História By Chance - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Megan Fox
Personagens Justin Bieber, Megan Fox
Exibições 138
Palavras 3.854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A fanfic é minha, mas a ideia não. Ela foi escrita com a ideia da fanfic que a Reehtakis ia escrever. Ela me deu a história e escrevi tudo.
NOTA NOVA:
Estava lendo a fic, e do nada me deu a louca, eu não estava gostando do rumo que ela tinha tomado (Apesar de ter escrito ela toda), então, resolvi reescreve-la. E diferente da outra, essa não vai ter apenas 10 caps, talvez tenha muito mais, sem promessas. Vamos direto para a fic.
Algumas coisas que vocês precisam saber:

* É a minha primeira fanfic postada SOZINHA.
* Os personagens ME PERTENCEM, são somente interpretados por famosos, ou seja, as características FÍSICAS não me pertencem.
* É uma história reescrita.
* É uma história com muitas partes eróticas, então, se não gostar não leia.

Vou deixar o trailer nas notas finais de cada capitulo.

Capítulo 4 - Não se apaixone por mim.


Fanfic / Fanfiction By Chance - Capítulo 4 - Não se apaixone por mim.

Justin Bieber

Megan olhava para a loja admirada. Duvido que tenha entrado em uma como essa. Em um minuto ela soltou minha mãe e foi ate uma arara de roupas. Notei o olhar de algumas vendedoras, uma se aproximou e eu fiquei só ouvindo o que ela iria dizer.

— Posso ajudar?

— Tem esse vestido no tamanho trinta e seis? —Megan perguntou simpática e a mulher ergueu uma das sobrancelhas.

— Esse vestido custa mais do que o seu salário minimo, tem dinheiro para paga-lo?

Megan a olhou surpresa e eu entrei no meio das duas colocando meu cartão próximo ao seu rosto. A vendedora me olhou assustada e eu travei o maxilar.

— Acha que esse cartão ilimitado paga o vestido que ela quer? Se não pagar o meu salário semanal, quatro vezes maior do que a metade do seu, paga. —Falei arrogante e ela assentiu, olhei para Megan que prendia o riso e sorri fraco.

Me sentei em um dos sofás e Megan continuou olhando as roupas. Ate que ela tinha bom gostos, talvez fosse só a falta do dinheiro, que a impedisse de ter roupas melhores. 

— Terminou? —Perguntei quando ela veio para o meu lado.

— Sim, podemos ir, só queria passar em uma outra loja, preciso de roupas intimas —Ela falou a ultima parte baixo e eu ri.

Paguei as roupas e a mulher me deu cerca de quinze sacolas. Merda. Nem Jazzy me obrigava a carregar as sacolas dela. Entramos em uma dessas lojas de lingerie, uma bem famosa, toda rosa. Perdi Megan no mesmo instante que ela entrou. Me sentei em um dos puffs rosa e botei que era o único homem ali.

Umas mulheres me olhavam e eu apenas ignorava. Estava mexendo no celular quando uma loira parou a minha frente. A analisei de cima a baixo. Ela era bem bonita e tinha um corpinho legal.

— Meu nome é Sasha —Ela falou e eu assenti. 

— Justin. 

— Eu sei, já te vi nos jornais e meu pai trabalha com você, o nome dele é Carlos New —Ela falou e eu arrumei minhas costas. 

— Conheço é um dos acionistas da empresa.

— Me falaram muito sobre você, mas não me falaram que mais lindo pessoalmente do que por foto.

— Menina, tenho vinte e sete anos, se você tiver dezessete é muito. 

— Aposto que você gostaria de me ter...

Ela tá flertando comigo. Soltei um riso nasalar, me levantei e fiquei próximo ao seu corpo, pude ver ela tremer um pouco. Garotinha, pensei. Quando ia falar algo ouvi a voz de Megan.

— Atrapalho? —Megan falou e eu prendi o riso. Caminhei até seu lado e passei a mão pela sua cintura. 

— Maggie, essa é Sasha, filha de um do dos acionistas da empresa. Sasha essa é minha noiva, Megan.

Sasha arregalou os olhos e saiu rapidamente. Megan começou a rir e eu a acompanhei.

— Viu a cara dela? —Ela perguntou rindo e eu assenti. 

— Mais alguns segundos e ela tiraria a roupa na minha frente. 

— Eu vi, fico impressionada com essas meninas mais novas, não podem ver um cara mais velho e os hormônios já dão sinal de vida.

