História Cacofonia - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Barbie, Jimin, Melhores Amigos, Minv, Taehyung, Vmin
Exibições 98
Palavras 2.977
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Musical (Songfic), Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


PARABÉNS PRA MIM!!!
Essa é a última fic do projeto C.A.C.T.A, ela foi reescrita já que minha irmã apagou o arquivo antigo e eu não consegui recuperar, não está como eu gostaria - não mesmo - mas foi o que deu para fazer, mesmo que eu não me perdoe já que estamos a falar do otp, mas fico feliz que tenha terminado assim como começou, com os otps em evidência saisja
Para quem não percebeu, cacta seguiu uma unidade em todos os títulos, já que são coisas do português/gramática, os plots nada parecem, mas quis deixar os títulos na mesma linha, assim:

Cacofonia
Antônimos
Colchetes
Transitivo
Antonomásia

Assim, finalizando meu projeto de aniversário.
Indico que escutem ao som de Sei - Nando Reis (link nas notas finais)


Boa leitura~

Capítulo 1 - Único - A nossa canção


Estava inseguro, talvez deixar que meu melhor amigo escolhesse a música da apresentação não fosse a melhor decisão que eu tivesse tomado na vida, ainda mais quando seria minha primeira apresentação em público e eu soubesse bem que não estava nem um pouco preparado para isso, até porque, detestava ser o centro das atenções e a sensação de estar sendo observado atentamente me deixava em pânico.

— Vocês têm certeza que cantarão essa música? — Yoongi perguntou olhando a mim e a Taehyung com a sobrancelha arqueada.

— Não é por nada não. — Jeongguk, namorado do outro, começou. — Mas não vai soar estranho?

Jeon Jeongguk e Min Yoongi eram namorados desde primeiro ano do secundário do Jeon. Eu sei que eles eram um tanto novos, conheceram-se pela internet em um jogo online chamado League of legends, jogo ao qual Taehyung, irmão do Min, também jogava. Os três tinham um chat no jogo, logo Jeon e o Min trocaram números, já que o mais novo ajudava o loiro a subir de elo e graças a ele Yoongi já não era mais prata V, motivo ao qual seu irmão sempre caçoara de si. Assim, apaixonaram-se e o mais velho resolveu ser louco de amor o suficiente para arrastar-se com o irmão para cá, saindo de Daegu diretamente para Busan, tudo por uma paixão adolescente.

Eu conhecia Jeongguk por nossas famílias serem vizinhas de jardim, então, sempre brincávamos juntos. Éramos amigos há muitos anos, não melhores, mas eu era a pessoa mais próxima de Jeon fora a própria família do garoto, por isso, sabia de muitas coisas, até que ele era super viciado naquele jogo que vivia a querer me arrastar para entrar nessa vida com ele. Jeon contava para mim sempre sobre tal game e o que acontecia nele, então não foi surpresa nenhuma quando o garoto me contou, meio desconcertado, que estava a gostar de um dos garotos que jogava consigo, mesmo que fosse contra seus princípios algo como aquilo, mas não era como se pudesse controlar. Algum tempo depois, Jeon ligou-me às 3 A.M para pedir que eu ajudasse-o, que Yoongi estava na rodoviária com o irmão e precisavam de um lugar para ficar durante o fim de semana que eles ficariam ali.

No começo foi assim, eles se viam uma vez por mês, mas logo o Min tratou de ver coisas para se mudar, não dependendo mais da minha hospitalidade, mesmo que eu os adorasse e minha família também, mesmo que ali eu tivesse conhecido Taehyung. Quando eles ficavam em minha casa, Taehyung ficou no meu quarto por termos a mesma idade e termos nos dado bem logo de cara e Yoongi ficou no do meu irmão. Nasceu dali uma amizade meio maluca entre mim e o Kim, já que tive por diversas vezes que acolhê-lo em minha cama quando ele remexia-se em desconforto no colchão inflável quando tinha um pesadelo, ali desenvolvi mais do que um instinto protetor e sequer tinha percebido isso.

