História Caçadores de Sombras - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Kankuro, Temari
Tags Gaaino, Gaara, Kankuro, Kiba, Naruhina, Nejiten, Sasusaku, Shikatema, Shino, Temari
Visualizações 57
Palavras 1.938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 1 - A Primeira Pista


Fanfic / Fanfiction Caçadores de Sombras - Capítulo 1 - A Primeira Pista






POV'S SHIKAMARU



 "Já imaginou o quão idiota e egoista alguem pode ser?"



 Mais um ponto e ele ainda não apareçeu aqui, era uma promessa para mim mas pelo visto essa promessa não valia nada para ele, outro ponto se faz e ele ainda não entrou pela aquela porta. Eu deveria-me sentir ignorado por ele mas a única coisa que sinto agora é raiva dele, todas as vezes, todas tem que ser assim?


 De repente sinto dores, alguém havia me empurrado no meio do jogo, logo o som do apito se faz presente na quadra, um som agoniante de passos em minha direção. Com minha visão turva não reconheço o ser em minha frente mas logo os passos diminuem e eu posso escutar a sua voz, ela estava disendo para eu acordar mas eu não entendi, eu estou acordado sim - ou então devo estar em preso de novo em meus pensamentos, preciso acordar - logo os gritos daquele ser loiro aumentaram, minha audição volta ao normal seguida de minha visão.



  - Shikamaru acorda cara - Naruto gritava por mim - Você conseguio sair disso uma vez, tenta sair de novo - ele sabe que estou preso ainda mas é díficil acordar - Ei Shikamaru, sai disso logo cara, volta pra cá logo, desperte-se. Ei pessoal saiam de perto.



  Ele fez isso comigo, por causa de sua presença em minha minha vida isso aconteçeu, ele não veio mas eu não o vou deixar fazer isso comigo.



 - Shikamaru reage, acorda - dessa vez foi o Neji.



  Sinto Naruto se aproximando de meu ouvido e apertando a minha mão - ele nunca desiste - e logo toca em minha cabeça.



  - Shikamaru volta - sussurra Naruto em meu ouvido. - Sua mãe disse que tem uma surpresa para você assim que você chegar em casa, você lembra disso?

  - minha mãe - pronuncio e logo Naruto se afasta um pouco para me abraçar - obrigada mais uma vez Naruto.

  - okay pessoal ele está bem, vamos continuar o jogo - diz o treinador fazendo gestos para as pessoas irem para arquibancadas - E Naruto, leve Shikamaru para casa, depois eu quero falar com você tá campinhão?



 Assinto positivamente com a cabeça, essa é a primeira vez que surto em público, com a ajuda de Naruto saio da quadra, não acredito que aconteçeu de novo, só posso estár ficando louco.



  - ai cara você tem que superar isso, eu sei que é díficil mas... - ele se cala ao ver que eu tinha parado de andar no corredor.

  - obrigada Naruto mas eu vou para casa sozinho, valeu Amigo - começo a andar em direção ao estacionamento e como esperado ele coloca o braço em minha frente.

  - sou seu amigo e sei o que se passa em sua cabeça, vá direto para casa Shikamaru, lembra de sua mãe tá? Amanhã eu passo por lá, não se esqueça dela - após isso ele me abraça e volta para quadra.



  Continuo em rumo ao estacionamento andando em passos lentos, ele nunca vira, se esqueçeu de mim e estar a se esqueçer de minha mãe, coisa que ela não mereçe. Chegando ao meu destino procuro a moto de Naruto, ela estava perto da bicicleta da Hinata, percebi que Naruto tinha gravado o nome dela no acelerador da moto, que bobinho.

  

  Ando em direção a moto balançando as chaves que o Naruto me deu ao colocar o braço em minha frente lá no corredor ao me parar, eu preciso ir para casa assim como ele disse, sem pressa pois no meu estado eu me suícidaria com a moto dele, o som do motor é como batidas dolorosas na alma - coisa de minha imaginação - logo dou partida e meu destino é algo imprevisivél.


