História Café com Leite - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana
Tags Alexadra Daddario, Bruna Santana, Luan Santana, Romance
Exibições 44
Palavras 3.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá goxxxxxtosas! Primeiro capítulo aqui e espero que vocês gostem muito para ter muito outros.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Bella - Dia, lugar e hora.


Fanfic / Fanfiction Café com Leite - Capítulo 1 - Bella - Dia, lugar e hora.

P.O.V BELLA

 

   - Isabella. - Alice grita assim que entra pela porta da minha casa. Corro em direção a minha amiga.

   - Alice, não precisar gritar, eu não sou surda. - falei assim que cheguei a sala.

   - Ta, menos papo, estamos atrasadas Bella.

  - Ta, vamos logo então. - vamos em direção ao caro dela, que estava estacionado todo torto em cima da calçada. Revirei os olhos e ri da minha amiga barbeira.

 Alice veio me buscar para minha entrevista de emprego. Eu não queria ir sozinha e graças a Deus ela estava disposta a ir comigo.

Liguei no Escritório LS a dois dias atrás, me candidatando para a vaga de imprensa na equipe do Luan Santana. Não, eu não sou fã do cara, gosto dele, mas não sou dessas fãs que ficam se descabelando pelo cara. Também não tenho uma faculdade ainda, estava no último ano da minha, então seria ótimo conseguir essa vaga. Com ajuda de algumas pessoas eu consegui ótimas recomendações.

 Alice parou o carro na frente do prédio, não sei o que estava pior,a tremedeira na minha mão ou o suor frio nas mesmas. Alice me encara como se eu fosse um animal de sete cabeças, observando cada movimento nervoso meu.

  - Bella, para de tremer, você vai conseguir. - ela segurou meu braço, me dando força.

  - Eu não sei se vou, nem você sabe. Então para de dizer coisas que não sabe Ali.

  - Para você de tremedeira e vai logo.

 Eu praticamente fui expulsa do carro, sendo deixada na calçada em plena as nove e meia da manhã. O centro comercial estava começando a se movimentar. 

 Olhei para a porta três vezes até tomar coragem de entrar no hall do prédio. Um mulher muito bem vestida estava sentada na recepção.

  - Bom dia, posso ajudar? - ela falou assim que eu parei a sua frente.

  - Eu marquei um horário, sobre uma vaga de emprego.

  - Ah sim, sobre a parte da imprensa.

  - Sim.

  - Ok, pode me dar seus documentos por favor? - entreguei meus documentos e esperei até que ela me entregasse uma credencial para que eu pudesse subir.

  - O escritório fica no nono andar.

  - Obrigada.

  Esperei aquele elevador infeliz pelo que parecia ser uma eternidade e demorou mais ainda para chegar ao nono andar. Saí completamente perdida ali, era um andar grande. A recepção ficava logo a frente e eu fui recebida com um sorriso pela atendente.

  - Isabella Albuquerque, certo? - ela perguntou.

  - Isso.

  - Isabella a senhorita Arleyde esta te esperando na sala de número três.

  - Obrigada.

  Dei três batidas na porta e esperei uma autorização para entrar e entrei assim que ela foi dada.

  - Licença.

  - Bom dia minha querida. - a mulher de cabelos escuros soo simpática.

  - Bom dia. Sou Isabella, liguei para uma entrevista de emprego. - falei me sentando.

  - Sim, Isabella, lembro de você. - ela sorriu para mim e eu sorri para ela - Vou admiti que fiquei impressionada pelo seu currículo ter tantas recomendações boas, de empresas renomadas. Me diga, Isabella, nunca trabalhou?

  - Não. Eu sempre dei uma ajuda com alguns amigos dos meus pais em suas empresas e eles sempre me elogiaram.

  - Estou vendo. E esta estudando comunicações, certo?

  - Sim, relações públicas.

  - Bom, eu não estou com muito tempo. Estou siando da empresa e prometi ao Luan que deixaria alguém responsável para lidar com a carreira dele. De todos os currículos que em foram enviados, você é um dos melhores, principalmente porque eu pesquisei a fundo todos, então previso que me diga. Por que não trabalha na empresa dos seus pais? É uma grande empresa de roupas de marca e importadas.