Agora os dois irmãos dividiam dormitório em uma das repúblicas estudantis que o colégio oferecia, embora Taehyung passasse bem mais tempo na minha casa e minha mãe já ter até o "adotado" como filho mais novo, ele não largava por nada do irmão, já que estes haviam se tornado unha e carne quando o Kim fora adotado pela família Min aos cinco anos. E mesmo que eu ainda achasse uma loucura imensa o que os dois fizeram por um amor - do Min por Jeon e vice versa - ainda agradecia-o por ter me feito conhecer Kim Taehyung.

— O que tem demais em cantar Barbie? Essa é a música que mais tem a ver com nós dois. — Taehyung escorou a cabeça em meu ombro. — E o Chim deixou, não foi?

— Ele é o maior fã da Barbie que eu conheço. — Cocei minhas mãos. — E ele fez uma carinha que não deu pra resistir.

— Sério mesmo que você vai cantar isso por não resistir a cara de cachorro caído da mudança do meu irmão? — Yoongi rolou os olhos. — Tudo bem que você é apaixonado por ele e faz tudo que ele quer, mas isso também é demais.

Okay, não ouso negar que naquele momento eu não estava corado, eu estava queimando. Sempre achei que fosse ótimo em disfarçar meus sentimentos para com meu melhor amigo, mas ver o irmão dele proferir com tanta convicção aquilo fez acabar por perceber que eu não era tão discreto quanto imaginava. Arregalei os olhos, segurando-me para não xingá-lo e denunciar-me por completo, pedindo uma ajuda silenciosa a Jeon, que apenas deu de ombros após a fala do namorado.

Pigarreei para tentar mudar o clima que havia se instaurado ali, logo rindo de nervoso sem saber o que fazer com as mãos ou com a vontade de enfiar minha cabeça em um buraco ou gritar para o mundo como eu tinha vontade de matar Min Yoongi, só não faria isso porque o Tae ficaria triste e ver aquele rosto chorar por minha culpa ou por qualquer outra coisa era a última coisa que eu iria querer no mundo inteiro.

— Eu sei que ele está brincando. — O acastanhado depositou um selar em minha bochecha direita. — Não precisa ficar assim, ChimChim.

— Eu falei muito sério. — Um tiro na testa do Yoongi era o que eu adoraria dar. — Você não percebe porque é meio lerdo.

— Vocês não tinham de ensaiar para o número de rap de vocês? O festival de talentos não se ganha sem ensaios. — Expulsei-os da sala de música antes que eu surtasse.

O casal praticamente levantou aos esporos por mim e por Tae, que havia - finalmente - percebido como a situação tinha me deixado desconfortável e, mais do que isso, a incógnita em seu olhar indicava-me que ele havia percebido mais coisa também.

Assim que Jeon e Min saíram aos risos pela porta de madeira pintada em verde daquele compartimento, não evitei que um suspiro escapulisse de meus lábios, tentando organizar meus pensamentos e/ou até fugir de um interrogatório certo que o mais novo faria.

Eu era sim apaixonado por Kim Taehyung, havia descoberto isso há pouco tempo, algumas semanas ou meses, desde que, em uma noite como qualquer outra, após dormir abraçado com ele em um fim de semana que havíamos feito milk-shake em minha casa e ter me sentido um tanto estranho após vê-lo sorrir ao acordar e me dar um daqueles costumários beijos em minha bochecha como forma de desejar bom dia. E agora estava ali, sem saber lidar com os fatos e o olhar do meu melhor amigo sob mim.  

— Mais um ensaio antes do grande dia? — Tae abraçou meus ombros por trás.

— Trouxe seu violão? — Girei minha cabeça em um ângulo de quarenta e cinco graus apenas para vê-lo assentir sorrindo. — Então, é pra já.



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Mentiria se eu dissesse que não estava nervoso, não só por ser o grande dia da apresentação, mas por sentir que algo entre mim e o Tae havia mudado desde o dia que o Yoongi informou ao irmão sobre meus sentimentos e, mesmo com essa mudança esquisita, não ter conseguido me declarar para ele ainda.

