História Cafeteria Fantasy (Snk) - LevixEren - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Eren Jaeger, Hange Zoë, Levi Ackerman "Rivaille", Petra Ral
Tags Café, Cafeteria, Coffee, Cute, Fofo, Lemon, Snk
Visualizações 39
Palavras 585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu e o Levi criamos um grupo de SNK no Wats.

https://chat.whatsapp.com/77RFfzQqOJ17lv1qfGKX2i

Basta escolher seu personagem e vir se divertir conosco.

Temos eu (Eren), Levi (Meu tesão), Hanji (chupa bolas do Levi) e Armin (minha loira do tchan).
E agora uma Annie também.

Capítulo 5 - É você mesmo?



[Eren]


Acho que ele estava me encarando; não dava para ver nada com aqueles óculos escuros, estava me sentindo desconfortável com aquilo - apesar de que tenho a impressão que o mais desconfortável era ele. -, ele mantinha a xícara na mão e não pronunciava nada.


“Acho que foi apenas a minha imaginação.”

-Desculpe… acho que me enganei. - Falei sem jeito por causa da vergonha.


O homem apenas tirou o celular do bolso e começou a digitar com apenas uma mão. Sua atenção era apenas no aparelho, eu estava sendo ignorado. Estava me virando para sair dali quando o meu celular vibrou, retirei do bolso de trás da calça; era uma mensagem do Levi.


(17:15)


Levi: E quem mais poderia ser?


Me virei o encarando.

Colocou o celular sobre a mesa, levantou a mão até a boca e encostou o dedo indicador nos lábios indicando para eu ficar quieto, depois com a mesma mão fez um sinal para eu me sentar.

A mão que segurava o bolo estava trêmula; não conseguia me mover.


-Senta logo, fedelho! - Seu tom foi ríspido.


Ainda com o espírito abalado, me aproximei com calma. Coloquei o celular e o prato de bolo na mesa; arredondada metálica pintada com tinta branca, puxei a cadeira que se assemelhava à mesa e me sentei com o corpo trêmulo.


-Sou uma alma penada por acaso? Por quê essa cara de espanto? - Apesar dos óculos cobrirem seus olhos, dava para ver um pouco deles; a lente não era tão escura, seus olhos pareciam semicerrados.

-Só não imaginava... -Sussurrei.


A xícara que estava em sua mão foi colocada bruscamente na mesa e fez algumas gotículas de café caírem na manga de seu casaco preto.


-Tsc. Venha comigo. -Ele se levantou apressado. Parecia estar enojado. -Venha! - Falou em um tom um pouco mais alto.

-Sim. -Me levantei rapidamente. Olhei para trás vendo tudo que havíamos deixado na mesa porém relutei em pegar e apenas o segui.


Os cabelos negros balançavam de um lado para o outro conforme ele andava, lisos, cortados de uma forma repicada e raspado atrás.

Continuei o seguindo até o final da cafeteria, que possuía um corredor do lado direito com as paredes rosadas e o do lado esquerdo azuladas. Ele pegou em meu pulso firmemente e me puxou para o corredor azul; banheiro masculino. Chegamos no final dele de frente para uma porta branca, ele deu uma batida com o punho mas, não obteve resposta. A abriu, me atirou para dentro, entrou e fechou a porta passando a tranca nela.


-Você pagará por isso, Jaeger. - Ele apontava para a manga do casaco entortando sua boca.


Retirou o casaco com rapidez o jogando no chão; estava com uma camisa branca agora. Andava em minha direção devagar, observava assustado e comecei a dar vários passos para trás para tentar fugir daquela cena mas, meu último passo fez minhas costas baterem em uma parede.

Seu braço veio bruscamente na parede; só agora percebo o quão baixo ele é pessoalmente, me encarava… Retirou os óculos com a outra mão e revelou-se aquelas duas lagoas cristalinas em seus olhos. Puxou meu queixo para baixo com a mesma mão; eu ainda estava mais alto mas, sentia seu delicioso perfume floral indo de encontro às minhas narinas, aqueles olhos delicados e ferozes ao mesmo tempo se encontravam com os meus, seu lábio rosado e fino… completamente perfeito. Ele abriu a boca para falar algo mas, fui tomado por um desejo incontrolável! O abracei fortemente e fiz seus lábios terem um encontro com os meus.


“Céus! O que estou fazendo?” Pensei tardiamente



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