Peguei as sacolas e fomos em direção ao estacionamento. Megan tinha se calado e eu agradeci mentalmente por isso. Uma das coisas que eu mais odiava em mulheres é que ela não param de falar um segundo. Graças a Deus Megan parecia ser diferente. Não só nesse aspecto, mas também nesse.

— Acha que está preparada para um jantar formal hoje? —Perguntei assim que parei no sinal vermelho. 

— Manda dois —Ela falou e eu ri. 

— Preciso saber de umas coisas sobre você, minha mãe é do tipo que faz muitas perguntas. 

— Pode mandar, mas a que você fizer tem que responder também. —Assenti voltando a dar partida no carro.

— Aniversário?

— 14 de fevereiro.

— 1 de março, quantos anos?

— Vinte e dois

— Vinte e sete, nome completo?

— Megan Pavanelli.

— Justin Drew Bieber...

— Gosto de Drew —Ela falou antes que eu fizesse mais perguntas— Posso te chamar de Drew? 

— Pode, e mais uma coisa, que você deve fazer, Megan, eu odeio que me interrompam. E pelo visto você gosta muito de fazer isso, por favor, não faça. 

— Desculpe —Ela murmurou e eu assenti— Próxima pergunta?

— Não sei mais. 

— Posso fazer uma? —Ela perguntou e eu assenti.

— Como nos conhecemos? Digo, como falaremos que nos conhecemos? 

— Não me toquei nisso, certamente é uma das perguntas que minha mãe vai fazer. Vou pensar em algo.

{...}

—... Nos beijamos e duas semanas depois você me pediu em namoro, entendi, você já falou isso três vezes. 

— Tem que ficar perfeito, ninguém pode desconfiar de nada.

Desci do carro e corri para o outro lado. Segurei na mão de Megan assim que avistei minha mãe abrindo a porta da mansão. Ela estava bem vestida, como sempre. Sorriu animada assim que nos viu.

— Filho, que bom que já chegaram, faltava só você. Jazzy e Theo já chegaram, o Jaxon e a Grace também. —Ela me abraçou rápido e olhou para Megan. 

— Mãe essa é a Megan, amor, essa é minha mãe Patricia. 

— É um prazer finalmente conhecer a senhora, Justin me falou tanto sobre vocês. —Megan falou e eu apertei sua mão. 

— Senhora está no céu, minha querida. É verdade que ele te falou sobre a gente? Justin é tão fechado, acredita que a vida toda ele só me a apresentou você e outra namorada? E é porquê ele tem essa fama toda...

— Patricia, por favor...

— Desculpe, Megan, devo tê-la deixado sem jeito. Vamos para o jardim. Nosso jantar será lá. Depois o Justin te leva pra conhecer a casa.

Peguei novamente na mão de Megan e fomos até o jardim. Ela olhava para tudo boquiaberta.

— Hoje dispensei a empregada, então me desculpe se eu tiver que me ausentar um pouco. —Patricia falou para Megan que assentiu.

— Se precisar de ajuda... 

— Oh, sim, precisarei, Leila deixou tudo pronto e eu só tenho que colocar no forno, mas não faço ideia de que horas preciso tirar.

Chegamos atrás da casa e logo vi meu pai conversando com Jaxon e Theo, me aproximei com Megan e logo notei seu sorriso malicioso,Jaxon fez logo uma cara de confusão e Theo foi o primeiro a me cumprimentar.

— Como vai, JB? —Ele falou e eu sorri.

— Bem cansado e você? Como foi a viagem pela Europa? —Respondi.

— Bem, Jazzy fez milhares de compras. 

— Era de se imaginar. Jeremy, Jaxon... —Cumprimentei os dois e Megan apertou minha mão— Quero que conheçam minha namorada Megan, amor, esses são Jaxon, meu irmão, Theo o namorado da Jazzy e meu pai Jeremy. 

— É um prazer finalmente te conhecer. —Meu pai beijou a mão dela, sem tirar o sorriso malicioso do rosto, e eu revirei os olhos. 

— Amor, acredita que o Justin falou da gente para ela? —Patricia disse animada e eu travei o maxilar.

— Coisas boas, eu espero.

— Oh, sim, claro. —Megan disse sem jeito.

— Megan, vamos comigo até a cozinha? Jazzy e Grace estão lá, e é capaz das duas colocarem fogo na cozinha.