Eu sei que deveria deixar isso de lado e dizer, já que o máximo que eu levaria seria um possível não. Mas eu parava para pensar e questionava-me sobre o que mais dali eu poderia receber além de um não... E se ele não dormisse mais comigo sempre que estivesse frio demais em sua casa e meu corpo cumprisse melhora função de lhe aquecer? E se ele abandonasse as aulas que dava a mim de como andar de skate? E se ele não ajudasse mais a minha mãe a preparar a sobremesa do almoço de domingo? Além do que... E se ele deixasse de sorrir para mim daquele jeito tão característico que tanto encantava-me?

— Chim? — Taehyung estalou os dedos em frente ao meu rosto. — Estou te chamando há um tempo. O que foi?

— Só estava pensando.

— Você? — Seus olhos arregalaram em surpresa. — Park ChimChim pensando! Oh céus, cairá um dilúvio! Salve-se quem puder!

— Rá rá. — Rolei os olhos. — Muito engraçado você. Já pensou em ser comediante? Acho que ao invés de tentar carreira como produtor de moda, deveria investir em stand up de tão engraçado que é.

Senti suas mão circundarem-me, colando-me ao seu corpo e me abraçando de uma forma quase acolhedora - se eu o abraçasse de volta. Sua palma desceu para o final da minha coluna vertebral e ele se remexeu um pouco, deitando sua cabeça na curvatura de meu pescoço e rindo baixinho.

Não tive como não encará-lo tamanho era minha confusão.

— Você está tenso porque seremos os últimos e cantaremos Barbie. — Ele riu, beijando meu maxilar. — Mas eu estarei lá com você, não precisa temer. Se o medo for de público, olhe apenas para mim. Está bem?

Assenti curvando meus lábios minimamente. Não era como se ele estivesse coberto de razão, eu estava sim nervoso e acreditava ser um estado de espírito palpável, já que ia apresentar-me no auditório sendo observado por todos os alunos do secundário, quanto por ser um dueto entre mim e o garoto que eu gostava, vulgo, meu melhor amigo. Mas não falaria isso para ele, não quando tantas coisas rodeavam minha cabeça e eu só queria afastá-las, aproveitando mais daquele contato, por fim, retribuindo o abraço que eu sabia adorar.

Ficamos alguns segundos assim, até que eu pensei que talvez fosse o melhor falar ali mesmo, se não desse certo ser retribuído, pelo menos ainda cantaríamos juntos e talvez eu conseguisse voltar ao status de melhor amigo. Contei mentalmente até sete - meu número favorito - e deixei com que o ar se esvaísse de meu pulmão em uma lufada de ar fraca.

— TaeTae... — Iniciei, fazendo carinho em seus cabelos castanhos.

— Hum? — Murmurou ao encostar o nariz gelado em minha derme despida, arrepiando-me com o contato em uma área tão sensível.

— Eu acho que estou gostando de...

— Meninos, vocês são os próximos!  — A voz de Kim Namjoon, presidente do grêmio estudantil, fez-se presente.

Derrotado, afastei-me de Taehyung, pegando nossos violões e entregando o dele a ele, logo ajudando-o a posicioná-lo corretamente, já que mesmo com a correia, Taehyung ainda desastrava-se naquela ação. Como forma de transmitir energias positivas em um secretar de que aquilo iria dar certo, Tae entrelaçou seus dedos nos meus, curvando os lábios como quem diz que tudo dará certo, como quem me acalma sem ao menos perceber.

— O que você queria me dizer? — Virou seu rosto para mim ao indagar.

— Oh, não era nada. — Dei alguns passos. — Vamos, estão nos esperando.



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Volta, volta, volta. Era só o que eu conseguia pensar ao encarar aquele mar de pessoas sentadas nos olhando com expectativa, queria esconder-me ou cantar atrás de uma cortina, seria bem mais produtivo para mim, mas não podia fazê-lo, já que os dois bancos e os tripés já estavam posicionados, apenas aguardando que eu e meu melhor amigo nos aproximássemos.