  - Bom, eu queria uma coisa minha, não queria ficar na aba deles.

  - Certo. - ela desencostou da mesa e se sentou na cadeira - Como eu disse, não estou com muito tempo. Considere-se contratada. - eu demorei alguns segundos para entender o que ela disse e depois que entendi eu tive que me segurar para não pular em cima dela. Abri meu maior sorriso.

  - Obrigada Sr. Arleyde.

  - Senhora esta no céu, pode me chamar só de Arleyde. - sorriu humoradas. - Dentro deste envelope - ela me entregou um envelope amarelo - esta tudo que você precisa saber. Você tem que ter consciência que trabalhar com um artista não é tão fácil como trabalhar para uma empresa. As coisas são bem mais agitadas e cuidar do Luan não é fácil, sua carreira não é fácil. Ele tem a imagem boa e temos que continuar assim. Você tem que ter noção que cuidará dos seus compromissos também, para isso terá alguém que te ajude com isso, também você terá que fazer algumas viagens com ele. O Luan em si é uma pessoa fácil de se lidar, mas tente entender que ele tem seus momentos e que temos que respeitar, dar espeço e ajudar no que for necessário. Esse lugar não funciona com um Luan para baixo.

  - Entendido. - eu fazia notas mentais do que ela me dizia.

  - Agora venha comigo. 

 Saímos da sua sala em direção ao outro lado do escritório e me assustei quando vi uma sala feita de vidro, cheia de ursinhos de pelúcia, almofadas, camisetas, boneco, caneca e até sutiã. Isso é coisa de fã.

  - Vou te apresentar ao Luan. 

 Não tive tempo para preparar uma reação, quando em dei conta eu já estava parada dentro de uma sala de reuniões, com dois pares de olhos olhando para mim e um deles era o Luan Santana. 

O moreno me encarava com um sorriso de canto e eu deixava a mostra a minha cara mais tranquila e alegre que eu podia.

  - Luan, essa é Isabella, sua nova imprensa. - ele se levantou da cadeira e veio até a minha direção, parando bem na minha frente. A essa altura eu já podia constatar que ele era bem alto e bem cheiro.

  - Prazer. - ele me deu um beijo no rosto. - Eu sou o Luan. - todos riram, inclusive eu.

  - Prazer Luan, sou Isabella. - ele fez um bico.

  - Tem apelido? - perguntou

  - Tem, Bella, pode me chamar de bela.

  - Bem melhor Bella. - ele quase cantou meu nome quando o disse.

  - Luan, amanhã é meu último dia aqui, então ela já começa a trabalhar na segunda-feira. - Arleyde disse.

  - Tudo bem, eu não vou estar aqui. Tenho show em Goiás.

  - Tudo bem, tente não dificultar o trabalho dela Luan.

  - Eu sou fácil Lele. - ele disse brincalhão.

  - Sei Luan Rafael. - ela se voltou para mim. - Esta de dispensada e bem-vinda a equipe LS.

  - Obrigada Arleyde - olhei para o Luan que me encara encostado na parede, sem piscar - Obrigada Luan.

 

  Saí daquele prédio o mais rápido que eu pude depois de fazer o meu crachá oficial como membro da equipe e ainda ganhei uma mochila com as inicias LS, com boné, camiseta e uma garrafinha. Esperei na calçada com o boné na cabeça e a mochila nas costas. Alice apareceu dois minutos depois, me olhado ansiosa quando entrei.

  - Para de olhar assim, da medo menina. - falei - Consegui o emprego. - ela gritou e me abraçou com força, derrubando o boné da minha cabeça.

  - Eu sabia que você ia conseguir, eu te disse Bella. 

  - Cuidado, vai amassar o boné. - falei pegando o boné que havia caído no chão e o puis na mochila.

  - Chata. - ela bufou e começou a dirigir.

  - Conheci o Luan, a propósito. - Alice breca o carro, me fazendo ser arremessada para frente, mas sendo segurada pelo cinto. 0 Alice, cuidado.

  - Você diz isso na maior calma do mundo né?

