História Cabelos Rosa - Diabolik Lovers (Imagine Subaru) - Capítulo 2


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers
Exibições 80
Palavras 764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Recomendo ler o capítulo com a música My Immortal da Evanescence

Capítulo 2 - Two


Elizabeth On
 Depois fui pra casa, chegando lá vejo meu pai no chão com uma garrafa de bebida alcoólatra, aquilo me machuca demais vivo vendo meu pai acaba com sua vida, com bebidas e apostas, aquilo me fazia chora a noite toda, até me esquecia da morte da minha mãe.



 Vou até meu quarto, um quarto pequeno, mas confortável, com um banheiro tambem pequeno, tomo meu banho lavo meus longos cabelos rosados, depois do banho visto so uma calcinha e um blusa masculina com uma rosa branca como estampa e vou dormir pensando se minha vida pode melhorar ou piora.


 No dia seguinte acordo e vejo meu pai no meu quarto mexendo em uma caixa, a caixa onde guardo minhas economias 



 - Pai o que você está fazendo? - digo ainda sonolenta 



 - Volte a dormir eu só sou sair e já venho - diz ele e logo sai do meu quarto 



 Sim ele ia sair mas era pra bebê e aposta, eu nem tentei impedir ele, pois se eu fizesse isso eu ganharia um surra, e eu já tenho a costa cheia de marcas de surras, não estou a fim de mas.



 Me levante da cama e fui toma meu banho escovei meus dentes e logo vestir minhas roupas íntimas, uma saia até a coxa, uma blusa com mangas compridas com uma lua cheia como estampa e fui até a geladeira, peguei so uma maçã e fui pro meu trabalho, sim só tenho 15 anos e trabalho.



 - Olá Eli - diz minha patroa 



 - Olá senhora Cooper - digo a ela

 

 - Meu filhos estão dormindo,acorde eles as 8 horas ok,vou ao shopping volto pro almoça - me informa a senhora Cooper

 

 - Claro senhora - digo a ela 



 Logo a senhora Cooper sai e eu fico na cozinha esperando da 8 horas, subo até o quarto dos gêmeos e os acordos, dou banho nos dois e os arrumos e levo eles pra toma café da amanhã, nos três ficamos brincando até da o almoço e a senhora Cooper chega, depois so almoço eu levei os meninos pra escola e como meu turno e so as 7 até as 16 eu fui pra casa, mas resolvir compra algo pro meu almoço e do meu pai, chego em casa as 17 horas e la encontro uma limusine parada na frente de casa, logo eu entro em casa e vejo meu pai conversando com um albino



 - Boa tarde senhor - digo ao albino 



 - Olá querida você deve ser a Elizabeth correto - diz o albino



 - Sim, pai quem é ele? - pergunto um pouco desconfiada 



 - Minha filha ele é seu novo responsavel, arrume suas coisas você irá nora com seus filhos a partir de hoje - diz meu pai um pouco triste 



 - Não eu não vou - digo quaser gritando

 

 - Sim minha filha você vai, vá ja arruma suas coisas - diz meu pai com raiva

 

 - Sim senhor - digo de cabeça baixa e logo sigo pro meu quarto



 Arrumo minhas malas, pego tudo que preciso, pego meu objeto mas valioso que lembra minha mãe e saio e vejo o albino com um sorriso 



 - Vamos querida? - pergunta o albino

 

 - Claro, tchau pai - digo e logo o abraço e começo a chora - te amo pai - digo entre o choro e soluços 



 - Papai também te ama filha, agora vai - diz meu pai nos separando



 - Tchau pai - pego minha mala e saio de casa com o albino.



 O albino abre a porta da limusine e logo entro e ele entra logo em seguida, e nos seguimos viagem, eu só olhava pela janela e acabo deixando uma lágrima cair, pois lembrei da minha mãe e do meu pai 



 - Minha querida não chore - diz o albino 



 - Tudo bem senhor - digo enxugando as lágrimas 



 - Bem você vai gosta da casa e dos meus filhos - diz o albino 



 - Sim, eu não to afim de fala agora - digo voltando a olhar pela janela 



 Estava sentindo que minha vida não fazia sentido, que eu so iria sofre na casa nova, que meu passado iria volta, tudo aquilo que queria esquecer irá volta

 

 - Querida chegamos - diz o albino

 

 Eu estava tão longe que nem perceber que havíamos chegados, desço do carro e pego minha mala e eu e o albino entramos na mansão, eu seguia ele onde ia até chegamos e eu vi uma garota e 6 meninos 



 - Subaru_kun ?!?!?! - digo um pouco em choque 


Notas Finais


Continua...


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