História By Chance - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Megan Fox
Personagens Justin Bieber, Megan Fox
Exibições 260
Palavras 2.451
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A fanfic é minha, mas a ideia não. Ela foi escrita com a ideia da fanfic que a Reehtakis ia escrever. Ela me deu a história e escrevi tudo.
NOTA NOVA:
Estava lendo a fic, e do nada me deu a louca, eu não estava gostando do rumo que ela tinha tomado (Apesar de ter escrito ela toda), então, resolvi reescreve-la. E diferente da outra, essa não vai ter apenas 10 caps, talvez tenha muito mais, sem promessas. Vamos direto para a fic.
Algumas coisas que vocês precisam saber:

* É a minha primeira fanfic postada SOZINHA.
* Os personagens ME PERTENCEM, são somente interpretados por famosos, ou seja, as características FÍSICAS não me pertencem.
* É uma história reescrita.
* É uma história com muitas partes eróticas, então, se não gostar não leia.

Vou deixar o trailer nas notas finais de cada capitulo.

Capítulo 3 - A proposta


Fanfic / Fanfiction By Chance - Capítulo 3 - A proposta

Justin Bieber

Enrolei a toalha na cintura e sai do banheiro com outra secando o cabelo. Olhei para a cama e vi a morena ainda dormindo de bruços, somente sua bunda estava coberta pelo fino lençol de seda, deixando suas costas nuas . Lembrei mais uma vez da noite de ontem. Porra. Sem palavras. 

Fui até o closet e comecei a me vestir. Primeiro a box preta, em seguida a calça social, a camisa branca de botões e a gravata.

Coloquei a última peça no pescoço e tornei a abotoar os botões, fui saindo do closet e vi Megan sentada na cama, com seus cabelos negros cobrindo os seios. Ela me olhou e sorriu levemente.

— Bom dia. —Falou e eu sorri.

— Bom dia, Megan.

Ela veio até mim e colocou as mãos nas minhas, tomando meu lugar e abotoando os botões da minha camisa. A deixei fazer enquanto fitava, descaradamente, seus seios. Ela arrumou minha gravata e a apertou, em seguida abaixando a gola da camisa.

— Você fica sexy assim, todo homem de negócios. —Ela falou e eu ri.

— Você fica sexy assim, toda nua para mim. —Repeti sua frase e agarrei sua bunda com força.

— Eu preciso ir agora, tenho trabalho. 

Ela saiu dos meus braços e começou a catar suas roupas. Ela vestiu peça por peça até pegar o pedaço de pano branco que eu tinha rasgado na noite passada.

— Você rasgou mina blusa —Ela contestou o fato e eu ergui uma das sobrancelhas.

— Jura? Nem notei. —Revirei os olhos— Espera um segundo.

Voltei até o closet e tirei uma das minhas camisetas do cabide. Retornei ao quarto e a entreguei. Ela me olhou confusa e suspirou, vestindo a camisa. Que ficou gigante, indo até metade da suas coxas, sorrindo totalmente o short que usava. Megan fez uma espécie de coque no cabelo, deixando bem a mostra o chupão no seu pescoço.

Respirei fundo e peguei minha carteira, tirei três notas de cem e a entreguei. Ela me olhou confusa e riu irônica, jogando o dinheiro na minha cara.

— Te falei que não sou prostituta, imbecil, você não é diferente dos homens da sua lábia, acham que só porque tem dinheiro que podem sair humilhando os outros. Você é um idiota, filhinho de papai.

Ela saiu bufando do meu quarto e eu ri. Nunca tinha escutado isso de nenhuma garota. Fui até a sala e encontrei Zara parada assustada.

— Tinha uma garota aqui dentro. —Ela afirmou e eu assenti.

— Eu sei, Zara, eu a trouxe.

— Trouxe uma garota para casa? Você nunca trouxe uma garota pra casa. É sua namorada? Sua mãe vai ficar feliz em saber, mas parece que ela estava meio brava.

— Sim, Zara, ela estava muito brava. O que fez para o comer? —Desviei do assunto e ela deu os ombros.

— Seu café forte e panquecas.

— Um pena, ficarei só com café, estou atrasado. Tenho uma reunião em vinte minutos.