  Pelas ruas de Konoha estou vagando, eu deveria estar indo para casa mas quero dar umas voltas pela cidade, faz tempo que não ando, o semaforo de tonalidade vermelha me para ao lado de alguem com a mesma moto do Naruto. Ele é o único com essa moto aqui na cidade mas pelo o que vejo não é mas.


  O cara da moto esta decapacete não dando para enchergar o seu rosto, ele estar a me olhar como se eu fosse algo ali para ele ou se ele me já conheçece, ao virar a cabeça para frente percebo que em seu pescoço uma tatuagem bem pequena de encontro com os cabelos do jovens, estava escrito justiça em japones.


  Perdendo-me em pensamentos o vejo dando partida logo me vejo indo atrás dele mas lembro que há alguem a me esperar em casa, viro na primeira direita, apenas pensando nela.



                    

                       (...)




  POV'S TEMARI



  As vezes tento esqueçer a vida, o mundo e os problemas mesmo sabendo que devemos infrenta-los de frente e de cabeça levantada, era o que a minha mãe dizia quando estava nesse mundo egoista. 


  Temari no Sabaku fica se iludindo com a vida tentando a todo custo resolver os problemas, tem o Gaara que é o segundo problema principal para eu estar aqui em konoha, o Kankuro o terceiro esse garoto as vezes me inrrita, são tantos promemas e eu não sei a solução de quase nenhum.


  Andar de moto me alivia, me faz esqueçer da morte e curtir a vida de qualquer jeito, faz muito tempo que pelas ruas de Konoha eu andei. As ruas mudaram, estão mais modernas, com mais pessoas e até pareçe que Konoha é o espaço com varias estrelas.


  Percebo que o sinal ficou no vemelho e vou ultrapasando alguns carros até chegar na frente, ao olhar para o lado fico paralizada. O destino só pode estár de brincadeira com a minha cara, fazia anos que eu não o via, era o Shikamaru - o garoto com que eu brincava de bater nele quando eu era pequena - meu amigo de infancia, ele está tão diferente fisicamente.


  Só agora percebo a sua moto, era do modelo da minha - a diferença era a cor, a minha era de cor preta e a dele era quase dourado - pelo o que eu entendo de motos, apenas existem uma duzia desse modelo. Logo me toco que eu estou olhando de mais e viro o rosto para o outro lado, termino a minha contagem do tempo do sinal e sigo disparada ao mesmo tempo chocada com as lembrança que me vinheram a mente apenas em olha-ló.


  E foi com lembranças delee que cheguei ao meu apartamento no meio de Konoha, vou pelo estacionamento procurando o carro do Kankuro para estacionar ao seu lado. Ao ve-ló percebo que o dono está mexendo no motor do carro, estaciono a moto e ele logo termina e nós vamos subindo.



  - e então Temari, ele estava lá? Ou foi só enganação? - pergunta ao entramos no elevador.

  - não podemos falar sobre isso aqui, vamos deixar para quando chegamos - falo após apertar o botão do décimo quinto andar.

  - tudo bem, vamos deixar para depois do Gaara dormir. - balanço a cabeça positivamente - do que você está rindo Kankuro? - de repente ele começou a rir.

  - é melhor rir do que chorar né Temari - e ele continua - a nossa vida é um jogo, podemos morrer a qualquer hora.

  - não diga isso, eu não deixarei isso aconteçer, nós vamos pega-los - falo ao sairmos do elevador, ele coloca a mão no bolso do casaco e tira a chave do nosso apartameto.



  Até que enfim estou em casa novamente, não há nada melhor do que tomar uma ducha e ir dormir. Kakuro logo liga a televisão em um canal de filmes, vou para a cozinha a procura de Gaara mas ele não estava, aproveito e pego dois copos, procuro na geladeira o suco de laranja, coloco para mim e para o Kankuro.


