História Cactuses - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~oldalaska

Postado
Categorias Halo (Banda)
Personagens Dino, Heecheon, Inhaeng, Jaeyong, Ooon, Personagens Originais, Yoondong
Visualizações 31
Palavras 2.946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


KSOPAKSOPAKSAO OLA.
JOGUEI AQUI.
TO RINDO.
OBRIGADA GOYANGI.
ENFIM UMA FIC FEAT COM ELA TA SAINDO. SZSZSZ
saranghae.sz

Capítulo 3 - .primavera micão 2018


SEORIN

Kkeut parecia ser uma garota bem legal e rapidamente fez amizade conosco. Quer dizer, ela se deu bem demais comigo e com a Lacie, mas Sara ficava dando umas alfinetadas desnecessárias, perguntando do “oppão”. 

– Kkeut, você sabe que horas a praia fica mais vazia? – comentei depois de ver que a Sara iria falar mais uma frase sobre o garoto, mais uma frase que tinha chances de deixar Kkeut chateada. 

– Ah, só no final da tarde, perto do horário dos portões fecharem. – ela pareceu muito aliviada de ver que não teria que responder mais sobre o perfil de um amigo. Devia ser barra ter que ficar aguentando uma recém conhecida querendo descobrir coisas justamente do cara que você tinha uma queda. Com um sorriso, pude detectar seu agradecimento silencioso. 

– Os portões da praia fecham? – Lacie franziu o cenho, a boca cheia de panqueca com mel. 

Nossa mesa era quadrada, enquanto eu e Lacie tínhamos visão para a parede de vidro, onde a praia se estende pelo horizonte, Sara e Kkeut ficavam a nossa frente, ambas comendo uma sobremesa com muito chocolate. 

– Sim, para evitar acidentes. – Kkeut assentiu, botando uma colher do doce na boca e olhando em volta. Pensei que ela estivesse procurando pelos amigos, mas não demorou para voltar-se para nós. 

Arregalei levemente os olhos, pensando em quantas pessoas já tinham sofrido algo na praia, franzindo o cenho quando foquei em “mortes”. Lacie me fez o favor de parar de pensar nisso ao me dar uma cotovelada de lado. A olhei, notando suas bochechas vermelhas, completamente focada na mesa. 

– O que foi? – sussurrei, me inclinando caso ela quisesse segredar o que quer que fosse. 

– Tipo drogas? – Sara interrompeu Lacie, que decidiu tomar um gole de refrigerante para dispersar a vergonha. 

– Não, mas com bêbados ou adolescentes irresponsáveis. As águas daqui são violentas e muito perigosas de noite. Existem muitos relatos de afogamentos que aconteceram de madrugada. – a da fazenda balançou a cabeça de forma negativa, achando estranho Sara tocar logo naquele assunto. Bem coisa de Sara, nada de novo. 

– Lacie… – chamei, atraindo atenção não só da garota ao meu lado, mas também das duas a minha frente. – Fala. 

– Tem uns caras olhando pra cá. Estão numa mesa perto da porta e não param de nos encarar. Um deles até acenou pra mim e eu quase cuspi minha panqueca. – Lacie colocou a mão no rosto, apoiando o cotovelo na mesa para disfarçar que estava fofocando. 

Pensei que Sara iria virar e gritar “OPPAS?! ONDE?!”, mas ela não teve tempo disso, uma vez que foi Kkeut que girou na cadeira, achando o grupinho de cinco garotos e apontando para eles ao mesmo tempo que nos olhava. 

– Eles? – perguntou de forma tranquila. 

Meus globos oculares ameaçaram pular das órbitas, Lacie deixou os braços caírem cruzados num espaço vazio ao lado de seu prato para acolherem sua cabeça, e Sara abriu a boca, levantando o dedo indicador, mas nenhum som saiu. 

– Ok, ela é realmente perfeita pra nós. – soltou Sara depois de uns segundos. – Olha a falta de vergonha na cara! – gargalhou, dando um tapa no ombro de Lacie para ela levantar. 