{...}

— Justin Bieber, quando pretendia me contar? E por que fez aquela cena toda no tribunal ontem?—Patrícia entrou na minha sala sem ser anunciada e eu olhei com raiva para Marlee, por não ter a impedido.

— Desculpe, Senhor Bieber, mas ela foi entrando, não deu nem tempo anunciar.

— Tudo bem, pode sair, Marlee —Falei e a garota saiu, voltei a olhar para a baixinha dos olhos azuis e ela me encarava esperando uma resposta— O que eu não pretendia te contar?

— Que está namorando, e ainda fez aquela cena toda no tribunal. Se você tá namorando, pede a garota em casamento e acabou o assunto.

— Quem te contou que eu estou namorando? —Perguntei controlando minha raiva.

— Zara, mas isso não vem ao caso, por que você a escondeu de nós? Hum?

— Mãe, me escuta direitinho. —Me aproximei e seguei nos ombro da mulher— Eu não estou namorando.

— Vocês terminaram? Zara disse que ela saiu com muita raiva de lá. Droga, Justin, essa menina podia ser a solução para os nossos problemas. Se você não a amasse podia ser só por um tempo, depois de dois meses de casado a herança é liberada, depois disso vocês se separavam.

Mãe, a senhora é um gênio, pensei. Se eu arrumasse uma garota pra se passar por minha namorada e depois casar, por alguns meses, ia ser moleza. Eu ficaria com a empresa e solteiro, depois do divórcio.

— Não sei, mãe, eu gosto dela, mas não sei se é para casar —Falei fingindo e ela suspirou— Também não quero brincar com ela desde jeito, vou pensar no que vou fazer, ainda tenho três meses.

Advogado, gostoso, rico e ainda ator nas horas vagas, esse era Justin Drew Bieber. Conversei mais um tempo com Patrícia e depois ela foi embora. Arrumei os papéis em minha mesa e peguei minha maleta.

— Marlee, remarque meus compromissos, preciso resolver umas coisas. —Falei e ela assentiu prontamente.— Terminarei isso em casa.

— Sim, senhor Bieber, não pretende voltar mais hoje?

— Não. 

Entrei no elevador e procurei a chave do carro. Iria direto para a boate onde tinha acontecido a festa ontem. Ela tinha que tá la. Precisava de sorte, muita sorte, estava prestes a lidar com uma mulher com o orgulho ferido e não havia nada pior do que isso.

Dei partida no carro e cheguei no lugar em poucos minutos. Abri a porta e vi muitos funcionários limpando a bagunça que tínhamos deixado na noite passada. Perguntei a um deles onde ficava a mulher que organizava as dançarinas. Subi ate o escritório e bati duas vezes antes de entrar.

Tive a visão da mulher de ontem, a que me falou onde estava Megan. Ela me olhou maliciosa e mordeu os lábios.

— A que devo a honra?

— Preciso encontrar uma das suas garotas —Fui direto ao ponto e ela encostou as costas na cadeira.

— Megan, suponho —Ela falou e eu assenti— Não é seu dia de sorte, ela acabou de sair daqui, nem disse para onde ia. 

— É de fundamental importância que eu a encontre ainda pela manhã.

— Eu poderia fazer um esforço, mas, sabe, preciso de um incentivo.

Abri minha carteira e tirei algumas notas e joguei em sua mesa. Ela pegou rapidamente e as contou, liberando um sorriso logo em seguida. A mulher pegou o celular, discou um numero e o colocou no ouvido.

— A Megan tá ai? —Houve uma pausa e a mulher assentiu— Não, tudo bem, não deixa ela sair daqui.

Ela finalizou a ligação e voltou a contar o dinheiro. Fiz um barulho com a garganta, ela me olhou e fez um sinal com as mãos, indicando dinheiro. Vadia. Retirei mais umas notas e joguei na sua mesa. Ela juntou com as outras e tornou a me olhar.

— Megan faz um bico como garçonete de um restaurante, aqui por perto. Se chama Think's. —Ela falou e eu ia sair, mas sua voz soou mais uma vez— Ela precisa de dinheiro, se oferecer uma quantia alta, pode ter certeza que ela se rende facilmente.