Megan assentiu e saiu com minha mãe. Acompanhei as duas com o olhar até entrarem na casa e depois voltei meu olhar ao meu pai.

— Quando começou a namorar? 

— Tem um mês —Afirmei e Jaxon continuava com um olhar confuso. 

— E quando pretendia nos contar? Sabe o quanto ficamos preocupados por causa da empresa? Está tudo em suas mãos, Justin. —Ele falou com raiva e eu assenti. 

— Não achei que seria praticamente obrigado a me casar. —Rebati e ele bufou.

— Depois conversamos sobre isso. 

— Justin, vamos pegar os vinhos na adega.

Jaxon me chamou e eu fui com ele. Tinha que esclarecer as coisas sobre a Megan para ele. Assim que chegamos na parte subterrânea da casa, Jaxon me olhou sem entender nada.

— Que merda é essa? 

— Jaxon, eu ia te contar, mais foi vindo uma coisa em cima da outra e não deu tempo. —Menti.

— Justin, quem é essa garota? Da onde ela surgiu? Como você a conheceu?

— Conheci ela na viagem de Londres, lembra que eu disse que tinha conhecido uma garota?

— Não —Ele falou cruzando os braços.

—A do café, Jaxon. —Revirei os olhos fingindo ter contando essa história mais de uma vez. 

— Não sei, cara, não lembro, mas foda-se, você vai pedir ela em casamento? 

— Eu gosto da Megan, ela me faz bem e pode ser uma chance, como sempre digo, dois mais dois é quatro.

— Mas você a traiu. —Ele afirmou e eu neguei sem entender— Não minta, te vi saindo ontem da boate com uma garota, não vi o rosto dela, mas eu sei reconhecer uma garota quando vejo uma. 

— Você também não foi um santinho nessa festa, o que a Grace vai pensar se souber que você entrou em um dos quartos com duas garota? —Travei o maxilar e cruzei os braços.

— Eu estava completamente bêbado e tinha fumado umas. Foi a primeira e ultima vez. 

— Os fins justificam os meios? —Perguntei irônico e ele bufou— Eu não conto e você não conta nada para ninguém. —Ele assentiu.

Fui cego, surdo e mudo, nada vi e nada sei. —Falamos juntos e fizemos um toque.

Peguei um vinho e voltamos lá para cima, Megan já tinha voltado com as meninas e estavam conversando animadamente. Espero que ela não tenha dito nenhuma merda.

— Do que falavam? —Perguntei sentando ao lado de Megan e beijando sua bochecha. 

— Sua mãe me contou que você tirava a neve da casa dos vizinhos para ganhar dinheiro e comprar brinquedos, quando sua mãe dizia que o papai noel não trazia brinquedos para crianças malcriadas  —Megan disse sorridente e eu assenti rindo.

— Justin sempre teve vocação para advogado, sempre achou brechas no que eu dizia. Uma vez eu falei que ele não poderia por os pés para fora de casa por uma semana. E quando chegava em casa, ele estava com o corpo todo do lado de fora, brincando, e os pés para dentro de casa. —Patricia falou e todos riram. 

— Gosta de vinho? —Perguntei em seu ouvido e ela deu os ombros. 

— Nunca tomei —Respondeu com o mesmo volume de voz.

Peguei duas taças coloquei um pouco para mim e para ela. Megan tomou um pouco e sorriu satisfeita. Apesar de gostar mais de uísque, sabia como apreciar um bom vinho. Coloquei um aperitivo na boca e ofereci um a Megan.

— Sou alérgica a frutos do mar —Ela falou baixinho e eu assenti.

— Informação que eu precisava saber. Mas alguma coisa? 

— Não gosto de nada de morango, mas gosto do morango —Assenti.

— O que tanto cochicham? —Patricia disse.

— Megan está envergonhada em dizer que não pode comer os aperitivos. Esqueci de falar que ela tem alergia a frutos do mar. 

— Justin, filho, é informação que eu preciso saber. Imagina se mando preparar um jantar que ela não pode nem sentir o cheiro. —Ela brigou e eu bufei— Você pode comer peixe, não é, Megan?

— Sim, o problema é com caranguejos, camarão, ostras e essas coisas. Peixe é a exceção. 

— Ainda bem, acredita que eu quase pedi para Leila preparar ostra? Mas optei pelo peixe, é um bom prato para o primeiro jantar. 

— Sim. 