— Você está com o dedal? — Perguntei ao garoto ao meu lado. — Não quero machucar meus dedos.

— Estou. — Sussurrou, logo entregando-me a paleta. — Trouxe o capotraste?

— Sim, embora eu achasse que o slide seria bom também. — Entreguei o acessório a ele.

— Preparado?

— Não. — Fui sincero ao responder.

Escutei apenas seu riso baixinho antes de ser puxado pelo menos para o centro do palco.

Sentamos em nossos lugares e logo Taehyung conferiu nossos microfones e o som do violão ligado ao amplificador, dando leves tapinhas para ver o eco do microfone. Ao ter a certeza que estava tudo nos conformes, pigarreou antes de nos apresentar.

— Primeiramente, fora Trump. — Taehyung começou, fazendo toda a plateia rir. Invejava o espírito comunicativo e espontâneo dele. — Somos Jimin e Taehyung do último ano da Ala Artes e iremos cantar uma música sobre amizade para vocês, talvez as garotas conheçam.

E, mais uma vez, me fingir de avestruz e enfiar minha cabeça em um buraco seria sim uma ótima opção.

Taehyung apertou minha mão, mas não ousei levantar o olhar, não quando sabia ter toda aquela gente a me encarar. Apertei minhas pálpebras e pedi a Osíris para dar-me força naquele momento, sabendo que deuses egípcios eram sempre um bom pedinte.

O garoto começou com si bemol, ainda sem usar o capotraste, já que queria dar um arranjo um tanto diferente para A nossa canção, do filme Barbie e o Castelo de Diamante, mas sequer ousei mirá-lo, estava envergonhado demais para isso.

Poderia sim ser julgado por estar cantando aquele tipo de música, mas sabia bem que o Kim estava extremamente feliz com aquela escolha e por poder cantá-la comigo, já que em todos os ensaios ele fazia questão de deixar isso bem claro. Só que eu ainda não estava tão à vontade, não quando o mundo parecia devorar-me com os olhos.

— Lembre-se: olhe apenas para mim. — Taehyung parou de tocar e virou-me para ele, logo erguendo meu queixo com o dedo. — Apenas para mim.

Fixei meu olhar nele, acompanhando-o voltar a dedilhar o violão novamente, entrando na hora exata para não perder o tempo da primeira nota. Meu melhor amigo logo utilizou o acessório enquanto eu estava em mi menor, sentindo aquela música que, embora boba, era tudo que eu queria falar com ele, apenas fazendo um acréscimo de sentimento mais do que amigável.

É raro achar amigo assim... — Cantei o primeiro verso, eu fazia as lines da Barbie e ele as da Teresa, já que as vozes eram mais semelhantes assim e a Teresa fosse a boneca dele favorita em todo universo dos filmes e das coleções daquela boneca.

Você está sempre lá, torcendo por mim. — Ele encarava-me como se existisse mesmo apenas só nós dois.

Nós temos tanto pra falar, você faz tudo melhorar. — E, para mim, só ele existia mesmo.

Minhas piadas, as palhaçadas, te fazem gargalhar. — Taehyung puxou a última nota aos sorrisos.

Tudo o que eu quero pedir, é o que te faça sorrir, é que cultivemos pra sempre essa união, sigamos sonhando assim, eu cantarei por você e você por mim. — Cantamos o refrão juntos. — Oh, oh,oh, a nossa canção.

Não consegui tirar os olhos de Taehyung um segundo sequer, ele parecia absorto do mundo, tão fixado em mim que cogitei serem compartilhados os sentimentos que eu tinha por ele.

Lalalalalalala, lalalala, lalalalalalala. — Era incrível nossa sincronia naqueles versos, como se nossas vozes foram feitas para aquele dueto. — Esteja onde estiver por perto vou estar, e se chamar por mim, vou sempre te escutar.

Puxei a última nota sozinho, deixando o "a" mais aberto em um high note que fez todos aplaudirem-nos. Logo vendo Taehyung levantar-se do banco e parar de tocar o violão, acabando por me fazer copiar seus movimentos, iniciando uma palma ritmada com a melodia que cantávamos.

