estavam acostumados com as comédias dramáticas que Taehyung tramava.

— Fui eu que te criei, não o contrário. — Pegou algumas batatas fritas que tinham ali e jogou-as em Tae.

— Eu estou com cara de prato pra você jogar toda a comida em mim? — Disse inconformado com as coisas que Seokjin estava fazendo. Não estava bravo, estava apenas sem entender o sentido daquilo tudo.

— Xii! — exclamou. — Pare de falar e coma logo, vai esfriar e eu vou jogar em você de novo! — O Kim mais novo concordou e voltou a comer, mas não sem antes jogar uma batatinha na cabeça de Jin e rir baixinho e começar uma terceira guerra dizendo que foi Hoseok.


Notas Finais


novamente, perdão pela demora :(( comentem, favoritem. Não sei, qualquer incentivo é o suficiente! //a vida sem apoio é triste//


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