— Grace, estava falando sobre sua faculdade, continue... —Jeremy falou e Grace sorriu animada. 

— Próximo semestre é minha formatura, estou tão ansiosa, então começo a residência. Vai ser no hospital da faculdade, consegui uma vaga com o amigo de papai.

— Megan, você fez faculdade de que? —Tremi e Megan sorriu.

— Fiz publicidade e propaganda, me formei há um ano, mas ainda não tive a oportunidade de trabalhar na área. Minha mãe acabou ficando doente e eu praticamente larguei tudo para cuidar dela. 

— Entendo, e como ela está? 

— Ela faleceu tem três meses. Acabei indo passar um tempo com minha tia, foi na época que conheci Drew, ele me apoiou muito. —Ela segurou minha mão e eu beijei sua bochecha.

— Faria tudo de novo, meu amor. —Falei e minha mãe fez um "onw" com Jazzy e Grace.

— Sinto muito pela sua mãe, e seu pai? —Jeremy insistiu e eu quis soca-lo.

— Eu não o conheci, houve uma briga com minha mãe e ele acabou indo embora sem me conhecer. 

— Sem assuntos triste pessoal, vamos falar da festa de ontem, nem Theo e nem Jaxon me falaram sobre. Você que vai me impedir de matar esse moreno lindo. —Jazzy disse abraçando Theo de lado. 

— Theo ficou quieto, mas Jaxon foi o maior exemplo. —Falei com ironia na última parte e Jaxon riu. 

— Você é o meu exemplo, irmão. —Ele falou e eu travei o maxilar. 

— Não entendi —Megan disse e Jazzy riu.

— Megan, os garotos Bieber's são um exemplo de homens que não se prendem a uma mulher, Jaxon se aquietou há dois anos, Justin nunca sossegou com um buraco só, se é que me entende. Vamos ver agora que ele vai colocar a coleira. Mas eu ficaria de olho nesse Bieber aí. 

— Pode deixar, esse aqui tem dona.

Megan disse arqueando uma sobrancelha para mim e Jaxon riu. Minha mãe saiu dizendo que ia pegar a comida, Jazzy, Grace e Megan foram atrás. Logo as quatro voltaram com os pratos.

{...}

— Obrigada, o jantar estava maravilhoso, Pattie, desculpa, eu posso chama-la assim? —Megan falou sem jeito e o sorriso da minha mãe aumentou.

— Claro que sim, querida, Pattie é um ótimo apelido. Eu que agradeço, venha sempre que quiser, não precisar ser necessariamente com meu filho. 

— Não me quer mais aqui, mãe? —Fiz drama e ela riu.

— Te tive por vinte e sete anos, deixe-me aproveitar minha nora.

Dei um abraço nela e beijei sua testa, depois ela abraçou Megan. Fui em direção ao meu carro e Megan foi logo tirando os saltos, andando descalça pela grama. Abri a porta do carro para ela e tomei meu lugar ao seu lado.

— Sua mãe é um amor. —Ela disse e eu assenti— Só achei seu pai meio rude, achei que ele ia perguntar sobre toda a minha árvore genealógica. 

— Ele é promotor de justiça, sabe conseguir respostas da forma mais grotesca possível. 

— Notei, mas emfim, estou morta. Esses saltos me matam.

A falou massageando os pés e eu ri. Essa mulher não existe. Demorou um tempo até chegar no meu apartamento. Megan quase dormiu entro do carro. Quando chegamos ela saiu sonolenta do carro e caminho em direção a saída.

— Pra onde vai? —Pergunto curioso é ela franze o cenho.

— Para casa, meu ônibus passa em cinco minutos, depois disso só amanhã. —Ela falou olhando no relógio do estacionamento e eu ri.

— Você vai ficar aqui, Megan, no tempo do nosso trato você mora comigo. —Afirmei e ela negou se aproximando.

— Tenho trabalho amanhã cedo, meu uniforme está em casa... —Ela falou e eu a puxei pela cintura, me encostando no carro.

— Vou ser o mais claro que consegui. Você vai morar comigo, sem lanchonete e sem boate. Não posso correr o risco dos meus amigos te ver nesses lugares. Além do dinheiro que vou te dar dinheiro, eu vou cobrir o salário que ganharia nos dois lugares. 

— Quando você disse que tinha dinheiro não imaginei que era tanto assim. —Ela falou e eu ri.

— Vamos subir.

