História Caindo na real - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Exibições 1.410
Palavras 1.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoinhas!
É só por hoje, nos vemos amanhã. Obrigada por me acompanharem sempre ^^
Boa leitura!
Qualquer erro...
3/3

Capítulo 17 - Embates


A universidade era enorme, era um castelo na verdade, esse lugar é um paraíso, nunca vi lugar tão lindo. Só passear por ela era melhor do que ficar dias em um SPA.

Passei por vários alunos, todos estavam com pressa, ser baixinha me deixava muito sujeita a mochiladas e esbarrões. Realmente, deveria contar com a sorte para achar Jo nessa imensidão toda.

Cheguei à recepção e perguntei onde ficava a ala da psicologia, ela me entregou um mapa... Sou péssima com isso, mas depois de tempos, consegui me localizar e segui para o andar indicado.

Fiquei sentada e esperando ver ela, uma hora ela teria que passar ali. Isso demorou, mais duas horas para ser exata, até que uma pequena turma passou por a porta no findo do corredor e eu a avistei. Ela me enxergou e parou... Ficou parada, largou os livros... E eu? Bom, eu não consegui me mexer. Então ficamos as duas nos encarando e inertes.

Mas como eu atravessei meio mundo, respirei e levantei, caminhando até ela. Fiquei parada bem próxima a ela e ela tocou meu rosto.

- O que está fazendo... Sua louca! O que faz aqui? – Ela acordou e eu sorri.

- Eu queria saber se você está bem. – Ela bateu no meu braço.

- Cachorra! Precisava vir aqui?

- Sim, né. Você estava me ignorando. – Ela baixou o olhar e arrumou a postura.

- Eu não queria ter terminado, Ally. Sei que se conversasse com você mais um minuto, desistiria.

- Eu não entendo o porquê dessa atitude radical. Afinal, você vai voltar pra lá, não vai?

- Ally... Não é tão simples...

- Por quê?

- Relacionamentos a distância exigem certa seriedade. – Ela disse e ficou de costas para mim, caminhou até a janela.

- Eu espero você sem problema nenhum.

- Não sei, Ally. Levam meses, separadas, nossos sentimentos podem mudar. – Eu a abracei, fiz a volta para abraçar ela de frente, é vergonhoso quando eu abraço alguém por trás.

- Eu consigo, Jo. Eu sei que posso ter começado isso confusa, com outra pessoa na cabeça, mas você me conquistou mesmo. Fiquei muito sem chão quando você me falou sobre esse curso, mas eu posso te esperar. Sei que sou boba a maioria do tempo, mas sei quando tenho que ser séria. Reconheço minha insanidade, mas levo alguns campos em minha vida muito a sério.

- Ally...

- Eu posso te fazer feliz, Jo. Não foi tão difícil vir até aqui, venho sempre que a saudade for insustentável, mas preciso de você como minha namorada.

- Eu gosto muito de você, Ally.

- Eu também, amor. Pare de tentar me afastar, não estou funcionando direito sem você e duvido muito que seja fácil pra você...

- Logico que não é. Não sou de ferro, Ally. Acho que você peca comigo nisso... Você acha que não sinto as coisas...

- Você não demonstra, Jo. Quer que eu pense o que? Ainda me dá um pé daqueles e me ignora, não sabia o que falava, eu estava magoada e com raiva... Me desculpe. – Fiquei na ponto dos pés e beijei o pescoço dela. – Sabe que só eu sei te fazer rir. – Ela me empurrou, mas estava sorrindo.

- Convencida. – Eu a puxei pelas mãos e selei nossos lábios.

- Eu sei que você gosta. – Ela revirou os olhos quando nos afastamos.

- Podemos tentar... Mas você tem que andar na linha comigo.

- Não tenha duvida disso. – Ela me abraçou apertado e eu mordi de leve o seio dela.

- Ally! Estamos em público. – Eu gargalhei.

- Desculpe. Estava tão perto que foi força do habito de novo. – Ela negou.

- É uma cretina mesmo. – Ela gargalhou e me puxou para fora da universidade.

Logo ela estava me apresentando melhor o lugar, mesmo que a minha insistência em ir logo para um quarto com ela tenha sido enorme, ela não cedeu até mostrar tudo.

..................................

POV Camila

Eu encerrei a chamada e neguei.

- Quem era?

- A Jo. Está me xingando muito por não ter avisado sobre a Allycat. – Mani gargalhou.

- Agora temos a certeza de que Ally é louca e decidida.

- Não é? Falando em decidida... Como estão as coisas com Dinah?

- Estão bem... Estamos indo com muita calma, ela tem certas reservas ainda.

- Tipo preconceito?

- Ela disse que era, mas tenho isso mais como falta de intimidade entre nós duas. Entendi?