 Chegando na sala coloco os copos no chão em frente ao sofa e digo para Kankuro abrir os olhos e tomar cuidado. Vou andando em direção ao corredor e vou para o quarto do Kakuro e do Gaara, que ficava em frente ao meu. Bato três vezes na porta e pergunto se eu posso entrar, como resposta ganhei o silêncio, adentro o quarto devagar e cautelosa para não fazer barulho.


 Gaara estava debruçado sobre o chão envolvido no maior sono possivél, ele estava escrevendo mais uma vez, ele gosta de escrever coisas aleatorias. Vou me aproximando e me abaixo para chegar perto de seu rosto, eu adoro fazer carinho em seus cabelos ruivos.



  - vai ficar tudo bem meu pequeno, ninguem mais vai lhe machucar de novo, vou lhe proteger do mal meu ruivinho - digo sentindo uma angustia apenas em lembrar do ocorrido de alguns meses.



  Levanto-me e saio do quarto devagar e chamo por Kakuro que veio com uma cara de enjoado me ajudar. Colocamos o Gaara na cama de baixo já que a de cima era do moreno enjoado, ao saimos do quarto ele disse que Gaara era uma fofura dormindo, o retribu-o com um soco no ombro e digo para o mesmo tirar o olho do Gaara, eu que fazia o papel de mãe deles e não o Kankuro.


  Chegamos na sala e eu percebo que a criatura havia pensado que era o rei da porra toda e tomou o meu suco, abusado? Não se a mostra. Sentamos no chão e nós escoramos no sofa, fiz Kankuro ir buscar mais suco para mim, ele aproveitou e pegou biscoito para nós dois.



  - e então como foi o "reencontro"? - ao escutar essa pergunta a cena da lembrança me deixou com raiva - vai falar ou não?

  - como estava escrito no bilhete eu fui no local marcado, a joalheria estava aberta como esperado mas antes eu verifiquei se havia mesmo alguem lá - não era burra o bastante para entrar là logo de cara - assim que eu entrei as luzes tinha se acendido e eu o vi, ele estava com um casaco e chapéu para esconder o rosto...

  - e o que ele tava fazendo? - Kankuro me interrompe.

  - não me entenrrompa, sabe que eu odeio isso - dou um tapa em sua cabeça antes de continuar - Bom, ele estava escolhendo algo para comprar ou pegar, quando cheguei ele disse em voz auta ao vendedor que eu era a noiva dele.

  - você? Temari casar? Essa eu pagava pra ver - olho ele de cara feia e logo ele para de rir.

  - continuando... o vendedor ficou me dando os parabéns e disse que eu era sortuda, ele abrio uma caixa de jóias e o cara misterioso pegou o colar que havia ali e me ficou atrás de mim para colocar o colar - paro e tiro do meu pescoço o colar que ele me deu.



  Kakuro logo pega da minha mão e o observa.



  - é um belo colar loira, acha que ele quis roubar o seu coração de pedra? - lhe dou outro soco por causa de seus risos desnessarios e pego o colar de suas mãos.

  - claro que não palhaço - levanto-me e desligo a televisão e logo ele começa a reclamar - já é onze da noite, vamos dormir. - começo a andar em direção ao corredor dos quartos, paro por poucos segundos mas logo continuo e paro em frente a porta do meu quarto. - Kakuro... quando ele colocou esse colar em mim... ele disse algo que me intrigou...

  - e o que foi que ele disse? - ele para em frente a porta de seu quarto com o Gaara - Hum?

  - disse que... esse colar era nossa primeira pista...









                                       CONTINUA...










Notas Finais


Eu espero que vocês tenham gostado, estou escrevendo com muito amor rsrsrs

E para quem é k-popper e Army, se tiverem interessados, leiam a minha primeira finc.

https://spiritfanfics.com/historia/para-sempre-jungkook-bts-7822159

Espero que vocês se divirtão!

Até a proxima sexta!


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