  - Você quer que eu pare a avenida para te dar essa notícia? Eu vou trabalhar com o cara a partir de segunda, é normal conhecer ele.

  

...

  - Eu não acredito que gastamos dinheiro comprando ingresso para o show do Luan Santana sendo que você trabalha para ele agora. - Alice reclamava enquanto estravamos no show já a noite.

  - Fala baixo Alice, não quero um monte de fã me fazendo perguntas que eu não vou saber responder.

  - Ta, mas mesmo assim.

  - Mesmo assim nada Ali, eu não ia ganhar um ingresso no dia que fui contratada.

  - Mas ganho uma mochila e uma garrafinha.

  - Uma blusa e o boné, não esquece do boné. - falei para irritá-la.

  - Você e esse boné idiota.

  - Não fala assim dele. - disse enquanto adentrava o local do show. Tocava uma música alta e chegamos em cima da hora para não precisar ficar muito tempo em pé.

  - Ta bom, vamos achar um canto para ficar.

 Andamos um pouco e resolvemos por ficar um pouco para o meio da pista do Citybank Hall. A multidão se aglomerava a medida que iam entrando. Começou o sorteio para ver quem ia ficar na tal da "caixa" que ficava no palco.

  - Pega seu papel para ver o número Bella. - Alice disse mexendo na minha bolça. Peguei o bendito do papel e segurei, chegando número umas três vezes antes prestar atenção no homem que estava falando.

  - Vamos dar início ao sorteio - um homem disse e u não fazia ideia de quem era.

  - Eu não vou ganhar isso. - resmunguei.

  - Vai sim. - Ali disse, me dando um cutucão.

  - Não vou.

  - Cala a boca e escuta. - revirei mais uma vez os olhos para minha amiga cabeça dura.

 Os números foram ditos, tinham quatorze números para serem falados. 

  - O último número começa com 3 - o homem fazia suspense, deixando as meninas mais eufóricas - 9 - prestei atenção pois o meu número começa com 3 e 9 - 8 - meus olhos se arregalaram a medida que ele pronunciava - 8. 3988  - olhei com a boca aberta para Alice, que me olhava sem acreditar.

  - Eu não acredito, hoje é seu dia se sorte total Bella. - ela me segurou pelos braços - Vai la menina, vai - Alice me empurrou e eu fui caminhando rápido em direção ao palco, entregando o meu número para o segurança da esquite que estava checando os números. Colocaram um a pulseira no meu pulso e me colocaram para dentro com as outras meninas que estavam em choque. Eu estava apenas chocada. Ele acharia que eu sou uma louca quando me visse no meio daquelas meninas em cima do palco.

  Fomos colocadas dentro da "caixa" que não era bem uma caixa, mas estava valendo. Fiquei bem na grade, onde eu menos queria ficar. Olhei a minha volta e estava escuro, mas conseguia ver a menina atrás de mim e ela parecia estar realmente chateada por não estar na grade. Cutuquei ela, chamando sua atenção.

  - Você quer ficar na grade? - perguntei. Ela abriu o maior sorriso que eu vi naquela noite.

  -Posso mesmo? - perguntei ainda duvidosa.

  - Claro que pode. Vem. - troquei rapidamente de lugar com ela, a fazendo pular de alegria.

  - Obrigada. - ela estava realmente feliz e aquilo me deixou alegre. Talvez aquela loucura toda valesse a pena.

 Um homem negro, de uns bons dois metros de altura entrou no palco e parou a nossa frente.

  - Vou passar algumas instruções para vocês. - ele começou, com a cara fechada - Nada de gracinhas, ninguém deve sair da caixa, muito menos ficar puxando  Luan, deixe que ele venha até vocês. Estamos entendidos? - perguntou grosseiramente e eu torci meu nariz. 

Quando as luzes se apagaram os anúncios começaram, os gritos eram ensurdecedores. As meninas pulavam como loucas e gritavam como se o mundo fosse acabar, ma seu vi beleza naquilo, a final, elas o amavam, mesmo sem nunca tê-lo conhecido verdadeiramente e isso era linda, o modo como elas o olhavam.