- Sim.

- Ontem mesmo, ela me convidou para jantar e depois de varias conversas, muitas perguntas, acabamos nos beijando. Pra valer, sabe... Beijão mesmo.

- Uau... Pensar em vocês duas deusas se beijando me excita um pouco. – Ela revirou os olhos. – Gostou?

- Nossa. Foi incrível. Eu tenho certeza do que sinto, só falta ela.

- Vamos combinar, DJ fazendo jantar já é um grande passo.

- Sim. eu estranhei, pensei que tinha entendido errado, mas vi a mesa linda quando cheguei.

- Acho que já deu certo e fico muito feliz por vocês. – A porta abriu e Keaton entrou na minha sala.

- Normani nos dê licença. – Ela me encarou e eu fiz positivo pra ela... Ela se retirou. – Então... Quando iria me contar que estava namorando a sua amiguinha? – ele disse sentando na mesa em minha frente.

- Não está no meu contrato que devo satisfação da minha vida pessoal.

- Ai ai, Camila. Eu tenho pena de você. – Ele pegou o maço de cigarros do bolso e acendeu um, me oferecendo o maço, neguei... Mesmo que meu corpo todo tremesse. – Ela vai acordar, Camila. Vai ver que viver com uma viciada é a pior prisão para ela, vai sempre ficar te vigiando... Lauren não nasceu para ser babá, aquela mulher merece alguém mais do nível dela, sabemos disso... Porque você não faz um favor a ela e a liberte dessa prisão que a atormenta. Como acha que ela está agora? Pensando se você está fazendo merda.

- Eu odeio você, Keaton. Sempre odiei.

- Por saber que sou uma ameaça... Por isso me odeia. – Levantei e fui até a janela, respirar a fumaça me fez folegar. Escorei minha cabeça no vidro e fiquei respirando, mas tive que pegar a bombinha e usar.

- Você não me ameaça em nada, Lauren é uma mulher incrível mesmo e nunca ficaria com alguém tão podre como você.

- Sua petulante... – Virei e ele corria em minha direção.

- Um dedo seu em mim e o processo vai comer soltou aqui também, babaca. Sabemos que sua ficha não é legal. – Ele parou, cerrou os punhos e jogou o cigarro no meu rosto.

Ele bufou e saiu da minha sala, batendo a porta. Logo Mani estava ali e me abraçou.

- Está tudo bem?

- Está sim...

- Você está branca.

- Você acha que eu faço mal a Lauren? Ela sempre vai ser uma babá minha?

- Não, Camila. A Lauren amo você... Lembra? você mesmo disse... Sente de longe. Vocês se amam... Sempre se amaram...

A abracei e chorei no ombro dela. Por mais que nos amassemos muito, Keaton não estava tão errado no discurso dele. 

POV Lauren

Estava esperando Camz chegar, havia preparado o jantar e ela estava atrasada como sempre. Ela chegou, Felpudo foi encontrá-la e ela alisou os pelos dele após se ajoelhar perto do gato.

- Hey meu filho... Como passou? Essa barriguinha está estufada... Já jantou, bebê? – O gato segurava a mão de Camila com a patinha e eu realmente chego a acreditar que eles se comunicam. – Vamos ver a mamãe. – Ele levantou e o gato caminhou, sentando ao meu lado. – Viu que ele já sabe quem é a mamãe? – Eu sorri, ela tirou a mochila das costas e deixou sobre o sofá.

- Sorte sua que ele sentou do meu lado... Ai de você se ele procurasse outra mamãe por aí. – Ela fez uma careta.

- Opa! – Ela disse e me abraçou.

- Corto seu pau fora, Camila. Se acostume transando comigo, pois sou sua única mulher agora.

- Eu posso aceitar isso... Com facilidade na verdade. – Beijei o rosto dela. – Vou tomar um banho, amor.

- Me empresta seu laptop?

- Pega na mochila. E o seu?

-Você precisa ver ele. Ele travou.

- Amor... Já passou da hora de você trocar essa velharia.

- Você sabe que eu tenho preguiça. – Ela beijou minha testa e foi para o quarto.

Peguei o laptop e pesquisei umas coisas para meu trabalho, depois conferi minhas redes sociais, quando a bateria atingiu dez por cento, abri o compartimento do carregar e gelei inteira quando tirei uma sacolinha dali... E sim, essa sacolinha tinha um pó branco.

- CAMILA! – Eu berrei e logo, nua mesmo, ela estava na sala.

- O que aconteceu, Lo? – Eu ergui o saquinho e ela arregalou os olhos. Eu estava tremula e não conseguia nem falar. Abri o pacotinho e deslizei a cocaína entre os dedos.. Ela não teria coragem de fazer isso... 

- Que merda é essa, Camila?



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