Sai do lugar e entrei direto no carro. Sabia onde era esse restaurante, vulgo, lanchonete. Estacionei em frente e procurei Megan, ela servia uma das mesas com um sorriso no rosto. Sua roupa era totalmente diferente das que usou ontem. Um vestido amarelo de botões, que ia ate o joelho, e um avental curto. Seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo e ela não tinha nenhuma maquiagem, revelando a beleza natural.

Sentei em uma das mesas e escondi meu rosto com o cardápio. Ouvi passos ate mim e prendi uma risada.

— Bom dia, posso anotar seu pedido? —Ela perguntou e eu abaixei o cardápio.

— Quero uma dançarina de pole dance. —Falei e ela bufou.

— O que faz aqui? —Ela perguntou sem paciência. 

— Preciso conversar com você.

— Estou em horário de trabalho, sinto muito, a não ser que queria fazer um pedido, me dê licença. 

Ela ia saindo e eu segurei seu braço. Ela bufou e sentou a minha frente, olhando para os lados, provavelmente vendo se o patrão não a observava.

— Preciso dos seus serviços —Falei e ela revirou os olhos.

— Quantas vezes vou ter que falar que não sou prostituta? 

— Megan, você precisa de dinheiro e eu tenho dinheiro, não estou dizendo que quero seus serviços para sexo. Isso será apenas a consequência. 

— Fala logo o que você quer.

— Preciso se uma esposa, por seis meses, eu posso pagar o quanto você quiser. Me falaram que precisa de dinheiro, me diz seu preço e temos um trato. —Ela olhou para os dedos e ficou pensativa por alguns segundos.

— Megan, volte ao trabalho. —A voz de um velhote soou por toda a lanchonete e ela se levantou assutada. 

— Esse é meu numero, me ligue se tiver disposta a a aceitar. Caso não queira liga, sabe onde eu moro. 

Me levantei e sai da lanchonete. Dei uma olhada para trás e Megan continuava parada no mesmo cando olhando para o cartão que eu lhe dei. Logo o velhote que gritou se aproximou dela, acordando-a do transe. 

Entrei no carro e fui direto para meu apartamento. Assim que abri a porta encontrei Zara passando o aspirador na sala.

— Sai do meio, menino —Ela brigou e eu fui direto para meu escritório.

Joguei minha maleta na mesa e me larguei no sofá. Coloquei a mão na cara e fechei os olhos. Como eu estava cansado, física e psicologicamente. Megan tinha me deixado a noite quase toda acordado e ainda tinha o problema do testamento, eu não saberia se daria certo esse plano todo. E eu odiava disso. Não saber das coisas, deixa-las fugir do controle, do meu controle.

{...}

Acordei assutado com a campainha tocando diversas vezes. Porcaria. Me levantei, vulgo, me arrastei ate a porta e a abri, tomando um certo susto com a figura que estava ali na minha frente. Ela estava com outra roupa, uma calça bem apertada e uma blusa que deixava seu umbigo de fora. Seus cabelos continuavam amarrados em um rabo de cavalo alto. Analisei seu rosto e vi que ela tinha chorado, pude ver também que um lado do seu rosto estava bem vermelho, como se tivesse levado um tapa.

— Sua proposta ainda tá de pé? —Ela falou com a voz embargada de choro e eu assenti confuso.

— Entra —Abri mais a porta e ela entrou, sentou-se acanhada no sofá e me encarou, sentei na poltrona e a encarei— O que aconteceu com você?

— Preciso da grana, é só o que precisa saber —Ela falou e eu neguei.

— Se eu vou te dar dinheiro, uma quantia bem grande, preciso saber em que vai usa-lo.

— Tenho uma dívida.

— Com drogas? —Perguntei e ela me olhou assustada.

— Claro que não! —Respondeu no mesmo minuto, soltou um logo suspiro e olhou para o chão— Minha mãe morreu tem uns três meses, ela estava muito doente e eu não tinha dinheiro pra comprar os medicamentos, fora que não podia trabalhar durante o dia, eu precisava cuidar dela. Durante a noite eu fazia bico naquela lanchonete que você foi hoje, mas o dinheiro não dava. Então eu conheci uma mulher chamada Isobel, ela me ofereceu um empréstimo, disse que eu poderia pagar quando desse. Minha mãe morreu um ano depois. E há três meses ela entrou em contato comigo e disse que eu precisava paga-la. Como eu não tinha o dinheiro, ofereci meus serviços como dançarina, o que eu deveria ganhar ficava com ela e o que eu ganhava na lanchonete era pra sobreviver. Ainda devo muita grana pra ela, mas desse jeito eu não consigo mais, não consigo me submeter a algo sem escrúpulos.