– Eles são meus amigos. – Kkeut riu, enfim notando que Lacie naturalmente tinha achado algum deles bonitinho. – Qual? – ela fez uma expressão de malícia que eu nunca pensaria que uma fofa como ela faria. Anotem que Gae Seorin está assustada demais. 

Sem levantar a cara, que devia estar bem vermelha, a Nam negou com a cabeça, agarrando minha mão em um pedido de ajuda urgente. 

Dessa vez, Sara virou-se, o que deixou os garotos embaraçados. Não os culpo. Ela voltou para encarar Lacie. 

– Aposto que é o garoto na ponta da direita. – comentou. 

– Da sua direita ou da minha direita? – perguntei. 

– Da minha. 

– Não gostei de ninguém, parem com isso! – Lacie chiou, levantando-se e indo até onde as comidas estavam. 

– Ela gostou sim. – Sara revirou os olhos, girando novamente, tentando captar mais sinais do garoto de cabelos negros arrumados em um topete que tentava se esconder atrás de outro garoto, esse de cabelos platinados, qual nos encarava e mastigava algo ao mesmo tempo. 

Ele focou em mim e desviei o olhar porque aquilo não era um ser humano, era um deus. Um deus grego. Aquilo é Afrodite, só que com pênis e sem seios. E estava me seduzindo, me deixando tão constrangida com o olhar fixo que tentei me esconder ao me abaixar, fingindo pegar um saquinho de açúcar, mesmo que meu leite achocolatado já estivesse bem adocicado. 

– Acho que ela não foi a única. – gargalhou Sara, batendo palmas animada. – A caça aos oppas ‘tá tendo sucesso! 

– Quem? – Kkeut perguntou, parecendo muito interessada. Apontei para o platinado. Dessa vez, ela foi mais discreta olhando sobre o ombro. – Ah, o Heecheon. – sorriu, batendo as palmas de leve. – Ele é bem legal. Quer que eu te apresente? 

– Ele parece gostar bastante de comer. – Sara arregalou os olhos e me encarou. – Esconde seus doces dele, Seo. 

– Cala a boca, Sara. – reclamei, colocando as palmas suadas sobre minhas bochechas quentes, tentando escondê-las a qualquer custo das duas garotas que começaram a rir ao ver meu estado após ser encarada por um lindo daqueles. 

– Olha, se você der um chocolate pra ele, talvez consiga fazer amizade mais rápido. – Kkeut concordou, sorrindo de forma inocente. 

– Vou lá com a Lacie. – querendo fugir o mais rápido possível, me coloco de pé, por pouco não levando a toalha, talheres e o resto da mesa comigo, correndo até onde a menor estava. 

Minha amiga estava bem ocupada fingindo escolher uma gelatina para levar para a mesa, mas sempre que colocava a mão em uma das colheres, trazia de volta, os dedos batucando a coxa. 

A outra mão estava perto da boca, o polegar enfiado entre os dentes onde a unha era mordida com nervosismo. 

Ao perceber minha figura ao seu lado, deu espaço para que eu fingisse escolher algo também, mas tivemos que sair da frente quando um cara pediu licença. 

– Também achou um oppa? – comentou, varrendo a mesa de sobremesas com os olhos. 

– Sim. 

– Elas perceberam? 

– Sim. 

– Pra duas pessoas que estavam quase se socando, elas estão muito amiguinhas. – Lacie choramingou, abraçando minha cintura e fechando os olhos com força. – Quem foi o seu? 

– O de cabelo platinado me encarou e passei mal, Cie, como a Kkeut ‘tá viva sendo que convive com aqueles deuses gregos?! – me queixei no mesmo tom, a balançando como se isso fosse o bastante para jogar os olhares que estavam sobre nós duas mesas longe. – Eles ainda estão olhando. ‘Tá sentindo a queimação? – Lacie assentiu. 

– Finge que nada aconteceu. – sussurrou. Nos afastamos e voltamos a escolher o doce. – Que tal gelatina de cereja? 

– Prefiro de amora. 