Megan Pavanelli

Entramos no elevador e o Justin se encostou na parede de metal. No primeiro andar, uma mulher entrou um muitas caixas, ocupando o espaço todo. Justin me puxou para perto dele e encostou minhas costas em seu peitoral. Ele apertou meu corpo contra o seu e prendi um gemido.

Joguei minha cabeça para o lado e ele afastou meus cabelos deixando meu pescoço descoberto. Seus lábios molhados foram cobrindo o lugar de beijos, me deixando incrivelmente excitada. Suas mãos desceran para minhas coxas e as apertou com força.

— Achei que estivesse cansada. —Provocou.

— E estou, não vamos transar —Afirmei e ele riu.

— Não é o que seu corpo diz, aposto que se eu meter dois dedos por essa calcinha, você vai estar gotejando e implorando pelo meu pau.

A porta se abriu e notei que era o nosso andar. Pulei para fora do elevador e fui rapidamente para a porta de seu apartamento. Notei que estava trancado, olhei para Justin e ele caminhava lentamente com as mãos no bolso. Ele abriu a porta e entrou primeiro, tirou o blazer e o jogou no sofá. Ele se virou para mim e começou a desbotoar a camisa social branca.

— Vou... Vou... Ao banheiro.

Corri até seu quarto e entrei no banheiro, fechei a porta e me encostei nela tentanto regular a respiração. Lavei meu rosto rapidamente e procurei uma escova de dentes limpa. Abri um pacote e tirei uma novinha de dentro. Escovei meus dentes e voltei para o quarto, Justin estava jogando na cama usando apenas uma bermuda moletom, quando eu digo apenas, é apenas mesmo. Seu pênis estava bem marcado na peça, entregando que ele não vestia nada por baixo.

— Esqueci de comprar pijamas —Falei e ele deu os ombros.

— Pode levar uma camisa minha e se não quiser pode ficar sem nada. Eu vou adorar.

Revirei os olhos e fui até o closet, peguei uma camisa e a vesti. Tirei meu sutiã e voltei para o quarto. Deitei na cama e me cobri

— Vai mesmo dormir agora? —Justin perguntou e eu assenti, ouvi ele bufando e prendi o riso.

Justin se virou para o outro lado com raiva e eu soltei uma risadinha. Abracei suas costas e comecei a passar minhas mãos pelo seu peitoral. Desci minha mão até a barra da bermuda e ele suspirou. Adentrei minha mão na peça de roupa e troquei seu membro já duro. Passei o polegar na glande inchada e notei já está melado.

Comecei a movimentar minha mão para cima e para baixo lentamente. Em um momento Justin não aguentou e colocou a mão por cima da minha, aumentando o ritmo dos movimentos. Seus gemidos roucos me davam uma dor por não está dentro dele.

— Megan... —Ele gemeu meu nome e eu mordi seu ombro— Porra, Megan, vou gozar.

Puxei minha mão da dele e vi o Justin se virar com o maxilar travado, puto da vida. Abaixei sua bermuda e encarei seu pênis aportando para o teto de tão duro. Segurei na base novamente e o coloquei na boca. Justin gemeu alto e eu sorri. Comecei a movimentar minha cabeça, descendo e subindo, chupando e dando leves mordidas. Tirei da minha boca, ainda movimentando minha mão, só para respirar um pouco e o Justin empurrou minha cabeça de volta contra seu quadril. Segurei em suas coxas, deixando ele guiar os movimentos. Em poucos minutos,  Justin pressionou minha cabeça contra seu quadril e soltou um urro alto, liberando seu jato direto na minha garganta.

Retirei minha boca e engoli rapidamente, Justin me olhou sorrindo e tomou o controle da situação. Ele retirou a camisa e puxou minha calcinha para baixo. Senti sua glande achassem raspar contra minha intimidade e gemi implorando pelo nosso contato.

Ele colocou tudo de uma vez e eu mordi seu braço. Merda. Ele estava me rasgando inteira. Virei Justin e voltei a ficar por cima. Coloquei minhas mãos no seu peitoral e ele apertou minha bunda. Comecei a rebolar de vagar, enquanto me acostumava com ele dentro de mim.

— Rebola, sua vadia —Ele bateu em minha bunda e eu deitei sobre ele, deixando um chupão em seu pescoço, ele ficaria com a mesma marca que tinha deixado em mim— Porra, Maggie, tenho uma audiência amanhã. —Gargalhei alto.