 Vi quando Luan entrou no palco, parando entre as duas caixas, um pouco mais a cima. Ele parecia emburrado, sua cara não era boa e eu lembrei do que a Arleyde disse sobre seus dias ruins.

Uma música diferente começou a tocar e eu só sabia rezar quando as cortinas se abriram para aquele mar de gente. Luan já tinha um sorriso no rosto, mas não era forçado, era sincero, pois ele realmente gostava do que fazia, aquilo era sua paixão e acho que ao mesmo tempo sua válvula de escape.

 Luan se aproximou da grade da caixa e tirou foto com algumas meninas, eu quase me abaixei para que ele não me visse ali e ele não viu o que eu foi uma benção. O show continuo conforme o planejado. Luan já estava bem melhor no final do show, sorrindo atoa e para todos, atendendo a maioria dos fãs que desse. 

 Ele se despediu e saiu do palco. O mesmo homem que deu as instruções foi nos tirar de la, finalmente eu estava livre e Luan não tinha me visto, bom, foi o que eu pensei sobre estar livre. Não nos levaram para as portas de saída e sim para o camarim dele, onde pediram para que nós esperássemos. Eu estava totalmente ferrada. Que vergonha.

 Luan não apareceu nos quinze minutos seguintes, o que fez eu e a outras meninas sentarem no chão e nos sofás que tinha ali. Respondi a mensagem de Alice que perguntou onde eu estava e quase arrombou a porta quando eu disse que estava no camarim. Falei para ela ir embora que eu pegava um Uber para casa.

  Luan entrou no camarim, distraído e com a cara nada boa de quem acabou de ter uma briga ou coisa do tipo. Sua primeira reação foi parar e olhar assutado para nós largadas no sue camarim, a segunda reação foi me encarar como se eu fosse um animal estranho. Eu era a última pessoa que ele esperava ver ali sentada, então decidi por não falar nada e esperar que talvez ele falasse algo, mas não falou, para não criar polêmicas com as fãs.

  - O que é isso? - ele perguntou mais para o cara que apareceu atrás dele do que para a gente.

  - Você pediu para que elas fosse trazidas para cá. - o homem disse.

  - Não pedi, não. - ela o olhou como se ele estivesse louco.

  - Eu vou pedir para que elas saiam. - o homem disse, mas Luan o impediu.

  - Deixa que eu resolvo. 

 Luan se voltou para nós, como quem pedia desculpas com o olhar. Ele parecia cansado, exausto de alguma coisa, talvez fosse a rotina, talvez algum problema pessoal. Eu não saberia dizer.

  - Desculpa meninas, houve um engano. - ele disse, fazendo todas fazerem uma cara triste e aquilo meio que o perturbou, pois ele voltou a falar - Vamos fazer assim. Sem fotos, mas eu vou abraçar todas vocês, pode ser? Eu estou muito cansado.

 Luan disse, olhando para mim mais do que deveria, aquilo poderia chamar a atenção e estava me deixando constrangida de mais.

 As meninas concordaram com ele e o abraçaram uma por uma, eu fiquei por último na fila, mesmo querendo sair correndo dali e por minha cabeça em algum buraco. Quando chegou minha vez, Luan me abraçou, mas não disse nada, nem eu disse nada, apenas sai de la.

 No corredor para a saída, meu braço foi puxado para trás e o homem que havia entrado no camarim com Luan me puxava para trás, onde ninguém iria perceber.

  - Luan pediu para você voltar. - ele disse e eu apenas assenti. Ele me levou de volta para o camarim, onde Luan agora estava sentado. Asim que entrei ele levantou.

  - Bella - ele disse.

  - Luan. - falei.

  - O que estava fazendo no meio daquelas meninas? - ele perguntou.

  - Eu... eu... - gaguejei - é uma longa história, nem eu sei como fui parra ali. - falei e ele se aproximou, coçando os olhos.

  - Desculpa por não ter falado com você, é que eu não podia criar intriga. - ele disse, passando a mão no meu rosto e depois se afastando um pouco e se sentando no sofá, com a cabeça entre as mãos.