– Verdade. Ou quer torta? Gelatina é bom, mas tem aquela parte debaixo que dá ânsia de vômito. – falou como se estivéssemos falando de gelatina desde o início. Ao terminar a frase, um som parecido com a ânsia eclodiu da garganta de Lacie, chamando a atenção do senhor do nosso lado. 

Prendi a risada quando a Nam colocou a mão sobre a boca, sem acreditar que a bile tinha subido só de comentar o nojo que tinha. 

– Desculpe. – fez uma leve reverência para o homem antes que este se distanciasse. 

– Pelo jeito, a ânsia é forte mesmo. Vamos levar a torta. – não conseguindo mais segurar, deixei a risada sair, pegando dois pratinhos e entregando um para ela. 

– O que?! Já?! Quer voltar pra lá?! Vai que a Kkeut chama os amigos dela pra sentar com a gente! – a voz dela saiu fininha, porque a Lacie tem o mesmo problema que eu de ficar irritada e virar um esquilo. 

Nós duas olhamos discretamente para onde a dupla estava, poucos metros da onde o grupinho de cinco se encontrava, e sim, foi discretamente, porque diferente de Park Kkeut e Kang Sara, Gae Seorin e Nam Lacie sabiam muito bem como não demonstrar que estão observando os oppas. 

Kkeut estava virada de costas para nós, conversando animadamente com os amigos enquanto Sara cutucava a comida sem emoção alguma, comendo como se estivesse almoçando sozinha enquanto olhava em volta a procura do oppa do bar. 

– Ok, existe o perigo de ela chamar eles. – comprimi os lábios, me dirigindo a Lacie, qual encarava o garoto que Sara tinha dito que ela tinha gostado. Ela mexeu o nariz e me olhou com uma cara de choro. 

– Ele é lindo demais, Seo, por favor, vamos sair daqui. Aí tu manda mensagem pra Sara sair dali e se ela quiser, arrasta a Kkeut junto. – deu pulinhos, parecendo uma criança pelo jeito que falava. Era estranho ver ela assim porque a Lacie era bem demônia 99,9% das vezes e não esboçava nenhum tipo de emoção se não a famosa cara de “tu vai tomar muito no seu ânus e vou garantir isso”. O cara tinha desestabilizado mesmo a bruxa do grupinho. 

– Não acho que seja certo a gente deixar a Kkeut com a Sara. – inclinei a cabeça, preocupada com as brigas que poderiam se seguir caso não estivéssemos por perto para apartar Sara, que conseguia ser a agressividade em pessoa. 

Procure “pessoa agressiva” na internet e encontrará uma foto da Sara com a definição do lado. 

– Os garotos irão afastar a Sara da Kkeut. – Lacie deu uma olhadela para o grupinho. – Se bem que a Sara é difícil de domar… – mordeu o lábio, os ombros caindo ao perceber que teríamos que voltar para o bem das vidas presentes naquele restaurante. 

– Qual é, não deve ser tão ruim, certo? – dei um sorriso para reconforta-la. Seorin que devia ser a mãe desse grupinho. Mentira. Posso ser considerada a mais sensata, mas isso não significa que meu nível de sensatez seja alto. Ele só é alto comparado aos níveis de Sara e Lacie, que eram baixos. 

Lacie fez um bico, pegando o pratinho e se aproximando da torta, enquanto minha pessoa ficava parada revendo o plano de chegar na mesa, fingindo que os garotos perto da porta não existiam e se Kkeut iria ser descarada que nem a Sara para perguntar se a gente gostaria de conhecer eles. Eu realmente estava com medo que ela tocasse nesse assunto porque tinha certeza que caso Kkeut fizesse isso, eu e Lacie iriamos afundar o rosto nas tortas. 

– Você também não quer voltar. – Lacie estava ao meu lado de novo, já com sua cara de demônia prestes a matar alguém. 

– Quero não, mas temos, ou a Sara afoga a gente na piscina. – levantei uma sobrancelha. Ela suspirou, me entregou seu prato, pegando o vazio em minha mão e voltando para pegar outro pedaço. 