— Onww, Drew, me fode —Sussurrei em seu ouvido ele me virou, ficando por cima de novo.

Enrolei minhas pernas em sua cintura. Justin me penetrava em um velocidade que eu desconhecia, fora a força. Sentia a cabeça do seu pênis batendo no meu útero. Eu não sabia mais nada. Só conseguia gemer, morder seu ombro e arranhar suas costas. Justin por sua vez ainda falava coisas safadas no meu ouvido e gemia meu nome baixinho.

Comecei a contrarir no momento que ele começou a despejar seus jatos dentro de mim. Minhas pareder o apertaram e chegamos ao ápice juntos. Ele caiu cansado ao meu lado e me puxou para cima dele. Fitei seus olhos castanhos enquanto ele recupera o fôlego.

— Tá olhando o que? —Ele perguntou e eu ri.

— Você tem belos olhos.

— Você também, parecem dois diamantes, mas as vezes fica verde, não sei bem qual é a cor.

— Ele fica verde e cinza as vezes, mas é azul, antes era castanho, mas foi clareando com o tempo. É igual o da minha mãe, ninguém sabe ao certo a cor... Ninguém sabia.

— Eu gosto, é um mistério. 

— É só ir a oftalmologista, ele fala rapidinho a cor —Falei e ele riu. 

— Gosto de ficar tentando adivinhar a cor. É melhor assim.

Justin Bieber

Me virei de um lado para o outro pela milésima vez e não consegui dormir. Levantei e peguei minha bermuda, vestindo-a. Caminhei até meu escritório e peguei a papelada do caso de amanhã/hoje.

Eu não tinha dado atenção nesses últimos dias ao caso, e a audiência é em algumas horas. Comecei a ler uns papéis e a porta do escritório se abriu. Observei Megan com o cabelo bagunçado, a cara amassada e usando minha camisa.

— O que faz acordado uma hora dessas? —Ela perguntou sonolenta e eu voltei a atenção aos papéis.

— Estudando para minha audiência. 

— Você precisa tá acordado na audiência. —Ela disse parando ao meu lado, virei minha cadeira e ela sentou no meu colo. 

— Com essa história do meu avô acabei deixando de lado, preciso manter meu nome. —Falei e ela suspirou— Volta pro quarto. 

— Quero estudar com você, vai, finge que eu sou o juiz e tenta me convencer. —Ela saiu do meu colo e sentou na mesa.

— Vai ser fácil te convencer —Peguei os papéis e levantei.

Ela continuou sentada na mesa, sorrindo, e eu comecei a caminhar pelo escritório falando sobre o caso e argumentando a favor do meu cliente. Megan ouvia tudo atentamente.

— Senhor Bieber, seu cliente afirma que não esteve com a vítima no dia do acontecido, mas temos uma testemunha que afirma tê-lo visto. Como explica isso? —Ela falou e eu fiquei boquiaberto e acabei me atrapalhando todo. 

— Meritíssima, estava esperando essa pergunta, bom, andei conversando com algumas pessoas, próximas a testemunha principal, e elas me afirmam que a Senhoria Trent tem alguns problemas com drogas e álcool. Gostaria que fosse perguntado a ela se no dia ela havia ingerido algum tipo de droga ilícita. —Falei e Megan sorriu— Depois disso ele vai pedir o exame, o resultado vai dar positivo e o meu cliente será inocentado. —Me joguei no sofá sorrindo satisfeito

— Senhores presentes no tribunal, peço que se levantem para o veredicto. —Me levantei rindo e ela fez pose séria— O júri declara o cliente do Senhor Bieber, inocente de todas as acusações.

Ela caiu na gargalhada e eu me coloquei entre suas pernas. Seus braços envolveram meu pescoço, suas pernas meu tronco e eu a peguei no colo. Fui caminhando até o quarto e a coloquei delicadamente na cama. Deitei ao seu lado e ela me encarou.

Não se apaixone por mim —Falei sério e ela riu fraco. 

— Não se preocupe, e você também não se apaixone por mim.

— Isso não será um problema.


Notas Finais


Ultimo capitulo do ano, o que acharam?
O próximo tá bem legal, algumas pessoas novas vão aparecer (aiaiai o que será?)
Bom é isso, ate ano que vem, feliz ano novo.

Espero que gostem da fanfic, vejam o trailer:
https://www.youtube.com/watch?v=OM_2NWbEb_k&t=21s


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