  - Luan, esta tudo bem? - perguntei, me atrevendo a sentar ao seu lado.

  - Ta sim. - ele falou sorrindo, um sorriso cansado e aquilo me partiu.

  - Luh, posso te chamar assim? - perguntei, olhando para o cara que me trouxe aqui e o homem que nos deu as instruções.

  - Pode. - Luan falou me olhando.

  - Nós vamos trabalhar juntos agora - comecei - não estou pedindo que você confie logo de cara em mim, mas que você seja sincero para o seu próprio bem. Arleyde me alertou sobre seus momentos ruins, então eu também estou aqui para te ajudar, não só para trabalhar com você. - falei, sorrindo de canto para ele, que soltou um riso anasalado. - Você pode contar comigo agora Luan. 

 Ele me olhava impressionado, como se eu tivesse dito o que ele precisava ouvir aquele momento e o que eu percebi lendo aqueles papeis hoje é que para trabalhar com ele, não basta trabalhar para ele apenas, você precisa ser amiga dele e deixar ele confortável e era isso que eu estava tentando fazer.

  - Obrigado Bella - ele disse segurando a minha mão, com a sua grande e quente mão.

  - Vou te passar meu número e qualquer coisa você me liga. - falei.

  - Não precisa. A Lele já me passou. - ele disse e eu fiquei impressionada.

  - Tudo bem, então me ligue caso precise de alguma coisa. - disse me levantando - se você não se importa, preciso ir para casa, esta tarde. - falei, fazendo ele me olhar.

  - Você vai como? 

  - Vou de Uber, minha amiga cansou de me esperar.

  - Uber? Essas horas? É perigoso, nada disso. Onde você mora?

  - Alphaville Residencial Zero. - ele arregalou os olhos e se levantou devagar.

  - Eu moro lá também, então te levo. Só vou trocar de roupa, você me espera?

  - Espero, mas tem certeza? Não vou te atrapalhar? 

  - Claro que não.

  - Tudo bem então.

 

  Esperei que Luan se trocasse e depois de dez minutos, ele estava pronto, O tal cara que nos deu as instruções, nos levou para a vã. Luan estava exausto, dava para ver isso nos olhos dele, mas mesmo assim ele desceu para cumprimentar as fãs que espetavam por ele e voltou para vã. Não estávamos longe do condomínio, mas ele estava tão cansado que dormir na poltrona a minha frente, tremendo um pouco por conta das noite geladas de São Paulo.

 Peguei sua jaqueta que estava ao eu lado e o cobri com a mesma, tudo sobre os olhares do homem das instruções. Eu não sabia o seu nome e aquilo estava me irritando.

  - Qual seu nome? - perguntei baixo para não acorda Luan.

  - Wellington, mas me chamam de Well. - ele disse sem querer conversa.

  - Hm.

  - E você? Quem é?

  - Isabella, sou a nova parte de comunicações da equipe LS. Pode me chamar de Bella se preferir.

  - Isabella esta bom. - disse por fim e eu só dei de ombros.

 

  Vinte minutos depois já estávamos dentro do condomínio e eu expliquei para o motorista onde era minha casa. Me deu pena de acordá-lo, ele estava dormindo tão gostoso e encolhido, mas eu precisava, então o chacoalhei devagar.

  - Luan. - falei baixo - Acorda. - ele resmungou algumas vezes, mas acordou assim que paramos em frente a minha casa.

  - Já chegamos? - ele perguntou, olhando para a jaqueta ao seu redor.

  - Já, aqui é minha casa. - apontei para a janela - Obrigada pela carona. - falei.

  - De nada. Obrigado você, até quando a gente se ver de novo. - ele disse, me puxando para me dar um beijo no rosto.

  - Até Luh - desci da vã com a ajuda do Well - até mais Well. - ouvi sua risadinha anasalada e vibrei vitória por ter conseguido arrancar alguma expressão dele.

 

  Me joguei de baixo do chuveiro até limpar toda a sujeira do dia e depois me joguei na cama, muito cansada para responder as mensagens que Luan havia me enviado.


Notas Finais


Gostaram?
Alexadra Daddario como: Bella.
Marina Moschen como: Alice.


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