– Olha, se a Sara fizer algo, jogamos ela em cima do cara do bar, ‘tá bom? – voltou, já falando com uma expressão nervosa, balançando a mão livre de um lado para o outro, por um fio não acertando a mulher que passou do seu lado com um copo de suco de laranja. 

– Tudo bem. – concordei, girando nos calcanhares para a mesa, mas me desestabilizando ao encontrar o olhar de Heecheon. – Jesus, Lacie, Jesus. – murmurei, abaixando o olhar para meus pés. 

Senti a palma da Nam nas minhas costas. 

– Vai, estou te segurando. 

Respirando fundo, fui desviando das pessoas, mesas e cadeiras de forma mais ágil que consegui, porém aquele olhar sobre meu ser me fazia tremer ao ponto de ter que agarrar algumas costas de cadeira para evitar um tombo muito feio, qual eu sei que Sara faria questão de me lembrar até o fim da minha vida. 

– Uau, ele não desvia o olhar e a gente ‘tá em zigue-zague. – comentou Lacie impressionada. Levantei a cabeça porque estava muito tonta, a olhando sobre o ombro. – Desculpe. Muita gente no meio do caminho, decidi cortar, também para despistar eles, mas não deu, ele sempre te acha. 

– Ah, meu Deus, vamos correr pra praia. – bati os pés duas vezes, como que fazendo birra, porque, realmente, não aguentava mais ser encarada dessa forma. Me recuso. 

– Quer fugir?! – esganiçou Lacie, dando um tapa fraco nas minhas omoplatas. 

– Quer voltar pra mesa?! – exclamei do mesmo modo. Silêncio. Ela assentiu. 

– No três? – sinalizou a porta com a cabeça. Assenti. – Vai primeiro, você é mais rápida que eu. – inclinou-se para frente de leve, pronta para sair correndo. 

– Um, dois… – fiz o mesmo, respirando fundo. – Três. – juro que ouvi o som do estouro daquelas armas de corrida quando nós duas partimos feito duas loucas até a saída, tendo uma pequena pausa na porta, em qual me joguei para abri-la. 

Berrei quando minha torta ameaçou cair, inclinando meu braço na direção contrária, por alguma desgraça, na direção de Lacie, que saia do restaurante no mesmo instante. Ela arregalou os olhos ao ver a torta indo em sua direção, dando uma alavancada para trás, batendo com as costas na porta e caindo no chão. Foi o desastre. 

Para completar, sua torta voou para cima, pousando em cima da minha cabeça. 

Lacie levou o olhar dolorido para minha silhueta estática estatelada ao seu lado. Trocamos olhares desesperados, até que assimilamos a situação, passando a gargalhar do tremendo mico que passamos. 

– Praga da Sara, aposto. – comentei, fazendo careta ao sentir um incômodo na lombar. 

– Aposto que ela ‘tá vindo aqui pra dizer que a gente é muito cara de pau de abandonar ela com a Kkeut. – supôs a estrangeira, ainda no chão, direcionando seu olhar a dupla. 

Se a vida fosse um cassino, eu e Lacie estaríamos falidas por vivermos de apostas falhas, já que aquelas duas estavam rindo da nossa cara em alto e bom tom, sem um mísero pingo de vergonha por estarem em público ou não, parecendo não se importar em receber olhares incomodados daqueles que as circundavam. 

– Espero que aquela piranha caia da cadeira. – praguejou com os olhos semicerrados, rapidamente fazendo com que tal mágica acontecesse. 

– Como você fez isso? – declarei pausadamente, de olhos arregalados, perplexa com sua bruxaria. 

– Aprendi em Hogwarts. – concluiu, pressionando os lábios em um sorriso, que logo desapareceu ao notarmos duas mãos estendidas em nossa direção. 

Arroba Deus, tudo bem que nós precisávamos de uma ajudinha para levantar, ainda mais que eu me sentia minha avó com dor na lombar (te amo, vovó Gae), mas precisava mesmo mandar o Afrodite acompanhado de um moreninho sedução para nos socorrer? 