— E o seu pai? —Perguntei e ela negou.

— Abandonou minha mãe quando estava grávida. Na época ele era casado, minha mãe era um antigo amor, eles dormiam juntos, quando ela descobriu que estava grávida ele a deixou. Era eu, ela e minha prima. Dai ela morreu e passou a ser só eu e minha prima.

— E o seu rosto? Te bateram?

— Um pau mandado da Isobel, ela veio cobrar o dinheiro e mandou ele pra dar o recado. Só tenho uma semana pra juntar tudo ou ela me mata.

— Ela está blefando —Falei e Megan negou.

— Ela não blefa. Tinha uma garota que dançava na mesma boate que eu, basicamente pelos mesmos motivos. Ajudar um parente doente. O nome que ela nos deu era Molly, ela devia dez mil para Isobel, quando chegou ao prazo, ela não tinha todo o dinheiro. Estávamos indo embora, eu, ela e mais uma garota, então um homem veio e começou a puxar ela pelos cabelos, eu corri até um beco e me escondi entre as latas de lixo, mas ele foi até lá com ela. Só lembro de ter visto ela no chão e um tiro. Eu liguei para a emergência e quando eles chegaram eu saí correndo. Minha outra amiga ficou lá, dando informações, eu não podia ficar lá, minha prima... Eu não podia deixar ela sozinha. No outro dia, Isobel estava sorridente e disse que tinha pena de quem não pagava ela. Foi quando eu soube.

A medida do que ela falava, fazia pequenas pausas para recuperar o folego e soluçar.  Quando terminou, me olhou e eu vi seus olhos cheios de lágrimas e com o nariz vermelho. Confesso que a história mexeu comigo um pouco, mas nunca fui demonstrar sentimentos.

— Você precisa de dinheiro e eu tenho dinheiro. —Repeti a frase que tinha lhe dito pela manhã e ela assentiu— Tem um testamento... —Falei e ela me olhou confusa— Vou te explicar a minha história pra que possa entender o motivo de precisar da sua ajuda. —Expliquei— Meu avô morreu semana  passada, a leitura do testamento foi ontem. eu estava certo que ele ia deixar a empresa toda para mim, já que ele me falou isso antes de morrer. E eu estava certo, mas tinha uma grande condição nisso. Pra que eu pudesse tocar na minha parta da herança, ele praticamente exigiu que eu me casasse. Tenho três meses pra me casar, caso o contrário vão vender a minha parte da herança.

— E por que você acha que eu sou a pessoa certa pra isso?

— Não acho. —Fui sincero e ela riu fraco— Minha empregada te viu saindo daqui hoje de manhã e contou para minha mãe, se eu chegasse com outra garota notariam facilmente que era uma farsa. Fui ate a boate de ontem e encontrei uma mulher, uma ruiva, acho que ela manda naquilo tudo...

— Isobel —Ela me interrompeu.

— Não me interrompa. —Mandei e ela assentiu— Continuando, essa mulher, Isobel, me disse onde você trabalhava e que precisa de dinheiro. Como um mais um é dois, eu sabia que daria certo.

— E o que eu preciso fazer?

— Primeiramente precisa de roupas, não vou te apresentar aos meus pais desse jeito. 


Notas Finais


Adiantei esse capitulo, pois descobri hoje de manhã que vou viajar. Não sei como vai ser lá, se tem internet, então, aqui está. Caso tenha internet tem um capitulo novo na quarta feira, caso não tenha, só ano que vem.
De qualquer forma, feliz natal e feliz ano novo.

Espero que gostem da fanfic, vejam o trailer:
https://www.youtube.com/watch?v=OM_2NWbEb_k&t=21s

Confiram também:
https://spiritfanfics.com/historia/my-dear-em-hiatus-3678118


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