História Caindo do céu - Capítulo 2


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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens Anna, Jack Frost, Mérida, Soluço
Exibições 14
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Ficção Científica, Mecha, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ho hey
Aqui está \●/

Capítulo 2 - Duas garotas tretando na minha casa - Jack



— O que são esses fios? – Mérida me perguntou, encarando seu prato

— É... Macarrão? – respondi

— E essa coisa vermelha em cima?

— Molho de tomate?

— E vocês comem isso aqui na Terra? É nojento. Eca!

Comecei a imaginar o que o povo do planeta dela come... Melhor eu parar, eu quero almoçar.

Quando eu cheguei em casa percebi que meu avô não estava, então fui diretamente para meu quarto, pois ele sempre deixa um bilhete na porta do meu armário.  Ele disse que teve de dar uma passada na fábrica de brinquedos e que voltaria próximo às cinco horas da tarde.

Meu avô é o bom e velho senhor North. Ele é aposentado, mas às vezes, por ser idêntico ao Papai Noel, faz campanhas publicitárias para uma marca de brinquedos e isso até que rende uma grana boa. Ele me dá dinheiro? Não, ele fica insistindo para que eu trabalhe (e estude para o vestibular ao mesmo tempo, vai entender o que passa na cabeça do velho) e, como eu não estou afim, minha carteira fica vazia mesmo.

Enfim, como estava com muita fome e o velho não tinha deixado comida pronta eu decidi fazer macarrão e esquentar um pacote de molho de tomate.

E Mérida? Eu também não sei. Parece que ela me seguiu sem que eu notasse e resolveu se instalar na minha casa, essas coisas normais do dia a dia. Aproveitei para fazer algumas perguntas e descobri que ela veio de um planeta chamado Dunbroch e que havia caído na Terra porque estava fugindo do tal robô/ pirata espacial que a perseguia sem uma razão aparente.

Mérida continuava a encarar a comida com cara feia.

— Então você não vai comer? – quis saber - Que bom, sobra mais pra mim.

Ela tentou espetar os fios de espaguete. Tudo bem que ela veio de outro planeta e que lá as coisas devem ser diferentes, mas isso aí já é ter demência.

— Tenta assim. – segurei sua mão de modo que eu a “controlasse” e mostrei como se deve comer – Entendeu?

— Entendi. – Mérida falou com um grande sorriso irônico e logo fechou a cara – Agora dá para voltar pro seu lugar?

Que estressada, essa daí deve se divertir menos ainda do que eu. Voltei para minha cadeira e comecei a comer em silêncio.

— Isso é muito bom! – a ruiva exclamou ao (finalmente) comer

Terminamos de comer e largamos a louça na pia, o velho pode muito bem lavar quando voltar.

Durante a tarde, eu apresentei Mérida ao mosquito, ao besouro, à formiga e à maçã, com quem ela acabou simpatizando muito. Tê-la aqui em casa é como ter um filho, só que sem as alegrias.

A tarde, tirando o fato de eu ter virado um professor de creche, estava até que sendo bem normal até uma garota de tranças com uma roupa que acredito ser um uniforme policial arrombar minha porta e apontar um triangulo de metal para nós... Ok, o que eu acabei de ver?

— Mãos para o alto! – ela gritou – Você está presa! Se entregue agora!

Eu estou sentindo uma treta.

— Se quiser me prender, vai ter que me pegar primeiro. – parece que as duas já se conhecem, será que a Mérida topa me apresentar à de trancinhas? Ela é bem... Saudável, por assim dizer.

Mérida começou a fazer uma mímica esquisita.

— Você não vai fazer isso.

A maluca número dois apertou um botão do triangulo, transformando-o em um revólver calibre 32. E eu? Fui me esconder em baixo da mesa, assim posso observar a treta sem correr risco de vida.

— Ah, pode apostar que eu vou.

A tal mímica estranha revelou ser um arco e flecha, mas não de madeira ou nada do tipo; era feito de luz.

— Se entregue agora ou eu vou disparar.

— Não.

Mérida também gosta de provocar, hein?

— E- Eu vou contar até cinco. –as mãos da garota tremiam e sua voz falhava um pouco, ela parecia estar meio nervosa. – Um... – fez uma longa pausa, já vi que até meu avô vai chegar antes do cinco. - Dois...

— Eu sei que você não vai atirar.

— Três, quatro e cinco! – ela disparou

Não era uma bala, era um feixe de luz azul como o arco e flecha de Mérida.  Quero entrar na briga também, alguém quer me dar um sabre de luz?

Mérida nem precisou se dar ao trabalho de desviar, o tiro se quer passou perto dela. No final das contas, ele acabou acertando o meu PC... NÃO! MEU PC NÃO!

Se for treta que elas querem, então treta elas terão.

— Parou a briga! – saí do meu esconderijo gritando e a atenção das duas se voltou para mim – Se as duas querem se matar é um direito de vocês, mas meu PC não tinha nada a ver com essa história.

— O senhor é dono desta casa? – a de trancinhas me perguntou

— Mais ou menos, a casa é do meu avô.

— Então eu tenho que prender você ou seu avô? Eu não lembro direito, acho que eu faltei a essa aula.

— Uou, calma aí! Por que você acha que deve me prender?

Enquanto isso, Mérida, eu não sei como, tirava um cochilo no sofá.

— Porque você escondeu uma criminosa. – ela apontou para a ruiva dorminhoca – Eu vi você ajudando ela a fugir quando eu estava na armadura experimental que o quartel me deu.

— Armadura? Você é o robô?

— Ei! Eu não sou nenhum robô! Eu sou policial!

Eu não sabia se deveria confiar na Mérida ou na de trancinhas. Ruivas são sempre suspeitas, este é meu lema.

— E se você for a bandida da história?

— Eu não sou. – ela apertou um botão em seu cap, projetando suas informações na parede da sala de estar. – Sou a oficial Anna, do quadrante Arendelle, e vim parar aqui na Terra enquanto eu a perseguia. – Anna apontou para Mérida, que ainda dormia no sofá – Ela estava pilotando a nave em alta velocidade e em uma área restrita da galáxia Walter D.

— Entendi. – falei – Nesse caso, aproveita que ela está dormindo e pode levar.

— Você tá falando sério? – ela abriu um sorriso de orelha a orelha

— Claro, ela só me dá trabalho mesmo. Se eu quisesse ter trabalho, você sabe, eu trabalhava.

— Obrigada. – agradeceu – Espera aí... Isso quer dizer que eu consegui! – Anna começou a pular de alegria, mas recompôs ao ver que minha cara de “what the fuck” – Desculpa, é que essa é a minha primeira missão que não foi um fracasso.

— Ok. – não pude evitar rir – Agora é só pegar a Mérida e voltar ao espaço na sua nave.

— A minha nave? Então, isso pode ser um problema.


Notas Finais


Beijinhos de luz :*


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