– Aceitam uma mãozinha? – o moreno foi o primeiro a se pronunciar, direcionando-se a inglesa, que parecia nas nuvens somente em encará-lo a sua frente. 

I fully accept you. – a Nam se pronunciou em sua língua de origem ao impulsionar-se para levantar com uma breve ajuda do desconhecido, que ria das palavras da britânica, fazendo com que eu me questionasse se ele fazia ideia do que ela havia falado. 

Eu, sendo a típica pata que sou, fiquei rindo de Lacie, até mesmo esquecendo que aquela divindade grega estava logo adiante, com um sorriso tão radiante ao me ajudar a levantar que até fez com que eu esquecesse momentaneamente de que estava usando uma porção de torta como chapéu. 

– Vocês não se machucaram? – questionou o moreno ainda sem nome, captando nosso olhar pela preocupação tão repentina. 

– Não, estamos bem. – afirmou Lacie acompanhada de um sorriso de quem não estava praticamente jogado no chão há menos de um minuto, direcionando-se a mim. – Tudo bem? 

– Tem uma torta na minha cabeça – recapitulei enquanto direcionava o indicador ao morrinho açucarado em meus fios, torcendo para que eles não tivessem reparado no fato de que eu estava tremendo mais que chihuahua de banho tomado. –, mas tirando isso, ‘tá tudo bem. 

– Muito obrigada por nos ajudarem. – acrescentou antes de me dar um puta cutucão, fazendo com que eu a encarasse com minha melhor cara de “só não te bato porque tu bate mais forte”, gesticulando em um sinal para que nos reverenciássemos. 

E lá fomos nós, mostrarmos a dupla que somos muito cordiais (quando convém). 

Teria sido um belo sinal de educação, se meu chapéu de torta não tivesse se espatifado contra a blusa social do oppão, fazendo com que eu só reparasse na merda que havia feito após me levantar. 

– Meu Deus... – foram as únicas palavras que usufruí para romper o silêncio entre nós, entrando em pânico em menos de cinco segundos, sendo esse meu mais novo recorde. – Eu sinto muito, sério mesmo, me desculpe, eu esqueci que tinha uma torta na minha cabeça. – me expliquei às pressas ao pegar alguns guardanapos disposto sobre uma mesa a direita, o entregando ao sujeito de cabeça baixa na tentativa de ocultar a vermelhidão em meu rosto. 

– Não, tudo bem. – declarou entre risos, sentindo as pontas de seus dedos quentes em meus palmos pelo breve contato. – Eu tenho uma camisa extra. 

– Então – Lacie se pronunciou, seguido pelos risos nervosos que ela não foi capaz de conter. –, muito obrigada pela ajuda, mas temos que ir. Tchau. – se despediu, acenando para os bonitinhos enquanto abria a porta as nossas costas, me empurrando para fora antes de se retirar. 

– Eu sou uma idiota. – praguejei a mim mesma, nos direcionávamos ao elevador em passos um tanto melancólicos. 

– Também sou uma idiota – completou, apertando o botão, logo direcionando –, esqueci de perguntar o nome dele. 

– De boas, a gente pergunta para a Kkeut. – relembrei, com os olhos grudados no número 3, indicando o andar em que o elevador se encontrava. – Isso se a Sara não nos matar antes, pois nem suas bruxarias nos salvam dela. 

– Queria que minha bruxaria tivesse nos salvado daquele micão. – confessou, logo pressionando os lábios em um claro sinal de arrependimento. 

– Estamos na moda, Lacie. – afirmei, passando um dos braços sobre seus ombros, notando a confusão em suas sobrancelhas franzidas. – Passar vexame na frente do oppão é a mais nova tendência dessa Primavera Micão 2018. – a certifiquei da atualidade, finalizando minha sentença com uma piscadela antes de adentrarmos o compartimento de metal.


Notas Finais


as tendências de moda você só vê aqui com o squad dos cactos.


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