Tudo o que eu quero pedir, é o que te faça sorrir. — Ainda encarando-o, fiz a acapella.

É que cultivemos pra sempre essa união. — Ele parecia mesmo um artista ao voltar a tocar com tanta garra.

Eu já sequer importava-me com a presença alheia. Rodopiei aos sorrisos, entrando naquele solo de violão de Taehyung com o grave tão bem posto, resolvendo, por fim, encarar a multidão que já não me dava mais medo.

Sigamos sonhando assim, eu cantarei por você e você por mim. — Demos a última nota no instrumento.

Logo fui pego de surpresa quando Taehyung puxou-me para ele, sorrindo com a certeza de um verso que precisava ser finalizado. Não tive como não sorrir ao cantarmos juntos, encarando-nos como quem afirma ter a certeza de que sim, aquilo não era apenas só amizade. Aquela troca de olhares significava algo a mais, eu não poderia estar enganado, até porque, antes de mais nada.

Oh, oh, oh, a nossa canção.



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Meu espanto foi instantâneo quando anunciaram os vencedores, meia hora depois que nos apresentamos. Hoseok e Jin, amigos nossos que vieram apenas para ver nossa apresentação, já que Jin já estava na faculdade e Hoseok estudava em outra instituição, abraçaram-me em coletivo, parabenizando por minha voz e tudo o mais, apenas agradeci impaciente. Não que eu quisesse ser bruto, mas eu queria comemorar aquela vitória ao lado de outra pessoa.

Procurei-o pela multidão que me parabenizava, logo sorrindo ao escutá-lo gritar meu nome e saindo do abraço que estava dando em Jeongguk e Yoongi, correndo em minha direção.

Tive de segurar suas coxas quando ele pulou em meu colo e enlaçou suas pernas em minha cintura, rodopiando-o enquanto ele segurava forte em meu pescoço e ria para tudo, aquela sensação era maravilhosa. Parei um tempo depois - já que estava tonto de tanto rodar - acabando por encontrar seu olhar conectado ao meu, como quem pedisse permissão para sabe-se lá o que.

Aproximei-me para dar um abraço com mais cara de abraço e parabenizá-lo de uma forma mais normal e convincente, mas logo fui surpreendido quando ele segurou minha cintura firmemente e colou nossos lábios, depositando um selar calmo e rápido, afastando-se ainda de olhos fechados e dando de cara com uma expressão emburrada que eu sequer sabia ter formado em meu rosto.

Escutei seu riso escapar por aqueles lábios tão bem moldados, aproximando-os dos meus novamente para acabar o que havia começado, com o que eu queria há tempos.

Os lábios de Taehyung tinham sabor de Jimin-vai-se-viciar, deixando-me com cada vez mais vontade de aprofundar o contato com sua língua morna que parecia brincar com a minha em um beijo suave, tão doce que eu poderia considerar aquela minha dose de açúcar diária sem nunca enjoar. Nossas bocas pareciam produzir sons tão tranquilizantes quando os murmúrios em contentamento que o maior deixava escapar quando mordi seu lábio inferior, puxando-o para mim. Permiti-me circundar seu pescoço enquanto ele apertava minha cintura, colando nossas testas e sorrindo contra aquele beijo tão esperado. Aumentando ainda mais nosso curvar de lábios ao escutá-lo terminar a sentença que eu havia começado instantes mais cedo:

— Acho que eu estou gostando de você.




 


Notas Finais


Link da musga: https://www.letras.mus.br/nando-reis/1981984/

NHAAAA, EU CONSEGUI!!!
Sim, teve musiquinha da Barbie pq eu sou a maior stan da Barbie que eu respeito, amo muito, sempre amarei.
Estou muito feliz que meu projeto de aniversário tenha dado certo, quase a chorar aqui, ai, to orgulhosa de mim mesma.
Mais uma vez e para finalizar, Feliz aniversário para mim <3


Xoxo, see you~


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